quarta-feira, 4 de novembro de 2020

PRECISA-SE de CHUVA

AC

4 NOVEMBRO 2020

> 1877 - Inauguração da ponte D. Maria Pia

> 1922 - Egipto, descoberto túmulo de Tutankhamon

> 1995 - Yitzhak Rabin assassinado

> 2007 - Múmia de Tutankhamon retirado do seu túmulo

AC

terça-feira, 3 de novembro de 2020

 PALHAÇOS 

Antigamente os palhaços faziam rir, vestiam cores garridas, colocavam aquele nariz encarnado, abatatado.

Ao passar os olhos pelas gordas, dei conta que continua por aí um dos maiores palhaços dos últimos tempos, tem nariz abatatado, não usa o postiço encarnado, veste mal, barba asquerosa e careca sebosa. E abre a goela para só conseguir dizer inanidades. Um verdadeiro imbecil.

AC

AINDA as ELEIÇÕES nos AÇORES

Os resultados são conhecidos. 

Mas destas eleições, enquanto uns assinalam certas declarações e estão no seu legítimo direito, pessoalmente, estas eleições confirmaram-me mais uma vez, embora eu não precisasse de confirmação, as persistentes coerência, elegância, arrogância e autoritarismo que eu já lhe conhecia. Enfim, nada de novo.

AC

FALTA de LIMPEZA

E a COVID não tem nada a ver com isto.

AC

 3 NOVEMBRO 2020

> 1887 - Fundada a Associação Académica de Coimbra

> 1901 - Nasce André Malraux

> 1910 - Aprovada lei do divórcio

> 1919 - Nasce Jorge de Senna

> 1954 - Faleceu Henri Matisse

> 1994 - Comissão Europeia dá luz verde para a construção da ponte Vasco da Gama

> 1998 - Faleceu Bob Kane

AC

segunda-feira, 2 de novembro de 2020

A L D E I A

AC

A  TRAGICOMÉDIA
Uns dizem que estamos em plena comédia. Respeito a opinião, como sempre. Mas a minha é diferente, estamos num filme horroroso, estamos em telenovela da categoria tragicomédia. Desorientação. Infecyologistas,  epidemiologistas, médicos de saúde pública, etc., proferem as mais diferentes perspectivas.
Infecções e internados sobem. Trágico.

Quanto ao OE, à sua discussão, a tragicomédia é ainda superior, com uma actriz de vão de escada a comportar-se como seria de esperar em criaturas deste calibre. Trágico.

Quanto às Forças Armadas, estou admirado de não ter visto ainda o senhor que designam por ministro da chamada defesa nacional vir a público reivindicar a façanha de ter 3 militares a ajudar a gerir as camas disponíveis no SNS. Facto em si mesmo de muito louvar, além de que faz esquecer momentaneamente que no semestre passado, as Forças Armadas perderam quase mais 700 homens. Deve ser por serem bem pagos! Trágico.

Hoje, 2ª Feira logo de manhã cedinho, imaginei Marcelo e Costa de sorriso de plástico amarelado a conversar sobre a situação pandémica e o estado de emergência mitigado - "então sr PM e meu estimado ex-aluno, que me sugere que se faça" ?
"Bem, sr Presidente e meu muito estimado ex-professor, não queria incomodar Vexa, mas temo que tenhamos de ponderar o estado de emergência para eu estar mais à vontade para tomar medidas e, estar portanto resguardado das conversas de inconstitucionalidade. Aliás o Vital assim mo aconselha. Será mais um abanãozito".

SIM, TEMOS de MOSTRAR AUTORIDADE. Eu já tenho aqui o papel preparado, vou já mandar entregar ao Ferro, perdão, ao sr presidente da AR. Ai não, espere, quero ouvir amanhã e 4ª feira os múltiplos parceiros 
sociais e mais alguém que me lembre e, depois, depois decidirei friamente porque não tenho estados de alma. Mas vou decidir rápido.
Olhe, esquecia-me de lhe perguntar,.....estas medidas todas no âmbito do SNS que anunciou no final de Sábado, isso tudo não devia ter sido decidido e tratado sei lá, no fim de Junho passado? Tínhamos poupado 3 meses em vez de estarmos agora a correr atrás do prejuízo.
E olhe, um dos homens que recebi há dias, disse-me que os tais 48 médicos que referiu que iam ser contratados, já existem no SNS. Como é afinal?

Bem, sr Presidente, foi o que a Marta me disse, sabe,.... isto é tudo muito confuso para mim........TRÁGICO.

António Cabral (AC)

Ps: como verificado na entrevista que há pouco terminou na RTP1, Marcelo Rebelo de Sousa quase não deixou fazer perguntas, parecia uma metralhadora. Várias vezes empregou - as pessoas têm de perceber - e, para não variar, falando para carneirada. Ficou evidente que está a proteger António Costa, ficou evidente que sabe que muito devia ter sido ponderado no início de Julho passado.
Foi um contínuo - épater les CARNEIRADA
SERÁ que o PADRECA a PODERÁ ENSINAR ?
Hum..............
2ª Feira passada, faz hoje 8 dias, foi tempo de brilharete (!?!?) do jornalismo nacional na TVi!!! He....he.....he....hoje, está a dar-me para as graçolas ..............por acaso sem graça quase nenhuma!!!!!

Vi na TVi a fraquíssima actriz do BE à conversa com o sr Miguel Sousa Tavares, debitando verdadeiras pérolas. 
Uma das bombásticas afirmações da criatura foi - “Portugal tem 19 000 médicos o que quer dizer 1.9 médicos por 100 000 habitantes
Nem vale a pena olhar às questões matemáticas.
Salvo melhor opinião demagogia pura, como habitualmente. Qual o rigor dos números da actriz Catarina? Onde os foi buscar? Gente desta na política actual. Desgraçado país.

Não sou médico mas, como algumas vezes por aqui referi ao longo dos anos, quando casei e apenas do meu lado tinha dois médicos na família, primos direitos da minha mãe, um primo e uma prima. Ela andou toda a vida por centros de saúde, clínicas pequenas etc, nada de carreira hospitalar e nem consultório quis ter. Está a poucos dias de nonagenária.
Ele, falecido recentemente, fez carreira hospitalar e foi até director de um hospital no centro do país.
Ao casar, além deles, fiquei na família com muitos médicos, homens, a começar no meu sogro. O mais velho de todos, era o avô da minha mulher, falecido em Outubro de 1972 com 84 anos. Depois de reformado foi na aldeia durante anos um autêntico João semana. Um tio, marido da irmã mais velha da minha sogra, formou-se e nunca exerceu, viveu sempre da fortuna.
O irmão da minha sogra foi porventura um dos mais brilhantes como médico, trabalhou com muitos dos melhores em Lisboa.
A esmagadora maioria faleceu, As mais novas, agora, são as jovens médicas filhas do irmão da minha mulher, igualmente médico. Enfermeiras na família tenho duas.

Faço estas referências não para desvendar coisas familiares, menos ainda para maçar os meus estimados leitores e amigos. Faço-o para começar o meu ponto e que é este, sempre foi e creio que será difícil ter uma noção 100% exacta quanto a médicos que exercem, ou não exercem. Os tempos actuais são, obviamente, muito diferentes de 1970. E com alguns médicos na família, com médicos amigos no Porto, vou acompanhando vários aspectos relativos a saúde, ao SNS, aos privados.

Mas nesta coisa de médicos há muitos factores, muitas questões a ter em conta.
Há médicos em falta ou há médicos a mais?
Muitos começam por ir observar as famosas médias europeias.
Deixo isso a quem sabe, sei pouco, mas esse critério tem muito que se lhe diga.

Mas antes de continuar dou ainda mais um ou dois exemplos concretos. Que presumo não serão de desvalorizar.
1º caso - um jovem que se licenciou em medicina na República Checa; dizem-me que continua com problemas de colocação, confesso que me falham alguns detalhes e por isso fico por aqui.
2º caso - médicos dentistas brasileiros a querer exercer em Portugal. De momento desconheço como estão as coisas. Mas recordo esta premente questão, perfeitamente, pois conheço quem na altura tinha muita influência no caso quando ele começou, houve um batalha imensa nesta questão. Porquê? Curriculum? Tirar lugar a portugueses? Adiante.
3º caso - num hospital bem lá para baixo anos atrás abriram duas vagas  para cardiologistas. O casal concorreu e ganhou, ninguém mai queria ir para lá. Obviamente que pelo menos um deles só integrou quadro depois de garantir que uma mês por semana viria a Lisboa para manter a "expertise" na colocação de "pacemakers"........

Que questões a ponderar, nesta coisa de "médicos a mais ou a menos"?
> Quadros em todos os hospitais, todos os centros de saúde, etc., quadros de médicos em tudo o que é SNS. Olhe-se por exemplo, entre outros casos, a inoperância do centro de saúde em Mangualde.
> Comparação, hospitais em Trás-os-Montes, Minho, Beiras, Alentejo
> Os licenciados, anualmente, têm todos lugar no SNS ou seja, face aos quadros actuais?
> Como se processam as questões relativas às definições/ vagas para  especialidades?
> Quantos médicos estrangeiros legalmente a exercer em Portugal? Por exemplo, até há não muito tempo, um médico espanhol ia uma vez por semana dar consultas à unidade de saúde à aldeia que bem conheço. Quantas situações desta natureza existem ao longo da fronteira com Espanha?

> Qual o rigor dos números da ordem dos médicos?
Por exemplo, o meu cunhado reformou-se do hospital, mas continua a exercer em clínicas etc. A OM tem noção destas coisas em todo o país?
> Quantos médicos estão de facto a exercer? Mas sabem ao certo quantos por especialidade? Quantos estão nos vários hospitais privados?
> A ordem dos médicos sabe se existem casos de médicos que largaram carreira hospitalar e ainda muito abaixo dos 65 andam a exercer em vários lados?
> Quanto se paga a um médico no SNS, quando é apenas um interno, quando está a tirar a especialidade, quando faz bancos, quando é chefe de serviço, quando é intensivista? E comparado com os hospitais privados?

> A ordem dos médicos tem os dados actualizados quanto aos que fazem o que acima refiro, que morreram, que sairam do país? E dos médicos estrangeiros, incluindo casos na raia?
> Pode comparar-se o nosso SNS com o que se passa no Reino Unido, na Alemanha, na Holanda, na Dinamarca?
> E quanto a indicadores? Tanto quanto sei, o nosso indicador de mortalidade infantil continua a colocar-nos muitíssimo bem seja com quem for que nos comparemos. 
E os restantes indicadores de saúde?
> Quando se fala de médicos a exercer, o que se deve considerar? Não se deve considerar a formação de cada médico? Voltamos à questão  dos quadros e, creio, a questão dos quadros não pode ser encarada quanto a números totais, mas por especialidades. E não há casos inacreditáveis, em muito lado, hospitais sem várias especialidades? 

> Será de encarar o desenho de um quadro de médicos, quantos e de que especialidades, da mesma forma quer se olhe para um hospital em Lisboa, em Braga, no Porto, em Castelo Branco, em Beja, ou em Bragança? E a população, estratos sociais e faixas etárias?
> Quando se querem atrair médicos por exemplo para o Algarve acenam com casa, mas não se esquecem do salário, dos problemas familiares, e sobretudo dos apoios para exercer clínica com recurso a modernos meios de diagnóstico?
> os cuidados de saúde dependem apenas de haver x médicos?
> e rotação, complementaridade, substituições?

> E o envelhecimento da população?
> Tal como sairam do país uns quantos enfermeiros, quantos médicos? Alguns regressaram?
> E, basicamente, não há é sobretudo uma péssima distribuição de médicos pelo Continente, para não falar de Açores e Madeira?
> Que equilíbrio entre especialidades?

Solução? Não sei.
Mas não é certamente anunciando hoje, e mesmo assim aldrabando realidades, o que deveria ter sido decidido muito tempo atrás.
Quanto à actriz Catarina, continuara demagógica e inconsequente, está-lhe na massa do sangue e, ainda por cima, coitada, o guru/ padreca não é melhor. Até porque quem sai aos seus "não é de genebra".
António Cabral (AC)

O DIREITO. 

E  as  INTERPRETAÇÕES.

Pelo que se leu por aí, a proibição de circular fora de conselhos roça a inconstitucionalidade. É quase certo, mas nestas coisas, sempre que lhes convém, a CRP é um autêntico rolo da Renova.

Vital Moreira diz que não senhor, embora reconheça que a restrição da liberdade de deslocação existe. Diz até que é óbvio. Escuda-se ele e outros na lei da proteção civil que, obviamente, não foi pensada para problemas graves de saúde pública. Basta ler o bastonário da ordem dos advogados.

A medida a vigorar até ás 0600 da próxima 3ª Feira para uns será descabida e desproporcionada, para outros comoVital Moreira não.

Vital Moreira, na sua argumentação a defender o governo, como quase sempre faz, e para a coisa ficar harmoniosa de vez em quando dá umas pequenas bicadas, lembra que é importante travar a transmissão descontrolada do vírus.

Tudo bem. Terão é que me explicar que se trava a transmissão do vírus com os centros comerciais abertos e não se trava essa transmissão se permitirem as feiras de levante.

António Costa como sempre no seu melhor. Ele e os amigalhaços.

AC

PELA 1ª VEZ 

Dia dos Fiéis Defuntos.

Pela primeira vez, desde 1969, não pudemos estar aqui, a olhar em silêncio, abrir a porta, observar a cruz que reparei há 13 anos.

AC

2 NOVEMBRO 2020

DIA DE FINADOS, DIA DOS FIÉIS DEFUNTOS

> 1972 - ONU, declaração de que é aceitável o recurso à luta armada na luta pela independência das nossas então colónias / províncias ultramarinas

> 1976 - Melo Antunes é presidente da Comissão Constitucional, que antecedeu o Tribunal Constitucional

> 1990 - Moçambique aprova a sua constituição

> 2004 - EUA, George W. Bush reeleito presidente

> 2020 - Portugal, governo PS declarou 2 Novembro feriado nacional em homenagem aos portugueses falecidos em virtude da Covid-19

AC

domingo, 1 de novembro de 2020

PELA 1ª VEZ 

Feriado de todos os Santos.

Pela primeira vez, desde 1969, não pudemos estar aqui, a olhar em silêncio, abrir a porta, observar a cruz que reparei há 13 anos.

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PARA COMBATER A COVID 19

AC

ACEITAR O DESTINO

É UM DESAFIO CONSTANTE.  A VIDA É MUITO DURA.

SE ELA É DURA QUANDO TEMOS AFORTUNADAMENTE ALGUMAS CONDIÇÕES PARA AGUENTAR AS INTEMPÉRIES DA VIDA, COMO SOBREVIVEM MUITOS OUTROS COM ESCASSAS CONDIÇÕES, DE HABITAÇÃO, FINANCEIRAS, SALUBRIDADE, ETC?

AC

E X A C T A M E N T E

"E tudo isto apoiando-se no pressuposto de que os cidadãos são demasiado parvos para perceberem a sua desorientação. Felizmente, não o são".
Mas muitos, infelizmente, são mesmo parvos e por isso eles continuam a proceder como se vê, mas talvez já não tantos como eles supõem.
AC

SENTENÇAS  de  CERTOS  MEMBROS  da IGREJA  CATÓLICA  em  PORTUGAL

Tem corrido por aí um desabafo do sr prior da paróquia de S.Nicolau. A mensagem /desabafo do prior tinha em mente os dias de todos os santos e o dia dos fieis defuntos, e a proibição de circulação decretada pelo governo.

Pessoalmente, que a escutei com atenção, não lhe encontro nada que possa recriminar, concordo aliás com praticamente tudo o que foi dito. Mas uma coisa lamento, é que não seja a "cabeça" da igreja católica em Portugal a pronunciar-se, e devia tê-lo feito. E exactamente no mesmo tom e forma calmas, de forma clara e simples, como falou o prior.

Uma outra sentença, ou declaração, ou desabafo, não sei bem como classificar (vómito), é a saída da boca do actual bispo do Porto. Vou atrever-me a presumir que o sr D.António (antigo e inesquecível bispo do Porto) deve ter dado saltos lá na sepultura.

O sr bispo, a propósito das tragédias em França - Manuel Linda @BispodoPorto ·11 h O atentado de ontem na catedral de Nice não é luta do Islão contra o Cristianismo: é o resultado dos preconceitos daqueles europeus que não só não fomentam o diálogo intercultural e inter-religioso como até estão sempre de dedo em riste a acusar as religiões.

Sr Linda, perante este seu discurso, palavras para quê? Eu respeito as opiniões de outrem mas.................

Pois está visto que o mal está exactamente e SÓ nestes Europeus vergonhosos que têm no seu seio milhões de seguidores do islão que estes sim, é que prosseguem o diálogo inter-religioso e se integram perfeita e completamente nos países de acolhimento, os tais países execráveis onde, ainda assim apesar de tão execráveis, esses milhões de seguidores do Islão se sacrificam a continuar cá viver apenas para nos ajudar, apenas para nos ajudar, pois teriam muito melhor nível de vida na Arábia Saudita, Iraque, Irão Iémens, Koweit, Jordânia, Líbia, Marrocos, Tunísia, Egipto, etc.

AC

I N F E L I Z M E N T E

Acabámos de chegar de Linda-a-Velha onde, infelizmente, tivemos de ir para levar mantimentos diversos e outras coisas a casa da nossa filha mais velha, fechada em casa com toda a família. 

Atravessámos a ponte Vasco da Gama, entrámos no IC 17, depois na A5, até à saída para Linda-a-Velha. Saímos do nosso e atravessámos dois concelhos, para ir dar apoio indispensável a quem está enclausurado.

Vem isto a propósito não para maçar os meus estimados visitantes/ leitores e amigos com problemas familiares mas para recordar que está em vigor, com excepções como foi hoje o nosso caso, uma determinação governamental de NÃO circulação para fora do respectivo concelho.

Os meus inúmeros e inocentes e crédulos concidadãos imaginariam que eu seria parado/ fiscalizado em dois ou três sítios por brigadas de forças de segurança.

Pois é, se fossem como eu, além de não darem a confiança a António Costa o que leva as sondagens a evidenciarem estes resultados hoje divulgados, também teriam uma noção rigorosa relativamente ao que estes mariolas anunciam e decretam, e o que se passa na realidade.

Por exemplo, no meu concelho sei exactamente quantos agentes PSP existem. Ora, ao ir para Lisboa passei à porta do cemitério local, onde estavam 6 agentes da PSP a controlar. É evidente que não existiria nenhum controlo na saída para a A33 e subsequentes acessos para a ponte Vasco da Gama, como obviamente não haveria por parte da GNR nenhum controlo na ponte Vasco da Gama logo a seguir às portagens. 

Aliás GNR e ponte Vasco da Gama não se devem dar bem. Quero com isto dizer que, depois de inaugurada, havia regularmente GNR na zona, aliás a seguir ás portagens e do lado direito há edifícios vários mas, desde há muito tempo, é raro haver agentes da GNR a fazer qualquer fiscalização.

Porque a realidade tem os seguintes contornos:

> a palhaçada e o mediatismo inerente e com as TV a fazer perguntas tolas, é sempre montado pela PSP na ponte 25 de Abril, pois aí há mais espaço e é um hábito de há décadas.

> além disso, quer em relação à PSP quer GNR, a esmagadora maioria dos portugueses esquece que vive num país muito pobre. Isto para dizer que ter mais agentes e patrulhas constantes nas, auto-estradas, nas estradas nacionais, em cruzamentos específicos etc., custa muito mas muito dinheiro. Por isso montam as palhaçadas na Páscoa e Natal e meados de Agosto, e no resto do ano ando por todo o lado e raramente vejo GNR.

Enfim.

Tenham um bom Domingo, e saúde, que é o melhor Euromilhões que podemos ter.

António Cabral (AC)

LÁGRIMAS

Quanto a vestígios de ódio, tenho estado a observar o que se tem passado particularmente em França mas não só, e observo as muitas lágrimas e sobre algumas das quais me interrogo quanto à genuinidade, como me interrogo quanto a ódios vários. Como igualmente me interrogo quando leio certos textos de convertidos à democracia, quer à base de atentados quer à base da verdadeira lavagem ao cérebro dentro de certas “madrassas” contemporâneas.

AC

1 NOVENBRO 2020

Feriado de Todos Os Santos

> 1604 - Suposta data da estreia de "Otelo", de Shakespeare

> 1665 - Portugal, um dos surtos de fome no reino, por todo o mês

> 1755 - Lisboa, grande terramoto

> 1800 - EUA, Washington, inauguração da Casa Branca

> 1807 - Inauguração do Hospital da Maia, no Campo de Santa Clara

> 1993 - Entrada em vigor do tratado de Maastricht, CEE passa a UE

AC