COMPUTADOR
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020
7 FEVEREIRO 2020
> 1478 - Nasceu Thomas More
> 1795 - Ratificada 11ª emenda à constituição dos EUA
> 1812 - Nasceu Charles Dickens
> 1857 - Absolvição de Emma Bovary
> 1914 - Charlot aparece no filme "Kid Auto Races at Venice"
> 1929 - Aparecimento do "Borda d'Água"
> 1992 - Assinatura do tratado de Maastricht
> 1999 - Faleceu Hussein da Jordânia
AC
> 1478 - Nasceu Thomas More
> 1795 - Ratificada 11ª emenda à constituição dos EUA
> 1812 - Nasceu Charles Dickens
> 1857 - Absolvição de Emma Bovary
> 1914 - Charlot aparece no filme "Kid Auto Races at Venice"
> 1929 - Aparecimento do "Borda d'Água"
> 1992 - Assinatura do tratado de Maastricht
> 1999 - Faleceu Hussein da Jordânia
AC
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
O E 2 0 2 0
Hoje, 5ª feira, 6 de fevereiro, dei-me à pachorra de me sentar uns bocados em frente ao televisor, de manhã e de tarde, a observar no canal da AR as altercações, os argumentos (????), as berrarias, as incoerências, os gesticulares, os fácies, os risos, os ares zangados, e a descarada ausência de vergonha na maioria das caras.
Sinceramente, e já não é a primeira vez que a imagem me assalta quando passo momentos a escutar as vozes na AR, mas hoje, tudo me pareceu outra vez uma grande tourada, mas por outro lado de tal modo fraca a "faena" que neste caso a AR devia levar com IVA a 100%. Desgraçado país com esta gente TODA, com estes TODOS e estas TODAS.
Muitos e muitas, claramente, há muito que perderam a cabeça e o que isso arrasta. Nem se dão ao trabalho de a tentar encontrar!!!
Não há democracia sem partidos políticos e sem OCS livres e assertivos. Mais isto chegou a um nível inacreditável.
Como dizia alguém, recentemente, a propósito de outro assunto, e que também aqui me parece aplicável - como é que a dignidade adquirida no 25 de Abril, FICA?
E lembrei-me então, também, desta coisa corriqueira mas decisiva. NAÇÃO e PARTIDO
AC
Hoje, 5ª feira, 6 de fevereiro, dei-me à pachorra de me sentar uns bocados em frente ao televisor, de manhã e de tarde, a observar no canal da AR as altercações, os argumentos (????), as berrarias, as incoerências, os gesticulares, os fácies, os risos, os ares zangados, e a descarada ausência de vergonha na maioria das caras.
Sinceramente, e já não é a primeira vez que a imagem me assalta quando passo momentos a escutar as vozes na AR, mas hoje, tudo me pareceu outra vez uma grande tourada, mas por outro lado de tal modo fraca a "faena" que neste caso a AR devia levar com IVA a 100%. Desgraçado país com esta gente TODA, com estes TODOS e estas TODAS.
Muitos e muitas, claramente, há muito que perderam a cabeça e o que isso arrasta. Nem se dão ao trabalho de a tentar encontrar!!!
Não há democracia sem partidos políticos e sem OCS livres e assertivos. Mais isto chegou a um nível inacreditável.
Como dizia alguém, recentemente, a propósito de outro assunto, e que também aqui me parece aplicável - como é que a dignidade adquirida no 25 de Abril, FICA?
E lembrei-me então, também, desta coisa corriqueira mas decisiva. NAÇÃO e PARTIDO
Oh srs deputados, percebem que há uma enorme diferença ?
Volto à questão - À CLASSE POLÍTICA
(....) "uma classe política que já mostrou o seu grau de irresponsabilidade insanável, que é incapaz de pensar NAÇÃO em vez de partido".
(Eduardo Lourenço, "O complexo de Marx", publicações D. Quixote, 1979)
Alguns entretêm-se a falar da qualidade dos deputados e dos políticos em geral, dos actuais, e dos do passado. Agora é tudo gente comum dizem, e aplaudem, enquanto no pós 25 de Abril de 1974 eram/ foram gurus, pessoal de grande quilate e prestígio.
A política faz-se hoje de e com gente comum.!!!!!!! "PRONTOS".
É por isso que com esta gente comum se assiste à apresentação de propostas inacreditáveis, algumas pecando da ignorância jurídica e da incompetência puras.
A CRP estabelece o que cabe à AR, aos Governos, o que os governos podem fazer quanto a pedidos de autorização, etc.
Poder-se-á dizer, e hoje assisti a muito disso, farsas várias, incompetência imensas, incoerências astronómicas, inutilidades jurídicas, visão até ao umbigo e não enxergam mais do que isso.
Tourada, sim, mais uma grande tourada, mas lides muito más.
Volto à questão - À CLASSE POLÍTICA
(....) "uma classe política que já mostrou o seu grau de irresponsabilidade insanável, que é incapaz de pensar NAÇÃO em vez de partido".
(Eduardo Lourenço, "O complexo de Marx", publicações D. Quixote, 1979)
Alguns entretêm-se a falar da qualidade dos deputados e dos políticos em geral, dos actuais, e dos do passado. Agora é tudo gente comum dizem, e aplaudem, enquanto no pós 25 de Abril de 1974 eram/ foram gurus, pessoal de grande quilate e prestígio.
A política faz-se hoje de e com gente comum.!!!!!!! "PRONTOS".
É por isso que com esta gente comum se assiste à apresentação de propostas inacreditáveis, algumas pecando da ignorância jurídica e da incompetência puras.
A CRP estabelece o que cabe à AR, aos Governos, o que os governos podem fazer quanto a pedidos de autorização, etc.
Poder-se-á dizer, e hoje assisti a muito disso, farsas várias, incompetência imensas, incoerências astronómicas, inutilidades jurídicas, visão até ao umbigo e não enxergam mais do que isso.
Tourada, sim, mais uma grande tourada, mas lides muito más.
POLÍCIA de SEGURANÇA PÚBLICA (PSP)
Na PSP tomou posse um novo chefe.
Por essa razão, e outras também recentes e públicas, veio-me à lembrança de que acerca da PSP teria algures um livrinho antigo curioso. Lá fui aos arquivos, e lá descobri.
Um livrinho com o título - Uma pequena história, Polícia de Segurança Pública.
São 35 páginas, livro composto e impresso nas oficinas gráficas da então Secretaria de Estado da Comunicação Social (SECS), Lisboa, Fevereiro de 1980.
É basicamente uma história para crianças, explicando a PSP, e as suas origens ao longo da história do País.
Ali se explica que foi no reinado de D. Fernando, em 1383, que apareceram nas ruas de Lisboa os primeiros defensores dos cidadãos e dos seus haveres. Eram os "Quadrilheiros", nomeados pelo monarca. Tinham que estar no cargo 3 anos.
Mas como não tinham ordenado muitos acabavam por fugir.
Então como agora........problemas de vencimentos.
Em 1460 D. Afonso V concedeu-lhes algumas garantias e privilégios. (Eduardo Cabrita devia andar a estudar a nossa história).
Daí em diante a preocupação régia com a manutenção da ordem foi crescente.
No século XVI Lisboa era já uma cidade com muito movimento e actividade comercial. Em 1603 aumentou o nº de quadrilheiros procurando-se uma cobertura para toda a cidade.
No século XVIII aparece então o termo "polícia", pessoa para assegurar a vigilância ruas. Quadrilheiro foi assim substituído.
Em 1760, o Marquês de Pombal criou "A Intendência Geral da Polícia da Corte e do Reino".
Pina Manique foi o seu primeiro intendente.
D. João VI criou depois o " Corpo de Guarda Real de Polícia". Décadas depois, este "Corpo" foi substituído por uma "Guarda Municipal".
Novas transformações ocorreram em 1862. Foi instituído o "Corpo de Polícia Cívica", distribuído por todos os distritos do País.
Em 1927, o Corpo de Polícia Cívica passou a designar-se por Polícia de Segurança Pública.
A história do livrinho termina abordando quem e como pode ir para a PSP, e tem umas últimas frases curiosas, senão mesmo muito interessantes, e que reproduzo:
- A PSP destina-se a garantir às pessoas que vivam mais libertas do receio de serem atacadas e roubadas, etc.
- A PSP tem uma função cívica.
- Os polícias e outras pessoas zelam para que as leis sejam cumpridas.
- As crianças devem esforçar-se por respeitar e ajudar as outras crianças, procurando estabelecer com elas laços de amizade.
- As pessoas mais ligadas às crianças são os pais e depois os professores.
- As crianças devem respeitar e ser amigas dos pais e professores.
- Se na rua lhes acontecer alguma coisa, é à polícia que devem pedir ajuda.
Interessante, por isso sublinho algumas.
AC
Na PSP tomou posse um novo chefe.
Por essa razão, e outras também recentes e públicas, veio-me à lembrança de que acerca da PSP teria algures um livrinho antigo curioso. Lá fui aos arquivos, e lá descobri.
Um livrinho com o título - Uma pequena história, Polícia de Segurança Pública.
São 35 páginas, livro composto e impresso nas oficinas gráficas da então Secretaria de Estado da Comunicação Social (SECS), Lisboa, Fevereiro de 1980.
É basicamente uma história para crianças, explicando a PSP, e as suas origens ao longo da história do País.
Ali se explica que foi no reinado de D. Fernando, em 1383, que apareceram nas ruas de Lisboa os primeiros defensores dos cidadãos e dos seus haveres. Eram os "Quadrilheiros", nomeados pelo monarca. Tinham que estar no cargo 3 anos.
Mas como não tinham ordenado muitos acabavam por fugir.
Então como agora........problemas de vencimentos.
Em 1460 D. Afonso V concedeu-lhes algumas garantias e privilégios. (Eduardo Cabrita devia andar a estudar a nossa história).
Daí em diante a preocupação régia com a manutenção da ordem foi crescente.
No século XVI Lisboa era já uma cidade com muito movimento e actividade comercial. Em 1603 aumentou o nº de quadrilheiros procurando-se uma cobertura para toda a cidade.
No século XVIII aparece então o termo "polícia", pessoa para assegurar a vigilância ruas. Quadrilheiro foi assim substituído.
Em 1760, o Marquês de Pombal criou "A Intendência Geral da Polícia da Corte e do Reino".
Pina Manique foi o seu primeiro intendente.
D. João VI criou depois o " Corpo de Guarda Real de Polícia". Décadas depois, este "Corpo" foi substituído por uma "Guarda Municipal".
Novas transformações ocorreram em 1862. Foi instituído o "Corpo de Polícia Cívica", distribuído por todos os distritos do País.
Em 1927, o Corpo de Polícia Cívica passou a designar-se por Polícia de Segurança Pública.
A história do livrinho termina abordando quem e como pode ir para a PSP, e tem umas últimas frases curiosas, senão mesmo muito interessantes, e que reproduzo:
- A PSP destina-se a garantir às pessoas que vivam mais libertas do receio de serem atacadas e roubadas, etc.
- A PSP tem uma função cívica.
- Os polícias e outras pessoas zelam para que as leis sejam cumpridas.
- As crianças devem esforçar-se por respeitar e ajudar as outras crianças, procurando estabelecer com elas laços de amizade.
- As pessoas mais ligadas às crianças são os pais e depois os professores.
- As crianças devem respeitar e ser amigas dos pais e professores.
- Se na rua lhes acontecer alguma coisa, é à polícia que devem pedir ajuda.
Interessante, por isso sublinho algumas.
AC
6 FEVEREIRO 2020
DIA INTERNACIONAL da INTERNET SEGURA (ah,..ah..)
Dia Internacional para Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina
> 1608 - Nasceu o Padre António Vieira
> 1715 - Armistício com a Espanha
> 1911 - Nasceu Ronald Reagan
> 1952 - UK, Isabel II proclamada rainha
> 1958 - Desastre aeronáutico dizimou entre outros a equipa de futebol do Manchester United
AC
DIA INTERNACIONAL da INTERNET SEGURA (ah,..ah..)
Dia Internacional para Tolerância Zero para a Mutilação Genital Feminina
> 1608 - Nasceu o Padre António Vieira
> 1715 - Armistício com a Espanha
> 1911 - Nasceu Ronald Reagan
> 1952 - UK, Isabel II proclamada rainha
> 1958 - Desastre aeronáutico dizimou entre outros a equipa de futebol do Manchester United
AC
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
CADA VEZ SE PERCEBE MELHOR
Cada vez se percebe melhor porque é que o PM e o PR correram com ela e arranjaram a actual.
Oh se se percebe, pois devagar se vai ao longe, embora determinadas esferas queiram o longe atingido rapidamente.
Para a coisa ficar ainda e mais rapidamente melhor só falta aprovar uma legislação que inclua todos os cargos políticos (titulares de orgãos de soberania todos, autarcas todos, todas as chefias militares e de forças de segurança, chefias de todas as instituições do Estado, chefias de todas as fundações, CA dos bancos, chefias dos reguladores, e por aí fora), no conceito de "dignidade" e "alta função"
Assim, o MP, a polícia judiciária, ficam menos assoberbados de trabalho, e nenhuma EXCELÊNCIA será incomodada.
O que para mim é aborrecido é que fui ao dicionário rever o significado de DIGNIDADE e, depois de ler atentamente o que lá está, comecei a tentar fazer uma lista com nomes dessa gente que todos sabem quem são, para os colocar na folha onde escrevi primeiro a palavra "dignidade".
Olha, farto de pensar e não saírem resultados, fui beber um whisky.
AC
Cada vez se percebe melhor porque é que o PM e o PR correram com ela e arranjaram a actual.
Oh se se percebe, pois devagar se vai ao longe, embora determinadas esferas queiram o longe atingido rapidamente.
Para a coisa ficar ainda e mais rapidamente melhor só falta aprovar uma legislação que inclua todos os cargos políticos (titulares de orgãos de soberania todos, autarcas todos, todas as chefias militares e de forças de segurança, chefias de todas as instituições do Estado, chefias de todas as fundações, CA dos bancos, chefias dos reguladores, e por aí fora), no conceito de "dignidade" e "alta função"
Assim, o MP, a polícia judiciária, ficam menos assoberbados de trabalho, e nenhuma EXCELÊNCIA será incomodada.
O que para mim é aborrecido é que fui ao dicionário rever o significado de DIGNIDADE e, depois de ler atentamente o que lá está, comecei a tentar fazer uma lista com nomes dessa gente que todos sabem quem são, para os colocar na folha onde escrevi primeiro a palavra "dignidade".
Olha, farto de pensar e não saírem resultados, fui beber um whisky.
AC
25 ABRIL 1974, direito à opinião, Liberdade
Goste-se ou não, concorde-se ou não, o 25 de Abril de 1974 teve muito em vista criar uma sociedade diferente e melhor que a anterior onde, apesar de nem tudo ser mau ou estar mal, estava muita coisa mal, era muito o que era mau.
A vida corre, não pára, e no presente existem muitos dos meus concidadãos que nasceram ou pouco antes ou depois do 25 de Abril.
Posso compreender que muitos e muitas tenham alguma dificuldade (??) em aperceber-se de certas fases da nossa história.
Mas, mesmo para jovens adolescentes, para jovens adultos, não me parece desculpável afirmações e posturas baseadas em nada.
Os livros e hoje a NET ajudam a esclarecer muita coisa.
Não me refiro ás patéticas redes sociais da desinformação, do politicamente correcto, do policiamento serôdio e trágico.
Vem isto a propósito de pessoas, como alguns no CDS (existem em outros partidos pantomineiros do mesmo quilate), pois na minha revisão regular pelos media nacionais, acabo de perceber que um político dos novos senhores no CDS demitiu-se.
Penso que nem devia ter sido chamado para os tais orgãos nacionais daquele partido.
Um sujeito que faz determinadas afirmações nunca poderá ser um dirigente político integro no que a honestidade intelectual respeita.
Um sujeito que afirma, por exemplo, que a guerra do Ultramar estava ganha, só pode estar tolinho, e não é desculpa ter nascido depois do 25 de Abril.
Eu estive na Guiné, 1971-1973, e não me pareceu nada, bem pelo contrário. Zonas em Angola e Moçambique existiam com diferentes nuances da guerra, eu sei, mas ganha.....
Enfim, todos têm direito à liberdade de opinião e de expressão, mas convém saber que os pés são para andar no chão e a cabeça não é só para pentear.
AC
Goste-se ou não, concorde-se ou não, o 25 de Abril de 1974 teve muito em vista criar uma sociedade diferente e melhor que a anterior onde, apesar de nem tudo ser mau ou estar mal, estava muita coisa mal, era muito o que era mau.
A vida corre, não pára, e no presente existem muitos dos meus concidadãos que nasceram ou pouco antes ou depois do 25 de Abril.
Posso compreender que muitos e muitas tenham alguma dificuldade (??) em aperceber-se de certas fases da nossa história.
Mas, mesmo para jovens adolescentes, para jovens adultos, não me parece desculpável afirmações e posturas baseadas em nada.
Os livros e hoje a NET ajudam a esclarecer muita coisa.
Não me refiro ás patéticas redes sociais da desinformação, do politicamente correcto, do policiamento serôdio e trágico.
Vem isto a propósito de pessoas, como alguns no CDS (existem em outros partidos pantomineiros do mesmo quilate), pois na minha revisão regular pelos media nacionais, acabo de perceber que um político dos novos senhores no CDS demitiu-se.
Penso que nem devia ter sido chamado para os tais orgãos nacionais daquele partido.
Um sujeito que faz determinadas afirmações nunca poderá ser um dirigente político integro no que a honestidade intelectual respeita.
Um sujeito que afirma, por exemplo, que a guerra do Ultramar estava ganha, só pode estar tolinho, e não é desculpa ter nascido depois do 25 de Abril.
Eu estive na Guiné, 1971-1973, e não me pareceu nada, bem pelo contrário. Zonas em Angola e Moçambique existiam com diferentes nuances da guerra, eu sei, mas ganha.....
Enfim, todos têm direito à liberdade de opinião e de expressão, mas convém saber que os pés são para andar no chão e a cabeça não é só para pentear.
AC
MAS COMO ISTO É TÃO GIRO
(DA NET)
Justiça espanhola investiga valores transferidos para Vitorino por genro e compadre de Dias Loureiro. Galp e BES também envolvidos.
A muito custo, lá vão aparecendo umas notícias nos OCS nacionais, poucas, a conta - gotas, sobre uma das estrelas do firmamento nacional. E tão giro aparecerem sempre certos nomes.
Engraçado, também, como grandes defensores da Venezuela "Chaviana" e "Madurana" como PCP e BE nada dizem, caladinhos que nem ratos.
AC
Com tentar não vir a ser terrorista
Não se deslumbrar com o que vê anunciado na NET.
Não desprezar os valores civilizacionais.
Beber sempre, moderadamente, vinho, e sobretudo vinho tinto.
Ter uma alimentação variada, sobretudo de dieta mediterrânea, mas ingerir também sempre e regularmente os mais diversos derivados de porco.
A probalidade de se tornar um terrorista parece que se tornará substancialmente menor se cumpridas as orientações genéricas supra mencionadas.
AC
MILITARES e CIVIS
No passado dia 20 de Janeiro publiquei o post em baixo.
Republico. Porquê?
Porque com as várias coisas que se andam a passar nas duas últimas semanas, e os vários desavergonhados que nos entram em casa pelo televisor quando distraidamente o temos ligado, o que reproduzi na parte final do post não está 100% verdadeiro, já deve andar agora pelos 1000%.
É esta parte - Mas quer em relação às classes civis da sociedade portuguesa, quer em relação aos militares das Forças Armadas, um dos nossos mais graves problemas é exactamente as corjas de todas as cores que gostam mais de ouvir do que compreender.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Às voltas com os meus arquivos, encontro sempre preciosidades guardadas. Considero ser o caso que aqui exponho.
Há 23 anos, um dos meus melhores amigos, professor catedrático, proferiu uma alocução subordinada a este tema, Militares e Civis.
Salvo melhor opinião, um texto de lúcida análise da nossa sociedade e de permanente actualidade.
Aqui deixo alguns excertos dessa alocução em cerimónia pública.
"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina. E esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender.
...............
Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades" sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.
.......................
Salvo melhor opinião, lúcido, clarinho, límpido, directo.
Mas quer em relação às classes civis da sociedade portuguesa, quer em relação aos militares das Forças Armadas, um dos nossos mais graves problemas é exactamente as corjas de todas as cores que gostam mais de ouvir do que compreender.
Há que não perder a esperança.
António Cabral (AC)
No passado dia 20 de Janeiro publiquei o post em baixo.
Republico. Porquê?
Porque com as várias coisas que se andam a passar nas duas últimas semanas, e os vários desavergonhados que nos entram em casa pelo televisor quando distraidamente o temos ligado, o que reproduzi na parte final do post não está 100% verdadeiro, já deve andar agora pelos 1000%.
É esta parte - Mas quer em relação às classes civis da sociedade portuguesa, quer em relação aos militares das Forças Armadas, um dos nossos mais graves problemas é exactamente as corjas de todas as cores que gostam mais de ouvir do que compreender.
++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Às voltas com os meus arquivos, encontro sempre preciosidades guardadas. Considero ser o caso que aqui exponho.
Há 23 anos, um dos meus melhores amigos, professor catedrático, proferiu uma alocução subordinada a este tema, Militares e Civis.
Salvo melhor opinião, um texto de lúcida análise da nossa sociedade e de permanente actualidade.
Aqui deixo alguns excertos dessa alocução em cerimónia pública.
"As sociedades distinguem os militares, não por razões de deferência temerosa, mas como forma de reconhecimento à diferenciada função em que se empenham, de forma comumente disciplinada e previsível. Esta opção de vida por um serviço colectivo é valorizada por uns, inutilizada por outros, mas ninguém fica indiferente à realidade factual que ela encerra e que, no mais recôndito, alude ao conceito de nacionalidade, âmbito de particular relevância na vida dos homens de todos os tempos.
Sendo certo que toda a Nação tem o problema intrínseco da sua defesa, esteja ou não organizada politicamente em Estado-Nação, os militares são a certeza formal da sua possibilidade e as sociedades sempre aceitaram esta especialização dos civis, como forma de garantir a própria organização e eficácia de um sentir colectivo.
................
Sempre isto se esperou dos militares, e sempre isto eles souberam dar: fidelidade a uma causa através da garantia de um propósito.
Aceita-se que se faça a distinção entre militares e civis, talvez melhor entre paisanos e militares porque estes não aparecem desfalcados de cidadania, e não convém à natureza dos factos, identificá-los como uma espécie de casta à parte..........os militares são um conjunto diferenciado de nós todos, motivados para a salvaguarda da colectividade de que são membros e para a constituição da qual contribuíram com a sua intrínseca dignidade. É um empenhamento na coisa pública que a usura do tempo, até na sua vertente ideológica, não destrói ou arruina. E esta verdade chega até aos que gostam mais de ouvir do que compreender.
...............
Mas ao Camões de "mudam-se os tempos/ mudam-se as vontades" sucedeu-se hoje a "mudança mudada em permanente mudança", o que leva muitos a lançarem pela borda fora da vida, não só as referências mas as permanências, sem as quais soçobra a própria vida comunitária.
...............
Cada qual, deve conscientemente, fazer o possível para se informar como vive o País, como e de que vivem as suas classes, quais os objectivos de cada grupo no contexto da sociedade.
...........
Ninguém pode estar contra si mesmo, nem contra os seus interesses.
.......................
Salvo melhor opinião, lúcido, clarinho, límpido, directo.
Mas quer em relação às classes civis da sociedade portuguesa, quer em relação aos militares das Forças Armadas, um dos nossos mais graves problemas é exactamente as corjas de todas as cores que gostam mais de ouvir do que compreender.
Há que não perder a esperança.
António Cabral (AC)
5 FEVEREIRO 2020
> 1852 - São Petersburgo, inaugurado o museu Hermitage
> 1917 - México, nova constituição
> 1927 - Portugal, a revolução / Revolta do 27 de Fevereiro, tentativa falhada para deitar abaixo a "Ditadura Militar"
> 2020 - Iniciam-se na AR as discussões/ propostas de alterações financeiras ao OE 2020
> 2020 - Faleceu Kirk Douglas
AC
> 1852 - São Petersburgo, inaugurado o museu Hermitage
> 1917 - México, nova constituição
> 1927 - Portugal, a revolução / Revolta do 27 de Fevereiro, tentativa falhada para deitar abaixo a "Ditadura Militar"
> 2020 - Iniciam-se na AR as discussões/ propostas de alterações financeiras ao OE 2020
> 2020 - Faleceu Kirk Douglas
AC
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
PORQUE SERÁ ??
Porque será que, quando olho para os Palácios de Belém e de S.Bento, para o Raton, para o que se abriga ao longo das arcadas do Terreiro do Paço, para as inúmeras chapas douradas com letras pretas espalhadas pelas cidades, sempre me ocorre - Por cima são tudo rendas, por baixo nem fraldas há ?
AC
Porque será que, quando olho para os Palácios de Belém e de S.Bento, para o Raton, para o que se abriga ao longo das arcadas do Terreiro do Paço, para as inúmeras chapas douradas com letras pretas espalhadas pelas cidades, sempre me ocorre - Por cima são tudo rendas, por baixo nem fraldas há ?
AC
Subscrever:
Mensagens (Atom)




