CARNAVAL
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 3 de março de 2019
ALGUNS DIZEM.....
É um País tão pequenino, tão pequenino, tão pequenino,
Bolas, não é o País que é pequenino, muitos dos que cá andam é que são pequeninos, metem dó, e levianamente nos vão lixando.
Até porque, cada vez mais, por cá se vê extravagâncias próprias da fidalguia arruinada, sendo-lhes concedidos créditos por amor da "santa".
AC
É um País tão pequenino, tão pequenino, tão pequenino,
Bolas, não é o País que é pequenino, muitos dos que cá andam é que são pequeninos, metem dó, e levianamente nos vão lixando.
Até porque, cada vez mais, por cá se vê extravagâncias próprias da fidalguia arruinada, sendo-lhes concedidos créditos por amor da "santa".
AC
3 MARÇO
> 1803 - Fundação do Colégio Militar
> 1847 - Nasceu Graham Bell
> 1851 - Faleceu Nikolai Gogol
> 1891 - Começou a era dos "penaltis"
> 1915 - Portugal, mais uma crise, assaltos por todo o lado, especialmente à procura de alimentos
> 1923 - Publicação primeiro número da "Time"
> 1963 - Nasceu a "Mónica", um dia grande para a banda desenhada
> 1971 - Faleceu um dos maiores actores nacionais, António Silva
> 2019 - Na cidade do Porto e arredores esgotaram em todas as farmácias as pastilhas para a azia.
AC
> 1803 - Fundação do Colégio Militar
> 1847 - Nasceu Graham Bell
> 1851 - Faleceu Nikolai Gogol
> 1891 - Começou a era dos "penaltis"
> 1915 - Portugal, mais uma crise, assaltos por todo o lado, especialmente à procura de alimentos
> 1923 - Publicação primeiro número da "Time"
> 1963 - Nasceu a "Mónica", um dia grande para a banda desenhada
> 1971 - Faleceu um dos maiores actores nacionais, António Silva
> 2019 - Na cidade do Porto e arredores esgotaram em todas as farmácias as pastilhas para a azia.
AC
sábado, 2 de março de 2019
BANDEIRA NACIONAL
O cromatismo verde-rubro, tal como veio a ser adoptado pelo governo republicano em 1910, remonta ao movimento do 31 de Janeiro de 1891.
O verde significa o solo Pátrio e a esperança no futuro.
O vermelho alude ao sangue derramado pelos portugueses na defesa da Pátria, da sua liberdade e independência, é a cor da luta, da vitória e da coragem.
A esfera armilar representa o mundo unificado pelos portugueses na epopeia da expansão.
No coração da bandeira vemos o escudo ancestral da nossa Pátria, com os sete castelos conquistados aos mouros, as cinco quinas de Ourique, os cinco besantes de prata em cada quina, representando as chagas de Cristo e o poder de cunhar moeda.
A Bandeira Nacional, símbolo da soberania da República, da independência e integridade de Portugal é, como estabelece o Artº 11º da CRP, um dos dois símbolos nacionais, sendo o Hino Nacional o 2º símbolo.
Outras representações:
Pavilhão Presidencial,
semelhante à Bandeira Nacional, excepto por ter o pano todo verde escuro, e o escudo ao centro
AC
O cromatismo verde-rubro, tal como veio a ser adoptado pelo governo republicano em 1910, remonta ao movimento do 31 de Janeiro de 1891.
O verde significa o solo Pátrio e a esperança no futuro.
O vermelho alude ao sangue derramado pelos portugueses na defesa da Pátria, da sua liberdade e independência, é a cor da luta, da vitória e da coragem.
A esfera armilar representa o mundo unificado pelos portugueses na epopeia da expansão.
No coração da bandeira vemos o escudo ancestral da nossa Pátria, com os sete castelos conquistados aos mouros, as cinco quinas de Ourique, os cinco besantes de prata em cada quina, representando as chagas de Cristo e o poder de cunhar moeda.
A Bandeira Nacional, símbolo da soberania da República, da independência e integridade de Portugal é, como estabelece o Artº 11º da CRP, um dos dois símbolos nacionais, sendo o Hino Nacional o 2º símbolo.
Outras representações:
Pavilhão Presidencial,
semelhante à Bandeira Nacional, excepto por ter o pano todo verde escuro, e o escudo ao centro
Assembleia da República
MinistroAC
E sempre o ISCTE
(lido num dos últimos Expresso, acompanhado de foto do inefável Cravinho)
Os dados são relevantes: num universo de 107 autarcas, 77% consideram que é urgente avançar “a curto prazo” com a regionalização. Mais: 84 em cada 100 autarcas querem eleger, de forma direta, os órgãos regionais.
De acordo com um inquérito do ISCTE, revelado esta terça-feira pelo “Jornal de Notícias” e pela TSF e que pode consultar na íntegra aqui, a ambição é transversal e não depende da zona do país, do nível de desenvolvimento da região ou da cor partidária.
Pelo menos dois terços dos autarcas que responderam de forma válida a este inquérito reclamam para os municípios, ou para as CIM (Comunidades Intermunicipais), a generalidade das competências ligadas ao sector da educação. Uma fatia significativa dos inquiridos (perto de metade) defende igualmente que as políticas sociais, como a luta contra a pobreza, a saúde, a habitação social ou a gestão do património cultural, devem passar para a alçada das autarquias.
Ainda assim, a grande maioria dos autarcas (95%) defende que é preciso um maior investimento para tornar possível a prossecução destas competências, num momento em que a falta de recursos financeiros é já um problema para os responsáveis políticos locais: as autarquias queixam-se de não terem dinheiro para cumprir as responsabilidades que lhes são inerentes em áreas como a Educação (81%), a Política Social (78%), a Gestão de Pessoal da Saúde e Ensino (75%) e a Proteção Civil Municipal (73%).
Este inquérito foi realizado pelo Instituto de Políticas Públicas e Sociais do ISCTE.
(lido num dos últimos Expresso, acompanhado de foto do inefável Cravinho)
Os dados são relevantes: num universo de 107 autarcas, 77% consideram que é urgente avançar “a curto prazo” com a regionalização. Mais: 84 em cada 100 autarcas querem eleger, de forma direta, os órgãos regionais.
De acordo com um inquérito do ISCTE, revelado esta terça-feira pelo “Jornal de Notícias” e pela TSF e que pode consultar na íntegra aqui, a ambição é transversal e não depende da zona do país, do nível de desenvolvimento da região ou da cor partidária.
Pelo menos dois terços dos autarcas que responderam de forma válida a este inquérito reclamam para os municípios, ou para as CIM (Comunidades Intermunicipais), a generalidade das competências ligadas ao sector da educação. Uma fatia significativa dos inquiridos (perto de metade) defende igualmente que as políticas sociais, como a luta contra a pobreza, a saúde, a habitação social ou a gestão do património cultural, devem passar para a alçada das autarquias.
Ainda assim, a grande maioria dos autarcas (95%) defende que é preciso um maior investimento para tornar possível a prossecução destas competências, num momento em que a falta de recursos financeiros é já um problema para os responsáveis políticos locais: as autarquias queixam-se de não terem dinheiro para cumprir as responsabilidades que lhes são inerentes em áreas como a Educação (81%), a Política Social (78%), a Gestão de Pessoal da Saúde e Ensino (75%) e a Proteção Civil Municipal (73%).
Este inquérito foi realizado pelo Instituto de Políticas Públicas e Sociais do ISCTE.
Posso ter lido mal, lido à pressa, mas quase jurava que não vi indicado que são 308 as autarquias.
É que 107 nem metade é de 308. Detalhes.
Lentamente, fica-me a sensação de que estão a construir a rede para mais tachos.
Isto caminha para o fundo, a grande velocidade.
AC
VALE a PENA REPUBLICAR
Estavam um inglês, um alemão e um português num café quando o inglês diz aos outros:
– Esse que aí entrou é igualzinho ao Jesus Cristo.
– Pois, pois – dizem os outros.
– Estou-vos a dizer. A barba, a túnica.
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
– Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
– Eu? Que ideia!
– Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
– Já disse que não. Mas fala mais baixo.
– Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
– Sou efetivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
– Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
– Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde a fazer milagres. O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o joelho e cura-o. Obrigado. Ficarei eternamente grato – agradece, emocionado, o inglês.
– Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém. O inglês, mal chegou à mesa, contou aos amigos. O alemão levantou-se logo e dirigiu-se a ele.
– O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro. Cura-me.
– Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo. O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.
– Vai-te agora embora e não contes a ninguém. Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a história aos amigos e ficou à espera de ver o português ir ter com ele. O tempo foi passando e nada. Mordido pela curiosidade dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
– E tu, não queres que…
O português levantou-se, deu um salto, gritando-lhe:
– Eh, tira as mãozinhas de cima de mim, que eu estou de baixa!
Estavam um inglês, um alemão e um português num café quando o inglês diz aos outros:
– Esse que aí entrou é igualzinho ao Jesus Cristo.
– Pois, pois – dizem os outros.
– Estou-vos a dizer. A barba, a túnica.
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
– Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
– Eu? Que ideia!
– Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
– Já disse que não. Mas fala mais baixo.
– Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
– Sou efetivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
– Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
– Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde a fazer milagres. O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o joelho e cura-o. Obrigado. Ficarei eternamente grato – agradece, emocionado, o inglês.
– Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém. O inglês, mal chegou à mesa, contou aos amigos. O alemão levantou-se logo e dirigiu-se a ele.
– O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro. Cura-me.
– Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo. O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.
– Vai-te agora embora e não contes a ninguém. Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a história aos amigos e ficou à espera de ver o português ir ter com ele. O tempo foi passando e nada. Mordido pela curiosidade dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
– E tu, não queres que…
O português levantou-se, deu um salto, gritando-lhe:
– Eh, tira as mãozinhas de cima de mim, que eu estou de baixa!
AC
RAÍZES
Agora que cresce a onda para arranjar tachos, mais tachos, regionais, supra regionais, vale a pena relembrar algumas coisas do passado não muito longínquo.
A história não se repete?
Em Portugal parece que se vai repetindo: é ler em baixo, pelo que se pode investigar sobre a 1ª república, e comparar com as realidades do presente.
AC
Agora que cresce a onda para arranjar tachos, mais tachos, regionais, supra regionais, vale a pena relembrar algumas coisas do passado não muito longínquo.
A história não se repete?
Em Portugal parece que se vai repetindo: é ler em baixo, pelo que se pode investigar sobre a 1ª república, e comparar com as realidades do presente.
AC
sexta-feira, 1 de março de 2019
A PROPÓSITO DE FUTEBOL TUGA,
A PROPÓSITO DA LIGA E DOS DERBIS, LEMBREI-ME DE COISAS PASSADAS, como MSGs NATALÍCIAS E BOAS INTENÇÕES
Fui reler a msg Natalícia do presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em que assumiu que devem ser erradicados da modalidade "a intolerância, o facciosismo, a mentira, a discriminação e a violência".
Fernando Gomes recordou os "desafios, conquistas, algumas derrotas, muitas vitórias e enormes emoções" de 2018, aproveitando para "apontar caminhos, traçar metas e definir objetivos para o próximo ano".
Acrescentou - "Temos de estar à altura das expectativas dos nossos adeptos e dos portugueses e contribuir cada vez mais para a construção de um país mais próspero, desenvolvido e unido. O futebol nacional tem de ser terreno fértil para a inclusão, a diversidade, a ética e a responsabilidade social".
Porque me lembrei disto?
Por causa das horríveis injeções de programas televisivos diários, dos títulos (alguns hilariantes) de OCS que vejo nas bancas sempre que vou jogar o "euromihões" e do que lhes pode estar por trás, etc.
"E nem precisava de reparar - que o dinheiro não é problema"; só é pena é nunca explicarem como é possível, em Portugal, pagarem o que dizem que pagam aos jogadores e treinadores dos 5 tidos como principais clubes de futebol.
Sublinhei a vermelho, de propósito, duas palavras.
E vou fechar os ouvidos pois este fim de semana há um jogo Porto-Benfica, e o País PÁRA.
Bom, parado já ele está,.....adiante. Fico por aqui.
AC
(sublinhados meus)
A PROPÓSITO DA LIGA E DOS DERBIS, LEMBREI-ME DE COISAS PASSADAS, como MSGs NATALÍCIAS E BOAS INTENÇÕES
Fui reler a msg Natalícia do presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) em que assumiu que devem ser erradicados da modalidade "a intolerância, o facciosismo, a mentira, a discriminação e a violência".
Fernando Gomes recordou os "desafios, conquistas, algumas derrotas, muitas vitórias e enormes emoções" de 2018, aproveitando para "apontar caminhos, traçar metas e definir objetivos para o próximo ano".
Acrescentou - "Temos de estar à altura das expectativas dos nossos adeptos e dos portugueses e contribuir cada vez mais para a construção de um país mais próspero, desenvolvido e unido. O futebol nacional tem de ser terreno fértil para a inclusão, a diversidade, a ética e a responsabilidade social".
Porque me lembrei disto?
Por causa das horríveis injeções de programas televisivos diários, dos títulos (alguns hilariantes) de OCS que vejo nas bancas sempre que vou jogar o "euromihões" e do que lhes pode estar por trás, etc.
"E nem precisava de reparar - que o dinheiro não é problema"; só é pena é nunca explicarem como é possível, em Portugal, pagarem o que dizem que pagam aos jogadores e treinadores dos 5 tidos como principais clubes de futebol.
Sublinhei a vermelho, de propósito, duas palavras.
E vou fechar os ouvidos pois este fim de semana há um jogo Porto-Benfica, e o País PÁRA.
Bom, parado já ele está,.....adiante. Fico por aqui.
AC
(sublinhados meus)
1 MARÇO
Dia internacional da proteção civil
> 1290 - Rei D. Dinis criou os "Estudos Gerais"
> 1498 - Vasco da Gama chegou ao que é hoje Moçambique
> 1904 - Nasceu Glenn Miller
> 1926 - Faleceu Camilo Pessanha
> 1932 - EUA, raptado filho do aviador Charles Lindberg
> 1946 - Nacionalização do Banco de Inglaterra
> 1961 - John Kennedy criou o "Peace Corps"
> 1974 - EUA, 7 altos conselheiros de Richard Nixon a acusados no âmbito do processo Watergate
> 1977 - Portugal, economia num desastre, criado cabaz de compras para bens essenciais
> 1981 - Primeiro disco dos "GNR"
AC
Dia internacional da proteção civil
> 1290 - Rei D. Dinis criou os "Estudos Gerais"
> 1498 - Vasco da Gama chegou ao que é hoje Moçambique
> 1904 - Nasceu Glenn Miller
> 1926 - Faleceu Camilo Pessanha
> 1932 - EUA, raptado filho do aviador Charles Lindberg
> 1946 - Nacionalização do Banco de Inglaterra
> 1961 - John Kennedy criou o "Peace Corps"
> 1974 - EUA, 7 altos conselheiros de Richard Nixon a acusados no âmbito do processo Watergate
> 1977 - Portugal, economia num desastre, criado cabaz de compras para bens essenciais
> 1981 - Primeiro disco dos "GNR"
AC
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