INDULTOS
Não precisava nada de ler o que li agora, mas só confirma mais uma vez o porquê de certos indultos do passado já mais longínquo. Alianças sub-reptícias, diziam alguns, amizades escondidas por baixo da mesa diziam outros.
É engraçado pensar no porquê de certas bombas e atentados nunca terem chegado perto de certos figurões.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
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terça-feira, 24 de dezembro de 2019
segunda-feira, 6 de agosto de 2018
MOVIMENTOS ????
Movimento de soldados de flanela....?????
.........................
E em certos lugares .............e países.....................
soldadinhos de chumbo.............?? Conheço vários!
AC
Ps: o "democrata" Maduro segue as clássicas etapas de arranjar inimigos externos uns atrás dos outros, para ir tentando disfarçar o que é impossível disfarçar.
Foi atacado com drones?
Então não mandou mostrar os drones abatidos pelas suas tropas fiéis?
Não é curioso?
Quantas botijas de gás inocentemente ajudaram à pantominice?
Certamente que os partidos portugueses defensores de Maduro não devem tardar a manifestar-se.
Movimento de soldados de flanela....?????
.........................
E em certos lugares .............e países.....................
soldadinhos de chumbo.............?? Conheço vários!
AC
Ps: o "democrata" Maduro segue as clássicas etapas de arranjar inimigos externos uns atrás dos outros, para ir tentando disfarçar o que é impossível disfarçar.
Foi atacado com drones?
Então não mandou mostrar os drones abatidos pelas suas tropas fiéis?
Não é curioso?
Quantas botijas de gás inocentemente ajudaram à pantominice?
Certamente que os partidos portugueses defensores de Maduro não devem tardar a manifestar-se.
terça-feira, 23 de maio de 2017
ATENTADO em MANCHESTER
Esta tragédia, mais uma, que no presente momento se mostra com contornos ainda indefinidos, por exemplo, se terá sido acto terrorista, executado por lobo solitário excitado pelos incitamentos mensais do Daesh, gera no chamado mundo ocidental muitas e variadas reações.
Uma das primeiras, com a qual não posso estar mais de acordo, haverá que fazer frente a estas coisas, não nos vergando, mantendo a rotina, defendendo os nossos valores.
E nesses valores, está tudo aquilo que de mais sagrado e profundo caracteriza o soberano estado de direito, e o nosso modo de vida em sociedade de liberdade e respeito mútuo.
Mas, para lá das entendíveis manifestações de repúdio pelo sucedido por parte de vários responsáveis políticos de diferentes países, e os cumulativos apoio ajuda e solidariedade para com as famílias das vítimas e para com o Reino Unido também manifestados por parte desses políticos, na vida quotidiana das pessoas colocam-se, penso eu, perguntas a que julgo não se pode continuar a fugir.
Sim, temos que nos habituar a viver com este tipo de coisas.
Mas, e o que está a ser feito para minimizar o mais possível estas tragédias?
Ou, porque não nos devendo vergar, temos que olimpicamente aceitar que passa a fazer parte da vida no mundo ocidental periodicamente umas quantas famílias ficarem destroçadas, e pronto?
Como mero e insignificante exemplo caseiro, como outros milhares de portugueses periodicamente integro os públicos nos espectáculos no MEO Arena. Já tive ocasiões em que fui rigorosamente revistado mas, como por exemplo no espectáculo recente de homenagem a Jorge Fernando, e a que assistiu o PR, não houve revista alguma.
Olho para a situação portuguesa e sorrio. Por agora fico por aqui.
António Cabral (AC)
Esta tragédia, mais uma, que no presente momento se mostra com contornos ainda indefinidos, por exemplo, se terá sido acto terrorista, executado por lobo solitário excitado pelos incitamentos mensais do Daesh, gera no chamado mundo ocidental muitas e variadas reações.
Uma das primeiras, com a qual não posso estar mais de acordo, haverá que fazer frente a estas coisas, não nos vergando, mantendo a rotina, defendendo os nossos valores.
E nesses valores, está tudo aquilo que de mais sagrado e profundo caracteriza o soberano estado de direito, e o nosso modo de vida em sociedade de liberdade e respeito mútuo.
Mas, para lá das entendíveis manifestações de repúdio pelo sucedido por parte de vários responsáveis políticos de diferentes países, e os cumulativos apoio ajuda e solidariedade para com as famílias das vítimas e para com o Reino Unido também manifestados por parte desses políticos, na vida quotidiana das pessoas colocam-se, penso eu, perguntas a que julgo não se pode continuar a fugir.
Sim, temos que nos habituar a viver com este tipo de coisas.
Mas, e o que está a ser feito para minimizar o mais possível estas tragédias?
Ou, porque não nos devendo vergar, temos que olimpicamente aceitar que passa a fazer parte da vida no mundo ocidental periodicamente umas quantas famílias ficarem destroçadas, e pronto?
Como mero e insignificante exemplo caseiro, como outros milhares de portugueses periodicamente integro os públicos nos espectáculos no MEO Arena. Já tive ocasiões em que fui rigorosamente revistado mas, como por exemplo no espectáculo recente de homenagem a Jorge Fernando, e a que assistiu o PR, não houve revista alguma.
Olho para a situação portuguesa e sorrio. Por agora fico por aqui.
António Cabral (AC)
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
A MORTE (1) - Paris
1. Por razões profissionais, eu e uns quantos mais, olhamos para estas coisas do mundo com olhos e mente diferentes da esmagadora maioria dos cidadãos. Diferentes no sentido de olharmos a muitas outras dimensões. Não tem nada de superior, não tem nada de insensibilidade, não tem nada de verdade absoluta, não tem nada de muito especial ou transcendente. Deriva apenas do que se aprendeu, viveu, ponderou. E penso pela minha cabeça.
2. Algumas palavras chave para o que aconteceu em Paris são: barbárie, terrorismo, assassinos, mercado negro, ódio, radicalismo mas, sobretudo, indesculpável, injustificável, sem atenuantes.
3. Naturalmente, digo eu, que sou um seguidor atento destas coisas particularmente desde 1983 mas não sou, politólogo, futurólogo, professor de estratégia, professor de geopolítica, comentador super encartado, editor de política nos OCS, o que ocorreu em Paris como aliás em todos os anteriores actos criminosos levados a cabo por terroristas, não nasceu de um esquema idealizado na semana anterior.
Estas coisas têm dimensões múltiplas, mas a esmagadora maioria dos cidadãos designadamente no chamado mundo mais desenvolvido, não só não procura estudar história dos seus países quanto mais história mundial e, adicionalmente, vive a vidinha sem nunca se interrogar sobre o que possibilita o nosso desenvolvimento e conforto generalizados.
4. Aqui na aldeia, por força destes terríveis acontecimentos e os desenvolvimentos que se têm seguido, e também por força das telenovelas da indecorosa política nacional envolvendo tudo e todos, tenho violentado o meu sossego e prestado alguma atenção mais á blogosfera e ás notícias na rádio e TV. Por isso me apercebo, por exemplo, do que se continua a passar em Paris e noutras paragens.
Meditar por escrito nestes assuntos é tarefa morosa e longa, mas vale a pena.
Por agora, tenho que ir vomitar, pois acabo de descobrir que existe uma criatura que é "chefinho" de uma concelhia do PS. Ah, parece que é deputado!
AC
1. Por razões profissionais, eu e uns quantos mais, olhamos para estas coisas do mundo com olhos e mente diferentes da esmagadora maioria dos cidadãos. Diferentes no sentido de olharmos a muitas outras dimensões. Não tem nada de superior, não tem nada de insensibilidade, não tem nada de verdade absoluta, não tem nada de muito especial ou transcendente. Deriva apenas do que se aprendeu, viveu, ponderou. E penso pela minha cabeça.
2. Algumas palavras chave para o que aconteceu em Paris são: barbárie, terrorismo, assassinos, mercado negro, ódio, radicalismo mas, sobretudo, indesculpável, injustificável, sem atenuantes.
3. Naturalmente, digo eu, que sou um seguidor atento destas coisas particularmente desde 1983 mas não sou, politólogo, futurólogo, professor de estratégia, professor de geopolítica, comentador super encartado, editor de política nos OCS, o que ocorreu em Paris como aliás em todos os anteriores actos criminosos levados a cabo por terroristas, não nasceu de um esquema idealizado na semana anterior.
Estas coisas têm dimensões múltiplas, mas a esmagadora maioria dos cidadãos designadamente no chamado mundo mais desenvolvido, não só não procura estudar história dos seus países quanto mais história mundial e, adicionalmente, vive a vidinha sem nunca se interrogar sobre o que possibilita o nosso desenvolvimento e conforto generalizados.
4. Aqui na aldeia, por força destes terríveis acontecimentos e os desenvolvimentos que se têm seguido, e também por força das telenovelas da indecorosa política nacional envolvendo tudo e todos, tenho violentado o meu sossego e prestado alguma atenção mais á blogosfera e ás notícias na rádio e TV. Por isso me apercebo, por exemplo, do que se continua a passar em Paris e noutras paragens.
Meditar por escrito nestes assuntos é tarefa morosa e longa, mas vale a pena.
Por agora, tenho que ir vomitar, pois acabo de descobrir que existe uma criatura que é "chefinho" de uma concelhia do PS. Ah, parece que é deputado!
AC
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
A propósito de mais um atentado terrorista
Escrevo após o jantar quando continua, ao que parece, a caça aos suspeitos do horror praticado em Paris. Uma caça, que me pareceu, está em boa parte a ser acompanhada pelos media o que, para mim, é peculiar. Peculiar, para quem tem sensibilidade para estes assuntos, e sabe como eles devem ser conduzidos. Mas deve ser mal meu. Entretanto, conexo ou não com o assassinato de 12 pessoas, já assassinaram em outro local de Paris mais uma agente da autoridade.
A culpa disto tudo é de quem? Do designado mundo Ocidental? Dos EUA? Da comissão europeia? Do Papa directamente, ou da igreja católica? Do El Ninõ e suas consequências em vários continentes? De Afonso Henriques porque supostamente andou à chapada com a mãe?
A responsabilidade é, para mim, directamente dos assassinos, e não me venham dizer que agem pensando que…bla…bla…bla! Estiveram-se nas tintas quanto ao cartoon no nariz do Papa, se calhar acharam graça. Eu achei.
A desculpabilização soft deste tipo de horrores, horrores há décadas e décadas praticados, um certo "laissez faire” e a falta de firmeza na Europa a propósito de alguns aspectos do multiculturalismo (desejável sendo são) muito tem contribuído para a sucessão de assassinatos.
Assassinatos é a palavra a empregar. Estamos perante assassinos, e não meninos de coro. Perante ódio e violência gratuita, que ninguém de mente sã pode tolerar.
Existem em Portugal e por esse mundo fora e particularmente na Europa, milhões de pessoas que parece que pensam que tudo acontece por acaso. Mas não é assim.
Tudo tem raízes, explicações, condicionantes várias, maturação de anos décadas ou mesmo séculos, não existem justificações fáceis ou únicas, e quem pondere estruturada e racionalmente sobre os assuntos no mundo pode, e deve, entender as problemáticas das envolventes e as evoluções, particularmente desde o século XIX, mas NADA, mesmo NADA, autoriza tirar vidas humanas, por exemplo em Portugal porque Afonso Henriques foi o primeiro a expulsar os mouros. NADA!
Ou se defendem valores da sociedade, ou a prazo ela irá desmoronar-se. E numa sociedade, deve-se integrar, e não destruir.
Olho para o que disse em Lisboa o sheik Munir, e dou comigo a pensar: de facto se, como dizem certas cabeças ocas luxuosamente instaladas em Bruxelas e Estrasburgo, por trás do horror acontecido em Paris estão as políticas horríveis (tenho as maiores reservas e algumas discordâncias de fundo sobre muita coisa aqui na Europa e não só) praticadas neste “chato” mundo ocidental, porque carga de água os milhares/ milhões de cidadãos oriundos do Norte de África e do Médio e Extremo Oriente e que residem a Norte do Mediterrâneo, não emigram antes para a China, para a Rússia, para a Coreia do Norte ou, sobretudo, para qualquer dos seus países de origem ou para outros países em África ou do Médio e Extremo Oriente, onde em nenhum deles se praticam estas horríveis (e algumas são) políticas de austeridade? Porque não fazem isso?
Gostava de ouvir sobre isto as criaturas que se entretêm a comer “moules” em Bruxelas, ou uns “escargots” em Estrasburgo, sempre regados com bom vinho e ou champanhe francês, e que nos intervalos determinam o comprimento que devem ter as alheiras de Mirandela!
Haverá quem diga que o que agora aconteceu, como em outras funestas ocasiões, nada tem a ver com a religião muçulmana. Talvez não tenha, quem sou eu para contrariar essas asserções.
Mas, ainda assim, fica-me a dúvida sobre, que influência poderá ter tido, por exemplo, Arafat e outros do género, ou os ideólogos no Irão, ou uns rapazinhos na Síria, e muitos imãs, sobre estas multidões de assassinos encapuçados sempre presentes nas TV ocidentais.
Mas, ainda assim, fica-me a dúvida sobre, que influência poderá ter tido, por exemplo, Arafat e outros do género, ou os ideólogos no Irão, ou uns rapazinhos na Síria, e muitos imãs, sobre estas multidões de assassinos encapuçados sempre presentes nas TV ocidentais.
Naturalmente, não esqueço a génese porventura questionável do estado de Israel, não esqueço as intervenções no canal do Suez e nos Médio e Extremo Oriente entre finais do século XIX e a actualidade, mas……….!!, ou bem que estamos no século XXI e hoje as coisas no mundo tem que definitivamente passar a ser tratadas sem espadeirada e metralhadora ou bomba ou, então, se é pretendido reajustar fronteiras à época de 2000 anos atrás, ou vingar as atrocidades praticadas pelos europeus ao longo de séculos em países assaltados ou em colónias, então, e como é comum dizer-se de forma clara para militar entender, então estamos mesmo em guerra.
Querem acabar a longo prazo com os valores ocidentais, com o nosso modo de vida? Vão-me desaparecendo dúvidas.
O que se passou em Paris é, a meu ver, muito mais que derivado do bom ou mau gosto do “cartoonismo”, ou o possível desdém por ele exalado. E, no mínimo, pretende-se causar instabilidade, medo, pavor.
Não há ou há, choque de civilizações, ou choque de religiões? Existe ou não desprezo pelos valores do mundo Ocidental? Quantas mesquitas existem em cada um dos países europeus? Quantas igrejas (católicas, protestantes, ortodoxas) existem nos países do Norte de África e no Médio e Extremo Oriente?
Laicidade, separação da religião do estado, etc, são tudo questões decisivas e, pessoalmente, baptizado que sou, entendo que o Estado deve ser constitucionalmente laico. Mas outra coisa é, e bem disparatada a meu ver, negligenciar em cada país a preponderância, dos católicos, dos protestantes, dos ortodoxos, dos sunitas, dos xiitas, etc. E isso deve ser respeitado pelo Estado, pelos Estados, e pelos indivíduos.
Os cidadãos que emigraram para a Europa, desde o século XX, como vivem? Em que guetos os colocaram? Cá como lá fora, existem ou não cada vez mais locais onde a Polícia quase não vai e para ir, é quase um exército? Isto é tolerável? A maioria foi deixada vir para cá para a reconstrução da Europa no pós 2ª GG, sim ou não? Que questões estão em cima da mesa quando se analisa a atribuição da nacionalidade em cada um dos países europeus?
Que relação efectiva têm muitos imãs e os designados moderados muçulmanos e suas estruturas existentes na Europa, com os grupos radicais que existem em vários dos países europeus? Será que não existem células adormecidas em todos os países, nosso incluído?
Para lá da possível relação, têm influência decisiva sobre eles, controlam-nos? Ou para as televisões é uma coisa mas depois, nos estabelecimentos de culto legalmente existentes e nos outros escondidos, fecha-se os olhos?
São tudo aspectos parcelares de um problema muito grande e muito complexo, e onde quase ninguém deve estar bem na fotografia. Problema para o designado mundo ocidental e para o resto do mundo.
As linhas supra são um pouco desconexas mas procuram, e admito que porventura não da forma mais feliz, chamar à atenção quer para o que séculos atrás foi acontecendo em África, no Médio e Extremo Oriente e na Europa.
Procura salientar que no presente, esta continuada sucessão de assassinatos, atentados à bomba, etc, em paralelo com a moleza dos sucessivos governos ocidentais perante os problemas sociais e outros, a persistirem, não vão levar a bom resultado.
Comentadores, sociólogos, psicólogos, militares reformados enformados na velha ideia de que é preciso é mais gente para defender as fronteiras terrestres, e todos os politicamente correctos, terão o seu papel, mas……….talvez fosse mais avisado começar-se a olhar seriamente para as questões de fundo.
Por exemplo (ordem aleatória): funções do Estado, justiça, políticas de imigração porventura a terem que ser restritivas, família, natalidade, trabalho e emprego, corrupção, saúde, educação, desenvolvimento das regiões, severo controlo dos fluxos nas fronteiras, combate eficaz aos fluxos migratórios através do Mediterrâneo e deportação aos países de origem, etc.
Temo bem que venha a acontecer como quase sempre tem sido, em Portugal e no resto da Europa. Muita emotividade, muita solidariedade, mas……já passou,......e ....já agora, ....nada no meu quintal!
As coisas não acontecem por acaso, têm a sua maturação, muitas vezes demorada, demora que, quanto ao que penso estar por trás de mais um horror, será uma maturação bem planeada, e para ter resultados daqui a 50 anos. We will see!
De Estrasburgo, entre as 3ªs e 6ªs feiras, podiam elucidar-me mas, .....dir-me-ão só, com desdém.....nah, ….está enganado, isto foi só um triste episódio, passageiro, fruto da Merkel e quejandos.
AC
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