Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
segunda-feira, 23 de setembro de 2024
segunda-feira, 4 de março de 2024
«Se formos ao tema central [economia], o PS ganha porque tem melhores resultados e melhor perfomance económica e medidas, apesar de tudo, minimamente razoáveis.» (Pacheco Pereira/ PP)
terça-feira, 9 de janeiro de 2024
(um comentário lido) (sublinhados da minha responsabilidade)
Crescimento económico em convergência com a UE, e sempre acima da média europeia (desde 2015, Portugal cresceu em média 2% o que significa dez vezes mais do que nos 10 anos anteriores em que a taxa média de crescimento foi de 0,2%);
Desemprego: quando o Governo de AC tomou posse, em Novembro de 2015, o desemprego afectava 12,4% da população activa, taxa que se foi reduzindo permanentemente e está, neste momento, nos 6,1%;
Emprego: população empregada em máximo histórico, tendo ultrapassado a barreira dos 5 milhões no 3-º trimestre de 2023, em que havia mais 639 mil pessoas a trabalhar do que em 2015;
Aumento de rendimentos: aumento do salário mínimo de 50,5% entre 2015 e 2023, dos salários (a remuneração bruta aumentou 25% nos últimos 8 anos), das pensões (pela primeira vez em 2 anos consecutivos, 2023 e 2024, foi cumprida a fórmula de actualização das pensões) e das prestações sociais;
Carga fiscal: Portugal registou em 2022 uma carga fiscal de 35,8% do PIB, 4,2 pontos percentuais (p.p.) abaixo da média da União Europeia (UE) e 5,1 pontos inferiores à da zona euro, estimando-se que vá subir para 37,2% do PIB em 2023, ainda assim muito abaixo da média da UE e da ZE;
Finanças públicas equilibradas (“contas certas”) com dois superavits (2023 e 2024) o que acontece pela primeira vez em democracia;
Redução da dívida pública em percentagem do PIB em quase 30 pontos percentuais, de 131,2% em 2015 para os 100% estimados para o final de 2023. Com este resultado, Portugal deverá sair pela primeira vez desde 2010 do pódio dos países da UE com maiores rácios de dívida, passando a ficar abaixo da França, Espanha e Bélgica, para além da Grécia e da Itália;
Ratings dívida: Portugal recupera os “ratings de risco da dívida da República Portuguesa” colocando o país, pela primeira vez, no nível A, desde 2011 (ao fim de 12 anos);
Exportações: em 2022, pela primeira vez as exportações superaram 50% do PIB, uma meta que em 2018 foi apontada para ser atingida em 2025, objectivo que era considerado então demasiado optimista;
Educação: a taxa de abandono escolar diminuiu para menos de metade desde que o primeiro Governo de AC tomou posse. Apesar de entre 2015 e 2016, ter havido uma subida de 13,7% para 14%, a taxa não parou de descer desde então. No ano passado (2022), 7 em cada 100 pessoas entre os 18 e os 24 anos (6,5%) tinham desistido dos estudos antes de terminar o ensino secundário, que é o número mais baixo de que há registo, desde 1992;
Mais portugueses acima do limiar da pobreza: há menos portugueses a viver abaixo do limiar da pobreza agora do que havia em 2015, quando AC tomou as rédeas do poder executivo — e isso verifica-se mesmo quando se olha para os números de pessoas consideradas pobres antes ainda das transferências sociais. Quando o primeiro-ministro AC foi eleito, cerca de 46% da população era considerada pobre se não recebesse apoios sociais — uma percentagem que descia para os 19% após transferências sociais. Ambos os valores diminuíram até 2022, para perto de 42% e 17%, respectivamente. Significa que há agora uma maior parte da população a viver acima do limiar de risco de pobreza — mesmo que o valor de referência para o seu cálculo tenha aumentado ao longo dos anos, dos 5269 euros em 2015 para os 7095 em 2022;
Menos emigrantes, o dobro da imigração: apesar da subida da emigração de 2021 para 2022, com o número de emigrantes a aumentar de 6,3 para 6,9 por mil habitantes, os executivos de AC conseguiram colocar travão a um fenómeno que chegou a atingir os níveis registados em meados dos anos 60. A emigração já tinha sofrido uma queda significativa de 2014 (12,9 emigrantes por mil habitantes) para 2015 (9,7) — mas, durante a liderança de AC, essa queda foi bem mais expressiva, baixando para 6 emigrantes em cada mil residentes em 2021. Enquanto a emigração estancava, a imigração mais do que duplicava: o número de imigrantes por mil habitantes aumentou de 3,7 para 7,5 entre 2015 e 2022, não se encontrando valor superior pelo menos desde 1980.
São factos, não narrativas!!!
Factos e narrativas.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2024
Este é o título de um texto do jornalista Manuel Carvalho, no Público, 4 de Janeiro. Texto que não me apeteceu ler todo.
Fico-me pelo início.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023
MAIS UM
MAIS UM TRISTE EXEMPLO DOS NOSSOS OCS
Refiro-me concretamente ao jornal Público que, em grandes parangonas anunciou hoje no ONLINE um número de abusados relativamente ao qual, uma senhora da comissão independente para averiguar a questão dos abusos sexuais no seio da igreja católica portuguesa, começou a explicação do assunto com um rotundo e sonoro NÃO, detalhando depois o caso.
Mais um exemplo do habitual rigor deste jornal que a SONAE persiste em manter apesar dos prejuízos financeiros.
AC
terça-feira, 11 de janeiro de 2022
O 31, perdão, o 30 de JANEIRO de 2022
Vai-se aproximando a data do 31, perdão, lá estou outra vez, vai-se aproximando a data de 30 de Janeiro, data marcada para as eleições legislativas antecipadas, que decorrem do processo subsequente ao chumbo na Assembleia da República da proposta para OE 2022 do não formal geringôncico governo de António Costa .
Já fiz algumas alusões a este evento, a esta data, que muito provavelmente marcará o início de um período ainda mais difícil da nossa vida colectiva.
Mas de momento não me debruço sobre as coisas importantes, sobre o fundamental.
Agora vou olhar apenas a uma coisa, a lei eleitoral.
Vem isto a propósito do regresso à residência fiscal depois de larga temporada na aldeia. Deixei para trás o sossego, a excelente qualidade de vida, e no primeiro dia de frenesim/ rebuliço/ insuportável ambiente (10 JAN) encontro várias coisas na caixa de correio (papéis do bloco de esquerda (BE) e de António Costa (a dobrar, safa!). E muito correio, mas tratarei disso em separado.
Voltando ao tema inicial, lei eleitoral, verifico que a lei eleitoral, no seu artigo 53º estabelece claramente - O período da campanha eleitoral inicia-se no 14º dia anterior e finda às 24 horas da antevéspera do dia designado para as eleições.
A lei eleitoral define o que é propaganda eleitoral, e também nesta matéria é exaustiva e minuciosa - Entende-se por propaganda eleitoral toda a actividade que vise directa ou indirectamente promover candidaturas, seja dos candidatos, dos partidos políticos, dos titulares dos seus órgãos ou seus agentes ou de quaisquer outras pessoas, nomeadamente a publicação de textos ou imagens que exprimam ou reproduzam o conteúdo dessa actividade.
Vai ao ponto de detalhar, direitos de antena nas rádios e nas TV, detalha períodos de emissão, detalha a distribuição dos tempos reservados, aborda as publicações de carácter jornalístico, salas de espectáculos, propaganda gráfica a sonora, aborda espaços para a propaganda, etc.
Tenho de admitir que possa ter lido a maçuda lei eleitoral com pouco cuidado. Isto dito:
> presente eventual lapso da minha parte, não encontrei artigo que definisse período para pré pré pré campanha eleitoral, ou apenas pré campanha eleitoral. Vi sim o artigo 53º!
> presente eventual lapso da minha parte, não encontrei normas responsabilizando os partidos políticos e obrigando-os à retirada de toda a propaganda eleitoral após as eleições realizadas. Nem responsabilização, nem período para tal limpeza, nem inerente norma coerciva em caso de não cumprimento. E, por isso, ainda encontro por aí "lixo" das últimas eleições autárquicas.
Poderão argumentar, eh pá, você é um chato, o importante é elucidar as pessoas, convencer os concidadãos. Ok, serei eu o chato, o resultado está à vista. A habitual mansidão tuga, ausência de rigor, poluição visual, etc.
Semanas e semanas antes das eleições, e contrariamente ao que vejo na lei eleitoral, bombardeado com demagogia e mentiras de todos os lados. Não há democracia sem partidos. Mas cumpram a lei ou alterem-na para acomodar esta mixórdia habitual a que, estou convencido, a maioria começa a não ligar.
Mas, como sempre, admito estar equivocado.
AC
quarta-feira, 2 de setembro de 2020
As últimas semanas têm sido delirantes nesta matéria.
Para mim, não se devia realizar pura e simplesmente por razões de saúde pública, tal como e penso que bem, impediram festivais de música, assistência a jogos de futebol etc. etc.
Mas coerência nos altos dignitários do regime e nos funcionários do ministério da saúde é coisa que tenho procurado e não encontro.
E lá fizeram um favor ao tio Jerónimo.
E o grande líder vomitou em Coimbra, e deu ordem de soltura ao documento da DGS. Tudo sem graça, apesar da simpática Graça.
Mas à cautela,..........
E, claro, coerência em relação a outros espectáculos não houve.
Conheci décadas atrás alguém que dizia sobre homens da sua profissão e sobre muitos cidadãos - são profundamente ridículos.
Desgraçados de nós.
quinta-feira, 6 de agosto de 2020
Seja cá dentro seja lá fora, quando acontecem certas coisas, o foco das notícias incide num dado detalhe, numa dada faceta, e algo umbilicalmente relacionado e muitas vezes até a razão do que veio a acontecer, fica na penumbra.
Dois exemplos recentes lá de fora: as cenas com Juan Carlos I e a tragédia em Beirute.
Com o rei emérito de Espanha, sabe-se há anos as estroinices da criatura, semelhantes aliás ás de outras realezas por esse mundo fora.
Mulherengo, no mínimo, mas parece que uma faceta mais relevante e que me parece tem sido a pedra de toque do avolumar das últimas notícias é sobre o dinheiro que terá recebido para interceder e garantir que o comboio Meca-Medina ficasse a cargo de Espanha. Penso que é isto.
Não é bonito, obviamente, nem bonito o destino que terá dado aos milhões.
Mas, para mim curioso e que eu tenha visto, é que nada em Espanha se debruça sobre o processo em como Espanha garantiu a construção lá para as Arábias, que empresas, que consórcio, que luvas outras.
Ou a coisa aconteceu apenas porque o então rei assim o determinou, nada de governo de então, nada de nada?
Sobre a tragédia em Beirute, pouco ou quase nada se debate sobre os produtos perigosos que se passeiam por países como Líbano, Síria, Jordânia, Iraque, Irão, etc., produtos que requerem cuidados extremos de manuseamento e armazenamento.
Produtos que parcialmente têm também fins agrícolas mas são primariamente por aquelas bandas usados para fins terroristas, bombistas.
Aparentemente, estariam armazenadas no porto de Beirute mais de 2700 toneladas de Nitrato de Amónio,.... há mais de ....... 6 anos.
Confiscados, aparentemente, talvez por causa do uso habitual e tradicional, há décadas, pelas Arábias e por todo o mundo.
Além de, imagino, muita outra tralha naquele porto, seria fácil de incendiar, pelos vistos, incêndio que se observa nos vídeos e que ao fim de um bocado veio a originar a brutal explosão.
Detalhes portanto.
AC
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
sábado, 21 de dezembro de 2019
Ouço e leio as declarações, as entrevistas, os discursos, as inaugurações, as promessas, as frases patéticas, os artigos nos jornais, os comentários, o voltar atrás com coisas antes anunciadas, o agora cada vez mais quererem o "respeitinho serôdio" que rejeitavam outrora e, interrogo-me cada vez mais, em que País viverão os marmanjos que nos desgovernam, e que estão a fazer o mesmo ou em alguns casos até pior que os marmanjos que nos desgovernaram até aqui?
Já terão estado em Juncal e arredores, Garvão, Pedras Salgadas, Freixo de Numão, Penedono, Idanha-a-Velha, Amares, S.Vicente da Beira, Louriçal do Campo, Angeja, Escalos de Baixo, Toulões, Terena, Vila Velha de Rodão?
Já terão feito uma caminhada a pé, um pouco antes de jantar no centro de, Portalegre, Alcoutim, Martim Longo, Alcácer do Sal, Setúbal, Monchique, Idanha-a-Nova, Alcafozes, Altura, Castro Verde, para ver quantas pessoas encontram e contar as placas "vende-se" à porta de casas e lojas?
Já terão dado uma volta por exemplo pelas serras de, Caldeirão, S.Mamede, Padrela, Lousã, Açor, e observado o que lá existe e, particularmente, para contarem as placas "vende-se" à porta das casas e quintas de todos os tamanhos ?
Vejo as fantochadas de António Costa vestido de tropa a sair de um helicóptero (como antes outros fantoches das mesmas e de outras cores fizeram também), mas será que ele tem a noção, por exemplo, do atendimento concreto de saúde em, Altura, Castro Marim, Idanha-a-Nova, Monchique, Monforte, Crato, Gavião, Sabugal, Pinhel, Mogadouro, Miranda do Douro, Medelim, Bouro, Moledo, Gondarém?
Em que País vive este aldrabão político chamado António Costa e que ainda ontem mais uma vez ouvi jornalistas que lhe são muito caros/ simpatizantes a dizer que é perito em empurrar tudo com a barriga?
O cimento que liga esta gente e mais os acólitos do tio Jerónimo e os pantomineiros e pantomineiras do PAN ao BE são apenas manter o poder fora do alcance do PSD.
Mas é isto que fará desenvolver Portugal?
Este inchado, já deve ter precisado de medicamentos, mas como não é ele que vai à farmácia, se calhar não se apercebeu da rotineira informação "olhe desculpe, só temos amanhã à tarde".
Conhecerá a entrada do hospital de Cascais/ Alcabideche? E S.José? E visitou um internado em Sta Maria? E o magnífico hospital de Castelo Branco? E a multidão em Vila Franca de Xira, ou não visita porque é PPP?
E a demora em receber em certos centros de saúde por exemplo em áreas da Beira Alta, material simples como luvas de borracha?
Saberá por exemplo a qualidade (???) de certos lares entre Oeiras e Cascais? É que eu conheço alguma coisa.
E agora conheço concretamente um na baixa de Lisboa, e observo o que é o abandono a que alguns idosos são votados (por diferentes razões incluindo porque os descendentes de repente estão na penúria e os ascendentes estão uma lástima de saúde), a velhice, o Alzheimer, a Parkinson, a demência, o preço dos medicamentos, as dores.
Eu não ando de Falcon, não ando nos beberetes, não apresento cumprimentos de salamaleques patéticos, mas o meu carro tem 3 anos e meio e está a caminhar para os 130 000,00 Km, os sapatos e a Nikon demonstram bem uma enorme parte do que é Portugal, e não é nada do que eles apregoam.
NADA!
António Cabral (AC)
quarta-feira, 10 de outubro de 2018
O assunto/ telenovela Tancos é qualquer coisa que se transformou, na minha opinião naturalmente, em questão de regime.
Vou procurando acompanhar o mais possível o que vem à luz do dia.
São os insistentes e sucessivos discursos do Presidente da República que pessoalmente nunca percebo (falha minha certamente) se fala também na condição de Comandante Supremo das Forças Armadas (eu sei o que está na CRP, e não só), são as diatribes para mim inconcebíveis do PM e do MDN, são declarações de certos chefes militares, e são também os diferentes e variados artigos de opinião de civis e militares que consigo encontrar.
Concordo com variadíssimas coisas que chegam a público e discordo de muitas outras. A isso voltarei provavelmente com mais tempo.
Recordo no entanto, que sobre isso já me fui pronunciando em posts diversos ao longo do tempo, sendo os mais recentes o que o recente programa Prós e Contras me obrigou a escrever face a tantas ausências de rigor para não dizer barbaridades ouvidas (para mim, naturalmente), e também algumas lembranças quanto a legislação em vigor, e que muitos teimam em esquecer, escamotear.
E antes de ir ao que agora quero, volto a enfatizar o que já escrevi em outras ocasiões: é lamentável, inaceitável, a lama que está a ser atirada para cima da Instituição Militar.
Por agora volto a mais uns detalhes legislativos, pensando que não estou equivocado.
Lei Orgânica do Ministério da Defesa Nacional
Decreto-Lei n.º 183/2014, de 29 de dezembro
Estrutura orgânica
Artigo 3.º
Estrutura geral
O MDN prossegue as suas atribuições através das Forças Armadas e dos serviços integrados na administração direta do Estado, de organismos integrados na administração indireta do Estado, de órgãos consultivos, de outras estruturas e de entidades integradas no setor empresarial do Estado.
Artigo 4.º
Administração direta do Estado
1 - As Forças Armadas integram-se na administração direta do Estado, através do MDN, com a organização que consta na LOBOFA, e compreendem:
a) O Estado-Maior-General das Forças Armadas;
b) Os ramos das Forças Armadas - Marinha, Exército e Força Aérea.
2 - Integram ainda a administração direta do Estado, no âmbito do MDN, os seguintes serviços centrais:
a) A Secretaria-Geral;
b) A Inspeção-Geral da Defesa Nacional;
c) A Direção-Geral de Política de Defesa Nacional;
d) A Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional;
e) O Instituto da Defesa Nacional;
f) A Polícia Judiciária Militar.
3 - As Forças Armadas e os serviços centrais, no desenvolvimento das respetivas competências nas áreas complementares devem assegurar, de forma recíproca e permanente, a devida articulação entre os diversos níveis de atuação.
Diário da República, 1.a série—N.o 167-1 de setembro de 2014 a páginas 4605, republicando a Lei Orgânica n.o 1-A/2009, de 7 de julho, referendada em 22 de Agosto de 2014, e que entrou em vigor pouco depois.
CAPÍTULO II
Organização das Forças Armadas
SECÇÃO I
Estado-Maior-General das Forças Armadas
Artigo 8.o
Estado-Maior-General das Forças Armadas
1 - O Estado-Maior-General das Forças Armadas, abreviadamente designado por EMGFA, tem por missão geral planear, dirigir e controlar o emprego das Forças Armadas no cumprimento das missões e tarefas operacionais que a estas incumbem.
2 - O EMGFA tem ainda como missão garantir as condições para o funcionamento do ensino superior militar e da saúde militar, nos termos da lei.
3 - O EMGFA constitui-se como o quartel-general das Forças Armadas, compreendendo o conjunto das estruturas e capacidades adequadas para apoiar o Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas no exercício das suas competências.
Artigo 9.o
Organização do Estado-Maior-General das Forças Armadas
1 - O EMGFA é chefiado pelo Chefe do Estado-Maior- -General das Forças Armadas e compreende:
a) O comando conjunto para as operações militares; b) Os comandos dos Açores e da Madeira;
c) Os órgãos de direção e de estado-maior;
d) O órgão de informações e de segurança militares; e) A Direção de Saúde Militar;
f) Os órgãos de apoio geral.
******************************************
Não é preciso ser jurista para ver que a Polícia Judiciária Militar, CLARAMENTE, NÃO É um órgão das Forças Armadas, repito, NÃO É.
Algumas pessoas, incluindo militares, e infelizmente alguns que muito respeito e conheci quando dei com os costados na Guiné (29OUT1971 - 28JUL1973), escrevem o que não está na lei.
A PJM é um serviço central que integra a administração directa do estado, no âmbito do MDN, e onde trabalham muitos militares, creio que a maioria do Exército.
É só isto que desejo recordar.
Quanto à podridão, ás pouca vergonhas, e ao apoucar das FA, voltarei mais tarde.
António Cabral
terça-feira, 24 de abril de 2018
Num conhecido jornal satélite de um ainda mais conhecido partido lê-se a propósito da Mota-Engil que estão lá pessoas ligadas ao PSD e CDS, coisa que se sabe há muito.
Lembram por exemplo e bem, o feirante Paulo Portas, Valente de Oliveira, Lobo Xavier, e lembram ainda que lá esteve também o trauliteiro do PS, Jorge Coelho, que terá terminado a sua comissão de serviço algures em 2013.
Esqueceram-se no entanto de dizer agora que já para lá voltou.
É o que consta, irá assim juntar apenas uns patacos em forma de chorudas senhas de presença.
Como diz Vital Moreira, um pouco mais de rigor sff.
domingo, 17 de abril de 2016
Inúmeras vezes tenho dito e escrito que não haverá sociedade equilibrada e saudável sem comunicação social assertiva, investigadora, livre.
Também amiúde procuro mostrar que a sociedade Portuguesa está doente. Todos os dias saltam exemplos que o confirmam, infelizmente.
E a vertente - órgãos de comunicação social e jornalistas - são tema e exemplo, fazem parte das doenças do nosso País.
Numa comunicação social doente e infantil como é a generalidade da nossa, entre as várias parvoíces de que se lembraram de atirar cá para fora foi a questão administrativo-profissional e de carreira do novo ministro da Cultura. Que não é embaixador e etc.
O mais engraçado para mim é isto ter surgido sobretudo no Jornal de Notícias que, como toda a gente sabe, tem um director que tudo indica foi recomendado por Sócrates. O JN é mesmo mais um meio de comunicação social ao serviço dos direitolas!!
Pelo que se sabe, a promoção à categoria de embaixador foi decidida algures em 2009.
Aparentemente, o processo administrativo da altura pode ter sido elaborado com alguma eventual falha no que se refere a requisitos administrativos. Mas, digo eu, talvez não fosse asneira terem aprofundado o assunto e não virem cá para fora dizer que o "homem" não é embaixador.
Adiante.
Outra coisa, creio que mais importante, é o que vai acontecer no departamento que passou a administrar.
Para o meu gosto pessoal não começou com grandes frases, que eu sei agradam muito aos do costume. Devolver a cultura aos cidadãos!!!!!!
Que significa? Provavelmente nada.
Quando aparecerá um ministro que venha publicamente dar a conhecer, por exemplo:
> a lista de todos os museus existentes no País, indicando para todos eles a frequência de visitantes nos últimos 10 anos? E quais requerem intervenções urgentes de manutenção? Que problema isso coloca?
> a lista de todos os conventos, indicando para cada um o estado de conservação, as obras de recuperação urgentes, o pessoal agregado a cada um? Que problema isso coloca?
> Idem para castelos.
> o quadro de pessoal atribuído de todos os organismos dependentes do MCultura e orçamentos respectivos (AIC, ANBA, APH, BNP, CNB, CPMC, ICA, teatros nacionais, as várias fundações). Que problemas se colocam?
Fico por aqui. Mas aposto que na devolução da cultura aos cidadãos vai haver muito amigalhaço, muita "vernissage", alguns subsídios para manter vivo várias coisas que por aí se arrastam, enquanto o "telhado" do edifício cultura está a deixar "entrar a chuva". Mas não se esqueça de dar dinheiro a Berardo e comprar um Miró!!
Aguardemos, como dizem os amigos do novo ministro.
AC
PS: eu sei que sou mauzinho, mas vou dizer na mesma.
Vamos ver o que o novo tempo/ tempo novo nos trás.
Conhecendo alguma coisa duas pessoas que creio lhe estão próximas, essas criaturas ainda mais se porão em bicos de pés. Aguardarei para ver se acerto ou erro.
Ah, e conheci anos atrás uma outra criatura que agora, mais uma vez, deve ir tentar sair do limbo onde tem vivido. Será que o cartão pessoal, escrito na frente e verso com as suas qualificações, vai ajudar?