terça-feira, 9 de janeiro de 2024

REALIDADES
Realidades para que muitos não existem, outros fingem que não existem, para muitos outros tornam-se perplexidades, e quem devia encarar os assuntos de frente, com realismo, na defesa de valores e princípios, com equidade, com humanidade e decência, fogem de o fazer.

Vem isto a propósito de ter tomado conhecimento da pergunta de um concidadão português residindo há décadas nos EUA e que fez esta pergunta aos homens da sua profissão com quem se formou há muito tempo.

Pergunta:

Assunto: INVASAO DE REFUGIADOS ???

Tenho sido espectador na televisão de Portugal sobre críticas internas a "invasão de refugiados ...".
Como pais da UE, somos criticados tambem (externamente) pela vinda de pessoas de países africanos de língua Portuguesa que depois andam pela Europa ...

Aproveito a oportunidade de acesso ao conhecimento colectivo, para revelar a minha ignorância e pedir esclarecimento para o "assunto":
A minha pergunta é:

Qual o valor monetário recebido da UE? , por cada refugiado contabilizado pela UE com destino a Portugal?
Esse valor e mensal destinado a cada indivíduo? ou é uma verba "global" creditada ao Governo? que depois a administra conforme melhor decide?

A resposta de um dos amigos e antigo colega:

Meus caros
Também pouco sei sobre essas matérias, mas, há uma coisa que sei.
Essa gente tem direitos que alguns portugueses não têm; têm médico de família logo que chegam e acesso ao SNS.

Outra questão também já tive oportunidade de verificar a arrogância e a falta de educação dos refugiados ucranianos que vivem em zonas “finas” do país – Cascais, Ericeira, Praia das Maçãs -- vivem em casa bem situadas e transportam-se em viaturas de alta cilindrada que a generalidade dos portugueses não pode comprar.

Quanto aos asiáticos – paquistaneses, bangalis e indianos – inundam a baixa lisboeta especialmente Martim Moniz onde hoje os portugueses como eu, não se sentem seguros. Também aparecem um pouco por todo o país, mesmo no “Portugal profundo”.

Também gostava de saber mais.
Um abraço do

Realidades para que se devia olhar, sem parvoíces à "André".
Que integração destas pessoas?
António Cabral

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