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domingo, 1 de dezembro de 2024

Marcelo diverge do Governo: 
preferia fim do corte nos salários dos políticos apenas para novos mandatos. Depois dos protestos do Chega, o Presidente da República pediu “respeito” e “bom senso”.

Respeito sempre a opinião de outrem, discordo umas vezes, concordo outras vezes.

Neste caso, concordo absolutamente com Marcelo: a melhoria dos salários devia ser definida para o próximo Presidente, para os próximos deputados, para os próximos autarcas. 

E não só acabar com o corte que existe presentemente, devia ser melhorado, sem ser pornográfico, tendo presente a realidade global da sociedade.

Continuo convencido que isso, e com o cumprimento mais apertado da lei, poderia atrair mais gente decente para a "governança da sociedade", e poderia contribuir para diminuir a corrupção.


PSD, PS andaram muito mal.

E é muito nestas coisas que se vê a falta que fazem em Portugal ESTADISTAS, pessoas decentes a servir a sociedade e não, a servirem-se dos cargos.
A falta que fazem em Portugal, pessoas com coluna vertebral, ÓSSEA, e não cartilagínea, esponjosa, ou de borracha.

Quanto ao pedido de respeito e bom senso, falta imenso, para nossa desgraça; basicamente não existe nas agremiações radicais, quer na extrema esquerda quer na extrema direita. 
Infelizmente, no PCP, PS e PSD escasseiam muitas vezes.

Mas senhor Presidente, quanto a bom senso, há quanto tempo não se vê ao espelho? 
Consulte o dicionário, e veja lá o significado de "bom senso".
Ah, desculpe perguntar, já recebeu a nota da prova prática para calceteiro?

Tenham um bom Domingo. Saúde e ….. muita paciência.
E não digo mais. . . . exactamente, porque pintassilgos não são pardais.
António Cabral (AC)

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

NÃO HÁ DINHEIRO?
Não há dinheiro para aumentar os vencimentos de, militares das Forças Armadas, agentes da PSP e da GNR, bombeiros, médicos, professores, enfermeiros, oficiais de justiça, e um infindável número de profissionais de diferentes carreiras.

Não há dinheiro?

Há e muito com certeza pois se não houvesse, não daria para pelo menos uma escola para a Ucrânia, para aumentar de 40 milhões para 60 milhões a cooperação com a Guiné-Bissau, para entregar a Angola 30 e tal milhões para um museu, fora o muito que estará escondido.

Já para não falar nas ajudas de custo para os deputados deslocados, com retroactivos a 2023 segundo percebi. Ou percebi mal?

Não há dinheiro? Tenham vergonha!
AC

sábado, 13 de janeiro de 2024

Fernando Negrão
Pelo que li, Fernando Negrão terá afirmado - Governo tem de pôr fim à revolta na polícia.
Terá acrescentado - o Governo não pode discriminar de forma tão gritante PSP e GNR, aumentando ordenados na Judiciária e mantendo os restantes polícias à míngua. A revolta que isso gerou era previsível.

Concordo com esta afirmações.

Mas, opinião pessoal naturalmente, se o PS tem sido o maior obreiro em distorções salariais aos mais diferentes e diversos níveis na sociedade portuguesa criando inaceitáveis disparidades, Fernando Negrão podia ter-se recordado que PSD no passado teve atitudes e decisões também nada primorosas.

Basta ir ao primeiro governo de Cavaco Silva com maioria absoluta e observar o que começou a acontecer nas grelhas salariais que melhor ou pior tinham uma certa "conjugação" salarial em tudo o que eram forças de segurança, forças armadas, funcionalismo público, juízes, etc., enfim, tudo o que globalmente encaixa na chamada grande máquina do Estado. Funcionalismo público e servidores do Estado.

Adicionalmente, Fernando Negrão podia ter-se referido a mais do que PSP e GNR. Há os funcionários do falecido SEF, há Polícia Marítima, há guardas prisionais, enfim, ele podia ter-se recordado de tudo isto e outras coisas, mas era pedir demais, não?

Este tipo de políticos, do PSD, do PS e dos outros cada vez mais contribuem para a deterioração deste tão maltratado país.
AC

segunda-feira, 17 de janeiro de 2022

OBRIGADO  COSTA

FUI AUMENTADO 8 EUROS. A MINHA MULHER FOI AUMENTADA 9 EUROS. OBRIGADINHO COSTA.

AC

segunda-feira, 1 de junho de 2020

VENCIMENTOS
Agora que, infelizmente, tantos milhares de portugueses estão aflitos na sua vida laboral e familiar, e apesar de proclamada ao vento que austeridade "Jamais" (em Francês), andei pelos arquivos mais antigos e entre muitas outras e curiosas coisas dei com isto.
Vale a pena atentar para a situação ocorrida de 10 em 10 anos até ao presente, em que existem disparidades que dão que pensar.
AC