E o diabo do SOL que não regressa? Tem vergonha de nos proporcionar espectáculos como este?
AC
Actualização: estou farto da chuva e de ver os pingos depois de ela passar.
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Política (??) Nacional
Acabo de perceber mais um "diz que disse que não disse". Mais uma caricata cena do quotidiano, da poluição sonora e visual com que o desgraçado do cidadão comum como eu é constantemente agredido.
Este esvoaçar de "marotos", fez-se lembrar algumas fotografias de avezinhas das centenas que tenho em arquivo. Talvez se adapte ao caricato supra referido este bailado das rolinhas do mar, até porque um interveniente estará a poucas horas de ser fustigado com ondas oceânicas brutais, e o outro interveniente anda pela costa a ver navios,...perdão, o mar!
As rolinhas que me perdoem compará-las com certos personagens.
AC
Acabo de perceber mais um "diz que disse que não disse". Mais uma caricata cena do quotidiano, da poluição sonora e visual com que o desgraçado do cidadão comum como eu é constantemente agredido.
Este esvoaçar de "marotos", fez-se lembrar algumas fotografias de avezinhas das centenas que tenho em arquivo. Talvez se adapte ao caricato supra referido este bailado das rolinhas do mar, até porque um interveniente estará a poucas horas de ser fustigado com ondas oceânicas brutais, e o outro interveniente anda pela costa a ver navios,...perdão, o mar!
As rolinhas que me perdoem compará-las com certos personagens.
AC
"Não há como o tempo para tornar relativos juízos absolutos" - Miguel Torga
"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente, e pela mesma razão" - Eça de Queiroz
"Não corro como corria,
nem salto como saltava,
mas vejo mais do que via,
e sonho mais que sonhava" - Agostinho da Silva
À nossa volta pululam os enxames de políticos de todos as cores. Vários estão a ter ataques de frenesim, não se calam um único dia. Mas o problema não é tanto esse, mas sim os vómitos de asneiras sucessivas. Que desgraçado País.
Não haverá nenhuma alminha caridosa, que lhes sussurre ao ouvido, ponderação, bom senso, contenção, realismo, dignidade, sentido de estado?
E que sugira ainda, a leitura de algumas coisas simples, e que ainda hoje fazem tanto sentido!
Aproveitando a estadia em Lisboa do Rei de Espanha, peçam-lhe para repetir a uns quantos pantomineiros que estragam a vida dos portugueses - porque não te calas? porque não se calam?
AC
"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente, e pela mesma razão" - Eça de Queiroz
"Não corro como corria,
nem salto como saltava,
mas vejo mais do que via,
e sonho mais que sonhava" - Agostinho da Silva
À nossa volta pululam os enxames de políticos de todos as cores. Vários estão a ter ataques de frenesim, não se calam um único dia. Mas o problema não é tanto esse, mas sim os vómitos de asneiras sucessivas. Que desgraçado País.
Não haverá nenhuma alminha caridosa, que lhes sussurre ao ouvido, ponderação, bom senso, contenção, realismo, dignidade, sentido de estado?
E que sugira ainda, a leitura de algumas coisas simples, e que ainda hoje fazem tanto sentido!
Aproveitando a estadia em Lisboa do Rei de Espanha, peçam-lhe para repetir a uns quantos pantomineiros que estragam a vida dos portugueses - porque não te calas? porque não se calam?
AC
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Fotografia.
Quando já se tem muitas, mas imensas fotografias, nos diferentes discos, internos e externos, ás vezes demora mais tempo a encontrar o que se quer. Foi o caso, pois queria ilustrar com uma fotografia, a cambada de "passarada" e "melros" que à nossa volta esvoaçam.
Aqui vos deixo um melro, um melro que estava escondido e, contrariamente ao que estou habituado, esteve quieto algum tempo.
Este melro estava escondido, como muitos que por aí andam. Há mais à vista que escondidos?
Responda quem souber.
AC
Quando já se tem muitas, mas imensas fotografias, nos diferentes discos, internos e externos, ás vezes demora mais tempo a encontrar o que se quer. Foi o caso, pois queria ilustrar com uma fotografia, a cambada de "passarada" e "melros" que à nossa volta esvoaçam.
Aqui vos deixo um melro, um melro que estava escondido e, contrariamente ao que estou habituado, esteve quieto algum tempo.
Este melro estava escondido, como muitos que por aí andam. Há mais à vista que escondidos?
Responda quem souber.
AC
A propósito de memórias selectivas.
Como bem lembrado por outrem, os ininterruptos casos/ vómitos com que nos esmagam todas as horas, dias, semanas, meses, anos, ilustram bem a mediocridade que por aí abunda.
A pouca vergonha, a todos os níveis, todos os dias sobe um nível, ao ponto de já não haver quase nível nenhum.
Ponderação, dignidade, responsabilidade, exemplo, só para citar quatro, nah!!!!.
Em Portugal, salvo melhor opinião, uma imensa parte dos portugueses não dá valor nem ao sangue nem ao dinheiro.
Para uns então, o dinheiro cai do Céu, ou então - "têm a obrigação de nos emprestar".
E não interessa também, que se fale de uns centos ou milhares. Se não forem milhões, o resto são gotas de água.
Portanto, a propósito, quanto terá custado o total de obras na AR?
Quanto terá custado a colocação de um piano num certo gabinete?
Quanto terão custado as obras de adaptação no gabinete do viajante-mor?
Há que não perder a esperança.
Ainda há pessoas que se despedem sem espalhafato, com dignidade, sobriamente.
Ainda há pessoas que não se comovem com microfones e câmaras de TV.
Tive alguma experiência nesta área, creio que me saí bastante bem, e com simplicidade e respeito não deixei de entalar atrevidotes que julgavam que me iam entalar a mim.
AC
Como bem lembrado por outrem, os ininterruptos casos/ vómitos com que nos esmagam todas as horas, dias, semanas, meses, anos, ilustram bem a mediocridade que por aí abunda.
A pouca vergonha, a todos os níveis, todos os dias sobe um nível, ao ponto de já não haver quase nível nenhum.
Ponderação, dignidade, responsabilidade, exemplo, só para citar quatro, nah!!!!.
Em Portugal, salvo melhor opinião, uma imensa parte dos portugueses não dá valor nem ao sangue nem ao dinheiro.
Para uns então, o dinheiro cai do Céu, ou então - "têm a obrigação de nos emprestar".
E não interessa também, que se fale de uns centos ou milhares. Se não forem milhões, o resto são gotas de água.
Portanto, a propósito, quanto terá custado o total de obras na AR?
Quanto terá custado a colocação de um piano num certo gabinete?
Quanto terão custado as obras de adaptação no gabinete do viajante-mor?
Há que não perder a esperança.
Ainda há pessoas que se despedem sem espalhafato, com dignidade, sobriamente.
Ainda há pessoas que não se comovem com microfones e câmaras de TV.
Tive alguma experiência nesta área, creio que me saí bastante bem, e com simplicidade e respeito não deixei de entalar atrevidotes que julgavam que me iam entalar a mim.
AC
A propósito de pensões.
A questão é complexa, está recheada quer de problemas a encarar quer de opinadores.
Sou parte interessada, estou no grupo da CGA. Tenho para mim que, ao longo dos anos, os pantomineiros que sucessivamente têm sido empossados no Palácio de Belém, não têm ligado nenhuma à questão, ainda que algumas vezes tenha havido alguma cosmética. No fundo, mais valia de facto sermos todos mortos que se resolvia por si o problema.
Mas a questão, hoje, é que, sendo certo que nenhum País está a salvo de problemas e questões sociais, em algumas sociedades, pelo menos parece, tenta-se tratar os idosos de uma forma que não LIXO!
Mão muito amiga autorizou-me a roubar-lhe isto. Comentários para quê?
AC
A questão é complexa, está recheada quer de problemas a encarar quer de opinadores.
Sou parte interessada, estou no grupo da CGA. Tenho para mim que, ao longo dos anos, os pantomineiros que sucessivamente têm sido empossados no Palácio de Belém, não têm ligado nenhuma à questão, ainda que algumas vezes tenha havido alguma cosmética. No fundo, mais valia de facto sermos todos mortos que se resolvia por si o problema.
Mas a questão, hoje, é que, sendo certo que nenhum País está a salvo de problemas e questões sociais, em algumas sociedades, pelo menos parece, tenta-se tratar os idosos de uma forma que não LIXO!
Mão muito amiga autorizou-me a roubar-lhe isto. Comentários para quê?
AC
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
PATOS!!!
Não é de agora. Mas olhemos apenas ao século XX e XXI. I República com as suas "estabilidade" e "ética republicana" (?), ditadura militar e estado novo com tudo aquilo que se sabe, República com quase 40 anos no estado em que está.
Com matizes diferentes, foi sempre a mesma história, está a ser a mesma coisa.
Os cidadãos não contam, melhor, só contam para os impostos. Uns dizem que são números, outros que não. Números ou não, a realidade é que responsáveis primeiros fugiram para o estrangeiro, e os acólitos que por cá andam esgadanham-se na corrupção e por lugares na Europa e noutras paragens. Como se começa a ver, outra vez, para as europeias. Nem que seja preciso criar partidos vários.
Nos cartazes propagandísticos, põem tudo menos aquilo que não confessam publicamente, mas que no íntimo (pessoal, familiar e político) chamam a todos nós: PATOS.
E nós somos de facto. Por isso não nos revoltamos a sério.
Continuamos a aturar este regabofe, orquestrado pelos actuais pantomineiros, sob o ar carregado de falsa revolta dos pantomineiros anteriores, que orquestraram regabofes idênticos e alguns ainda piores.
Continuamos a atravessar as estradas e a correr riscos nas nossas vidas, e sofrer desmesuradamente, porque somos tolos, PATOS.
AC
Não é de agora. Mas olhemos apenas ao século XX e XXI. I República com as suas "estabilidade" e "ética republicana" (?), ditadura militar e estado novo com tudo aquilo que se sabe, República com quase 40 anos no estado em que está.
Com matizes diferentes, foi sempre a mesma história, está a ser a mesma coisa.
Os cidadãos não contam, melhor, só contam para os impostos. Uns dizem que são números, outros que não. Números ou não, a realidade é que responsáveis primeiros fugiram para o estrangeiro, e os acólitos que por cá andam esgadanham-se na corrupção e por lugares na Europa e noutras paragens. Como se começa a ver, outra vez, para as europeias. Nem que seja preciso criar partidos vários.
Nos cartazes propagandísticos, põem tudo menos aquilo que não confessam publicamente, mas que no íntimo (pessoal, familiar e político) chamam a todos nós: PATOS.
E nós somos de facto. Por isso não nos revoltamos a sério.
Continuamos a aturar este regabofe, orquestrado pelos actuais pantomineiros, sob o ar carregado de falsa revolta dos pantomineiros anteriores, que orquestraram regabofes idênticos e alguns ainda piores.
Continuamos a atravessar as estradas e a correr riscos nas nossas vidas, e sofrer desmesuradamente, porque somos tolos, PATOS.
AC
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Será a chuva que me está a tornar mais azedo?
Vem isto a propósito de estar hoje há bastante tempo, como em outros dias, a pesquisar os meus arquivos.
TV, como de costume fujo dela. Fico menos ignorante através da blogosfera que arriscando incursões pelos "media" nacionais. Sei que existem nichos que são excepções.
Entre os temas fracturantes, as concessões, a corrupção, os leilões, a chuva, e tanta porcaria mais, encalhei outra vez na história à volta de quem devia ir para o Panteão.
Fui ler a lei em vigor sobre este assunto. Salvo melhor opinião, está lá uma norma que permite homenagear os portugueses que for entendido serem merecedores de terem lugar no Panteão, sem que, necessariamente, os seus restos mortais tenham de ali repousar para sempre.
A Presidente da AR até ficava mais tranquila quanto ao dinheiro que se poupava. Talvez assim as sandes na AR pudessem descer o seu actual e exorbitante preço.
Nesta matéria, Panteão, falou-se de vários personagens da vida nacional merecedores da homenagem em causa. O militar Salgueiro Maia foi um dos últimos a vir publicamente à baila.
Até por este caso último, o cacarejar sobre o assunto me enoja cada vez mais. Quer pelo vozear dos actuais governantes mas, também, por muitos dos que agora, se calhar durante uma das últimas caçadas, reclamam por isso.
E como tenho alguma memória, gostava de a aferir com o que, certos senhores, sentadinhos anos a fio na AR, terão feito de relevante e de concreto pela família enlutada, e em memória de um dos mais dignos portugueses do século XX.
O vento se calhar nada lhes disse.
AC
Vem isto a propósito de estar hoje há bastante tempo, como em outros dias, a pesquisar os meus arquivos.
TV, como de costume fujo dela. Fico menos ignorante através da blogosfera que arriscando incursões pelos "media" nacionais. Sei que existem nichos que são excepções.
Entre os temas fracturantes, as concessões, a corrupção, os leilões, a chuva, e tanta porcaria mais, encalhei outra vez na história à volta de quem devia ir para o Panteão.
Fui ler a lei em vigor sobre este assunto. Salvo melhor opinião, está lá uma norma que permite homenagear os portugueses que for entendido serem merecedores de terem lugar no Panteão, sem que, necessariamente, os seus restos mortais tenham de ali repousar para sempre.
A Presidente da AR até ficava mais tranquila quanto ao dinheiro que se poupava. Talvez assim as sandes na AR pudessem descer o seu actual e exorbitante preço.
Nesta matéria, Panteão, falou-se de vários personagens da vida nacional merecedores da homenagem em causa. O militar Salgueiro Maia foi um dos últimos a vir publicamente à baila.
Até por este caso último, o cacarejar sobre o assunto me enoja cada vez mais. Quer pelo vozear dos actuais governantes mas, também, por muitos dos que agora, se calhar durante uma das últimas caçadas, reclamam por isso.
E como tenho alguma memória, gostava de a aferir com o que, certos senhores, sentadinhos anos a fio na AR, terão feito de relevante e de concreto pela família enlutada, e em memória de um dos mais dignos portugueses do século XX.
O vento se calhar nada lhes disse.
AC
O quotidiano nacional!!
Muitos andam agitados por causa dos quadros Miró. Já com o Crivelli foi mais ou menos a mesma coisa. Os actuais titulares dos poderes (????) fecham-se em copas. Anteriores titulares abrem as copas. Uns e outros nunca têm culpa de nada. É na cultura, é no gordo saco azul de quase 600 milhões no OE2014, nas subvenções, nos créditos tóxicos, nos améns para as obras mamarrachos nas áreas protegidas, na desfaçatez de todos os pantomineiros que pululam na praça pública mas sobretudo por baixo das mesas!
Mas oh portugueses, os políticos, estes e os anteriores, esforçaram-se muito.
Defenderam sempre o tacho, perdão, ......mil perdões, ......defenderam sempre o interesse nacional.
E nunca lhes caiu dente nem cresceu a penca.
Portugueses, os culpados de tudo o que vem acontecendo em Portugal, pelo menos desde 1700, mas sobretudo nos séculos XX e XXI, é que apesar das ordens específicas, claras, para militar perceber, a culpa...........é das sentinelas que estão sempre de costas!!!!
Boa sorte e boa noite (pela janela vejo que tenho de desancar o SPedro)
AC
Muitos andam agitados por causa dos quadros Miró. Já com o Crivelli foi mais ou menos a mesma coisa. Os actuais titulares dos poderes (????) fecham-se em copas. Anteriores titulares abrem as copas. Uns e outros nunca têm culpa de nada. É na cultura, é no gordo saco azul de quase 600 milhões no OE2014, nas subvenções, nos créditos tóxicos, nos améns para as obras mamarrachos nas áreas protegidas, na desfaçatez de todos os pantomineiros que pululam na praça pública mas sobretudo por baixo das mesas!
Mas oh portugueses, os políticos, estes e os anteriores, esforçaram-se muito.
Defenderam sempre o tacho, perdão, ......mil perdões, ......defenderam sempre o interesse nacional.
E nunca lhes caiu dente nem cresceu a penca.
Portugueses, os culpados de tudo o que vem acontecendo em Portugal, pelo menos desde 1700, mas sobretudo nos séculos XX e XXI, é que apesar das ordens específicas, claras, para militar perceber, a culpa...........é das sentinelas que estão sempre de costas!!!!
Boa sorte e boa noite (pela janela vejo que tenho de desancar o SPedro)
AC
Bancos.
Há de todos os tipos. Grandes, pequenos, altos, baixos, feitos de material diverso.
Há os que valem pouco, assim assim, qualquer coisa, bastante, e os que não valem nada.
Há os que dão prejuízos, graves, quando uma das pernas se parte e nós estatelamos os costados e o rabiosque no chão.
Há os que se compram caros, os que compramos enganados, e os que nem queríamos comprar mas obrigaram a pagar um preço descomunal e ainda ficámos a dever.
Entretanto, enquanto nos estatelamos, os vendedores desses bancos riem-se de nós.
Riem-se os vendedores e os seus amigalhaços. Depois, muitas vezes, acabam juntinhos, nas negociatas por baixo da mesa.
Ao menos encontrei estes bancos, toscos, robustos, talvez feios, mas foram feitos no País, não pediram nada emprestado, não enganam.
Boa sorte.
AC
Há de todos os tipos. Grandes, pequenos, altos, baixos, feitos de material diverso.
Há os que valem pouco, assim assim, qualquer coisa, bastante, e os que não valem nada.
Há os que dão prejuízos, graves, quando uma das pernas se parte e nós estatelamos os costados e o rabiosque no chão.
Há os que se compram caros, os que compramos enganados, e os que nem queríamos comprar mas obrigaram a pagar um preço descomunal e ainda ficámos a dever.
Entretanto, enquanto nos estatelamos, os vendedores desses bancos riem-se de nós.
Riem-se os vendedores e os seus amigalhaços. Depois, muitas vezes, acabam juntinhos, nas negociatas por baixo da mesa.
Ao menos encontrei estes bancos, toscos, robustos, talvez feios, mas foram feitos no País, não pediram nada emprestado, não enganam.
Boa sorte.
AC
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
A PRAXE.
Estava eu sossegado a ler, chamaram-me agora à atenção para ir a correr à sala, estão a falar sobre a praxe.
Cheguei no final, e já o apanhei calado, de pé. Parece que é aluno de uma faculdade.
HÁ 24 ANOS.
SERÁ??????????
Há 24 anos? Bom, já li vários textos sobre o assunto. Alguns, ponderados, e parecendo-me a tocar nas questões de fundo.
Mas se são 24 anos, sempre na Faculdade, por favor, não escrevam mais nada. ESTÁ TUDO DITO.
Sobre a praxe, sobre os docentes, etc etc, etc.
É Portugal. Vim ao computador para este desabafo. Vou voltar a ler.
Boa noite e boa sorte.
AC
Estava eu sossegado a ler, chamaram-me agora à atenção para ir a correr à sala, estão a falar sobre a praxe.
Cheguei no final, e já o apanhei calado, de pé. Parece que é aluno de uma faculdade.
HÁ 24 ANOS.
SERÁ??????????
Há 24 anos? Bom, já li vários textos sobre o assunto. Alguns, ponderados, e parecendo-me a tocar nas questões de fundo.
Mas se são 24 anos, sempre na Faculdade, por favor, não escrevam mais nada. ESTÁ TUDO DITO.
Sobre a praxe, sobre os docentes, etc etc, etc.
É Portugal. Vim ao computador para este desabafo. Vou voltar a ler.
Boa noite e boa sorte.
AC
domingo, 2 de fevereiro de 2014
O Túnel.
O problema do túnel, dizem uns, é que pode ser mais ou menos comprido. E muito necessitado de restauro. Outros, talvez os mais ordinários que temos tido que aturar, dizem que mesmo parecendo escuro há luz ao fundo desse mesmo túnel.
Em vários filmes, há aquela cena do comboio desaparecer na escuridão do túnel.
Mas como cidadão neste desgraçado País, o que cada vez mais me ocorre, é aquela cena de filme dos que se esmurram em cima do comboio e se esquecem de ver que estão quase a entrar no túnel. Trágico.
Para os figurões que nos acenam com sorrisos apontando o futuro, talvez fosse de lembrar que o nosso túnel pode ter porta ao fundo, tanto pode ser aberta, como não. Depende muito de nós, cidadãos mas, por prudência alguns de nós deviam trepar ás muralhas, e ver se pelo lado de fora não estarão alguns safados, a preparar o fecho da porta. Esmagávamos os narizes!
AC
O problema do túnel, dizem uns, é que pode ser mais ou menos comprido. E muito necessitado de restauro. Outros, talvez os mais ordinários que temos tido que aturar, dizem que mesmo parecendo escuro há luz ao fundo desse mesmo túnel.
Em vários filmes, há aquela cena do comboio desaparecer na escuridão do túnel.
Mas como cidadão neste desgraçado País, o que cada vez mais me ocorre, é aquela cena de filme dos que se esmurram em cima do comboio e se esquecem de ver que estão quase a entrar no túnel. Trágico.
Para os figurões que nos acenam com sorrisos apontando o futuro, talvez fosse de lembrar que o nosso túnel pode ter porta ao fundo, tanto pode ser aberta, como não. Depende muito de nós, cidadãos mas, por prudência alguns de nós deviam trepar ás muralhas, e ver se pelo lado de fora não estarão alguns safados, a preparar o fecho da porta. Esmagávamos os narizes!
AC
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