terça-feira, 16 de fevereiro de 2016


 Pôr do SOL, a navegar no Atlântico Sul
(2011, a navegar, aproximação à América do Sul)
AC

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Por aí.
Quando não chove, é assim.
AC
A PROPÓSITO DAS CHEIAS E TEMPORAIS
Em primeiro lugar, lamento muito a infelicidade que assolou muitos dos meus concidadãos.
Descargas fora do comum, principalmente.
Mas, ao longo dos anos, quantas barbaridades foram executadas em muitas autarquias? É apenas uma pergunta.
Quantas imprudências?
Quantas faltas de verificação, de inspeções, de limpezas?
São apenas perguntas.
Cai um muro porque, eventualmente, andaram a "ratar" perto das fundações. Poderá ter sido?
A41 com cratera, porque, alegadamente (como gostam de noticiar) corre por baixo um ribeiro.
Renovo o meu pesar por muitos dos meus concidadãos afectados.
Mas é capaz de haver muitos responsáveis por algumas das situações agora registadas. Digo eu, que sou empedernido, e já assisti a muita coisa.
Bom, adiante.
Deixo aqui uma estrofe famosa de um conhecido poeta português. Que porventura devia estar na mente de muita gentinha que ao longo de anos cuida pouco ou nada dos cidadãos.

Quem prende a água que corre
É por si próprio enganado
O ribeirinho não morre
Vai correr por outro lado.

AC
O INSOLENTE. 
A INSOLÊNCIA CONTÍNUA PROSSEGUE, NUMA SESSÃO DE ESCLARECIMENTO JUNTO A SI.  STARRING: todos
De vez em quando, na vida, encontram-se pessoas que batem no peito, vigorosamente e, com voz esganiçada como os deputados, gritam aos sete ventos, por exemplo - eu sou honesto. E passam a vida, periodicamente nisto. A repetição faz sempre desconfiar.
É o caso, muito parecido a meu ver, com o OE 2016 e com o novo messias e seus inúmeros acólitos.
Não gostava nada que a execução do OE corra mal, pois isso significará que eu, e muitos como eu, vamos outra vez apanhar por tabela.
A propósito, e quanto a reposições, estou contentíssimo: a minha pensão foi aumentada 13,00€. TREZE!!!!
Quanto ao OE, à insolência com que me tratam, designadamente mas não só plasmada nas trapalhadas, nas inverdades (esta é boa, não é!!), nas contradições e sobretudo na arrogância com que se me dirigem, passam os dias e verifico uma subida exponencial de falta de decoro.
Uma das melhores é, à boa maneira da Coreia do Norte , a referência ás percentagens com que nos brindam nisto e naquilo. Execrável, intolerável.
Já sei que o novo messias está a produzir vídeos para explicar o OE e o mar cor de rosa que me espera. Não verei um único.
Fico curioso para ver se surgirão depois erratas aos vídeos.
Nas receitas de culinária, na parte de ingredientes e dosagens, aparece por vezes a indicação q.b.
Insolência e pouca vergonha tem sido de tal forma que é preciso gritar: BASTA, PAREM, ARRUMEM A CASA EM SOSSEGO. FALEM DEPOIS. APRE!!!
AC

domingo, 14 de fevereiro de 2016

A propósito do ""nosso momento"", e não me refiro só aos Rosas e Vermelhuscos do presente, pois o momento é de há décadas, muito antes do 25 de Abril, republico este post.

As Nações de menor poder perante as grandes potências

"Em presença do desacordo manifestado irredutivamente na Sociedade das Nações em matéria de desarmamento, houve a ideia………..mas que provocou manifestos descontentamentos e desconfianças nas outras nações, principalmente naquelas que frequentemente se designam por nações menores.
Por mais que juridicamente se proclame nas relações internacionais a igualdade das nações, na realidade assim não é, e do mesmo modo que na vida social há hierarquias, também as há, e bem acentuadas, entre as nações, quando grandes interesses ou fortes divergências políticas estão em jogo.
É que no quadro internacional, as nações pesam mais ou menos conforme o seu poder combativo e valor unitário, população, extensão territorial, intensidade de vida de relação, cultura política, científica, artística, literária e filosófica, padrão de vida, riqueza nas suas diversas modalidades, extensão dos negócios e seu volume, e, de um modo geral, proporcionalmente ao grau em que participam na marcha evolutiva do mundo".
(Política Internacional e Política Naval, página 17, C.M.G. Fernando Augusto Pereira da Silva, edição da Liga dos Combatentes G. Guerra, 1934, Lisboa)

António Cabral
PS: entendimento datado; mas continua muito perto da realidade mundial contemporânea. Ou não?
Uma consequência de ouvir, não só, mas muito, governantes e deputados de todas as cores.
(já não estou certo de onde retirei este cartoon)
AC

sábado, 13 de fevereiro de 2016

SOMOS TODOS IGUAIS? NÃO, NÃO SOMOS.
Não somos todos iguais. Somos mamíferos, andamos erectos, temos todos cabeça tronco e membros, cabelos de cores e comprimentos diferentes, olhos e orelhas.
Gordos, magros, altos, baixos, novos, idosos, bebés, juvenis.
Vive-se nas cidades, nas vilas, nas aldeias, nos campos.
Isto é da vida. E há países e países. Geograficamente grandes, médios, pequenos, exíguos. Todos têm seres humanos lá dentro, os que lá nascem, os que os visitem, os que para lá procuram ir viver.
Democracias, ditaduras, tudo é mais alguma coisa neste nosso planeta.
E os seres humanos? São todos iguais?
Não, não são.
Mas, e é aqui que, a meu ver, está a questão central, somos todos da mesma massa mas não somos todos da mesma fôrma.
E, o mais importante e decisivo para mim, numa sociedade (a nossa) e na sociedade global, onde devemos ser todos iguais é no acesso ás mesmas oportunidades e, sobretudo, iguais perante a lei.
Por estes padrões se deve aferir o estado e saúde da sociedade.
Mas não somos todos iguais.
AC


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

As trapalhadas
As trapalhadas sucedem-se. E não é bem trapalhadas, é mais do que isso. É bem pior.
Em posts anteriores já deixei muito claro, espero, o que penso da esmagadora maioria destes meninos que ano após ano desgraćam Portugal. Uns mais do que outros, aceito.
Este muito anafado secretário de estado dos assuntos fiscais, aparentemente, sentiu-se na obrigação de vir limpar as tiradas anteriores acerca do imposto sucessório. Imposto que estará a ser estudado!
Depois, quer a este servidor (??) temporário do Estado (não têm sido nada temporário......) quer a muitos outros meninos, deviam relembrar que em Direito se aprende que não deve haver essa coisa da retroactividade dos impostos. Embora, ou não estejamos em Portugal, já aconteceu no passado.
Depois o que o senhor disse sobre o que está ou não na proposta de OE submetido à AR. Depois, as desculpas com o deputado do CDS que hoje interpelou o novo messias na AR.
Enfim, este secretário de estado, ou não tenha ele já trabalhado com António Costa no passado, PROMETE!
AC
BANIF
Que coisa mais estranha!
Quatro anos durante os quais, aparentemente, o governo anterior com as suas maravilhosas estrelas (????) poderia ter resolvido a coisa, não o fez, conseguiu, ou quis.
Eis que o governo do novo messias leva com a coisa em cima e, de repente, saiu uma solução que parece ter tudo para se desconfiar.
Mas o mais estranho, é que estando eu convencido que, com o caso BANIF, o novo messias mais os seus amigos Jerónimo, Catarina, Galamba, Pureza, e etc, podia publicamente desfazer o anterior governo, não é que tentativa após tentativa por parte do PSD e CDS para conseguirem que fosse aprovada uma auditoria externa aquele banco, sai sempre CHUMBO?
É muito estranho. Há aqui coisa grossa. E o mais curioso, é que os jornalistas económicos, até ao presente, não desvendam ponta de véu! ESTRANHO, MUITO ESTRANHO.
AC
PATOS.
Os cidadãos portugueses têm sido sempre desconsiderados, desprezados, espezinhados. Antes e depois do 25 de Abril. De salientar que antes de 25 de Abril havia muito mais que desconsideração, desprezo, espezinhar.
Mas nos tempos mais recentes têm aumentado o despudor, a arrogância, com que os políticos tratam os cidadãos.
O actual PM é, a meu ver naturalmente, um dos expoentes máximos da insolência, da desconsideração para com os governados. Tenta claramente emular uma série de paspalhos que o antecederam.
Mas como estou bem disposto, devo dizer ao novo messias que se arvora de ser PM, que os cidadãos não são patos.
Patos são, por exemplo, o pato-trombeteiro (anas clypeata), o zarro comum (aythya ferina), o pato de bico vermelho (netta rufina), o marreco (anas querquedula), o pato real (anas platyrynchos domesticus).
Os cidadãos ainda pensam pela sua cabeça, ainda que, infelizmente, muitos milhares dos meus concidadãos se continuem a deixar levar pelos amanhãs que cantam. A mim não me encantam.
AC

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

BOCAGE. Poesia
"Vendo" como "comprei". Mas mesmo a calhar com o momento nacional.
AC
INSOLENTE
Insolente - que falta ao respeito, que é grosseiro, que é malcriado.
É exactamente isto que continua a acontecer. Repito, continua a acontecer, vem de muito longe.
Basta ter a péssima ideia de ligar a TV e eles aí estão a entrar em casa.
Como não lhes posso dizer cara a cara, fica aqui escrito o que penso por exemplo do actual PM.
Outra coisa não pode ser considerada face ao que acontece na política caseira, face á pouca vergonha continuada, e ao constante desrespeito pelos cidadãos. Pois que outra coisa pode ser considerada quando se compara o que sucessivamente vão dizendo, seja uma coisa e o seu contrário, seja a mentira descarada.
Tratam-nos como se fôssemos patos. Pato não sou, e se como cidadão não sou respeitado deixo de ter respeito por todos os titulares de órgãos de soberania que prossigam com a desconsideração para com os seus concidadãos.
AC
Noite na aldeia
AC

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

ALDEIAS
No fim da década de 40, no século passado.
AC
OLHANDO A QUEM DEITA CONTAS À VIDA
Não é de agora; mas agora, com o presente projecto de OE a submeter à AR, muitos se queixam disto e daquilo. Muitos terão razão, outros certamente que não. Não vou olhar aos insolentes, quer o novo messias quer o novo homem dos patacos. Sim, só insolentes podem dizer que um vencimento bruto de 2000, 00 confere a posição de privilégio. E sei bem de muitas dificuldades da vida, a começar pela difícil etapa de vida dos meus pais, e da extraordinária pensão da minha mãe de 362,51 €.
Li um exemplo concreto, tornado público e que aqui repito.
O caso é de uma loja, que vende artigos os mais diversos para crianças e juvenis. Um determinado carrinho de bebé custa ao público 500,00€. As contas mostradas pela dona da loja apontam para, 115€ para o IVA, 20€ para os agora anunciados 4% sobre o cartão, e um lucro de 10% sobre o preço do carrinho, portanto 50€. Diz a dona da loja - eu que tenho de lutar e ter o trabalho, ganho 50,00€ se vender o carrinho, e o estado ganha 115+20=135,00€.
Existe de facto uma grande desproporção, ainda que, creio, os 4% quanto ao cartão serão sobre a comissão do cartão e não sobre o movimento.
Ainda assim, uma enorme diferença. Dá que pensar.
O que será num talho, numa sapataria, numa casa de electrodomésticos, numa drogaria, num café, numa pastelaria, etc?
AC

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

PRESIDENTES
Presidentes, na vigência da actual Constituição da República Portuguesa.
A sua acção contribuiu, certamente, cada um a seu modo, para o alicerçar da nossa democracia.
Aprendi desde muito cedo, que os homens se devem avaliar pelas suas acções e pelas suas inações.
A avaliação deve sempre, em primeiro lugar, salientar os aspectos positivos, as qualidades, que em cada ser humano existem.
Mas é também importante reter e realçar as deficiências.
Em Portugal isso não se faz em relação aos chamados importantes, ás chamadas elites.
A contribuição negativa para o regime por parte de cada um dos Presidentes existiu. Em todos eles.
As responsabilidades por isso, dirão alguns, é menos importante comparativamente com o que de positivo fizeram.
Discordo. Discordo que se apliquem bitolas diferentes aos cidadãos portugueses.
Acho aliás curioso o frequente sublinhar de que vivemos numa República quando, afinal, temos tanto tique da monarquia, a começar no famoso séquito. Na Presidência da República a começar em
Soares, nos outros órgãos de soberania, em variadíssimas instituições.
No funcionalismo público, nas forças armadas, porventura em muitas empresas privadas, nunca ninguém no topo da hierarquia vai de repente a algum sítio sem aviso prévio muito antecipado, e com grande séquito.
Claro que assim, está tudo sempre limpo, estão todos no serviço, está tudo florido e a reluzir, e com o vinho do Porto pronto para a saudação.
Não só por isto, mas muito por este tipo de coisas, Portugal continua a ser esta desgraça de País.
Estou até a lembrar-me de, anos atrás, um governante ter aparecido de repente em vários serviços dependentes do seu enorme ministério e, claro, que encontrou a balda que se sussurrava. Foi o início da sua desgraça, do ataque corporativo que veio a sofrer.
Quanto aos presidentes?
De Eanes, não esqueço nos primeiros anos a  passividade que permitiu certas criaturas aproveitarem-se da sua honestidade e, no segundo mandato, a questão PRD. Mas continuo a tê-lo como homem de honestidade intelectual e integridade muito fortes.
Mário Soares permitiu a engorda generalizada de muita criatura, paralelamente com o seu PM Cavaco Silva. Jorge Sampaio para lá do muito discutível "há mais vida" tudo fez para amparar o PS. Cavaco Silva em certa medida fez o mesmo quanto ao PSD. E deixou alastrar muita porcaria. Nem vou referir às nada explicadas questões pessoais do foro imobiliário. Os últimos três PR, a meu ver naturalmente, no lado negativo têm muitas culpas pelo estado a que chegou o País. Enfim.

AC
Ao LONGO do TEMPO, RETIRADAS por AÍ. FIGURAS do PASSADO RECENTE

AC

domingo, 7 de fevereiro de 2016