do sítio da Presidência da República:
"Sob proposta do Governo, o Presidente da República decretou a renovação do mandato do Chefe do Estado-Maior do Exército, General José Nunes da Fonseca".
Obviamente, pois em relação a este general do Exército, a criatura não tinha, em princípio, qualquer sede de vingança nem planos de curto e longo prazo. Até porque sabe que, com a instituição Exército é preciso ser muito mais cauteloso ou melhor, enquanto com a Marinha podia e assim fez tratar da coisa ao pontapé. Sabe bem disto, assim tem governado a vidinha desde jovem.
Interessante é relembrar que o chefe do Exército actuou no essencial como fizeram o chefe da Força Aérea e o chefe da Marinha o qual queriam cilindrar, ou seja, aquando do vergonhoso processo de reformas (!?) das leis de enquadramento das Forças Armadas, teceu críticas muito semelhantes às apontadas pelos seus pares da Marinha e Força Aérea.
Claramente referiu, a existência de inconsistências, colisões de competências, lapsos e omissões, e também denunciou que recebeu os projetos do Governo no mesmo dia em que os ia discutir com o ministro em Conselho Superior Militar, a 12 de Março. Bem revelador da categoria (!?) de gente em posições chave na máquina do Estado.
Pena que os jornalistas não sejam assertivos e persistentes, e peçam audiências ao CEMGFA e ao MDN e depois digam se foram recebidos e contem o que conseguiram, ou se receberam tampa.
AC
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