O antigo técnico de emergência pré-hospitalar foi despedido em 2019 por justa causa. Nas mensagens que trocou com o PÚBLICO, diz que a candidatura foi uma “brincadeira” entre amigos.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quarta-feira, 1 de outubro de 2025
O antigo técnico de emergência pré-hospitalar foi despedido em 2019 por justa causa. Nas mensagens que trocou com o PÚBLICO, diz que a candidatura foi uma “brincadeira” entre amigos.
sábado, 12 de julho de 2025
quinta-feira, 14 de novembro de 2024
O quê?
Onde me parece que a ministra terá muita responsabilidade é no NÃO ACOMPANHAMENTO da situação.
AC
quarta-feira, 13 de novembro de 2024
EM CIRCUNSTÂNCIA ALGUMA, O DIREITO À GREVE SE PODE SOBREPOR AO DIREITO À VIDA
(Adalberto Campos Fernandes, socialista, ex-ministro da saúde)
Agora, e meter isto na cabeça da malta que continua há décadas a comportar-se na sociedade com a maior desfaçatez, arrogância, irresponsabilidade e, sobretudo, impunidade?
AC
domingo, 10 de novembro de 2024
Pessoalmente estou convicto de que a direção do INEM tem responsabilidade direta na tragédia. Estou convicto de que houve negligência e irresponsabilidade.
Da ministra ao BE ou à senhora do sindicato etc., venha o diabo e escolha.
domingo, 14 de julho de 2024
Já o confessei há muito: há muito que deixei de comprar jornais e revistas nacionais, e não foi por razões financeiras.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2021
DOENTES HORAS em AMBULÂNCIAS
Esta "cena" atingiu proporções inacreditáveis. Pus-me a pensar: mas isto foi de repente?
Não, não foi, para além de há vários anos esta "cena" ser recorrente à porta dos principais hospitais. Como se sabe, mas têm-na como novidade, esta canalha.
Pus-me também a pensar: em Maio passado teria sido possível começar a pensar em várias questões relacionadas com a pandemia e tendo os olhos focados para o período a partir de Novembro? Hum...........................
Parece que para o sr António Costa, Marta que a saúde teme e etc. esta aglomeração de ambulâncias foi novidade. Hum......
E repararam numa coisa? Marta, Sales e a Graça desapareceram dos nossos televisores, não é curioso?
Se calhar não têm ninguém nos gabinetes respectivos que, para além de se ocuparem apenas com a propaganda imbecil, olhem para certos aspectos importantes da fase da vida em que estamos.
Mas olham para as sondagens e pouco mais.
Nem ao menos para o jornal do mano que, por exemplo, já a 11 de Dezembro passado voltava ao tema e onde, entre muitas coisas, se repetia - a demora na devolução dos equipamentos arrasta-se há anos e agravou-se.
Novidade, portanto, naquilo a que estamos a assistir. E a que estamos a assistir?
A governantes muito capazes a serem maltratados pelo malvado bicho que quer destruir a popularidade deles. Malvado.
AC
domingo, 16 de dezembro de 2018
Ouvi no rádio do carro, esta tarde, na TSF, que o Presidente da República falou demoradamente com o presidente do INEM.
Se percebi bem, declarou ter ficado com a ideia de que também esse presidente (do INEM) quer apurar as causas da tragédia (queda do helicóptero) rapidamente.
Uma coisa é a tristeza, o pesar, o coração destroçado, que sinto como qualquer cidadão decente perante uma tragédia que atingiu concidadãos, enlutou famílias.
Outra coisa, parece-me, é a intromissão demagógica em tudo.
Ou será de esperar/ desconfiar que, no INEM, na NAV, na ANPC, não sejam investigadas as causas do trágico acidente, e porque este aparelho e se calhar outros não estão equipados adequadamente quanto ao voo diurno e noturno?
Pessoalmente fico com a ideia de que se chegou, claramente, a um estado desgraçado.
Estou convencido que ainda antes de 24 de Dezembro vai ser investigada a qualidade do azeite onde, por todo o lado, se fritam as farturas.
Mas calma, a ASAE não vai precisar de se maçar, de cumprir o seu papel.
Isso será feito em acelerado, "pro bono".
AC
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Como imensas famílias portuguesas, eu tenho uma opinião concreta sobre o INEM.
Baseia-se nas ocorrências ao longo do período 2003 a 2011, extensão de tempo em que periodicamente, os funcionários do INEM acorreram algumas vezes a acudir ás aflições de saúde do meu falecido pai. Da Parede para o hospital de Cascais, para o IPO em Lisboa e, na fase final, "saltando" de hospital para hospital consoante as situações se foram agravando.
Baseado nas informações da minha mãe, o tratamento e acompanhamento facultados ao meu pai durante os transportes de ambulância foram inexcedíveis, e designadamente no conforto humano sempre dispensado. Penhorado, nunca esquecerei.
Vem isto a propósito do presidente do INEM que estará em vias de ser demitido.
Em rigor, apenas recordo o que vem sendo relatado há meses nos OCS. É preciso sempre uma enorme prudência senão mesmo desconfiança sobre a maioria do que se lê e ouve nos OCS.
Isto dito, e tendo ouvido há pouco declarações do "quase demitido" no rádio do carro, ficam-me no espírito as seguintes perplexidades e dúvidas:
1. foi ou não accionado um helicóptero do INEM para transportar da capital uma doente para Abrantes? É que parece que foi!
2. Essa doente tinha ou não uma relação particular com o presidente quase demitido? Ou era apenas uma total desconhecida?
É que não creio normal ser o presidente da instituição a accionar os meios para cidadão comum!!!
3. o "quase demitido", ouvi há pouco no rádio, diz que tudo não passa de um processo político!! Admito que não andasse nas boas graças da tutela, mas mesmo "sacanagem" não consegue pegar se não houver coisa concreta, discutível.
4. adiantou ainda que nunca até agora o deixaram falar publicamente!! Se, como diz, a pouca vergonha contra ele é tanta, não se compreende como fica caladinho por causa de mails do secretário de estado da saúde de então. A mim, que nunca me calaram, parece estranho!
Oh senhor quase ex-presidente do INEM, a menos que a doente apontada lhe fosse completamente indiferente, isto é, uma cidadã comum, não lhe parece aceitável que o cidadão comum ache a sua história muito esquisita? Claro que inocência sempre, até culpa provada. Mas........Aguardemos!!
AC


