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sexta-feira, 21 de novembro de 2025

PARA  OS  MILHARES. . . . . 

Para os milhares que só sabem gritar DIREITOS, DIREITOS, DIREITOS, e se esquecem dos deveres, para consigo, para com os seus, para com os outros, para com a sociedade, e que nada fazem em casa porque - A ESCOLA É QUE TEM QUE OS EDUCAR - relembro isto:

- direto de educar mas sobretudo dever da educação, como sempre lembraram João Paulo II e outros

e relembro mais isto

Educação,  Formação, Casa/ Família, Escola

(já não sei onde roubei isto, mas é muito bem observado, e é muito pouco cumprido)

AC

terça-feira, 5 de dezembro de 2023

LEMBREI-ME   DISTO
"In the early 1950's, the threat of Communism created an air of paranoia in the United States and exploiting those fears was Senator Joseph McCarthy of Wisconsin. However, CBS reporter Edward R. Murrow and his producer Fred W. Friendly decided to take a stand and challenge McCarthy and expose him for the fear monger he was. However, their actions took a great personal toll on both men, but they stood by their convictions and helped to bring down one of the most controversial senators in American history".

Lembrei-me disto a propósito da nossa vida contemporânea, nacional e global.
Ao longo da minha vida e particularmente da profissional, recordei várias vezes este passado, um triste passado dos Estados Unidos.

Sofre-se, por vezes, mas ter a razão antes do tempo é uma coisa que mais tarde suscita sentimentos diferentes, gozo, tristeza.

Mas é bom nunca vergar a espinha. Assim tem sido por aqui.
AC

domingo, 14 de março de 2021

VIDA COMO ATÉ NOV 2020, NÃO VOLTA!

Esta frase é cá de casa. É mais ou menos do fim de Janeiro passado. Desalentada. Como muitos milhares (milhões?) de concidadãos aguenta isto pior que outros, pior do que eu. Eu, nem melhor nem pior que a média dos meus concidadãos, em boa parte consequência da profissão mas muito também por formação desde novinho (14/15 anos), sou mais frio, coriáceo, aguento muito, até um bocado empedernido, epíteto directo com ar ternurento ouvido algumas vezes por quem me olha ainda como se eu ainda estivesse de fraldas e a espernear. 

Além disso, circunstâncias da vida privada conjugadas com muitas circunstâncias da vida profissional deram-me ao logo dos últimos 30/ 35 anos um muito bom conhecimentos do que são certos políticos, certos responsáveis, certos dirigentes. E não é conhecimento de jornais.

A pandemia tem ajudado a acabar com alguns mitos nacionais.

Em familiares e amigos e conhecidos, a par de nesta fase da vida caírem ainda por cima coisas graves de natureza diversa, surgem afloramentos de hipocondríaco e em outros não querem ver realidades.

Uns ficam aterrados, outros que isto vai desanuviar e até um - "temos de confiar neles, que eles sé que sabem".

Ora, como me parece que é evidente, este vírus não vai desaparecer, e de cada vez que houver mais poeiras ou mais vento ou mais frio mais complicações respiratórias haverá. Por causa deste e de outros bichos.

Lembrem-se que a China, EUA, Rússia, Alemanha, Israel, França, Índia, Paquistão e outros, não vão parar com estudos e desenvolvimentos vários, chamem-lhe investigação científica a bem da humanidade ou chamem-lhe a base de guerra bacteriológica.

Crises sanitárias serão uma realidade periódica. A máscara e outras coisas não desaparecerão das nossas vidas. Tenho perguntado a alguns amigos se ainda se querem rir como fizeram há mais de vinte anos quando lá na aldeia na Beira-Baixa demos de caras com turistas japoneses a maioria deles usando máscaras!

Colocar-se-á cada vez mais o controlo das populações? A todos os níveis? Quarentenas? Cercas sanitárias? Guetos? Limitação de circulação?

E os direitos e as liberdades? Aguardemos por exemplo a conjugação da lei de emergência sanitária de Costa com as habituais e constantes cativações que também nunca mais se irão embora.

A bem da Nação!

AC

sábado, 17 de novembro de 2018

COMO as COISAS se DEVEM PASSAR
Muitos cidadãos, 99,9 %, não percebem nada do que se passa à frente do respectivo nariz. Anestesiam-se com o futebol e as telenovelas nas TV. É violenta a afirmação? Talvez, mas olhem à realidade sem facciosismos, clubites. Por exemplo, qual o real objectivo por trás das greves? Por exemplo, porquê o apoio do BE e PCP, foi mesmo afastar PSD do poder? Claro que serviu para isso, mas a longo prazo?
 Ah......sou exagerado.........ok,...... fiquem com a vossa, que respeito, repito, respeito mesmo quando discordo 100%, eu fico com a minha, ......vamos aguardar uns tempos pelos factos, para ver quem tem razão.
Vamos a 2 casos que me contaram no passado.

1º CASO - havia um senhor que numa fase final da sua vida profissional foi mandado estar numa determinada região, onde imperava um tratante malicioso, dos maiores malandros à superfície da terra. Por razões da vida profissional, de vez em quando o tal senhor era solicitado para ir conversar no gabinete do tal tratante, em audiência formal; tal como na primeira vez, quando ao tratante foram apresentados cumprimentos de cortesia (pois, ainda que sendo ambos, o senhor e o tratante servidores do Estado não havia hierarquia formal entre eles), sempre que havia audiência formal, à saída lá estavam os "merdia" locais sempre alertados pelos serviços do tratante. 
Disseram-me que o tal senhor nunca se esqueceu da instituição que com muito orgulho integrava, e que nunca se deixou entalar, embora o tenham tentado várias; disseram-me, também, que de cada vez que as TV ou jornais tentavam encontrar mazelas e procurar apoucar a instituição a que o tal senhor pertencia, nunca o conseguiram, pois eram confrontados com legislação factual (por outras palavras, era-lhes sempre atirada à cara toda a legislação, com o maior respeito mas frieza profissional) onde estava por exemplo bem explícita a responsabilidade da instituição que o tratante dirigia. 
Por outras palavras, o tal senhor e as suas equipas sempre trataram de trabalhar, sempre colaboraram com os poderes locais como era exigível, sempre cuidaram de tudo por que eram responsáveis, e nunca se amedrontaram com o tratante. 
Tratante, que parece por aí continuar com o seu pedantismo saloio e bacoco, imitando as habilidades de outrem. 

2º CASO - Havia um senhor que nunca se curvou perante a autarquia onde vivia e sempre cumprimentou e respeitou a autarca presidente. Anos atrás, e na sequência de intempéries violentas, sobrevieram danos no telhado da garagem do tal senhor, não propriamente por causa da intempérie, mas mais porque árvores na via pública a isso levavam em primeiro lugar. Adicionalmente, na frente do prédio onde o tal senhor residia, as enormes árvores estoiravam cada vez mais com os passeios, devido ao crescimento das raízes, provocando quedas em pessoas sobretudo idosas. 
O tal senhor, macaco fino, tudo documentou fotograficamente, incluindo quedas de pessoas mesmo nas barbas das suas janelas. A sogra do tal senhor foi uma das vítimas. 
Encurtando, a presidente autarca foi verbalmente informada da urgência em resolver as situações. 
Passados três meses, nada acontecendo, seguiu longa carta com aviso de recepção, a que se seguiu outra, quatro meses depois, mais dura, e já com indicação clara de preparativos de recurso aos tribunais, não só mas sobretudo por causa das quedas das pessoas.
Não tinha passado mês e meio, as árvores afectando as garagens começaram a ser cortadas e arrancadas, e as da frente do prédio foram muito desbastadas, e os passeios descascados para cortar as raízes. Os passeios voltaram a estar direitos, a presidente autarca e o tal senhor continuaram a cumprimentar-se com a maior das naturalidades.

Onde quero chegar?
Quem trata dos assuntos de acordo com a lei, quem defenda sempre  a organização em que esteja inserido e respeite a hierarquia respectiva, sem submissões tolas e sem, portanto, admitir desconsiderações,  quem respeita os poderes públicos mas saiba exactamente as responsabilidades de cada um e, acima de tudo, tenha coluna vertebral e não seja sabujo e não rasteje, pode ter certamente ao longo da vida algumas ou várias chatices, pois encontramos sempre pela frente uma cambada de tratantes com tendências para abuso de poder, mas a experiência diz que, quem está bem seguro e conhecedor da lei, quem é intelectualmente honesto e prudente, quem trabalha como lhe é exigível, não tem dissabores trágicos. 
Trata do que tem de tratar, sabe o que é e de onde se retiram os interesses nacionais, mas não se arroga a mais do que lhe é devido.
Por idade, por qualificações, por função, ciente da passagem transitória por cargos, onde nunca se é DONO. 

Estou agora a reparar, escrevi para aqui uma série de coisas sobre a vida de uma pessoa que conheci, e vem-me à cabeça que alguém ao ler isto possa sorrir e possa pensar que estou a fazer comparações com certas aberrações do presente. 
Não, gosto apenas de contar historietas.
AC