POR AÍ
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 25 de janeiro de 2020
O BOM E REGULAR FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES
Presidente da República felicita CGD
O Presidente da República recebeu hoje o Dr. Rui Vilar e o Dr. Paulo Macedo, respetivamente Presidente do Conselho de Administração e Presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, a quem felicitou pelos passos dados num processo tão importante para Portugal e para os Portugueses. (do sítio da Presidência da República)
Presidente da República felicita CGD
O Presidente da República recebeu hoje o Dr. Rui Vilar e o Dr. Paulo Macedo, respetivamente Presidente do Conselho de Administração e Presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, a quem felicitou pelos passos dados num processo tão importante para Portugal e para os Portugueses. (do sítio da Presidência da República)
AC
LIDO por AÍ
Numa caixa de comentários, a propósito da postura do General Ramalho Eanes, um anónimo escreveu uma frase de que retirei esta parte............curiosa:
................"e muito obrigada pela sua correcta postura sempre a favor deste país que tem a memória muito curta e se esquece muitas vezes dos seus mais fiéis defensores em prol de gente que não vale os tomates dum gato"...
AC
C L U S T E R
CLUSTER designa normalmente uma rede (empresas, ou organismos muitas vezes públicos, instituições, etc) interdependentes, geradores de conhecimento e ligadas entre si por uma cadeia de valor acrescentado, num determinado campo de actividade.
Será nisto que vários pantomineiros e pantomineiras se inspiraram para as suas redes de malfeitorias?
AC
CLUSTER designa normalmente uma rede (empresas, ou organismos muitas vezes públicos, instituições, etc) interdependentes, geradores de conhecimento e ligadas entre si por uma cadeia de valor acrescentado, num determinado campo de actividade.
Será nisto que vários pantomineiros e pantomineiras se inspiraram para as suas redes de malfeitorias?
AC
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COMISSÕES de ÉTICA e GOVERNANCE
Ah......até hoje, Sábado, 25 de Janeiro, parecia que um pouco por toda a parte estas comissões iriam reunir a curto prazo, e iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só, está-se perante aquilo que normalmente se designa por "damage control"
Ah......até hoje, Sábado, 25 de Janeiro, parecia que um pouco por toda a parte estas comissões iriam reunir a curto prazo, e iriam ouvir agora várias das muitas "personalidades", pois "Luanda Leaks Oblige".
Em terminologia naval e não só, está-se perante aquilo que normalmente se designa por "damage control"
Ops,..... ora bem, se calhar já não vão ouvir todas ou certas das personalidades, .......ou vão?,..... mesmo tendo começado as auto-demissões dos "entalados"?
Por outro lado, dias depois do anúncio das supra indicadas reuniões, os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
AC
Por outro lado, dias depois do anúncio das supra indicadas reuniões, os OCS ainda não noticiaram quando se vão reunir as comissões de análise da hipocrisia nacional.
AC
sexta-feira, 24 de janeiro de 2020
ATÉ QUANDO ?
Até quando isto vai durar?
Até quando isto vai durar?
Até quando esta assustadora bovinidade portuguesa vai durar?
Até quando isto vai durar?
Perante oratórias, professorais, governamentais, parlamentares, autárquicas, corporativas, lojistas?
Perante o alastrar dos casos de corrupção, dos anúncios de milhões que não se concretizam, das cativações que se afirmam não serão feitas, das violências desacatos e malfeitorias diversas no âmbito do futebol que coloca o País como um folclore de mau gosto?
Perante este jornalismo que investiga superficialmente, que pouco assertivo se manifesta, que leva 19 anos para fazer um congresso, que comenta o superficial?
A paciência treina-se e por isso ganha logo outra resistência.
A paciência treina-se e por isso ganha logo outra resistência.
É o que vou continuando a fazer, sempre com olhos e ouvidos bem abertos, e coluna vertebral bem direita.
Continuo seguro de que -
Continuo seguro de que -
“ quem faz injúria vil e sem-razão,
com forças e poder em que está posto,
não vence; que a vitória verdadeira
é saber ter justiça, nua e inteira ” (Luís de Camões, Canto X, LVIII, Lusíadas).
António Cabral (AC)
António Cabral (AC)
quinta-feira, 23 de janeiro de 2020
PORTUGAL, IMPORTADOR DE LIXO
Não é de agora, é de há muito.
Ninguém sabia, só agora começa um pequeno sururu?
Tenham vergonha.
O lixo entra quase todo por Leixões.
Ninguém sabe disto, há tanto tempo?
Quantas pessoas e entidades ligadas ao porto de Leixões?
Em Valongo, por exemplo, só agora as autoridades locais aparecem na TV, ou estou enganado?
E o barbudo do ambiente, vai certamente ficar muito espantado.
Portugal importa lixo, PARA QUÊ?
Não chega o que cá fazemos?
Alguns falam na dignidade que fica, a propósito das posturas do senhor MNE, e bem, e neste caso também não fica NADA, e há muito tempo.
A dignidade está a desaparecer em quase todas as áreas neste meu desgraçado Portugal.
AC
Não é de agora, é de há muito.
Ninguém sabia, só agora começa um pequeno sururu?
Tenham vergonha.
O lixo entra quase todo por Leixões.
Ninguém sabe disto, há tanto tempo?
Quantas pessoas e entidades ligadas ao porto de Leixões?
Em Valongo, por exemplo, só agora as autoridades locais aparecem na TV, ou estou enganado?
E o barbudo do ambiente, vai certamente ficar muito espantado.
Portugal importa lixo, PARA QUÊ?
Não chega o que cá fazemos?
Alguns falam na dignidade que fica, a propósito das posturas do senhor MNE, e bem, e neste caso também não fica NADA, e há muito tempo.
A dignidade está a desaparecer em quase todas as áreas neste meu desgraçado Portugal.
AC
Como ter noção razoável acerca da liberdade de expressão e da liberdade de informação em Portugal?
Sugiro ponderarem sob duas perspectivas, pensar em dois casos:
1ª - as perguntas que a esmagadora maioria dos jornalistas não coloca quer nas entrevistas de rua quer em estúdio e que não coloca também nos textos noticiosos ou de opinião. Um exemplo simples é ninguém perguntar a proveniência de dinheiros avultados que alguém sob investigação afirme terem sido sempre seus. Onde ganhou? lotaria? Trabalho?
2ª - a ausência a 99,99% de notícias ou abordagens acerca de alguém que no estrangeiro é apontado como envolvido em esquemas duvidosos, e que diversos orgãos de informação estrangeiros noticiam detalhadamente, incluindo com as ligações além das de negócios a pessoas de passado mais que duvidoso sob qualquer ponto de vista.
É, no tempo do António das Botas é que havia controlo (mais que execrável) destas coisas, hoje há liberdade absoluta, como se constata amiúde.
AC
Sugiro ponderarem sob duas perspectivas, pensar em dois casos:
1ª - as perguntas que a esmagadora maioria dos jornalistas não coloca quer nas entrevistas de rua quer em estúdio e que não coloca também nos textos noticiosos ou de opinião. Um exemplo simples é ninguém perguntar a proveniência de dinheiros avultados que alguém sob investigação afirme terem sido sempre seus. Onde ganhou? lotaria? Trabalho?
2ª - a ausência a 99,99% de notícias ou abordagens acerca de alguém que no estrangeiro é apontado como envolvido em esquemas duvidosos, e que diversos orgãos de informação estrangeiros noticiam detalhadamente, incluindo com as ligações além das de negócios a pessoas de passado mais que duvidoso sob qualquer ponto de vista.
É, no tempo do António das Botas é que havia controlo (mais que execrável) destas coisas, hoje há liberdade absoluta, como se constata amiúde.
AC
CULTURA à PORTUGUESA
Já se sabe, cada cabeça sua sentença.
Não fujo à regra mas, sem ser advogado em causa própria, procuro ser o mais objectivo e rigoroso possível na ponderação do que vejo por aí, do que me preocupa, do que me interessa como cidadão.
Sei que nem sempre o consigo, mas tento o mais possível, e admito os meus erros.
Vem isto a propósito de cultura e do OE para 2020.
Entre muitos protestos contra a actual ministra da cultura que, lembre-se, antes de ser ministra e antes de ser secretária de Estado foi assessora e salvo erro chefe de gabinete de Costa em outras funções deste intrujão-mor, dizia eu, entre protestos certamente com razão e outros provavelmente sem razão, entre os pantomineiros que se dizem definidores de cultura porque sim, a cultura em Portugal está bastante melhor do que já esteve.
É a minha opinião. Baseada em quê?
No que vejo pelo Continente.
Imensas recuperações de património edificado, mesmo que eu encontre ainda muito dele degradado, como periodicamente demonstro com fotografias.
Pelo que vejo também quanto ás salas de espectáculos de Norte a Sul do rectângulo.
Pelo que vejo quanto às actividades fomentadas pelas autarquias.
Pelo que vejo quanto a museus espalhados de Norte a Sul.
Pelo que vejo vai sendo feito e acontecendo, no âmbito do património imaterial.
ETC.
Mas falta muito, muita coisa.
E uma das coisas principais que a meu ver falta, é combater o compadrio, o amiguismo, estes pesporrentes que se dizem definidores de cultura porque sim.
Existem por aí algumas criaturas que nos planos, do conhecimento, da erudição, da preparação técnica, da experiência, são por isso mesmo pessoas capazes de montar um espectáculo, de montar uma época de música clássica, uma época de ballet, uma exposição internacional.
Mas por esses factos/ qualidades/ capacidades devem ser campeões do saltitar de, cargo público para cargo público, sinecura para sinecura, reconstrução para reconstrução?
É que isso, esse saltitar, dá origem ao escândalo que é, a meu ver evidentemente, a trajectória pornográfica anos a fio de alguns (poucos e sempre os mesmos) indivíduos sempre em grupos clientelares e sempre ou quase sempre em concursos de ajustes directos com instituições do Estado, sempre com acessos privilegiados, e sempre aos recursos públicos.
A cultura, o panorama actual, o que OE 2020 vai conter ou não, podem ser uma desilusão para alguns. Vejo por aí quem se mostra totalmente desiludido, quer com a proposta do OE, quer com o aparente fechamento da ministra, quer com a dita ausência de diálogo, quer com a postura da criatura.
Não faço ideia quem terá mais razão. E desde já digo que nada gosto desta ministra que tive ocasião de observar bem de perto lá na aldeia, era ela secretária de Estado.
Só gostava de saber se os incomodados assim se sentem porque não são contemplados nos grupelhos a que acima me refiro, ou se estão incomodados por reais razões substantivas de natureza cultural.
Para mim, a cultura em termos gerais está bastante melhor, mas continua a existir muito por fazer, e mantêm-se muita porcaria e amiguismo neste importante sector da vida nacional, a que ao de leve acima refiro.
AC
Já se sabe, cada cabeça sua sentença.
Não fujo à regra mas, sem ser advogado em causa própria, procuro ser o mais objectivo e rigoroso possível na ponderação do que vejo por aí, do que me preocupa, do que me interessa como cidadão.
Sei que nem sempre o consigo, mas tento o mais possível, e admito os meus erros.
Vem isto a propósito de cultura e do OE para 2020.
Entre muitos protestos contra a actual ministra da cultura que, lembre-se, antes de ser ministra e antes de ser secretária de Estado foi assessora e salvo erro chefe de gabinete de Costa em outras funções deste intrujão-mor, dizia eu, entre protestos certamente com razão e outros provavelmente sem razão, entre os pantomineiros que se dizem definidores de cultura porque sim, a cultura em Portugal está bastante melhor do que já esteve.
É a minha opinião. Baseada em quê?
No que vejo pelo Continente.
Imensas recuperações de património edificado, mesmo que eu encontre ainda muito dele degradado, como periodicamente demonstro com fotografias.
Pelo que vejo também quanto ás salas de espectáculos de Norte a Sul do rectângulo.
Pelo que vejo quanto às actividades fomentadas pelas autarquias.
Pelo que vejo quanto a museus espalhados de Norte a Sul.
Pelo que vejo vai sendo feito e acontecendo, no âmbito do património imaterial.
ETC.
Mas falta muito, muita coisa.
E uma das coisas principais que a meu ver falta, é combater o compadrio, o amiguismo, estes pesporrentes que se dizem definidores de cultura porque sim.
Existem por aí algumas criaturas que nos planos, do conhecimento, da erudição, da preparação técnica, da experiência, são por isso mesmo pessoas capazes de montar um espectáculo, de montar uma época de música clássica, uma época de ballet, uma exposição internacional.
Mas por esses factos/ qualidades/ capacidades devem ser campeões do saltitar de, cargo público para cargo público, sinecura para sinecura, reconstrução para reconstrução?
É que isso, esse saltitar, dá origem ao escândalo que é, a meu ver evidentemente, a trajectória pornográfica anos a fio de alguns (poucos e sempre os mesmos) indivíduos sempre em grupos clientelares e sempre ou quase sempre em concursos de ajustes directos com instituições do Estado, sempre com acessos privilegiados, e sempre aos recursos públicos.
A cultura, o panorama actual, o que OE 2020 vai conter ou não, podem ser uma desilusão para alguns. Vejo por aí quem se mostra totalmente desiludido, quer com a proposta do OE, quer com o aparente fechamento da ministra, quer com a dita ausência de diálogo, quer com a postura da criatura.
Não faço ideia quem terá mais razão. E desde já digo que nada gosto desta ministra que tive ocasião de observar bem de perto lá na aldeia, era ela secretária de Estado.
Só gostava de saber se os incomodados assim se sentem porque não são contemplados nos grupelhos a que acima me refiro, ou se estão incomodados por reais razões substantivas de natureza cultural.
Para mim, a cultura em termos gerais está bastante melhor, mas continua a existir muito por fazer, e mantêm-se muita porcaria e amiguismo neste importante sector da vida nacional, a que ao de leve acima refiro.
AC
OS ARTISTAS PORTUGUESES
Com esta cena à volta de Isabel dos Santos, como aliás com todas as outras cenas que nos últimos 35 anos vem acontecendo em Portugal, fácil é continuar a verificar a existência de uma quantidade variada de "excelentes artistas portugueses" que só ajudaram uma "coisinha" e que, depois, são sempre verdadeiros homens invisíveis, nunca tiveram nada a ver com nada.
A juntar a eles, muitos outros que nunca sabem de nada, nunca ouviram falar de nada, não foram informados de nada.
Dezenas desta gente ou foram colegas de curso ou lá muito perto.
Coincidências do caraças.
Vários há décadas a montar negócios ruinosos por essa Europa fora e não só, e sempre a subir na vida à conta de nós todos.
AC
Com esta cena à volta de Isabel dos Santos, como aliás com todas as outras cenas que nos últimos 35 anos vem acontecendo em Portugal, fácil é continuar a verificar a existência de uma quantidade variada de "excelentes artistas portugueses" que só ajudaram uma "coisinha" e que, depois, são sempre verdadeiros homens invisíveis, nunca tiveram nada a ver com nada.
A juntar a eles, muitos outros que nunca sabem de nada, nunca ouviram falar de nada, não foram informados de nada.
Dezenas desta gente ou foram colegas de curso ou lá muito perto.
Coincidências do caraças.
Vários há décadas a montar negócios ruinosos por essa Europa fora e não só, e sempre a subir na vida à conta de nós todos.
AC
23 JANEIRO 2020
> 1368 - China, início da dinastia Ming
> 1556 - China, sismo violento em várias zonas
> 1905 - Rafael Bordalo Pinheiro dá à luz o seu Zé Povinho
> 1942 - Portugal, célebre filme Pátio das Cantigas
> 1944 - Faleceu o pintor Edward Munch
> 2011 - Portugal, eleições presidenciais, ganhou Cavaco Silva
AC
> 1368 - China, início da dinastia Ming
> 1556 - China, sismo violento em várias zonas
> 1905 - Rafael Bordalo Pinheiro dá à luz o seu Zé Povinho
> 1942 - Portugal, célebre filme Pátio das Cantigas
> 1944 - Faleceu o pintor Edward Munch
> 2011 - Portugal, eleições presidenciais, ganhou Cavaco Silva
AC
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