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segunda-feira, 8 de maio de 2023

PESSOAS  COMUNS
Pessoas comuns . . . . são uns bons milhões.

Saberão quem é João Galamba? 
E Graça Mira Gomes? E Mário Morgado? E Frederico Pinheiro? E Neiva da Cruz? E Abílio Morgado?

Destas seis pessoas quatro não conheço pessoalmente, mas sei bem quem são e, mais importante, conheço "curriculum" formal e tenho bem presente a legislação que enforma as instituições que, formalmente, servem. 
Melhor dito, instituições por onde têm saltitado perdão, passado.
De uma destas pessoas conheço razoavelmente o seu "trabalho" na sombra.

Duas destas pessoas conheci pessoalmente, ocasionalmente - Como está? Muito gosto - uma delas, uma noite em 1987, em Bruxelas, em casa de um amigo, e a outra pessoa numa tarde em Janeiro de 1991, antes de ser recebido pelo ministro.
AC

terça-feira, 15 de março de 2022

CARGA FISCAL,  POLÍTICOS,  SÚCIA

ORABAMOSLÁBER, se o que se retrata em baixo estiver 100 % rigoroso, o que devem os cidadãos comuns pensar: disto tudo, de como é gerida a sociedade portuguesa, desta cáfila que formalmente governa, sob o olhar atento e responsável do rei?

E, também a este propósito, lembro que as crises são como as cheias, inundam as caves e os andares debaixo, mas nunca chegam aos andares de cima. Curioso não é ?

AC

Actualização das 1055h, 15MAR2022
Um bom amigo recordou-me que neste momento o preço do petróleo Brent estará a ser negociado a 100 USD para futuros de Maio.
Claro que a esmagadora maioria dos meus concidadãos zangar-se-iam com esta brutal subida de preços verdadeiramente pornográfica se isto estivesse a acontecer com Passos Coelho, ou Carlos Moedas a governar como PM.
Como é este intrujão - mor que lá está, fazem filas nas gasolineiras e pouco mais. Afinal a maioria dos portugueses Costa, perdão, gosta!

domingo, 13 de dezembro de 2020

A  PROPÓSITO  DE  ELEIÇÕES
Em democracia vota-se em liberdade. Em democracia um cidadão representa e representa-se por um voto. Em democracia todos os votos são iguais, nenhum voto é mais válido ou importante que outro.
Os eleitos ganham legitimidade para os cargos a que se propuseram exactamente porque são eleitos pelos cidadãos, pelos seus concidadãos.
Um problema crescente em democracia é o desinteresse de muitos cidadãos pela vida pública, e daí a crescente abstenção que se verifica designadamente no chamado mundo Ocidental. Culpa apenas atribuível aos partidos políticos e aos sucessivos titulares de órgãos de soberania.
Admito que seja interessante para alguns ponderar questões de legitimidade quando a abstenção cresce, seja nas eleições autárquicas, seja nas legislativas, seja em presidenciais.
Mas em democracia, na esmagadora maioria dos países que praticam a democracia, não é obrigatório votar, na esmagadora maioria dos países os cidadãos votam em nomes, em partidos, em branco, ou de forma a que o voto venha a ser considerado nulo. E muitos, não comparecem junto das urnas, abstém-se por desinteresse, ou porque não lhes apetece sair de casa, e não são punidos por isso.
Aliás, a questão da abstenção ou seja, da não participação das pessoas na vida pública é problema semelhante também ao nível de empresas e de instituições como por exemplo em IPSS.
Ainda na passada 5ª Feira participei numa assembleia geral de uma IPSS, que têm vários milhares de associados, compareceram na segunda chamada .........20!
O meu ponto é:
> Quem não vota não tem moral para se queixar depois.
> Quem não vota não contribui para a sociedade, apenas demonstra insatisfação ou comodismo e nada oferece em alternativa.
> Quem não vota merece respeito pela sua decisão mas, também, uma crítica democrática por não participação na colectividade em que se insere. Nada fazer não me parece ser uma forma de participação activa.
> Quem não vota não me parece que tenha moral para dizer que quem foi eleito não tem legitimidade porque a abstenção foi enorme.
> Como me parece, também, que nenhum jornalista ou comentador ou político tem, na minha opinião, moral para dizer que quem foi eleito não tem legitimidade porque a abstenção foi enorme.

Mas é isto que se está a começar a "montar", com alguns a começarem a sugerir falta de legitimidade a futuro eleito em Janeiro porque a abstenção poderá ser catastrófica. Desses comentadores exala o cheiro claro da sua preferência política, legítima, mas não tomem todos por tolos.

Se lhes perguntassem se eram adeptos da obrigatoriedade do voto - ai não, que horrorDemocratas dos 4 costados, particularmente se os da sua cor ganharem, caso contrário..........n~\ao interessa!.
AC