POR AÍ
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
Sr Dr PIZARRO
Escusam o senhor e o seu primeiro vir para cá com a conversa de que o que adiante digo é de populista, escusam de vir dizer que as novas gerações têm um enorme apego ao SNS, e muitas outras tretas.
Importa-se de me explicar se isto corresponde à realidade?
- um jovem licenciado em medicina, um médico portanto, não precisa da Ordem dos Médicos para nada se for só para trabalhar no SNS.
AC
ORA VAMOS A CONTAS . . . .
Para Marcelo, se percebi bem, isto está pago do ponto de vista económico! Temos, portanto, o costume a sair daquela boca.
D. Américo de Aguiar afirmou que as contas totais da JMJ, com detalhe ao cêntimo, serão apresentadas em breve, uma prestação de contas com 100% de rigor e transparência.
O inarrável Sá Fernandes anunciou - lá para Setembro falamos!
Como é evidente, haverá quem, muito legitimamente, se revolte um bocado por os encargos financeiros terem uma comparticipação enorme do dinheiro dos contribuintes, provavelmente bem superior à suportada pela igreja católica portuguesa.
Haverá, também, e muito legitimamente, quem entenda que o governo e as câmaras municipais envolvidas (designadamente Lisboa, Loures, Oeiras) fizeram bem em arcar com grande parte das despesas inerentes à preparação, organização e realização da JMJ 2023.
Parafraseando um certo jogador de futebol, no fecho das contas falamos.
Entre outras coisas, as contas deverão explicar os atrasos, por culpa de quem, e esmiuçar as história dos ajustes directos.
Isto dito, e sem saber que acordos, protocolos, concessões, houve entre governo, autarquias, igreja, Fundação JMJ, a sensação que tenho é de que, independentemente de me ter regozijado e muito com o evento e a forma como tudo decorreu, continuo a pensar que com o engenho e arte e saber que temos em Portugal nos, arquitectos, decoradores, engenheiros, empresas, etc., teria sido possível idealizar criar e executar um palco/ altar na Parque Tejo igualmente funcional mas mais modesto menos dispendioso e igualmente digno e sublime como devia ser. Idem para o Parque Eduardo VII.
Desconheço se houve alguma intervenção do inquilino em Belém neste processo e, se houve, se foi no sentido de atenuar custos ou o contrário.
Enumero assim quem creio esteve envolvido e comparticipou, ou não:
GRUPO ETÁRIO SMAS
As câmaras municipais têm os serviços municipais de água e saneamento (SMAS) para tratar do fornecimento de água e das questões do saneamento (esgotos, aproveitamento de águas, etc.)
Há uns anos, eram as câmaras que tinham essas tarefas incorporadas nos seus organogramas e organização. Há uns anos individualizaram os SMAS e, geralmente, os presidentes das CM são também presidentes dos SMAS. Adivinhem a razão principal!
Vem isto a propósito dos funcionários do SMAS (e outros serviços) em muitas CM e, concretamente, o que quero referir é a idade da maioria desses trabalhadores.
Há dias, ao passear numa praceta na cidade do Montijo dei com um panorama que tinha o seu quê de peculiar e espectacular.
Tinha havido um grande rebentamento de conduta de água. Deparei com três camionetas médias da CM, um tractor que estava em vias de terminar de abrir enormes buracos para colocar à vista o local/ condutas danificadas, a área devidamente vedada, mais afastado jorrava para o ar um enorme esguicho de água propositadamente para tirar toda a pressão na zona afectada, muitas ferramentas e utensílios diversos espalhados no chão e 8 trabalhadores/ funcionários além do condutor do tractor.
Estive por ali a observar tudo, cerca de 20 minutos. Sou leigo a 100 % na matéria mas jurava que sabiam muito bem o que fazer. Quando por lá passei um pouco menos de uma hora depois estava tudo pronto, nem viaturas nem pessoal.
Isto tudo para dizer que me impressionou olhar para aqueles trabalhadores. Nenhum tinha aspecto de ter menos de 45/50 anos. Teriam ou não? Não perguntei, mas quer neste âmbito quer em outros serviços, gente com 25/ 35 anos quase não vejo.
Será que o que ali observei é excepção ao quadro geral no país? Hummm….
AC