Noite na aldeia
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
OLHANDO A QUEM DEITA CONTAS À VIDA
Não é de agora; mas agora, com o presente projecto de OE a submeter à AR, muitos se queixam disto e daquilo. Muitos terão razão, outros certamente que não. Não vou olhar aos insolentes, quer o novo messias quer o novo homem dos patacos. Sim, só insolentes podem dizer que um vencimento bruto de 2000, 00 confere a posição de privilégio. E sei bem de muitas dificuldades da vida, a começar pela difícil etapa de vida dos meus pais, e da extraordinária pensão da minha mãe de 362,51 €.
Li um exemplo concreto, tornado público e que aqui repito.
O caso é de uma loja, que vende artigos os mais diversos para crianças e juvenis. Um determinado carrinho de bebé custa ao público 500,00€. As contas mostradas pela dona da loja apontam para, 115€ para o IVA, 20€ para os agora anunciados 4% sobre o cartão, e um lucro de 10% sobre o preço do carrinho, portanto 50€. Diz a dona da loja - eu que tenho de lutar e ter o trabalho, ganho 50,00€ se vender o carrinho, e o estado ganha 115+20=135,00€.
Existe de facto uma grande desproporção, ainda que, creio, os 4% quanto ao cartão serão sobre a comissão do cartão e não sobre o movimento.
Ainda assim, uma enorme diferença. Dá que pensar.
O que será num talho, numa sapataria, numa casa de electrodomésticos, numa drogaria, num café, numa pastelaria, etc?
AC
Não é de agora; mas agora, com o presente projecto de OE a submeter à AR, muitos se queixam disto e daquilo. Muitos terão razão, outros certamente que não. Não vou olhar aos insolentes, quer o novo messias quer o novo homem dos patacos. Sim, só insolentes podem dizer que um vencimento bruto de 2000, 00 confere a posição de privilégio. E sei bem de muitas dificuldades da vida, a começar pela difícil etapa de vida dos meus pais, e da extraordinária pensão da minha mãe de 362,51 €.
Li um exemplo concreto, tornado público e que aqui repito.
O caso é de uma loja, que vende artigos os mais diversos para crianças e juvenis. Um determinado carrinho de bebé custa ao público 500,00€. As contas mostradas pela dona da loja apontam para, 115€ para o IVA, 20€ para os agora anunciados 4% sobre o cartão, e um lucro de 10% sobre o preço do carrinho, portanto 50€. Diz a dona da loja - eu que tenho de lutar e ter o trabalho, ganho 50,00€ se vender o carrinho, e o estado ganha 115+20=135,00€.
Existe de facto uma grande desproporção, ainda que, creio, os 4% quanto ao cartão serão sobre a comissão do cartão e não sobre o movimento.
Ainda assim, uma enorme diferença. Dá que pensar.
O que será num talho, numa sapataria, numa casa de electrodomésticos, numa drogaria, num café, numa pastelaria, etc?
AC
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
PRESIDENTES
Presidentes, na vigência da actual Constituição da República Portuguesa.
A sua acção contribuiu, certamente, cada um a seu modo, para o alicerçar da nossa democracia.
Aprendi desde muito cedo, que os homens se devem avaliar pelas suas acções e pelas suas inações.
A avaliação deve sempre, em primeiro lugar, salientar os aspectos positivos, as qualidades, que em cada ser humano existem.
Mas é também importante reter e realçar as deficiências.
Em Portugal isso não se faz em relação aos chamados importantes, ás chamadas elites.
A contribuição negativa para o regime por parte de cada um dos Presidentes existiu. Em todos eles.
As responsabilidades por isso, dirão alguns, é menos importante comparativamente com o que de positivo fizeram.
Discordo. Discordo que se apliquem bitolas diferentes aos cidadãos portugueses.
Acho aliás curioso o frequente sublinhar de que vivemos numa República quando, afinal, temos tanto tique da monarquia, a começar no famoso séquito. Na Presidência da República a começar em
Soares, nos outros órgãos de soberania, em variadíssimas instituições.
No funcionalismo público, nas forças armadas, porventura em muitas empresas privadas, nunca ninguém no topo da hierarquia vai de repente a algum sítio sem aviso prévio muito antecipado, e com grande séquito.
Claro que assim, está tudo sempre limpo, estão todos no serviço, está tudo florido e a reluzir, e com o vinho do Porto pronto para a saudação.
Não só por isto, mas muito por este tipo de coisas, Portugal continua a ser esta desgraça de País.
Estou até a lembrar-me de, anos atrás, um governante ter aparecido de repente em vários serviços dependentes do seu enorme ministério e, claro, que encontrou a balda que se sussurrava. Foi o início da sua desgraça, do ataque corporativo que veio a sofrer.
Quanto aos presidentes?
De Eanes, não esqueço nos primeiros anos a passividade que permitiu certas criaturas aproveitarem-se da sua honestidade e, no segundo mandato, a questão PRD. Mas continuo a tê-lo como homem de honestidade intelectual e integridade muito fortes.
Mário Soares permitiu a engorda generalizada de muita criatura, paralelamente com o seu PM Cavaco Silva. Jorge Sampaio para lá do muito discutível "há mais vida" tudo fez para amparar o PS. Cavaco Silva em certa medida fez o mesmo quanto ao PSD. E deixou alastrar muita porcaria. Nem vou referir às nada explicadas questões pessoais do foro imobiliário. Os últimos três PR, a meu ver naturalmente, no lado negativo têm muitas culpas pelo estado a que chegou o País. Enfim.
AC
Presidentes, na vigência da actual Constituição da República Portuguesa.
A sua acção contribuiu, certamente, cada um a seu modo, para o alicerçar da nossa democracia.
Aprendi desde muito cedo, que os homens se devem avaliar pelas suas acções e pelas suas inações.
A avaliação deve sempre, em primeiro lugar, salientar os aspectos positivos, as qualidades, que em cada ser humano existem.
Mas é também importante reter e realçar as deficiências.
Em Portugal isso não se faz em relação aos chamados importantes, ás chamadas elites.
A contribuição negativa para o regime por parte de cada um dos Presidentes existiu. Em todos eles.
As responsabilidades por isso, dirão alguns, é menos importante comparativamente com o que de positivo fizeram.
Discordo. Discordo que se apliquem bitolas diferentes aos cidadãos portugueses.
Acho aliás curioso o frequente sublinhar de que vivemos numa República quando, afinal, temos tanto tique da monarquia, a começar no famoso séquito. Na Presidência da República a começar em
Soares, nos outros órgãos de soberania, em variadíssimas instituições.
No funcionalismo público, nas forças armadas, porventura em muitas empresas privadas, nunca ninguém no topo da hierarquia vai de repente a algum sítio sem aviso prévio muito antecipado, e com grande séquito.
Claro que assim, está tudo sempre limpo, estão todos no serviço, está tudo florido e a reluzir, e com o vinho do Porto pronto para a saudação.
Não só por isto, mas muito por este tipo de coisas, Portugal continua a ser esta desgraça de País.
Estou até a lembrar-me de, anos atrás, um governante ter aparecido de repente em vários serviços dependentes do seu enorme ministério e, claro, que encontrou a balda que se sussurrava. Foi o início da sua desgraça, do ataque corporativo que veio a sofrer.
Quanto aos presidentes?
De Eanes, não esqueço nos primeiros anos a passividade que permitiu certas criaturas aproveitarem-se da sua honestidade e, no segundo mandato, a questão PRD. Mas continuo a tê-lo como homem de honestidade intelectual e integridade muito fortes.
Mário Soares permitiu a engorda generalizada de muita criatura, paralelamente com o seu PM Cavaco Silva. Jorge Sampaio para lá do muito discutível "há mais vida" tudo fez para amparar o PS. Cavaco Silva em certa medida fez o mesmo quanto ao PSD. E deixou alastrar muita porcaria. Nem vou referir às nada explicadas questões pessoais do foro imobiliário. Os últimos três PR, a meu ver naturalmente, no lado negativo têm muitas culpas pelo estado a que chegou o País. Enfim.
AC
domingo, 7 de fevereiro de 2016
AINDA a PROPÓSITO da TAP: VIGARISTAS e DESONESTIDADE INTELECTUAL.
Voltando à TAP.
O novo messias continua na sua habitual senda, com aquele irritante sorriso, tendo-nos por tolos. Deve ser síndrome da CMLisboa, em que passava o tempo a re-inaugurar coisas.
Lembro bem que afirmava, de peito cheio, que a TAP tinha de voltar a ser pelo menos 51% pública.
Agora, com a mescambilha encontrada fala em reprivatização da TAP. LINDO.
Eu percebo pouco destas coisas, eu sei, e talvez por isso nunca hei-de perceber esta coisa dos inúmeros administradores ou gestores ou directores NÃO EXECUTIVOS. Como também na TAP.
É uma praga que se reproduziu depois do 25 de Abril, em exponencial.
Claro que é para os meninos terem uma das maneiras (há muitas mais) de anicharem os seus ""boys e girls"".
Eu sei que percebo pouco destas coisas mas quem fica com 50% manda em quê, em concreto? Manda na gestão do dia a dia? Vai a correr fazer mais umas rotazinhas para o Porto, para contentar o presidente da câmara?
Escolhe o tipo de aviões a comprar num futuro?
Além do mais, pelo que se lê por aí, aparentemente, o governo conseguiu apenas 50% dos votos. EU, que não perecebo nada destas coisas, tinha achado pouco dinheiro pago para terem podido ficar de facto com 50% da coisa. Pelos vistos, irão ter que desembolsar muitos milhões para terem muito mais que votos.
Uma das desgraças deste País é, também, uma boa parte dos jornalistas.
Neste caso, vai haver, de certeza, vários a dourar a pílula para a chamada geringonça, outros a darem um certo arzinho de irreverência para com o governo.
O que eu queria era um artigo de investigação, actualizado, aprofundado, indo ao início do governo Guterres, escrevendo tudo o que aconteceu desde aí, e escalpelizando as enormidades de dinheiro enterrado, as pouca vergonhas das compras feitas no Brasil, e explicando ao ínfimo detalhe as mal cheirosas manobras do governo anterior e as deste. Tudo limpinho, limpinho. Para se perceber bem.
E designadamente que explicassem esta coisa simples: o brasileiro que está quase há dezasseis anos à frente da companhia aérea, em síntese, foi ou não, é ou não, um desastre para a TAP. É que parece bem que é mas, vá lá perceber-se as razões, passaram governos e governos e nem com as desastrosas compras no Brasil ele foi corrido.
O OE sempre a enterrar dinheiro na TAP, anos a fio. APRE!!!!!
AC
Voltando à TAP.
O novo messias continua na sua habitual senda, com aquele irritante sorriso, tendo-nos por tolos. Deve ser síndrome da CMLisboa, em que passava o tempo a re-inaugurar coisas.
Lembro bem que afirmava, de peito cheio, que a TAP tinha de voltar a ser pelo menos 51% pública.
Agora, com a mescambilha encontrada fala em reprivatização da TAP. LINDO.
Eu percebo pouco destas coisas, eu sei, e talvez por isso nunca hei-de perceber esta coisa dos inúmeros administradores ou gestores ou directores NÃO EXECUTIVOS. Como também na TAP.
É uma praga que se reproduziu depois do 25 de Abril, em exponencial.
Claro que é para os meninos terem uma das maneiras (há muitas mais) de anicharem os seus ""boys e girls"".
Eu sei que percebo pouco destas coisas mas quem fica com 50% manda em quê, em concreto? Manda na gestão do dia a dia? Vai a correr fazer mais umas rotazinhas para o Porto, para contentar o presidente da câmara?
Escolhe o tipo de aviões a comprar num futuro?
Além do mais, pelo que se lê por aí, aparentemente, o governo conseguiu apenas 50% dos votos. EU, que não perecebo nada destas coisas, tinha achado pouco dinheiro pago para terem podido ficar de facto com 50% da coisa. Pelos vistos, irão ter que desembolsar muitos milhões para terem muito mais que votos.
Uma das desgraças deste País é, também, uma boa parte dos jornalistas.
Neste caso, vai haver, de certeza, vários a dourar a pílula para a chamada geringonça, outros a darem um certo arzinho de irreverência para com o governo.
O que eu queria era um artigo de investigação, actualizado, aprofundado, indo ao início do governo Guterres, escrevendo tudo o que aconteceu desde aí, e escalpelizando as enormidades de dinheiro enterrado, as pouca vergonhas das compras feitas no Brasil, e explicando ao ínfimo detalhe as mal cheirosas manobras do governo anterior e as deste. Tudo limpinho, limpinho. Para se perceber bem.
E designadamente que explicassem esta coisa simples: o brasileiro que está quase há dezasseis anos à frente da companhia aérea, em síntese, foi ou não, é ou não, um desastre para a TAP. É que parece bem que é mas, vá lá perceber-se as razões, passaram governos e governos e nem com as desastrosas compras no Brasil ele foi corrido.
O OE sempre a enterrar dinheiro na TAP, anos a fio. APRE!!!!!
AC
sábado, 6 de fevereiro de 2016
LISBOA, a capital do País. LISBOA, a amiga dos peões e dos automóveis. ELOQUENTE.
Esta sinalizações encontram-se espalhados em vários locais de Lisboa. Aliás, apareceram assim que o messias deixou a Câmara Municipal de Lisboa. Já existem alguns trajectos que foram recuperados. Dirão alguns, obra a obra Lisboa melhora.
A triste realidade encontra-se também muito nas ruas dentro dos vários bairros, e aí a solução para a imensa degradação de anos a fio será mais demorada, se algum dia lá forem. Não é só em certas avenidas, que dão mais nas vistas.
O que acho extraordinário é, anos a fio, pisos em ruas e avenidas mais próprios para o rallye DAKAR e a comunicação social sempre a lamber as botas ao nosso querido messias. Há explicações, pois há.
Lembro-me sempre daquele célebre dia em que Sampaio mandou fritar uns croquetes, mas a fila dos ""cultos"" era tão grande que não chegaram.
Mas não são só os carros que sofrem em Lisboa.
Os desgraçados dos peões, e eu farto-me de calcorrear ruas, sofrem o mesmo. Buracos em passeios, independentemente de ser calçada portuguesa ou pavimento cimentado, é o prato do dia. Os tornozelos é que sofrem. Para não falar nos carros em cima dos passeios.
Mas Lisboa, obra a obra, melhora. Palavra dada é palavra honrada.
AC
Esta sinalizações encontram-se espalhados em vários locais de Lisboa. Aliás, apareceram assim que o messias deixou a Câmara Municipal de Lisboa. Já existem alguns trajectos que foram recuperados. Dirão alguns, obra a obra Lisboa melhora.
A triste realidade encontra-se também muito nas ruas dentro dos vários bairros, e aí a solução para a imensa degradação de anos a fio será mais demorada, se algum dia lá forem. Não é só em certas avenidas, que dão mais nas vistas.
O que acho extraordinário é, anos a fio, pisos em ruas e avenidas mais próprios para o rallye DAKAR e a comunicação social sempre a lamber as botas ao nosso querido messias. Há explicações, pois há.
Lembro-me sempre daquele célebre dia em que Sampaio mandou fritar uns croquetes, mas a fila dos ""cultos"" era tão grande que não chegaram.
Mas não são só os carros que sofrem em Lisboa.
Os desgraçados dos peões, e eu farto-me de calcorrear ruas, sofrem o mesmo. Buracos em passeios, independentemente de ser calçada portuguesa ou pavimento cimentado, é o prato do dia. Os tornozelos é que sofrem. Para não falar nos carros em cima dos passeios.
Mas Lisboa, obra a obra, melhora. Palavra dada é palavra honrada.
AC
O CONSELHO DE ESTADO
Artº 142º da CRP: este órgão político de consulta do PR é composto por, presidente da AR, PM, presidente do Tribunal Constitucional, Provedor de Justiça, presidentes dos governos regionais, os antigos PR, 5 cidadãos designados pelo PR, e 5 cidadãos eleitos pela AR.
Lê-se que o PR eleito terá convidado (engraçado que não reparei se os OCS do costume empregaram a palavra - alegadamente) o escritor Eduardo Lourenço. Tem 93 anos.
Esta nomeação mais curioso me põe quanto ás próximas escolhas.
AC
Artº 142º da CRP: este órgão político de consulta do PR é composto por, presidente da AR, PM, presidente do Tribunal Constitucional, Provedor de Justiça, presidentes dos governos regionais, os antigos PR, 5 cidadãos designados pelo PR, e 5 cidadãos eleitos pela AR.
Lê-se que o PR eleito terá convidado (engraçado que não reparei se os OCS do costume empregaram a palavra - alegadamente) o escritor Eduardo Lourenço. Tem 93 anos.
Esta nomeação mais curioso me põe quanto ás próximas escolhas.
AC
A TAP. E a retórica dos actuais donos disto tudo.
O governo anterior suportado pelos PSD e CDS, bem ou mal, decidiu um bom bocado à pressa a privatização da TAP. Pessoalmente concordo que o Estado deve sair da maioria dos negócios.
Mas, não tenho qualquer dúvida, todo o processo levado a cabo por esse governo deixou um cheiro a trampa muito esquisito.
O nosso novo messias decidiu que a TAP voltaria para o Estado. Tenho dúvidas que seja uma boa solução.
Por outras palavras, oxalá eu esteja enganado, os políticos de todas as cores continuam a ter sempre à frente os interesses da clientela e não o interesse da sociedade portuguesa.
Isto dito, talvez por ser sexagenário idoso, aprendi há muitos anos que, privatizar qualquer empresa significava a sua passagem para as mãos de privados.
Pois agora, os éticos e moralistas e puristas do costume estão contentinhos porque se reprivatizou a TAP.
Bom, do que se lê, 50% é agora de todos nós, 45% dos privados, 5% de trabalhadores da empresa.
Lê-se, também, que a gestão diária será privada. Ouve-se que o Governo nomeará o manda chuva e que terá voto de qualidade!
Lê-se, ainda, que a prazo, a balança desequilibrará a favor do Estado. Será a questão dos 51% prometidos pelo negociador do costume?
Assim, aqui temos um novo significado de privatização. Ah grande negociador, grande esquerda.
O que penso é o seguinte:
> continuo cheio de dúvidas quanto ao que sucessivamente fazem à TAP; vem do tempo de Guterres;
> a definição de vigarista continua a mesma, e encaixa perfeitamente nestes senhores todos.
Mas, claro, devo ser eu que estou a ver mal a coisa. Desgraçado país, desde 1700.
Onde andas cegonha, que te quero esganar!!
AC
O governo anterior suportado pelos PSD e CDS, bem ou mal, decidiu um bom bocado à pressa a privatização da TAP. Pessoalmente concordo que o Estado deve sair da maioria dos negócios.
Mas, não tenho qualquer dúvida, todo o processo levado a cabo por esse governo deixou um cheiro a trampa muito esquisito.
O nosso novo messias decidiu que a TAP voltaria para o Estado. Tenho dúvidas que seja uma boa solução.
Por outras palavras, oxalá eu esteja enganado, os políticos de todas as cores continuam a ter sempre à frente os interesses da clientela e não o interesse da sociedade portuguesa.
Isto dito, talvez por ser sexagenário idoso, aprendi há muitos anos que, privatizar qualquer empresa significava a sua passagem para as mãos de privados.
Pois agora, os éticos e moralistas e puristas do costume estão contentinhos porque se reprivatizou a TAP.
Bom, do que se lê, 50% é agora de todos nós, 45% dos privados, 5% de trabalhadores da empresa.
Lê-se, também, que a gestão diária será privada. Ouve-se que o Governo nomeará o manda chuva e que terá voto de qualidade!
Lê-se, ainda, que a prazo, a balança desequilibrará a favor do Estado. Será a questão dos 51% prometidos pelo negociador do costume?
Assim, aqui temos um novo significado de privatização. Ah grande negociador, grande esquerda.
O que penso é o seguinte:
> continuo cheio de dúvidas quanto ao que sucessivamente fazem à TAP; vem do tempo de Guterres;
> a definição de vigarista continua a mesma, e encaixa perfeitamente nestes senhores todos.
Mas, claro, devo ser eu que estou a ver mal a coisa. Desgraçado país, desde 1700.
Onde andas cegonha, que te quero esganar!!
AC
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
OE 2016. E esperem pelo 2017. Com variações, com variações, com variações, com variações.
Caro António (moí!), para não de desabituares, vem aí de novo o rolo compressor.
Umas vezes foi de ferro, outras de aço. Outras, disseram-te que não ia esmagar/ doer muito.
O próximo é de granito puro. Garanto que ficamos tipo folha A4.
António Cabral (AC)
Caro António (moí!), para não de desabituares, vem aí de novo o rolo compressor.
Umas vezes foi de ferro, outras de aço. Outras, disseram-te que não ia esmagar/ doer muito.
O próximo é de granito puro. Garanto que ficamos tipo folha A4.
António Cabral (AC)
OE 2016 e o ressurgimento, em catadupa, dos vigaristas de todos os lados.
Uma coisa tenho a certeza. Estou em Portugal. Outra, se não é do Cu é das calças.
Outra, se não foste tu, foi o teu pai.
Bom, isto para dizer que, em cada orçamento, antes do Sócrates, durante, depois do Sócrates, depois dos depois do Sócrates, a realidade é que estou sempre lixado.
E ouço vigaristas de todos os lados, a papaguear notícias requentadas, comentarem parvamente outras. Ora puxam a sardinha para um lado ora para o outro.
Há pouco, nos online, dei com um jornalista muito conceituado, um desses doutores que sempre andram nos fóruns e colóquios, cheios de ciência, a falar de que a austeridade que aí vem é austeridade mas é agora de esquerda.
Antes de continuar, para quem tivesse dúvidas, o novo Messias e seus seguidores não têm a minha concordância.
Mas voltando ao jornalista, a dada altura referiu que até irá haver incidências sobre os fundos.
Eu, que considero o Messias e outros que tantos um bocado para o vigarista, ouvi e quase fiquei perplexo.
Mal que pergunte, então isso não é uma excelente medida deste governo, quando é sabido que esses fundos que existem por aí, donos de prédios e etc, parece que nem pagam IMI ou quase não pagam?
Bolas, o Messias e o Centeno não são do meu agrado mas caramba, quanto aos fundos isto só peca por tardio.
É uma das várias medidas, como o respeitante a fundações e institutos, que devia estar em vigor há anos, e que LASTIMAVELMENTE o PSD e CDS sempre assobiaram para o lado.
VIGARIIIIISSSSTAAAAAAAAAAASSSSSSSS!
AC
Uma coisa tenho a certeza. Estou em Portugal. Outra, se não é do Cu é das calças.
Outra, se não foste tu, foi o teu pai.
Bom, isto para dizer que, em cada orçamento, antes do Sócrates, durante, depois do Sócrates, depois dos depois do Sócrates, a realidade é que estou sempre lixado.
E ouço vigaristas de todos os lados, a papaguear notícias requentadas, comentarem parvamente outras. Ora puxam a sardinha para um lado ora para o outro.
Há pouco, nos online, dei com um jornalista muito conceituado, um desses doutores que sempre andram nos fóruns e colóquios, cheios de ciência, a falar de que a austeridade que aí vem é austeridade mas é agora de esquerda.
Antes de continuar, para quem tivesse dúvidas, o novo Messias e seus seguidores não têm a minha concordância.
Mas voltando ao jornalista, a dada altura referiu que até irá haver incidências sobre os fundos.
Eu, que considero o Messias e outros que tantos um bocado para o vigarista, ouvi e quase fiquei perplexo.
Mal que pergunte, então isso não é uma excelente medida deste governo, quando é sabido que esses fundos que existem por aí, donos de prédios e etc, parece que nem pagam IMI ou quase não pagam?
Bolas, o Messias e o Centeno não são do meu agrado mas caramba, quanto aos fundos isto só peca por tardio.
É uma das várias medidas, como o respeitante a fundações e institutos, que devia estar em vigor há anos, e que LASTIMAVELMENTE o PSD e CDS sempre assobiaram para o lado.
VIGARIIIIISSSSTAAAAAAAAAAASSSSSSSS!
AC
CHAPÉUS HÁ MUITOS, SEU PALERMA
Era esta a frase celebrizada pelo saudoso Vasco Santana.
Foi nela que me inspirei para o nome deste simples blogue.
Quem diz chapéus diz, bonés, carros, sapatos, casacos, o que se quiser.
Ah, e........... VIGARISTAS. Há Muuuuiiiiiiiiiiiiiittttoooooooooosssssssssssssssss!!!
Quando ouço e vejo aquela criatura francesa com nome estranho a falar sobre Portugal, lembro-me logo da definição - burlão que apanha dinheiro aos incautos..........
Quando ouço um inefável deputado a dizer que a austeridade acabou, como ouvi hoje á hora de almoço, e comparo com o aumento brutal anunciado para os combustíveis com que ele muito concorda, lembro logo da palavra supra.
AC
Era esta a frase celebrizada pelo saudoso Vasco Santana.
Foi nela que me inspirei para o nome deste simples blogue.
Quem diz chapéus diz, bonés, carros, sapatos, casacos, o que se quiser.
Ah, e........... VIGARISTAS. Há Muuuuiiiiiiiiiiiiiittttoooooooooosssssssssssssssss!!!
Quando ouço e vejo aquela criatura francesa com nome estranho a falar sobre Portugal, lembro-me logo da definição - burlão que apanha dinheiro aos incautos..........
Quando ouço um inefável deputado a dizer que a austeridade acabou, como ouvi hoje á hora de almoço, e comparo com o aumento brutal anunciado para os combustíveis com que ele muito concorda, lembro logo da palavra supra.
AC
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
VAMOS LÁ A VER SE NÃO CHOCAMOS CONTRA UMA MURALHA.
Porque se tal vier a acontecer, eu e milhões como eu, ficaremos cada vez mais tramados.
Sim, porque não temos amigos que:
> nos emprestem dinheiro e ou casas,
> nos ajudem a tirar sabáticas no estrangeiro,
> nos emprestem um "loft" bem situado em zona mais nobre de Lisboa,
> nos empreguem os filhos como paga por ter estado na presidência,
> nos entreguem uns milhões do Estado para ficar com um banquinho,
> nos protejam o conjugue embrulhado em processos,
> nos aumentem o salário para o triplo,
> nos digam onde vão alterar o PDM e a seguir nos emprestem dinheiro para aí comprar terrenos,
> nos facilitem as aldrabices com permutas de terrenos comprados a patacos,
> nos facilitem a construção de moradia fora das regras do PDM,
> em suma, salvaguardem a nossa vidinha e a deles e delas.
AC
Porque se tal vier a acontecer, eu e milhões como eu, ficaremos cada vez mais tramados.
Sim, porque não temos amigos que:
> nos emprestem dinheiro e ou casas,
> nos ajudem a tirar sabáticas no estrangeiro,
> nos emprestem um "loft" bem situado em zona mais nobre de Lisboa,
> nos empreguem os filhos como paga por ter estado na presidência,
> nos entreguem uns milhões do Estado para ficar com um banquinho,
> nos protejam o conjugue embrulhado em processos,
> nos aumentem o salário para o triplo,
> nos digam onde vão alterar o PDM e a seguir nos emprestem dinheiro para aí comprar terrenos,
> nos facilitem as aldrabices com permutas de terrenos comprados a patacos,
> nos facilitem a construção de moradia fora das regras do PDM,
> em suma, salvaguardem a nossa vidinha e a deles e delas.
AC
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
SE NÃO É DAS CALÇAS É DO CÚ, DIZ O POVO.
Isto a propósito do Serviço Nacional de Saúde e do actual ministro da Saúde.
A transparência.
Salvo melhor opinião, um alvo a atingir, e bem, sobretudo neste desgraçado País que de transparência quase nada tem.
O ministro da saúde decidiu arranjar um portal para a transparência da Saúde. E ele aí está, HOJE.
Fui investigar, fui ""navegar"", e para muitas unidades de saúde ZERO, qual informação, qual transparência.
""Ah,...ainda existem uns problemazitos,.....ah ainda falta resolver uns problemas de compatibilidade de sistemas informáticos,......ah........DA-SE!!!
Primeiro: creio que a intenção do ministro é boa, e se deve lutar por isso.
Segundo: de cadelas apressadas nascem cães...........ou seja, talvez fosse melhor ter esperado mais 3 ou 4 meses e apresentar um trabalho completo.
Terceiro: Ou o senhor ministro, tido como um "expert" em gestão da saúde, não sabia que, como em todos os sectores do país, ao longo dos anos, cada um foi comprando o equipamento e sistema que lhe apeteceu?
Quarto: O senhor ministro , como ""expert"" não sabia do corporativismo dos médicos e dos enfermeiros e, portanto, isto de ir colocar à mão de um click a bagunça que vai na saúde do ponto de vista administrativo e organizacional, listas de espera etc, é muito inconveniente para os clãs?
Em síntese, uma ideia interessante mas, para já, não passa de propaganda.
AC
Isto a propósito do Serviço Nacional de Saúde e do actual ministro da Saúde.
A transparência.
Salvo melhor opinião, um alvo a atingir, e bem, sobretudo neste desgraçado País que de transparência quase nada tem.
O ministro da saúde decidiu arranjar um portal para a transparência da Saúde. E ele aí está, HOJE.
Fui investigar, fui ""navegar"", e para muitas unidades de saúde ZERO, qual informação, qual transparência.
""Ah,...ainda existem uns problemazitos,.....ah ainda falta resolver uns problemas de compatibilidade de sistemas informáticos,......ah........DA-SE!!!
Primeiro: creio que a intenção do ministro é boa, e se deve lutar por isso.
Segundo: de cadelas apressadas nascem cães...........ou seja, talvez fosse melhor ter esperado mais 3 ou 4 meses e apresentar um trabalho completo.
Terceiro: Ou o senhor ministro, tido como um "expert" em gestão da saúde, não sabia que, como em todos os sectores do país, ao longo dos anos, cada um foi comprando o equipamento e sistema que lhe apeteceu?
Quarto: O senhor ministro , como ""expert"" não sabia do corporativismo dos médicos e dos enfermeiros e, portanto, isto de ir colocar à mão de um click a bagunça que vai na saúde do ponto de vista administrativo e organizacional, listas de espera etc, é muito inconveniente para os clãs?
Em síntese, uma ideia interessante mas, para já, não passa de propaganda.
AC
A qualidade da nossa democracia
A democracia não é coisa adquirida. Há que lutar por ela. Existem aspectos e questões de primeiro plano e muitas outras coisas de segunda importância.
Mas nestas, julgo que muito se pode avaliar do que somos, como estamos organizados ou não, em duas palavras - qualidade da democracia.
Típico o caso dos ""outdoords"" dos partidos e dos candidatos aos mais diferentes cargos. O LIXO que persiste em rotundas, em postes, em árvores, agarrados à sinalização de trânsito, nos painéis dedicados à propaganda partidária. Meses e meses a fio. Impunidade absoluta.
Sendo um aspecto secundário no meio dos nossos problemas, não deixa de ser exemplificativo da pouca vergonha que nos rodeia, da falta de respeito, da falta de organização.
AC
A democracia não é coisa adquirida. Há que lutar por ela. Existem aspectos e questões de primeiro plano e muitas outras coisas de segunda importância.
Mas nestas, julgo que muito se pode avaliar do que somos, como estamos organizados ou não, em duas palavras - qualidade da democracia.
Típico o caso dos ""outdoords"" dos partidos e dos candidatos aos mais diferentes cargos. O LIXO que persiste em rotundas, em postes, em árvores, agarrados à sinalização de trânsito, nos painéis dedicados à propaganda partidária. Meses e meses a fio. Impunidade absoluta.
Sendo um aspecto secundário no meio dos nossos problemas, não deixa de ser exemplificativo da pouca vergonha que nos rodeia, da falta de respeito, da falta de organização.
AC
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