quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

NÃO CONCORDO COM VITAL MOREIRA
Do seu blogue, sobre heranças e impostos: "Se fosse legislador defenderia a aplicação do imposto não à massa hereditária global, mas sim à quota hereditária de cada herdeiro (pois são estes que vão pagar o imposto); o imposto seria progressivo: ficariam isentas do imposto as heranças inferiores a 250 000 euros; o imposto começaria por uma taxa de 5% até meio milhão, que aumentaria para 10% para o excedente até um milhão, e assim sucessivamente a cada acréscimo de meio milhão, até atingir uma taxa limite de 25% (acréscimos acima de 2 000 milhões). Note-se que os prémios de lotaria estão sujeitos a um imposto autónomo de 30%, independentemente do seu valor; as mais-valias mobiliárias pagam uma "taxa liberatória" de 28% e as mais-valias imobiliárias estão sujeitas a englobamento no IRS por metade do seu valor".
Porquê?
Porque nesta argumentação bem vestida de argumentos de aparente bom senso creio estar a esquecer-se de que, até ao momento da morte de alguém, terão sido pagos impostos vários incluindo sobre o património diverso que irá constituir a herança. Posso estar a ver mal o assunto, mas porque carga de água, o Estado ainda há-de comer mais do que já comeu em vida?
AC

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