Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 2 de maio de 2024
Refiro-me a este governo, empossado há um mês, refiro-me ao que se vem passando na Assembleia da República (AR), refiro-me ao residente em Belém.
QUE PALAVRAS NÃO PERCEBERAM ?
Já não recordo com exactidão mas, salvo erro, na fase inicial do governo de Passos Coelho/ Paulo Portas na sequência dos desgraçados trabalhos impostos pela TROIKA com a assinatura do traumático Memorando assinado pelo PS/ José Sócrates dadas as "aventuras" e desgovernação financeiras de "Sócrates o Tuga", o então ministro Gaspar pronunciou numa conferência de imprensa mais ou menos as palavras que titulam este texto.
E, independentemente, do estilo arrogante (opinião pessoal naturalmente) de Gaspar, da crise brutal em que os socialistas meteram os cidadãos portugueses, de adversidades não controláveis por Portugal, de em algumas áreas se ter ido além da TROIKA (uma cretinice monumental, opinião pessoal naturalmente), e das fragilidades da economia nacional, a realidade é que a esmagadora maioria dos meus concidadãos convenceu-se há muitos anos que Portugal é um país rico como muitos na Europa, e que o dinheiro cai do Céu sem nada fazermos.
A maioria dos meus concidadãos ainda não quis convencer-se de que, com raríssimas excepções em todos os partidos, a maioria de todos os que estão nos partidos vigariza-nos há décadas. E não quero agora ir ate 1800!
A realidade é aquela que se vê, como por exemplo hoje no Parlamento nacional, na casa da democracia, e pelo que ouvi no rádio do carro (ou ouvi mal?), todos os partidos discutem hoje a questões das portagens por exemplo nas A22, A23, A25 e, se percebi bem, desde o execrável Chega (em campanha - eliminar as portagens JÁ - agora quer estudos e que acabem daqui a seis anos) até aos outros, a discussão deverá andar mais ou menos assim - bom, talvez, é assim, vamos ver melhor, se calhar - e com elevada probabilidade, andarão a ver se concordam com resoluções para recomendar ao actual governo isto e aquilo.
Como dizia Gaspar - não perceberam? Não há dinheiro!
Tenho estado a escrever isto porque, como disse, ouvi no carro notícias cobre as As e as portagens, e ouvi também sobre os PSP e os GNR e as reivindicações sobre os subsídios de risco.
O manhoso governo anterior deu dinheiro aos juízes e aumentou a PJ. Porquê?
Porque é sempre bom ter os juízes mais calmos!
Porque é sempre bom ter a PJ mais calma!
Além disso o inerente encargo financeiro anual é suportável!
O manhoso governo anterior não deu dinheiro a mais ninguém!
Porquê? Porque, como dizia Gaspar - NÃO HÁ DINHEIRO!
Porque não é suportável dar o mesmo a dezenas de milhares de PSP e GNR, e ter de dar depois outro tanto a mais umas dezenas de milhares constituídas por, militares, ASAE, guardas prisionais, polícia marítima ETC.
E Porquê?
Como dizia Gaspar - não perceberam? Não há dinheiro!
Portanto, o mau da fita vai ser este senhor PM Montenegro que não percebeu onde se ia meter; ia-se meter no pântano socialista, pântano do qual o manhoso aproveitou logo que surgiu a oportunidade para se pirar.
Montenegro ou não percebeu ou, se percebeu, é politicamente ESTÚPIDO.
Agora estão aí as explosões sociais prontas a surgir. Aguente.
O problema é que sou eu e milhões de outros que nos lixamos.
Ele e os outros companheiros de todos os partidos, regressarão sempre às casas reconstruídas, ou ao parlamento Europeu, ou ao lugar na pesadíssima máquina do Estado, ou ao escritóriozinho, etc.
AC
Por razões várias e diversas, em vez do mês financeiro acabar em cima de voltar a receber a pensão de reforma, como FELIZMENTE sempre vinha acontecendo, há quatro meses que se está a acabar entre 5 a 7 dias antes do que era suposto.
TAMBÉM o VENHO DIZENDO
O que outros pensam (7): "O pior Presidente de todos"
«Agora, com pena o digo, não tenho qualquer dúvida que [Marcelo Rebelo de Sousa] vai ficar na História como o pior presidente de todos».
"A mistificação parte do princípio de que em 2024 há unanimidade à volta do 25 de Abril, o que não é verdade.
Grande LUÍS, lembrar-se-ão de Ti ?
XX
Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o céu justo que floreça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora; e lá na ardente
África estar quieto o não consente.
(Canto III, estrofe XX, Os Lusíadas)
Antonio Cabral
quarta-feira, 1 de maio de 2024
Um bom amigo fez-me rir a bom rir.
DEFESA NACIONAL
Agora que as enormidades crescem de todos os lados, civis e militares, e então agora com as vacuidades sobre o SMO algumas das quais a roçar a indignidade, apetece-me recordar certas coisas.
. . . A defesa é o primeiro dever do soberano. . . (Adam Smith)
. . . Se a política exige da guerra aquilo que esta não lhe pode dar, age contra as suas próprias premissas . . . (Clausewitz)
. . . conhece o teu inimigo e conhece-te a ti mesmo . . . (Sun Tzu)
. . . nos Estados, o fim mínimo da política é a preservação da ordem pública interna e a defesa da integridade e soberania nacionais. . . (Norberto Bobbio). . .
e para lembrar a certos palradores, institucionais e outros,
* . . . o conceito de Nação alude/ implica, comunidade, identidade, solidariedade . . .
* . . . o conceito de Estado alude/ implica, força, poder normativo, autoridade, legitimidade, regime político, sistema de governo . . .
* . . . quando se aborda sinteticamente os elementos de poder devem ser considerados,
- factores quantitativos (população, território, recursos naturais e outros) e
- factores qualitativos (unidade e moral nacionais, capacidade militar, diplomacia). . .
* . . . um Estado que na prática e ao longo de anos renega as suas responsabilidades navais, as suas responsabilidades nos mares sob sua jurisdição, e não acautela a sua soberania e os seus interesses,
- precisa de uma Marinha?
- bastar-lhe-á umas barcoitas de faz de conta?
- mal que pergunte, continuará a ser um Estado?
António Cabral (AC)
História, de Portugal e do mundo, temas que me entusiasmam.
O ser humano, em diferentes perspectivas, outro tema.
E por isso muitas palavras me aparecem com frequência: psicologia, sociologia, economia, exploração, colonialismo, colónias, colonos, colonizados, opressão, doença, medicina, evolução, valores, dignidade, humanismo, afronta, usurpação, Estado, vergonha, séculos, política, geopolítica, mentira, legitimidade, povos, cultura, ancestral, ciência, antropologia, motins, revoltas, explosão social, massacre, etnias, abusos, raças, violência, interesses, etc.
Porque, efectivamente, o 25 de Abril de 1974 não é apenas um marco na nossa história, não pode ser apenas isso, a data marcante da nossa história, deve ser uma Revolução contínua, moderada.
terça-feira, 30 de abril de 2024
ORA AQUI ESTÁ
“Essa é uma discussão que não pode fazer-se assim, aqui, de forma ligeira e na praça pública. Por isso, insisto, o Presidente de Cabo Verde não deve imiscuir-se nesse debate em curso em Portugal”Aqui está um exemplo de serenidade, dignidade e decência, sentido de Estado.
Alguém que lhe explique.
AC











