Em 28JAN2025 escrevi umas linhas sobre eleições presidenciais e proto candidatos. Republico.
PROTO CANDIDATOS ÀS PRESIDENCIAIS
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
Em 28JAN2025 escrevi umas linhas sobre eleições presidenciais e proto candidatos. Republico.
PROTO CANDIDATOS ÀS PRESIDENCIAIS
NESSES TEMPOS ……
Nesse passado distante havia destas coisas e outras, mas não havia blocos militares, mas havia alianças militares que se faziam e desfaziam. havia muitas guerras, de meses, ou anos (7, 30, 100)!
Não havia NATO que se formou primeiro, nem Pacto de Varsóvia que se constituiu depois.
Não havia a doutrina Monroe.
Não havia o açambarcamento à moda Estaline logo do final da II GG em diante.
Não havia a "democratização" na Europa à moda Krutchev ou Brejenev.
Não havia ONU e, portanto, nem um bácoro a bater com o sapato na mesa da sala da assembleia geral da ONU.
Não havia plantação de mísseis em Cuba.
Observavam-se as estrelas, mas não havia guerra das estrelas, e progressiva invasão do espaço.
Nesses tempos do passado, quem se portava mal ou era considerado como se tendo portado mal, acabava dentro deste tipo de coisas…..
……… às vezes acabava pior!
Nesse tempo não havia o nuclear, a terra não tinha aquecido tanto, havia pragas e pestes, não era melhor nem pior, era diferente.
Era tudo à espadeirada, mais tarde a tiro.
E havia invasões a torto e direito.
E combinavam casamentos e fortunas.
E havia miséria a dar com um pau.
Miséria a dar com um pau . . . hoje também prolifera!
PIADOLAS ANTIGAS
Agora que tantos e tão enfáticos andam por aí, uns quantos civis (que fingem nada ter a ver com o estado a que se chegou) e vários militares reformados mas agora muito activos nos OCS, lembrei-me desta bonecada.
António Cabral
No passado recente, uns tolos e umas tolas andaram a dizer a jovens para passar umas noites em quartéis.
Outros sempre rebuscando na retórica tonta e demagógica.
Entretanto, nas FA as coisas são o que são, as realidades não se podem esconder.
Quanto faltará para, por exemplo, os marujos terem de comprar a "roupita"?
Será também por isso que agora,
- desde os doutos do "Eurodefense" fingindo que não tiveram nada a ver com o estado actual,
- mais o agora ainda mais inchado na Europa mas que enquanto por cá nunca quis saber do assunto,
- mais os que no activo conciliaram e palmadinhas nas costas e agora andam desgostosos e muito activos,
António Cabral
SOBRE A CHAMADA LEI DOS SOLOS
Há um pouco mais de uma ano houve uma (mais uma) pequena alteração à dita Lei.UM PAÍS
Para ser levado a sério, como país, como Estado, creio dever ter:
- uma Constituição que claramente defina se o país é soberano e se baseado na dignidade da pessoa humana, e se empenhado em construir uma sociedade livre, justa e solidária,
- um sistema de justiça, célere, eficiente, eficaz, e que não favoreça ricos e poderosos, trate todos por igual,
- códigos claros, sem alçapões, jurisprudência cristalina, que inviabilize as pouca vergonhas processuais dilatórias,
- titulares de órgãos de soberania que se pautem, pelo rigoroso cumprimento dos seus deveres no âmbito das suas competências Constitucionais, pela decência, pela honestidade intelectual e política, pela reserva, pela dignificação dos órgãos de soberania que representam, pelo exemplo, por servirem a comunidade em vez de se servirem dos cargos para que foram eleitos,
- políticas externa e de alianças claras,
- um controlo rigoroso e ao mesmo tempo humanista quanto a política de imigração, pondo de lado ideologias, e olhando ao interesse nacional,
- políticas sérias, rigorosas, quanto ao ensino, à saúde, ao emprego, ao ambiente, à cultura, á terceira idade, às crianças, para que efectivamente haja empenho real em construir uma sociedade livre, justa e solidária,
- grande respeito por quem trabalha, desde gestores e dirigentes às pessoas com menores habilitações, grande respeito pelas famílias e particularmente pelas mães durante os primeiros meses de vida dos filhos, grande respeito pelo direito à greve mas não permitindo abusos como por exemplo semanas de ausência laboral num ano de trabalho, ou sistemáticas marcações de greves para fins de semana prolongados.
Não havendo a maioria destas coisas, ou ficando-se pelas normas da Constituição, não será um país, um Estado, será uma outra "coisa" qualquer, . . . . talvez a tender para Estado falhado. Não ?
António Cabral (AC)
Se o meu prezado amigo Álvaro tivesse saído de casa um pouco mais tarde era capaz de ter levado com isto. Esta árvore deu-lhe cabo de grande parte do muro e rebentou com a energia eléctrica, quadro etc.