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quarta-feira, 1 de outubro de 2025

NO INEM e não SÓ JÁ NADA ESPANTA

Despedido do INEM por furto de combustível, candidato do Chega em Aveiro desiste da corrida
O antigo técnico de emergência pré-hospitalar foi despedido em 2019 por justa causa. Nas mensagens que trocou com o PÚBLICO, diz que a candidatura foi uma “brincadeira” entre amigos
.

AC

domingo, 13 de julho de 2025

sábado, 12 de julho de 2025

O Presidente da República considera ainda que, no futuro, os hospitais deverão estar melhor preparados para a aterragem de helicópteros de emergência médica

Obrigado Marcelo, o que seria de nós sem si, grande timoneiro, sempre a apontar caminhos que ainda ninguém tinha visualizado.
Presumo até que quando presidente do PSD já nessa altura alertou para este magno problema, pois ele arrasta-se há décadas.

Bom, há aqui um outro aspecto e que é, quando da escolha de aeronaves militares como helicópteros, talvez um dos parâmetros a ter em conta devesse ser o seu eventual empenhamento em missões que não as da sua missão prioritária, a militar, ou seja, olhar ao que numa vertente secundária, de apoio complementar a instituições civis do Estado, isso implica quer para a escolha da aeronave quer para futuros locais de aterragem sejam ou não hospitais.
 
Portugal, portanto!

AC

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

GRAVÍSSIMO

O quê?
O que se passou no INEM, com o INEM.

Ouvir na TV o presidente do INEM garantir que foi emitida uma circular (circular?), e que diversos trabalhadores foram contactados para garantir que a escala tivesse sido cumprida acima dos 70%, e confirmar que foi impossível cumprir serviços mínimos durante a greve, é ou não uma coisa gravíssima?

Neste caso concreto, em que é que a ministra tem responsabilidade?
Se calhar na nomeação deste presidente.

Onde me parece que a ministra terá muita responsabilidade é no NÃO ACOMPANHAMENTO da situação.
Na não antecipação de problemas.

Enfim é como estamos, com alguns responsáveis ministeriais pouco ou nada atentos e na máquina do Estado exemplos sucessivos de excelente competência e responsabilidade!!!!!
AC

quarta-feira, 13 de novembro de 2024

EM CIRCUNSTÂNCIA ALGUMA, O DIREITO À GREVE SE PODE SOBREPOR AO DIREITO À VIDA

(Adalberto Campos Fernandes, socialista, ex-ministro da saúde)

Agora, e meter isto na cabeça da malta que continua há décadas a comportar-se na sociedade com a maior desfaçatez, arrogância,  irresponsabilidade e, sobretudo, impunidade?

AC

domingo, 10 de novembro de 2024

QUEREM-ME CONVENCER de QUÊ ?
Coloco-me constantemente esta pergunta.
Agora a propósito destas tragédias directamente provocadas pelas pessoas que estão do INEM.
Ou querem-me convencer que a culpa é só do PM ou da senhora que está no ministério da (falta de) saúde?

Se li bem, o número de falecimentos porque não foram atendidas chamadas ou porque tardiamente algumas foram atendidas, aproxima-se da dúzia.

Já outro dia escrevi, a morte de uma pessoa sem ser de morte natural é uma tragédia, e quando as mortes se somam por determinada circunstância que não deveria ter ocorrido é uma monstruosa tragédia.
INDESCULPÁVEL!

Se li bem não foram definidos serviços mínimos.
A culpa é de quem?

Quando há uma greve anunciada, é apenas ao ministro da tutela do sector que cabe a responsabilidade de mandar definir serviços mínimos?

Quando há uma greve anunciada, é apenas à hierarquia técnica/ funcional/ administrativa do sector que cabe a responsabilidade de mandar definir serviços mínimos?

Será que também nesta greve do INEM as responsabilidades são várias mas, como convém à esquerdalhada da gritaria, toca de gritar que a responsabilidade é exclusiva da ministra da (falta de) saúde, ou só do PM, ou só dos dois?

Não gosto do político Pedro Nuno Santos.
Mas, opinião pessoal naturalmente, considero que tem toda a razão do seu lado ao apontar ao governo no seu todo e em particular ao PM e à ministra da tutela, incompetência, negligência e irresponsabilidade.
Mas devia ter explicitamente acrescentado que dentro do INEM algo esteve mal e sem ser culpa do governo.
O que se está a passar é gravíssimo.

E olho para isto pensando no que aconteceria se, de repente, um neto meu ou eu, caíssemos numa grave situação de saúde.

Estamos a assistir a uma sucessão de tragédias, na (falta de) saúde e em praticamente todos os sectores da vida nacional.

Pessoalmente estou convicto de que a direção do INEM tem responsabilidade direta na tragédia. Estou convicto de que houve negligência e irresponsabilidade.

Quanto à ministra vou ficando com a sensação de ser uma senhora muito autoritária com laivos de arrogância, não sei se característica própria ou adquirida por influência familiar.

Mas há nisto uma coisa para mim curiosa. 
Foram os socialistas que a escolheram para dirigir o hospital de Santa Maria.
Escolheram-na porque era incompetente?
Escolheram-na para meter na ordem o pessoal do hospital, desde médicos à mais simples funcionária das limpezas?

Eu sei que tudo estava muito bem e que, apenas desde finais de Março passado, 
- faltam médicos enfermeiros assistentes operacionais etc., 
- que os vencimentos são baixos, 
- que em vários locais das unidades de saúde as condições de trabalho não serão as desejáveis, 
- que foi nesse mês de Março que surgiram as enormes listas de espera para as mais diversas consultas e cirurgias, 
- que médicos começaram a passar-se para as unidades de saúde privadas, 
- que fugiram recursos humanos do INEM, etc.

Até essa altura (Março), a histeria de certa gente estava recolhida porque era o PS que governava?

E a senhora do sindicato médico que de cada vez que fala para as televisões me faz lembrar um membro do comité central, onde andava nessa altura, que inquietações tinha?

Da ministra ao BE ou à senhora do sindicato etc., venha o diabo e escolha.
A pouco e pouco, este rectângulo que uns quantos querem com Comportas e praias privadas, e asilo para milionários, prossegue lenta mas inexoravelmente para Estado falhado.
Mas devo ser eu que estou a ver mal as coisas.
AC

domingo, 14 de julho de 2024

A PROPÓSITO DOS JORNAIS NACIONAIS
Já o confessei há muito: há muito que deixei de comprar jornais e revistas nacionais, e não foi por razões financeiras. 
Deixei de os comprar por crescente falta de qualidade, por crescente opinar no lugar de noticiar com isenção e rigor. Passo os olhos pelas gordas via NET, tenho uma única assinatura digital de um jornal, leio alguns OCS que um amigo me faculta. 

É a minha opinião, naturalmente, e muitas haverá bem diferentes da minha, todas a respeitar.
De qualquer modo, a sucessiva, crescente, quebra de tiragens poderá dar-me alguma razão, creio. Adiante.

Comecei estas linhas particularmente por causa de uma coisa típica que sempre me causa uma certa "comichão".

Trata-se das colunas de "sobe e desce", ou de "semana sim semana não".
Como sempre respeito a opinião de outrem mas a maioria das vezes ao ler as justificações para colocarem alguém no SIM ou no NÃO deixa-me perplexo.

Um exemplo apenas, recente.

No jornal de referência (???) "Público" de 13 de Julho, a ministra da saúde é colocada em - NÃO - porque em menos de duas semanas o INEM teve duas demissões.

Pessoalmente não me inspira confiança nenhuma uma dada pessoa tutelando uma determinada área vir publicamente confidenciar que estar a pensar em mudanças ou inspeções ou averiguações nos serviços sob a sua tutela. Tem sido o caso desta senhora ministra.

Mas, isto referido, talvez também fosse necessário perceber as razões da segunda demissão.
Será que, por exemplo, o demissionário encontrou um granel monumental no INEM?
Para lá do contrato para helicópteros e que anda em bolandas, qual é o estado operacional e de manutenção dos helicópteros do INEM?

Outro aspecto, qual é o quadro de pessoal do INEM? Está todo completo ou há muitas carências? Por exemplo, o concurso que está anunciado para mais 200 pessoas a presumivelmente dar frutos no início de 2025, não significa um lindo (??) trabalho do governo anterior?

E quanto aos recursos financeiros?

Será que o segundo demissionário, que não chegou a tomar posse, não esteve para se sentar no barril de pólvora chamado INEM (há muitos mais) e explicou tudo à ministra?

Quanto ao primeiro demissionário e que estava há nove anos no INEM, foi estando mesmo com carências várias e dificuldades crescentes. Resultados à vista.

Pergunta: a ministra (já deixei acima uma indicação do que penso dela)  é 100 % culpada do caos no INEM?
Que se saiba, o INEM não teve de dar uns milhões para martelar as contas certas portanto, a ausência de recursos, há muito sabida, não é culpa do governo iniciado nos primeiros dias de Março passado.

Claro que a ministra terá culpas (opinião minha) naquilo que me parece ser uma falta de jeitinho para lidar com o caos generalizado. Devia estar mais calada, e não dizer coisas que quase roçam a tolice.

Daí a estar na - coluna NÃO - parece-me deslocado, mas há sempre uns fretes a fazer aos amigos políticos. Percebe-se.

Ah, não se deve deixar de referir a indignação do inarrável opositor, acusando as trapalhadas. Talvez devesse ser menos desbocado.
AC

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

DOENTES  HORAS  em  AMBULÂNCIAS

Esta "cena" atingiu proporções inacreditáveis. Pus-me a pensar: mas isto foi de repente?

Não, não foi, para além de há vários anos esta "cena" ser recorrente à porta dos principais hospitais. Como se sabe, mas têm-na como novidade, esta canalha.

Pus-me também a pensar: em Maio passado teria sido possível começar a pensar em várias questões relacionadas com a pandemia e tendo os olhos focados para o período a partir de Novembro? Hum...........................

Parece que para o sr António Costa, Marta que a saúde teme e etc. esta aglomeração de ambulâncias foi novidade. Hum......

E repararam numa coisa? Marta, Sales e a Graça desapareceram dos nossos televisores, não é curioso?

Se calhar não têm ninguém nos gabinetes respectivos que, para além de se ocuparem apenas com a propaganda imbecil, olhem para certos aspectos importantes da fase da vida em que estamos.

Mas olham para as sondagens e pouco mais.

Nem ao menos para o jornal do mano que, por exemplo, já a 11 de Dezembro passado voltava ao tema e onde, entre muitas coisas, se repetia - a demora na devolução dos equipamentos arrasta-se há anos e agravou-se.

Novidade, portanto, naquilo a que estamos a assistir. E a que estamos a assistir?

A governantes muito capazes a serem maltratados pelo malvado bicho que quer destruir a popularidade deles. Malvado.

AC

domingo, 16 de dezembro de 2018

O PRESIDENTE da REPÚBLICA
Ouvi no rádio do carro, esta tarde, na TSF, que o Presidente da República falou demoradamente com o presidente do INEM. 
Se percebi bem, declarou ter ficado com a ideia de que também esse presidente (do INEM) quer apurar as causas da tragédia (queda do helicóptero) rapidamente.
Uma coisa é a tristeza, o pesar, o coração destroçado, que sinto como qualquer cidadão decente perante uma tragédia que atingiu concidadãos, enlutou famílias.
Outra coisa, parece-me, é a intromissão demagógica em tudo.
Ou será de esperar/ desconfiar que, no INEM, na NAV, na ANPC, não sejam investigadas as causas do trágico acidente, e porque este aparelho e se calhar outros não estão equipados adequadamente quanto ao voo diurno e noturno?
Pessoalmente fico com a ideia de que se chegou, claramente, a um estado desgraçado. 
Estou convencido que ainda antes de 24 de Dezembro vai ser investigada a qualidade do azeite onde, por todo o lado, se fritam as farturas. 
Mas calma, a ASAE não vai precisar de se maçar, de cumprir o seu papel. 
Isso será feito em acelerado, "pro bono".
AC

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

INEM. O ainda presidente do INEM, que parece ir ser demitido.
Como imensas famílias portuguesas, eu tenho uma opinião concreta sobre o INEM.
Baseia-se nas ocorrências ao longo do período 2003 a 2011, extensão de tempo em que periodicamente, os funcionários do INEM acorreram algumas vezes a acudir ás aflições de saúde do meu falecido pai. Da Parede para o hospital de Cascais, para o IPO em Lisboa e, na fase final, "saltando" de hospital para hospital consoante as situações se foram agravando.
Baseado nas informações da minha mãe, o tratamento e acompanhamento facultados ao meu pai durante os transportes de ambulância foram inexcedíveis, e designadamente no conforto humano sempre dispensado. Penhorado, nunca esquecerei.

Vem isto a propósito do presidente do INEM que estará em vias de ser demitido.
Em rigor, apenas recordo o que vem sendo relatado há meses nos OCS. É preciso sempre uma enorme prudência senão mesmo desconfiança sobre a maioria do que se lê e ouve nos OCS.
Isto dito, e tendo ouvido há pouco declarações do "quase demitido" no rádio do carro, ficam-me no espírito as seguintes perplexidades e dúvidas:
1. foi ou não accionado um helicóptero do INEM para transportar da capital uma doente para Abrantes? É que parece que foi!
2. Essa doente tinha ou não uma relação particular com o presidente quase demitido? Ou era apenas uma total desconhecida?
É que não creio normal ser o presidente da instituição a accionar os meios para cidadão comum!!!
3. o "quase demitido", ouvi há pouco no rádio, diz que tudo não passa de um processo político!! Admito que não andasse nas boas graças da tutela, mas mesmo "sacanagem" não consegue pegar se não houver coisa concreta, discutível.
4. adiantou ainda que nunca até agora o deixaram falar publicamente!! Se, como diz, a pouca vergonha contra ele é tanta, não se compreende como fica caladinho por causa de mails do secretário de estado da saúde de então. A mim, que nunca me calaram, parece estranho!

Oh senhor quase ex-presidente do INEM, a menos que a doente apontada lhe fosse completamente indiferente, isto é, uma cidadã comum, não lhe parece aceitável que o cidadão comum ache a sua história muito esquisita? Claro que inocência sempre, até culpa provada. Mas........Aguardemos!!
AC