Mostrar mensagens com a etiqueta ausência de rigor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ausência de rigor. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 23 de setembro de 2024

EUTANÁSIA.
MEMÓRIA SELECTIVA DE UNS
CHICO-ESPERTICE DE OUTROS
AUSÊNCIA DE RIGOR DE MUITOS
DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA de MUITOS

Já escrevi umas palavras a propósito da lei da eutanásia que espera regulamentação desde há muitos meses antes da tomada de posse do actual governo em 10 de Março passado salvo erro.

Em poucas palavras vou repetir-me.

É minha convicção que o actual governo arrastará o processo da regulamentação ao limite, embora mesmo sabendo que não existe legalmente "suspensivo", creio legítima a auscultação do TC.
É um assunto complexo.

Respeito, sempre, a opinião de outrem, discordo umas vezes concordo outras.

Neste caso, Eutanásia, o que acho interessante em pessoas como algumas deputadas do PS ou outras criaturas muito nervosas e estridentes, é apontarem o dedo e bem ao actual governo, mas nada referirem quanto ao facto de António Costa ter tido a oportunidade de começar a regulamentação desde o dia a seguir à publicação em DR  da dita lei de 2023, e porfiar portanto que houvesse um projecto de regulamentação já em estado avançado em 10 de Março passado.

Terá rasgado o projecto de regulamentação, ou entregou-o a Montenegro e este é que o rasgou?

António Cabral (AC)

segunda-feira, 4 de março de 2024

O Sr PACHECO PEREIRA
«Se formos ao tema central [economia], o PS ganha porque tem melhores resultados e melhor perfomance económica e medidas, apesar de tudo, minimamente razoáveis (Pacheco Pereira/ PP)

Entre muitas outras tiradas em que é useiro e vezeiro, o comentador Pacheco Pereira, um dos maiores amigos da comunicação social excepto naquele pequeno período na AR quando estava na bancada do PSD, atirou mais umas pérolas. Reproduzo em cima uma delas.

Aparentemente, PP lê muito, escuta muito, está sempre muito bem informado.

Provavelmente não tem tomado atenção a certas coisas.
Por exemplo, é capaz de não ter reparado num artigo do "Negócios" do passado 1 de Março, concretamente a página 4 e a 5 onde se explica bem os malabarismos do governo socialista. 
Porventura, no passado, outros governos PS e PSD terão feito também acrobacias financeiras.

Mas interessa-me agora.
É sobre a dívida. 
A estratégia para diminuir o rácio da dívida sobre o PIB.
Baixou o rácio abaixo dos 100% do PIB, UAU, … e porquê?

Porque o sr Costa recomendou ao sr Medina que determinasse que uma brutalidade de milhões em certificados de curto prazo fossem comprados por todos os organismos do Estado.
Engenharia financeira que permite que Bruxelas aplauda, e aplaudiu esta redução da dívida . . . . . ups, . . . . não, afinal não reduz a dívida, a divida vai aumentando, a dívida não reduz. Maquilhou-se o rácio da dívida. Já dizia o outro, . . . anda Pacheco.

Um brilharete à Medina, à Costa.

Mas o que é que isso importa?
Quantos portugueses sabem disto, se apercebem disto, ficam preocupados porque a dívida não reduz?
O que devemos é brutal, e continua.

O que interessa é que o Benfica levou 5-0, não é, quem vier atrás que feche a porta.
AC

Ps.: Sim, eu sei, não sou sectário, há indicadores, outros, muito satisfatórios, inflação a descer, crescimento, . . . mas o que deploro, no PS e no PSD, é nunca falarem com rigor, falarem a verdade toda, e isto corre há décadas, com os trágicos resultados de extremas esquerda e direita a crescerem.
No PS, nestes mais de oito anos, a tal ausência de austeridade é outra fábula, escondem da bovinidade as brutais cativações, e disfarçam as consequências disso.

Estou à vontade, PCP nem pensar, mas Paulo Raimundo teve razão quando afirmou -  para que servem os milhões de que se vangloriam Medina e outros?

terça-feira, 9 de janeiro de 2024

Lido no Blogue do Embaixador F.Seixas da Costa
(um comentário lido) (sublinhados da minha responsabilidade)

O legado de António Costa (AC):
Crescimento económico em convergência com a UE, e sempre acima da média europeia (desde 2015, Portugal cresceu em média 2% o que significa dez vezes mais do que nos 10 anos anteriores em que a taxa média de crescimento foi de 0,2%);
Desemprego: quando o Governo de AC tomou posse, em Novembro de 2015, o desemprego afectava 12,4% da população activa, taxa que se foi reduzindo permanentemente e está, neste momento, nos 6,1%;
Emprego: população empregada em máximo histórico, tendo ultrapassado a barreira dos 5 milhões no 3-º trimestre de 2023, em que havia mais 639 mil pessoas a trabalhar do que em 2015;
Aumento de rendimentos: aumento do salário mínimo de 50,5% entre 2015 e 2023, dos salários (a remuneração bruta aumentou 25% nos últimos 8 anos), das pensões (pela primeira vez em 2 anos consecutivos, 2023 e 2024, foi cumprida a fórmula de actualização das pensões) e das prestações sociais;
Carga fiscal: Portugal registou em 2022 uma carga fiscal de 35,8% do PIB, 4,2 pontos percentuais (p.p.) abaixo da média da União Europeia (UE) e 5,1 pontos inferiores à da zona euro, estimando-se que vá subir para 37,2% do PIB em 2023, ainda assim muito abaixo da média da UE e da ZE;
Finanças públicas equilibradas (“contas certas”) com dois superavits (2023 e 2024) o que acontece pela primeira vez em democracia;
Redução da dívida pública em percentagem do PIB em quase 30 pontos percentuais, de 131,2% em 2015 para os 100% estimados para o final de 2023. Com este resultado, Portugal deverá sair pela primeira vez desde 2010 do pódio dos países da UE com maiores rácios de dívida, passando a ficar abaixo da França, Espanha e Bélgica, para além da Grécia e da Itália;
Ratings dívida: Portugal recupera os “ratings de risco da dívida da República Portuguesa” colocando o país, pela primeira vez, no nível A, desde 2011 (ao fim de 12 anos);
Exportações: em 2022, pela primeira vez as exportações superaram 50% do PIB, uma meta que em 2018 foi apontada para ser atingida em 2025, objectivo que era considerado então demasiado optimista;
Educação: a taxa de abandono escolar diminuiu para menos de metade desde que o primeiro Governo de AC tomou posse. Apesar de entre 2015 e 2016, ter havido uma subida de 13,7% para 14%, a taxa não parou de descer desde então. No ano passado (2022), 7 em cada 100 pessoas entre os 18 e os 24 anos (6,5%) tinham desistido dos estudos antes de terminar o ensino secundário, que é o número mais baixo de que há registo, desde 1992;
Mais portugueses acima do limiar da pobreza: há menos portugueses a viver abaixo do limiar da pobreza agora do que havia em 2015, quando AC tomou as rédeas do poder executivo — e isso verifica-se mesmo quando se olha para os números de pessoas consideradas pobres antes ainda das transferências sociais. Quando o primeiro-ministro AC foi eleito, cerca de 46% da população era considerada pobre se não recebesse apoios sociais — uma percentagem que descia para os 19% após transferências sociais. Ambos os valores diminuíram até 2022, para perto de 42% e 17%, respectivamente. Significa que há agora uma maior parte da população a viver acima do limiar de risco de pobreza — mesmo que o valor de referência para o seu cálculo tenha aumentado ao longo dos anos, dos 5269 euros em 2015 para os 7095 em 2022;
Menos emigrantes, o dobro da imigração: apesar da subida da emigração de 2021 para 2022, com o número de emigrantes a aumentar de 6,3 para 6,9 por mil habitantes, os executivos de AC conseguiram colocar travão a um fenómeno que chegou a atingir os níveis registados em meados dos anos 60. A emigração já tinha sofrido uma queda significativa de 2014 (12,9 emigrantes por mil habitantes) para 2015 (9,7) — mas, durante a liderança de AC, essa queda foi bem mais expressiva, baixando para 6 emigrantes em cada mil residentes em 2021. Enquanto a emigração estancava, a imigração mais do que duplicava: o número de imigrantes por mil habitantes aumentou de 3,7 para 7,5 entre 2015 e 2022, não se encontrando valor superior pelo menos desde 1980.
São factos, não narrativas!!


Factos e narrativas.
Quer do lado do PS, dos seus eleitores e militantes e simpatizantes, quer do lado dos eleitores, simpatizantes e militantes de todos os outros partidos e agremiações em bicos de pé, sempre me incomodou a ausência de rigor e não se dizer tudo sobre seja que tema for.

Pela minha parte procuro sempre isso fazer, procuro olhar a todas as vertentes de um dado tema, ou pelo menos o mais possível, apontando o que é de louvar mas, também o que me pareça estar mal, por fazer, ou esquecido.

Quando erro e nisso reparo ou, quando não reparo e outrem têm a gentileza e dignidade de educadamente me chamar à atenção, corrijo, reconheço erros. 
E respeito sempre a opinião de outrem, podendo dela discordar ou concordar.

Isto dito: 
1. Crescimento económico - se me parece ser de realçar positivamente o crescimento referido, talvez não ficasse mal explicitar que nos tais 10 anos anteriores, Sócrates e PS começaram em 2005 e já decorria muito 2011 quando o governo PAF começou, fazendo o que tinha sido negociado pelo PS no memorando, e fazendo também, infelizmente, uma série de coisas estúpidas e inconcebíveis.

2. Emprego e desemprego - Creio que, infelizmente o desemprego se ficará em 2023 nos 6,3% e não 6,1%. Mas o mais importante para mim e isso há décadas que não é explicitado, é a enumeração dos empregos  sazonais e de baixa formação.

3. Aumento de rendimentos - verdade, creio, mas talvez fosse importante salientar que se os preços aumentam mais que a percentagem da subida de rendimentos, na prática fica-se como? 
Pois. . . . .

4. Carga fiscal - creio que os números apresentados estão corretos. Mas isso é pouco para mim. 
O importante para mim, verdadeiramente importante, é verificar como é que as verbas conseguidas com os impostos são aplicadas. 
Como pr esta via se combatem as desigualdades. 
E olhemos a exemplos práticos, como nos países Nórdicos, que têm cargas fiscais muito elevadas, mas as infra-estruturas e o bem estar das populações é efectivamente assegurado. 
E, por exemplo, buraco que apareça na estrada e não seja rapidamente tapado e rebente com um carro, o cidadão é tratado adequadamente e ressarcido dos prejuízos. E cá? 

5. Finanças públicas - Sim, superavit. 
Mas, estou a ver mal ou foi o próprio Pedro Nuno Santos que não há muito tempo fez uma referência a esta questão, salientando que há muito por onde aplicar o dinheiro?
As cativações iniciadas e concretizadas por Mário Centeno e inicialmente continuadas pelo sucessor, que estragos conseguiram nos serviços públicos? Creio que por decência se deve referir e olhar a isto.

6. Dívida pública - Esforço de redução da dívida em função da percentagem do PIB é de aplaudir. 
É o meu entendimento.
Mas, desgraçadamente, não se explica aos portugueses que, apesar deste progresso, o total bruto do que devemos não parou de aumentar, e portanto, a sociedade devia estar bem consciente deste machado sobre as nossas cabeças, pelo que havia que ter juízo, trabalhar mais, e aumentar a riqueza para a poder distribuir com a indispensável equidade. Ou estou enganado?

7. Rating - Sim, ainda bem que estamos a ser menos mal considerados. Mas convinha ao mesmo tempo lembrar que a desgraça começou com o . . . . . PS.

8. Exportações - É muito bom que as exportações aumentem. 
Mas creio que era igualmente ou mais importante que, paralelamente, as empresas nacionais tivessem cada vez mais voz lá fora.

9. Educação - Estatíisticamente a taxa de abandono escolar desceu. Bom, mas se não há exames e etc., muita maltosa não deixa de pacientemente ir às aulas. 
E que ensino se vem ministrando? 
Esqueceu o PISA e outras avaliações? 
Esqueceu os longos intervalos nas escolas, porque forçados, pois não há muitas aulas?
Que formação global está a ser dada às novas gerações?

10. Pobreza - Sobre este complexo problema, interrogo-me sempre: se não existissem os vários subsídios criados ao longo dos anos, que classe média teríamos, que classe baixa teríamos? 
Que pobreza real existiria? O que está mascarado?
Os sem abrigo não vão aumentando?
E os bairros degradados?

11. Emigração - engraçado reconhecer que a emigração estava a começar a diminuir em 2014.

12. Imigração - Está ou não descontrolada? 
As centenas ou milhares dos que andam a ser explorados pelo Alentejo, ou em outras regiões do país, por estufas, por diversas actividades agrícolas, ou as centenas nas amêijoas do Tejo etc., chegaram todos de avião a Lisboa Porto e Faro?

Há quem fale em invasão silenciosa numa referência à imigração. Fenómeno que não é português, está um pouco por toda a Europa.
Depois há uma coisa que sempre considerei interessante, os que defendem a imigração particularmente porque temos o problema da natalidade e o problema da falta de mão de obra.

Eu respeito sempre a opinião de outrem, podendo discordar de umas e concordar com outras.
Não sou nem nunca fui de nacionalismos patéticos mas não gosto de assistir a uma certa destruição de modo de vida e de valores.
Na pastelaria onde habitualmente vou de manhã, em Alcochete, um dos excelentes pasteleiros é Ucraniano, tem o filho a combater na Ucrânia. Ao balcão há três raparigas, uma filha da dona, branca, uma outra branca muito delicada e atenciosa, e uma negra que é fantástica de boa disposição e educação e de um profissionalismo difícil de bater.
Felizmente muito bem de saúde depois de uma recente intervenção cirúrgica.

Mas confesso que lastimo imenso o gradual desaparecimento de electricistas portugueses, canalizadores, pedreiros, etc.
Há quem aprecie ser atendido por chinês, como num café que abriu aqui há dias e não consegue explicar o que tem á venda.

Para mim é lamentável que as políticas dos últimos anos tenham levado á situação actual. 
É lamentável que os salários continuem tão baixos mas são bem recebidos pelos explorados africanos, asiáticos, brasileiros, etc.
Essa exploração não incomoda? 
A mim incomoda-me. O incómodo não é esbatido porque há uma boa componente para a segurança social. Mas há também muitos que estão à margem da legalidade, e são imensos.
António Cabral

sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

O Portugal feliz por ser remediado
Este é o título de um texto do jornalista Manuel Carvalho, no Público, 4 de Janeiro. Texto que não me apeteceu ler todo.
Sublinhados são da minha responsabilidade.

Fico-me pelo início.
Manuel Carvalho refere uma coisa, que creio é uma triste realidade: a de que o PS tem muito eleitorado junto do funcionalismo público e dos pensionistas e reformados.
Acrescenta Manuel Carvalho que Luís Montenegro irá nisso apostar.
Salienta que para Montenegro, mais do que a política, o move a contabilidade.

Concordo com esta asserção relativamente a Montenegro.
Não me parece que Montenegro tenha capacidades para agregar muita gente.

Com a reserva de que, logo depois das primeiras frases não me apeteceu ler o artigo, será que este ex-director deste jornal Sonae não podia escrever, bem clarinho, que o partido socialista faz exactamente isso, há anos? 
Que o PS trata a sociedade portuguesa de modo a persuadir/ enganar  funcionalismo público e reformados e pensionistas?

Será que quando é o PS a assim proceder, isso é política? 
Enquanto para os partidos à sua esquerda e à sua direita é contabilidade vergonhosa?

Depois admiram-se de quase não terem tiragens.
António Cabral (AC)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

MAIS  UM 

MAIS UM TRISTE EXEMPLO DOS NOSSOS OCS

Refiro-me concretamente ao jornal Público que, em grandes parangonas anunciou hoje no ONLINE um número de abusados relativamente ao qual, uma senhora da comissão independente para averiguar a questão dos abusos sexuais no seio da igreja católica portuguesa, começou a explicação do assunto com um rotundo e sonoro NÃO,  detalhando depois o caso.  

Mais um exemplo do habitual rigor deste jornal que a SONAE persiste em manter apesar dos prejuízos financeiros.

AC 

terça-feira, 11 de janeiro de 2022

O  31,  perdão,  o  30  de  JANEIRO  de  2022

Vai-se aproximando a data do 31, perdão, lá estou outra vez, vai-se aproximando a data de 30 de Janeiro, data marcada para as eleições legislativas antecipadas, que decorrem do processo subsequente ao chumbo na Assembleia da República da proposta para OE 2022 do não formal geringôncico governo de António Costa .

Já fiz algumas alusões a este evento, a esta data, que muito provavelmente marcará o início de um período ainda mais difícil da nossa vida colectiva.

Mas de momento não me debruço sobre as coisas importantes, sobre o fundamental.

Agora vou olhar apenas a uma coisa, a lei eleitoral.

Vem isto a propósito do regresso à residência fiscal depois de larga temporada na aldeia. Deixei para trás o sossego, a excelente qualidade de vida, e no primeiro dia de frenesim/ rebuliço/ insuportável ambiente (10 JAN) encontro várias coisas na caixa de correio (papéis do bloco de esquerda (BE) e de António Costa (a dobrar, safa!). E muito correio, mas tratarei disso em separado.

Voltando ao tema inicial, lei eleitoral, verifico que a lei eleitoral, no seu artigo 53º estabelece claramente - O período da campanha eleitoral inicia-se no 14º dia anterior e finda às 24 horas da antevéspera do dia designado para as eleições.

A lei eleitoral define o que é propaganda eleitoral, e também nesta matéria é exaustiva e minuciosa - Entende-se por propaganda eleitoral toda a actividade que vise directa ou indirectamente promover candidaturas, seja dos candidatos, dos partidos políticos, dos titulares dos seus órgãos ou seus agentes ou de quaisquer outras pessoas, nomeadamente a publicação de textos ou imagens que exprimam ou reproduzam o conteúdo dessa actividade.

Vai ao ponto de detalhar, direitos de antena nas rádios e nas TV, detalha períodos de emissão, detalha a distribuição dos tempos reservados, aborda as publicações de carácter jornalístico, salas de espectáculos, propaganda gráfica a sonora, aborda espaços para a propaganda, etc.

Tenho de admitir que possa ter lido a maçuda lei eleitoral com pouco cuidado. Isto dito:

> presente eventual lapso da minha parte, não encontrei artigo que definisse período para pré pré pré campanha eleitoral, ou apenas pré campanha eleitoral. Vi sim o artigo 53º!

> presente eventual lapso da minha parte, não encontrei normas responsabilizando os partidos políticos e obrigando-os à retirada de toda a propaganda eleitoral após as eleições realizadas. Nem responsabilização, nem período para tal limpeza, nem inerente norma coerciva em caso de não cumprimento. E, por isso, ainda encontro por aí "lixo" das últimas eleições autárquicas.

Poderão argumentar, eh pá, você é um chato, o importante é elucidar as pessoas, convencer os concidadãos. Ok, serei eu o chato, o resultado está à vista. A habitual mansidão tuga, ausência de rigor, poluição visual, etc.

Semanas e semanas antes das eleições, e contrariamente ao que vejo na lei eleitoral, bombardeado com demagogia e mentiras de todos os lados. Não há democracia sem partidos. Mas cumpram a lei ou alterem-na para acomodar esta mixórdia habitual a que, estou convencido, a maioria começa a não ligar. 

Mas, como sempre, admito estar equivocado.

AC

quarta-feira, 2 de setembro de 2020

PCP, Saúde Pública, DGS, PR, PM, Min Saúde
festa Avante, pouca vergonha, ausência de rigor
Não haverá coisa mais prioritária, coisa mais premente, problema mais agudo, em Portugal, que a festa do Avante? 
As últimas semanas têm sido delirantes nesta matéria.
E creio que, tirando talvez o PR, talvez....., ninguém ficou/ fica bem na fotografia. A começar pelo grosseiro PM, desabrido e vulgar como sempre, ao comentar em Coimbra a (nessa altura ainda) não divulgação das normas da DGS para a festa do Avante.
Digam o que quiserem, da parte dos PCP e dos que estão contra ele, a festa do Avante tem vários objectivos, confraternização (costuma lá ir muita gente que nada tem a ver com o PCP, nunca lá fui nem tenciono algum dia ir, mas respeito a festa), angariação de militantes, mais uma oportunidade para trabalho político, direi mesmo é normalmente um ponto alto da afirmação do PCP e este ano é capaz até de abordar as eleições presidenciais de 2021 e, obviamente, a anual obtenção de uma grande fonte de financiamento para o partido. 

Questionar-se a realização da festa nos moldes anteriores, apenas para as pessoas decentes que me prezo de ser não tem nada de política e ataque ao PCP, trata-se tão só de assunto de saúde pública. SAÚDE PÚBLICA.
Naturalmente, para mim, tal como muita gentalha ficou contente por não se realizar o 13 de Maio em Fátima, há por aí muita gentalha que se julga democrática e que quer acabar com a festa do Avante, por razões políticas. No mínimo, uns cretinos. 
Para mim, não se devia realizar pura e simplesmente por razões de saúde pública, tal como e penso que bem, impediram festivais de música, assistência a jogos de futebol etc. etc.
Mas coerência nos altos dignitários do regime e nos funcionários do ministério da saúde é coisa que tenho procurado e não encontro.
E lá fizeram um favor ao tio Jerónimo.

Naturalmente, para mim, que o PCP aproveitou, e fez bem o seu papel de vitimização embora seja disparatada, a existência de uma verdadeira barata tonta à espera que outra barata tonta dissesse alguma coisa, barata tonta que terá esperado pelo grande líder, para finalmente vomitarem qualquer coisa sobre a festa, quase em cima do seu início. Lamentável.
E o grande líder vomitou em Coimbra, e deu ordem de soltura ao documento da DGS. Tudo sem graça, apesar da simpática Graça.
Tudo tão triste.

Evidentemente, ainda para mim, desde Julho até agora a situação de convivência social em todo o país é diferente dos tempos imediatamente anteriores.
33000, ou 16500, serão causadores de grandes desgraças no plano da pandemia? Talvez sim, talvez não, não creio seguro afirmar peremptoriamente uma coisa ou a outra. 
Mas à cautela,..........
E, claro, coerência em relação a outros espectáculos não houve. 


Andou mal o PCP, mas tem alguma razão, penso eu, quanto a  demoras e indecisões. Incoerência absoluta ou perto disso por parte da DGS. Mas não tem razão, não é um ataque político a não ser por parte de certos parvalhões.

Mas, como de costume, Costa não tem nada a ver com isto,....tá claro. E lá vomitou desabridamente em Coimbra.

Também estou farto destes dramas nacionais, vindos de todos os partidos. Vindos de alguns titulares de orgãos de soberania.

Comprem juízo.
Portugal é muito mais que esta patética e péssima telenovela, e está num estado calamitoso. Era bem melhor que tratassem disso.

Conheci décadas atrás alguém que dizia sobre homens da sua profissão e sobre muitos cidadãos - são profundamente ridículos.
Confirma-se que andam muitos por aí, nos mais altos cargos.
Desgraçados de nós.
AC

quinta-feira, 6 de agosto de 2020

CURIOSO  QUE...
Seja cá dentro seja lá fora, quando acontecem certas coisas, o foco das notícias incide num dado detalhe, numa dada faceta, e algo umbilicalmente relacionado e muitas vezes até a razão do que veio a acontecer, fica na penumbra.
Dois exemplos recentes lá de fora: as cenas com Juan Carlos I e a tragédia em Beirute.

Com o rei emérito de Espanha, sabe-se há anos as estroinices da criatura, semelhantes aliás ás de outras realezas por esse mundo fora.
Mulherengo, no mínimo, mas parece que uma faceta mais relevante e que me parece tem sido a pedra de toque do avolumar das últimas notícias é sobre o dinheiro que terá recebido para interceder e garantir que o comboio Meca-Medina ficasse a cargo de Espanha. Penso que é isto.
Não é bonito, obviamente, nem bonito o destino que terá dado aos milhões.
Mas, para mim curioso e que eu tenha visto, é que nada em Espanha se debruça sobre o processo em como Espanha garantiu a construção lá para as Arábias, que empresas, que consórcio, que luvas outras. 
Ou a coisa aconteceu apenas porque o então rei assim o determinou, nada de governo de então, nada de nada?

Sobre a tragédia em Beirute, pouco ou quase nada se debate sobre os produtos perigosos que se passeiam por países como Líbano, Síria, Jordânia, Iraque, Irão, etc., produtos que requerem cuidados extremos de manuseamento e armazenamento.
Produtos que parcialmente têm também fins agrícolas mas são primariamente por aquelas bandas usados para fins terroristas, bombistas.
Aparentemente, estariam armazenadas no porto de Beirute mais de 2700 toneladas de Nitrato de Amónio,.... há mais de ....... 6 anos.
Confiscados, aparentemente, talvez por causa do uso habitual e tradicional, há décadas, pelas Arábias e por todo o mundo.
Além de, imagino, muita outra tralha naquele porto, seria fácil de incendiar, pelos vistos, incêndio que se observa nos vídeos e que ao fim de um bocado veio a originar a brutal explosão. 
Detalhes portanto.
AC

terça-feira, 7 de janeiro de 2020

ESQUECERAM-SE de ESCREVER
Esqueceram-se de escrever que as operações fora do IRÃO eram sempre visitas.
(retirado da TSF online)
...."Soleimani, o principal general iraniano, comandante da Força Quds, encarregada das operações no estrangeiro dos Guardiães da Revolução, morreu no sábado num ataque aéreo norte-americano em Bagdad, no qual também foi morto o 'numero dois' das Forças de Mobilização Popular, Abu Mehdi al-Muhandis"....
AC

sábado, 21 de dezembro de 2019

EM  QUE  PAÍS  VIVEM  ELES ?
Ouço e leio as declarações, as entrevistas, os discursos, as inaugurações, as promessas, as frases patéticas, os artigos nos jornais, os comentários, o voltar atrás com coisas antes anunciadas, o agora cada vez mais quererem o "respeitinho serôdio" que rejeitavam outrora e, interrogo-me cada vez mais, em que País viverão os marmanjos que nos desgovernam, e que estão a fazer o mesmo ou em alguns casos até pior que os marmanjos que nos desgovernaram até aqui? 
Já terão estado em Juncal e arredores, Garvão, Pedras Salgadas, Freixo de Numão, Penedono, Idanha-a-Velha, Amares, S.Vicente da Beira, Louriçal do Campo, Angeja, Escalos de Baixo, Toulões, Terena, Vila Velha de Rodão?

Já terão feito uma caminhada a pé, um pouco antes de jantar no centro de, Portalegre, Alcoutim, Martim Longo, Alcácer do Sal, Setúbal, Monchique, Idanha-a-Nova, Alcafozes, Altura, Castro Verde, para ver quantas pessoas encontram e contar as placas "vende-se" à porta de casas e lojas?
Já terão dado uma volta por exemplo pelas serras de, Caldeirão, S.Mamede, Padrela, Lousã, Açor, e observado o que lá existe e, particularmente, para contarem as placas "vende-se" à porta das casas e quintas de todos os tamanhos ?
Vejo as fantochadas de António Costa vestido de tropa a sair de um helicóptero (como antes outros fantoches das mesmas e de outras cores fizeram também), mas será que ele tem a noção, por exemplo, do atendimento concreto de saúde em, Altura, Castro Marim, Idanha-a-Nova, Monchique, Monforte, Crato, Gavião, Sabugal, Pinhel, Mogadouro, Miranda do Douro, Medelim, Bouro, Moledo, Gondarém?

Em que País vive este aldrabão político chamado António Costa e que ainda ontem mais uma vez ouvi jornalistas que lhe são muito caros/ simpatizantes a dizer que é perito em empurrar tudo com a barriga?
O cimento que liga esta gente e mais os acólitos do tio Jerónimo e os pantomineiros e pantomineiras do PAN ao BE são apenas manter o poder fora do alcance do PSD.
Mas é isto que fará desenvolver Portugal?

Este inchado, já deve ter precisado de medicamentos, mas como não é ele que vai à farmácia, se calhar não se apercebeu da rotineira informação "olhe desculpe, só temos amanhã à tarde".
Conhecerá a entrada do hospital de Cascais/ Alcabideche? E S.José? E visitou um internado em Sta Maria? E o magnífico hospital de Castelo Branco? E a multidão em Vila Franca de Xira, ou não visita porque é PPP?
E a demora em receber em certos centros de saúde por exemplo em áreas da Beira Alta, material simples como luvas de borracha?
Saberá por exemplo a qualidade (???) de certos lares entre Oeiras e Cascais? É que eu conheço alguma coisa.
E agora conheço concretamente um na baixa de Lisboa, e observo o que é o abandono a que alguns idosos são votados (por diferentes razões incluindo porque os descendentes de repente estão na penúria e os ascendentes estão uma lástima de saúde), a velhice, o Alzheimer, a Parkinson, a demência, o preço dos medicamentos, as dores. 

Eu não ando de Falcon, não ando nos beberetes, não apresento cumprimentos de salamaleques patéticos, mas o meu carro tem 3 anos e meio e está a caminhar para os 130 000,00 Km, os sapatos e a Nikon demonstram bem uma enorme parte do que é Portugal, e não é nada do que eles apregoam. 
NADA!
António Cabral (AC)

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

PR, PM, MDN, FA, Tancos
O assunto/ telenovela Tancos é qualquer coisa que se transformou, na minha opinião naturalmente, em questão de regime.

Vou procurando acompanhar o mais possível o que vem à luz do dia.
São os insistentes e sucessivos discursos do Presidente da República que pessoalmente nunca percebo (falha minha certamente) se fala também na condição de Comandante Supremo das Forças Armadas (eu sei o que está na CRP, e não só), são as diatribes para mim inconcebíveis do PM e do MDN, são declarações de certos chefes militares, e são também os diferentes e variados artigos de opinião de civis e militares que consigo encontrar.
Concordo com variadíssimas coisas que chegam a público e discordo de muitas outras. A isso voltarei provavelmente com mais tempo.
Recordo no entanto, que sobre isso já me fui pronunciando em posts diversos ao longo do tempo, sendo os mais recentes o que o recente programa Prós e Contras me obrigou a escrever face a tantas ausências de rigor para não dizer barbaridades ouvidas (para mim, naturalmente), e também algumas lembranças quanto a legislação em vigor, e que muitos teimam em esquecer, escamotear.
E antes de ir ao que agora quero, volto a enfatizar o que já escrevi em outras ocasiões: é lamentável, inaceitável, a lama que está a ser atirada para cima da Instituição Militar.
Por agora volto a mais uns detalhes legislativos, pensando que não estou equivocado.

Lei Orgânica do Ministério da Defesa Nacional
Decreto-Lei n.º 183/2014, de 29 de dezembro

Estrutura orgânica

Artigo 3.º
Estrutura geral
O MDN prossegue as suas atribuições através das Forças Armadas e dos serviços integrados na administração direta do Estado, de organismos integrados na administração indireta do Estado, de órgãos consultivos, de outras estruturas e de entidades integradas no setor empresarial do Estado.

Artigo 4.º
Administração direta do Estado

1 - As Forças Armadas integram-se na administração direta do Estado, através do MDN, com a organização que consta na LOBOFA, e compreendem:
a) O Estado-Maior-General das Forças Armadas;
b) Os ramos das Forças Armadas - Marinha, Exército e Força Aérea.

2 - Integram ainda a administração direta do Estado, no âmbito do MDN, os seguintes serviços centrais:
a) A Secretaria-Geral;
b) A Inspeção-Geral da Defesa Nacional;
c) A Direção-Geral de Política de Defesa Nacional;
d) A Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional;
e) O Instituto da Defesa Nacional;
f) A Polícia Judiciária Militar.
3 - As Forças Armadas e os serviços centrais, no desenvolvimento das respetivas competências nas áreas complementares devem assegurar, de forma recíproca e permanente, a devida articulação entre os diversos níveis de atuação.


Diário da República, 1.a série—N.o 167-1 de setembro de 2014 a páginas 4605, republicando a Lei Orgânica n.o 1-A/2009, de 7 de julho,  referendada em 22 de Agosto de 2014, e que entrou em vigor pouco depois.

CAPÍTULO II
Organização das Forças Armadas

SECÇÃO I
Estado-Maior-General das Forças Armadas

Artigo 8.o
Estado-Maior-General das Forças Armadas

1 - O Estado-Maior-General das Forças Armadas, abreviadamente designado por EMGFA, tem por missão geral planear, dirigir e controlar o emprego das Forças Armadas no cumprimento das missões e tarefas operacionais que a estas incumbem.
2 - O EMGFA tem ainda como missão garantir as condições para o funcionamento do ensino superior militar e da saúde militar, nos termos da lei.
3 - O EMGFA constitui-se como o quartel-general das Forças Armadas, compreendendo o conjunto das estruturas e capacidades adequadas para apoiar o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas no exercício das suas competências.

Artigo 9.o
Organização do Estado-Maior-General das Forças Armadas

1 - O EMGFA é chefiado pelo Chefe do Estado-Maior- -General das Forças Armadas e compreende:
a) O comando conjunto para as operações militares; b) Os comandos dos Açores e da Madeira;
c) Os órgãos de direção e de estado-maior;
d) O órgão de informações e de segurança militares; e) A Direção de Saúde Militar;
f) Os órgãos de apoio geral. 


******************************************
Não é preciso ser jurista para ver que a Polícia Judiciária Militar, CLARAMENTE, NÃO É um órgão das Forças Armadas, repito, NÃO É.

Algumas pessoas, incluindo militares, e infelizmente alguns que muito respeito e conheci quando dei com os costados na Guiné (29OUT1971 - 28JUL1973), escrevem o que não está na lei.
A PJM é um serviço central que integra a administração directa do estado, no âmbito do MDN, e onde trabalham muitos militares, creio que a maioria do Exército.
É só isto que desejo recordar.
Quanto à podridão, ás pouca vergonhas, e ao apoucar das FA, voltarei mais tarde.
António Cabral

terça-feira, 24 de abril de 2018

A PROPÓSITO DE RIGOR
Num conhecido jornal satélite de um ainda mais conhecido partido lê-se a propósito da Mota-Engil que estão lá pessoas ligadas ao PSD e CDS, coisa que se sabe há muito. 
Lembram por exemplo e bem, o feirante Paulo Portas, Valente de Oliveira, Lobo Xavier, e lembram ainda que lá esteve também o trauliteiro do PS, Jorge Coelho, que terá terminado a sua comissão de serviço algures em 2013. 
Esqueceram-se no entanto de dizer agora que já para lá voltou. 
É o que consta, irá assim juntar apenas uns patacos em forma de chorudas senhas de presença. 
Como diz Vital Moreira, um pouco mais de rigor sff.
AC

domingo, 17 de abril de 2016

O MINISTRO PLENIPOTENCIÁRIO, O EMBAIXADOR, O CULTO, O POETA, O AMIGALHAÇO, O COSTUME.
Inúmeras vezes tenho dito e escrito que não haverá sociedade equilibrada e saudável sem comunicação social assertiva, investigadora, livre.
Também amiúde procuro mostrar que a sociedade Portuguesa está doente. Todos os dias saltam exemplos que o confirmam, infelizmente.
E a vertente - órgãos de comunicação social e jornalistas - são tema e exemplo, fazem parte das doenças do nosso País.
Numa comunicação social doente e infantil como é a generalidade da nossa, entre as várias parvoíces de que se lembraram de atirar cá para fora foi a questão administrativo-profissional e de carreira do novo ministro da Cultura. Que não é embaixador e etc.
O mais engraçado para mim é isto ter surgido sobretudo no Jornal de Notícias que, como toda a gente sabe, tem um director que tudo indica foi recomendado por Sócrates. O JN é mesmo mais um meio de comunicação social ao serviço dos direitolas!!
Pelo que se sabe, a promoção à categoria de embaixador foi decidida algures em 2009.
Aparentemente, o processo administrativo da altura pode ter sido elaborado com alguma eventual falha no que se refere a requisitos administrativos. Mas, digo eu, talvez não fosse asneira terem aprofundado o assunto e não virem cá para fora dizer que o "homem" não é embaixador.
Adiante.
Outra coisa, creio que mais importante, é o que vai acontecer no departamento que passou a administrar.
Para o meu gosto pessoal não começou com grandes frases, que eu sei agradam muito aos do costume. Devolver a cultura aos cidadãos!!!!!!
Que significa? Provavelmente nada.
Quando aparecerá um ministro que venha publicamente dar a conhecer, por exemplo:
> a lista de todos os museus existentes no País, indicando para todos eles a frequência de visitantes nos últimos 10 anos? E quais requerem intervenções urgentes de manutenção? Que problema isso coloca?
> a lista de todos os conventos, indicando para cada um o estado de conservação, as obras de recuperação urgentes, o pessoal agregado a cada um? Que problema isso coloca?
> Idem para castelos.
> o quadro de pessoal atribuído de todos os organismos dependentes do MCultura e orçamentos respectivos (AIC, ANBA, APH, BNP, CNB, CPMC, ICA, teatros nacionais, as várias fundações). Que problemas se colocam?

Fico por aqui. Mas aposto que na devolução da cultura aos cidadãos vai haver muito amigalhaço, muita "vernissage", alguns subsídios para manter vivo várias coisas que por aí se arrastam, enquanto o "telhado" do edifício cultura está a deixar "entrar a chuva". Mas não se esqueça de dar dinheiro a Berardo e comprar um Miró!!
Aguardemos, como dizem os amigos do novo ministro.
AC

PS:  eu sei que sou mauzinho, mas vou dizer na mesma.
Vamos ver o que o novo tempo/ tempo novo nos trás.
Conhecendo alguma coisa duas pessoas que creio lhe estão próximas, essas criaturas ainda mais se porão em bicos de pés. Aguardarei para ver se acerto ou erro.
Ah, e conheci anos atrás uma outra criatura que agora, mais uma vez, deve ir tentar sair do limbo onde tem vivido. Será que o cartão pessoal, escrito na frente e verso com as suas qualificações, vai ajudar?