A geringonça aprovou em conselho de ministros que 7 de Março passe a ser dia de luto nacional pelas vítimas de violência doméstica.
António Costa, um pândego cozinheiro, está a surfar a onda, obviamente.
António Costa, um pândego cozinheiro, está a surfar a onda, obviamente.
A violência doméstica tem de ter um fim.
Que expressão mais bacoca.
Como se vai impedir um animal de matar a mulher? Haverá sempre um, pelo menos.
Claro que a sociedade não pode alhear-se de tal tragédia e nódoa social mas, particularmente quem tem a obrigação e o dever de zelar por assegurar a segurança das pessoas, é que tem de agir.
Como de costume, começa-se por cosmética.
Como de costume, hoje fará propaganda política à custa desta tragédia social, deve lançar-se com denodo na AR no debate quinzenal fazendo concorrência aos seus apoiantes BE e PCP, e mais logo adicional propaganda política, pública, assinando protocolos.
Diz um dos maiores intrujões políticos deste desgraçado País que - "As grandes tragédias exigem-nos a partilha da dor coletiva pelo luto da Nação".
Concordo.
Mas a partilha exige também medidas concretas que não as cosméticas.
A legislação, designadamente o código civil, estará adequada?
Deixa demasiada margem para decisões judiciais inacreditáveis, sim ou não?
É claro que isso seria uma trabalheira, sobretudo quando se magica numa hipotética candidatura presidencial, ele e os seus apaniguados.
Mas para lá de eventuais alterações (pontuais) de natureza normativa, que tal se começassem por tratar de ver quem não coordena, quem faz orelhas moucas a denúncias, quem não actua, em vez de se passearem pelo País, constantemente, em campanha eleitoral?
Mas para lá de eventuais alterações (pontuais) de natureza normativa, que tal se começassem por tratar de ver quem não coordena, quem faz orelhas moucas a denúncias, quem não actua, em vez de se passearem pelo País, constantemente, em campanha eleitoral?
AC
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