domingo, 8 de novembro de 2015

Espuma do dia (quer dizer, o que fui encontrando, hoje e "nos zappings para trás)
> O PCP  deu o "amém" ao PS, numa votação do comité central sem o conhecido braço no ar; esquisito, será que não se pode pensar em alguma interior desunião?
> E o que falta nos acordos que estão anunciados mas não assinados?
> Fui ver os carros à FIL. Passei pela maior parte dos carros /marcas quase sem parar; estive lá quase 40 minutos, olhei atentamente (3 marcas) aquilo que gostava de ter um dia, mas não posso; olhei atentamente, não me sentei (nem em nenhum) numa viatura de 7 lugares, que seria óptima para sair com a "minha querida malta"; estive na FIL muito pouco tempo, mas o suficiente para confirmar a solidez de pensamento de muitos dos meus concidadãos.
> pelas notícias julgo ter percebido o grande incómodo do Papa por ter vindo à luz do dia um conjunto de indicações acerca de coisas muito escuras no Vaticano. Aparentemente, coisas contra as quais ele, parece, vem querendo lutar e liquidar, para bem da igreja católica. Mas se é isto, ..........a indignação........
> o Sporting ganhou. Foi uma aflição, um susto; os meus netos amanhã, ao acordar, vão mais sorridentes para a escola.
> Penso que Cavaco Silva e seus assessores directos e sobretudo D. Maria, já esgotaram todas as pastilhas para a azia que tinham nas respectivas casas, e na presidência da República.
> Do pouco que se consegue ir descobrindo acerca dos acordos entre PS e todos os outros partidos à sua esquerda (o PAN, está de facto onde?) começa a germinar em mim a ideia que reproduzo na fotografia em baixo, ou seja, a ideia de base a todos esses acordos. Depois logo se vê
> Do pouco que ainda se sabe, fica a sensação que a reversão de privatizações designadamente transportes vai ser a coisa mais imediata. Claro que à CGTP nada interessa que todos nós, contribuintes, venhamos a pagar uns milhões aos "gajos das massas" (que eles odeiam); isso não interessa nada, comparado com o que apenas lhes interessa, e que é, não perder poder de rua. LINDO.
> Não deve ter nada a ver com o facto de ser agora quase certo que iremos ter a curto prazo António Costa como PM (será que vai fazer como o outro - mãe tomo posse amanhã, não perca a TV), mas a realidade é que vejo-me "grego" para encontrar mirtilos nos supermercados.
Bom início de semana.
AC

Aí está, parece, o acordo político.
PCP, o seu comité central, parece que disse "Amén". António Costa estará radiante.
Pessoalmente, este acordo não me cheira nada bem. Veremos.
Acho perfeitamente legítimo que Jerónimo de Sousa manifeste o seu regozijo político, por estarem agora, definitivamente, reunidas condições políticas para derrubar o governo, que tem dias.
É legal, é legitimo, é constitucional.
Mas só não percebo, porque é que, para além daquilo que naturalmente cabe à AR e no seu papel constitucional uma maioria de deputados rejeitar o programa do governo e ditar, portanto, a sua queda, é necessária uma manifestação da CGTP na tarde de 10 de Novembro para garantir a queda do governo. Oh, Jerónimo, como dizia o outro - se calhar não havia necessidade!!!!
Democratas, mas lá estão com os tiques de 1975. Ou sem a manifestação da CGTP, podia haver deputados transviados?
Tenham juízo. Estão lá 230 pessoas, deputados eleitos, são esses que têm o poder constitucional, não é a CGTP, nem a UGT, nem a CIP, etc. Caramba!!!!
Os constitucionais direitos de manifestação e reunião e liberdade de expressão, não deviam ser guardados para outras alturas? Ou não tenho o legítimo e democrata direito de interpretar essa manifestação como um deplorável acto de pressão, semelhante ao que se passou em 1975?
Tenho, também, todo o direito de dizer, como já fiz noutra ocasião, não estamos perante um golpe de estado. Essa posição releva de uma parvoíce que pelos vistos acomete senadores (????) da República.
Não é um golpe de Estado. Mas começam as mesmas coisas de 1975.
Se não fizessem isso, eu ficava a aguardar os resultados das políticas, das decisões do executivo e do legislativo. Como não pode deixar de ser, concordando ou não com algumas das decisões que vierem a ter lugar. Como não concordei com várias das executadas nos últimos 4 anos.
Se começam com isto, tenho todo o direito de imaginar que não irão ficar por aqui. Espero que me engane.
Aguarde-se
AC
Domingo. Está SOL, SOL, SOL
Não, estimados visitantes e leitores, não me atrevo a sugerir que nos "enfrasquemos"!
O momento que vivemos pode incitar a isso. A uns porque "agora é que vai ser", a outros, "olha o que vai ser", a outros, "fujam porque vai ser". Não tem de ser assim.
Um bom vinho, como alguns desta magnífica garrafeira, deve ser bebido com boa companhia, familiar de preferência, num ambiente calmo e descontraído como foi o caso, talvez ligeiramente mais do que em outras ocasiões mais regulares. Bebido, sentido, apreciado, guardado na memória.
Mas sempre, fruindo a companhia, a conversa, ponderando argumentos, com os pés da terra, rejeitando sempre a tristemente frase " quem vier atrás que feche a porta ".
Porque as loas que me cantam não me convencem. Como não me encantam, por exemplo, os cinzentões de Belém, o actual inquilino e antecessores, bem como as estrelas (????) que se glorificam para suceder. Ou as estrelas que começaram nas "jotas", nos juvenis, ou nos plenários.
Os Descobrimentos não me colocam o pão na mesa. As promessas idem.
Um pouco de rigor é urgente, nesta opereta nacional que, em tons que vão variando ao longo de décadas e décadas, muito prometeram, muito prometem, mas sempre aconchegam os do costume, das esquerdas às direitas. Comece-se a pesquisar em 1700.
Dizem para aí que anda por trás de uma atriz um professor, que a ensina e espicaça, mas sempre pelo bem comum e superior interesse nacional. Não me admira que seja o caso. Ele, tem a quem sair. Sei-o bem.
AC

sábado, 7 de novembro de 2015

Bom dia. Bom Sábado, bom Domingo, SOL, SOL, SOL, SOL!
E caminhada, e fotografia.

António Cabral (AC)

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

António Costa na SIC, 6NOV2015
António Costa foi à TV. Porquê?
1. Porque já tinha acordo sólido com os partidos à sua esquerda para apresentar aos portugueses?
2. Porque os seus assessores de imagem o aconselharam a não deixar (como até aqui) o espaço televisivo continuamente para as várias meninas do BE?
3. Por decisão exclusiva sua, por sentir que podia estar a crescer nos portugueses a ideia de que ele está a tentar apenas ser PM e já sem grande controlo nas negociações?
4. Porque precisava de reafirmar que a "bíblia" Centeno continua de pé, intocável?
5. Por outra razão qualquer?

Não faço ideia. Posso apenas conjecturar. Não sou jornalista nem comentador.

Mas creio ser "Crystal Clear" que o novo messias e ansioso futuro PM não tem quase nada de concreto para apresentar-nos. Retive designadamente:
1. as arengas habituais em todos os políticos acerca de, estabilidade, o que os portugueses desejam, duradouro, está em condições de garantir, etc.
2. tem acordos fechados na parte mais difícil (???), ou seja, nas questões programáticas (???).
3. outras questões (a tal segunda dimensão, política) estão ainda a ser trabalhadas, relacionadas com acordo de legislatura, governo sustentado duradouramente,  e espera assinar até à próxima segunda feira os 3 acordos.
4. na realidade, não o disse, mas a conclusão óbvia do que disse que faltava, é que não tem acordo nenhum que garanta um governo para a legislatura; neste momento, digo eu, não tem nada do fundamental, do decisivo. Aliás, curioso, o lembrar a aritmética necessária à esquerda.
5. esforçou-se por dar garantias que o défice será abaixo dos 3%, que até ao final de 2016 os funcionários públicos terão repostos os vencimentos, que a sobretaxa IRS acaba em dois anos, e que vai virar a página da austeridade; ah,.....e derrubou o tal MURO de 40 anos! Lindo.
6. reafirmou que o move o bem comum (não o disse assim).
7. Sábado e Domingo dá contas aos órgãos do PS, e espera por bons resultados e conclusões da reunião do comité central do PCP a ter lugar Domingo!
8. O governo será só do PS! Não é sintomático? E o ar triste com que o disse?

Como 99,9999% dos portugueses, desconheço o que discutiram estas gentinhas todas. É uma reserva que devo fazer, por honestidade intelectual.
Mas caramba, face ao que antecede e a poucos anos de septuagenário, consigo normalmente detectar o cheiro a esturro.
E eu creio que a "comidinha cozinhada" tem BICHO, o fundo da panela está intragável!!!!
Pressinto estarem reunidas condições sim, para um desastre nacional em pouco tempo. E estou à vontade, pois escrevi muitas vezes o que escrevi acerca do que penso de Paulinhos e companhia.
O meu despacho é - aguarde-se.
AC

ADENDA DA MANHÃ DE SÁBADO
Depois de uma bela caminhada e um bom banho de Sol, estou em casa, e fiz há pouco um zapping na NET. Entre as coisas curiosas que detectei, o post de Vital Moreira. Li, reli, e, sabendo-se quem é, de onde veio, onde parece estar, quais as ligações informais e formais ao PS de António Costa, só posso concluir que as minhas dúvidas serão, provavelmente, mais certezas que dúvidas. 
Sem querer ofender, o Messias, o putativo e ansioso PM, tem uma lata enorme, a somar à soberba e arrogância de que dá constante nota. Aguarde-se para ver o que vai dar o comité central do PCP deste Domingo. Tenho uma dúvida adicional: o partido melancia, também tem comité central, ou assiste por trás de uma cortina?
Ontem ao fim do dia
Ontem, pelas 1830 horas, tive o privilégio de assistir a uma conferência sobre história, a nossa história, (A vida na corte portuguesa no século XVI, Fragmentos do Quotidiano) proferida por uma querida amiga, doutorada em história, e autora de inúmeros livros. Uma erudição e saber folheados à nossa frente com uma simplicidade notável, com uma frescura e linguagem fantásticas. Uma benção para o espírito, um banho de cultura, um fim de dia fantástico.
Depois, eu e minha mulher, já eram 2130 horas, deambulámos pelo Saldanha, à procura de qualquer coisa leve para entreter o estômago. Seriam talvez 2215/ 2230 horas quando nos dirigimos ao parqueamento no Saldanha para encetar o regresso a casa. E, no Saldanha,  assistimos às muito largas dezenas de pessoas fazendo filas, junto a carrinhas, com ajuda de vários tipos.
E então lembrei-me do projecto da CML (que deve ter começado no tempo de António Costa) para expropriar e depois demolir vários prédios antigos/ degradados na rua do Benformoso, para ali ser construída mais uma mesquita!!!
Dinheiro bem empregue, naturalmente, atentos os vários problemas já solucionados (????) dos milhares de cadenciados que existem em Lisboa. Naturalmente.
AC
ESTOU MUITO PREOCUPADO.
Estou!!
Naturalmente com o presente e com o futuro, meu, dos meus, e do País. A pouca vergonha que por aí impera e aumenta, a corrupção que grassa e aumenta, o escudar com as iníquas leis as prebendas pornográficas.
Mas hoje estou ainda mais preocupado. Lembrei-me que há dias, uma idosa vizinha me ofereceu batatas, couves, tomates e ovos. Na altura muito agradeci a bondade e gentileza, e não me assaltou ao espírito que isso tudo não passava, em boa verdade, de uma verdadeira LIBERALIDADE.
Será que devo pedir um parecer a um dos vários gurus de Coimbra, antes que o MP venha investigar mais uma LIBERALIDADE dos meus vizinhos na aldeia?
AC
O poder. (repete-se para não esquecer)
O poder é, geralmente, definido como a questão central da política. Como sempre acontece, a definição de poder é vista por muitas e diferentes perspectivas. Em toda a vida em sociedade, em todas as sociedades e desde sempre, o poder está presente em toda a nossa vida.
Poder pode e é, certamente, muitas coisas. Desde logo uma capacidade para impor. Um controlo sobre situações sociais. Um controlo sobre sociedade, sobre organizações.
O poder deverá ser, porventura, uma função, um serviço, designadamente para governar. Numa determinada perspectiva, pode equacionar-se as condições de legitimidade de exercício de poder.
Pela minha parte, discutível naturalmente, o poder significa que alguém tem na mão a caneta.
Com a caneta se propõem projectos de leis, se escrevem despachos, se elaboram orçamentos, se anulam concursos, se fazem ajustes directos, se alteram códigos para tornar impossível a demonstração das ilicitudes e dos crimes dos poderosos, se prolongam prazos, se transferem verbas, se assinam relatórios e pareceres.
Serão governantes ilegítimos os que, se impõem contra a vontade popular, ou os que abusam do poder de forma grave.
Naturalmente, a sede de poder, a soberba, a arrogância e o desprezo absoluto por todas as normas e regras que contrariem projectos pessoais, são catalisadores para o assalto ao poder, valendo de tudo.

Cabe ás sociedades procurar derrotar toda a canalha desse género.
AC

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

A sobretaxa do IRS, e outros descontozinhos.
Vamos lá a ver se consigo ser claro: eu nunca fiquei, não estou, e não vou ficar nada contentinho, porque me tiraram uma enormidade de dinheiro, vão devolver-me quase nada se devolverem, e no futuro, com a linda telenovela que andam a preparar, provavelmente vou voltar à estaca inicial se não for pior.
Vamos lá a ver se consigo ser claro: todo e qualquer euro que entre a mais do que venho recebendo mensalmente, APLAUDO. Não haja dúvidas que prefiro ter mais ao fim do mês.
Vamos lá a ver se consigo ser claro: não é esta uma reação imediata, natural, sobretudo para todas as pessoas que menores rendimentos têm? Creio bem que será!
Vamos lá a ver se consigo ser claro : mas passada a satisfação natural, perante qualquer anúncio de medidas acenando com recuperação financeira para as famílias, julgo que um simples raciocínio de honestidade intelectual, irá esfriar um pouco a alegria momentânea.
Vamos lá a ver se consigo ser claro : porque, apesar de Jerónimo de Sousa dizer, para quem o quer ouvir sem nunca lhe perguntar coisas concretas, e pedir explicações detalhadas, de que Portugal é um País cheio de recursos - creio que a expressão foi TEMOS RIQUEZAS E RECURSOS - a realidade é que se olharmos, à pesca, à construção naval, à indústria exportadora no seu todo, à cortiça, aos olivais, à agro-pecuária enfim, aos serviços, ao turismo, aos portos, creio que facilmente se demonstra que tudo somado não chega para alimentar a nossa máquina nacional.

Alguma maneira teremos de arranjar, para definir um rumo que possa levar o País, gradualmente, e vai levar muitos anos, a diminuir as nossas insuficiências. Ou seja, creio, precisamos de continuar por muitos e bons anos a conseguir empréstimos ao mais baixo juro, até que este desgraçado País se comece a endireitar.

Isto dito:
1. Não é com todas as políticas dos últimos 4 anos que vamos lá. Mas algumas da mesma natureza das postas em execução serão necessárias.
2. Não é com a continuação do esfolar a maioria, e nada tocar em fundações, empresas públicas, PPP's, rendas, etc, que vamos lá.
3. Mas também não me parece que seja bom caminho, começar a gastar sem controlo. Não cai do Céu!
4. Desagrada-me, MUITO, mas muito, continuar a ter menos ao fim do mês do que tinha em 2010, mas é nesta perspectiva (ponto 3) que entendo as medidas desta 5ª feira. Fico agora curioso, para ver o que vai o PS fazer na AR. Muito curioso.
AC

ADENDA da manhã de 6 NOV
A propósito disto, sobretaxa e etc ou seja, a propósito do OE que não vai existir tão cedo, muitas pessoas equacionam estas coisas de maneiras diferentes mas, a meu ver, e sobretudo os anónimos que comentam em blogues ou fazem circular desinformação, equacionam as coisas com os pés. Não pretendo ofender ninguém, pois as opiniões singulares devem ser respeitadas mas, caramba, no plano dos argumentos, lê-se e ouve-se muita coisa ponderada no disparate, na ausência das coisas concretas.
Ora vejamos.
O PR devia ter marcado as eleições o mais cedo que fosse possível. Assim, quaisquer que fossem os resultados, quaisquer que fossem os joguinhos dos Passos, dos Costas, dos Portas, dos Jerónimos, das Catarinas, das Heloísas e por aí fora, as coisas caberiam dentro de prazos tais que permitiriam a quem quer que fosse, estar na AR a apresentar programa e (se passasse) o OE para 2016.
Porque de facto, a proposta de OE cabe sempre ao governo apresentar mas, constitucionalmente, a AR aprova ou não e em consequência, o OE é de facto da AR. Mas dizer-se, como se vê por aí, que o OE não é do Costa (ou se fosse outro) é argumento dos muitos que acha por aí que devemos viver como quisermos e os outros a pagar. 
Claro que o OE não é do nomeado PM. Mas se um putativo PM arrasta as coisas, em cima do que o PR tolamente já anteriormente arrastou, então as coisas ficam muito complicadas para todos nós. Por isso, os diplomas ontem aprovados têm, a meu ver, a intenção de procurar evitar que se comece a gastar à fartazana! Claro que também vai obrigar o PS a tomar posição, o que vai ser extremamente curioso.
Cá para mim, António Costa, tal como fez com António Seguro da primeira vez que tentou assaltar o poder no PS, vai acabar por recuar e não se apresenta para formar governo.
Veremos se me engano.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Espuma dos dias, coisas por aí.
> Precisamos poupar. Verdade. Mas quando se consegue poupar qualquer coisa, vem a descobrir-se que ter o dinheiro no banco ou em casa é praticamente o mesmo.
> Palavra dada é palavra honrada, disse ele. Pois. O problema é saber qual a palavra.
> Sousa Cintra vai pesquisar petróleo, em terras do Algarve. Percebi bem? Não é cerveja?
> Nacionalismo está a crescer na Europa. Infelizmente, digo eu. Agora, por exemplo, gastar (3 milhões de euros?) numa nova mesquita em Lisboa, enquanto se constata a continuação (ou mesmo o aumento) do número imenso de pessoas a sopas e a dormir na rua ou em cima das grades do metropolitano, ajuda a combater esse surgimento nacionalista?
> Comissão Europeia não prevê financiamento do plano de drenagem de Lisboa. Lá está, iremos continuar com as cheias. Mas haverá dinheiro para muitas outras coisas, não é CMLisboa?
> Os banqueiros reuniram com o messias putativo PM. Dizem que saíram contentes e o messias ainda mais. Será que o PCP vai continuar a dizer que não tem folha A4 para escrever um projecto de acordo?
> Afegã foi morta à pedrada. Interessa pouco, ou estou distraído, e não reparei nos escritos e entrevistas e berraria dos illuminati, dos politicamente correctos, dos puros e éticos?
> Com os 65 cêntimos para pagar um café, consigo comprar uma acção da grande instituição BANIF?
> A factura de electricidade parece certo que aumentará 2,5%. Tenho que agradecer por ser só isso?
> Ainda há alunos de 10º ano sem professor para mandarim?
> Num País em que nos sugam constantemente, não admira que apareçam insectos sugadores de pinhas. A vida custa a todos!!!!
> Vara continua na mansão. Talvez agora se convença que não tem apelido Pinto de Sousa.
> Dizem para aí uns sábios, que António Costa é um tacticista brilhante. Ele há cada uma!
> A movimentação de navios no porto de Leixões vai passar a fazer-se com base em tecnologia nacional. Parabéns. É continuar.
> Palpita-me que a operação Marquês deve estar quase a passar chamar-se operação Mordomo!
> E a operação Furacão, não deve tardar a passar a brisa de fim de tarde!
> A atriz saltitante, que quer o papel de dona disto tudo, ainda não terá percebido que já lhe estão a sussurrar - tenha juízo!!
> Apercebi-me que em Maio passado, foi divulgado que os custos operacionais da RTP iriam ser reduzidos em 10 milhões de euros. Que casinha rica! E eu e outros a pagar.
> A Somague parece que irá despachar mais 2 centenas. Comentários para quê?
AC
A propósito da invasão em curso na Europa
A propósito dos "migrantes", dos politicamente correctos, dos "illuminati", mão amiga fez-me recordar uma coisa que sabia há muito tempo, mas vale sempre a pena recordar.
Num vale, em Mina, a Arábia Saudita terá, pelo menos, 100 000 tendas, confortáveis, incluindo ar condicionado, e que poderão abrigar, provavelmente, qualquer coisa como cerca de 3 milhões de pessoas. Um local que se estende por muitos Km2, que nada tem a ver com os inúmeros e miseráveis campos de refugiados espalhados por vários países, de África, Extremo e Médio Oriente.
Ainda por cima, parecendo que a esmagadora maioria dos que fogem é muçulmana, porque será que não se socorrem daquela maravilha? É só porque é anualmente usada por 5/ 6 dias? Hum.........
Porque será que Arábia Saudita não faz um pequenino campo para 250 000 pessoas/ refugiados, ainda por cima mais pertinho que a Suécia, por exemplo? Hum..........


AC

A ROSA
 Como ela era!!
Como ela é!!!
Como ela está a ficar????
 AC

Aves. Gaivota.
AC
Exemplos típicos da banca nacional
Não é preciso recorrer aos casos mais recentes, e indecorosos, para se avaliar da pouca vergonha generalizada que é a banca portuguesa. Lá fora talvez não seja muito diferente, mas com o mal dos outros posso bem.
Mais um exemplo, comezinho.
A banca nacional inventou um título pomposo, gestor de conta. Um amigo de cada um de nós!!!!
No meu caso, no caso do banco onde desde 1969/1970 tenho conta, pois recebia aí o vencimento/ recebo a pensão de reforma de servidor do Estado, que sempre fui, tenho uma gestora de conta, muito amável e prestável, eficiente e discreta.
Em 31 de Julho de 2007, REPITO, 2007, ela sugeriu-me que tendo eu na altura uma insignificante poupança de 4 000,00 euros, REPITO, 4000, investisse numa coisa chamada seguro financeiro!!!!!
Pois bem, a "coisa" chegou agora ao fim deste tipo de contrato e, portanto, passou para a minha conta à ordem, os 4000 mais o que rendeu neste 8 anos, REPITO, 8 ANOS!!!!!
Ao fim de 8 ANOS, REPITO, OITO ANOS, os 4000 que empatei na altura vieram a dar....................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................
4 100, 00 EUROS, REPITO, 4 100,00 EUROS.

Ou seja, ao fim de oito anos, eu ganhei, teoricamente, 100,00 euros, REPITO, 100,00 EUROS!!!
Ou seja, 12,50 euros por ano, se não me enganei nas contas.

Pergunto-me: como é que ainda tiveram prejuízos em anos transactos? Como é possível?
A resposta é óbvia. Como não sou excessivamente ordinário fico por aqui!!!

António Cabral (AC)

ADENDA das 1817 horas de hoje
Quando há pouco fui reler os meus últimos posts na sequência de um curto mail de um grande amigo, apercebi-me de uma infeliz incorreção neste. Deve ter sido consequência da enorme excitação causada pela brutalidade de dinheiro recebido.
Os 4000,00€ renderam em 8 anos não 100,00 mas 174,22 €. REPITO, 174,22€.
Portanto em vez dos relevantes 12,50 € anuais, foram uns brutais 21,78€ que recebi em cada ano, por um investimento (eu sei que é muito modesto, e por isso não posso fazer sabáticas em Paris), REPITO, 21,78€.


O poder. (repetição para não esquecer)
O poder é, geralmente, definido como a questão central da política. Como sempre acontece, a definição de poder é vista por muitas e diferentes perspectivas. Em toda a vida em sociedade, em todas as sociedades e desde sempre, o poder está presente em toda a nossa vida.
Poder pode e é, certamente, muitas coisas. Desde logo uma capacidade para impor. Um controlo sobre situações sociais. Um controlo sobre sociedade, sobre organizações.
O poder deverá ser, porventura, uma função, um serviço, designadamente para governar. Numa determinada perspectiva, pode equacionar-se as condições de legitimidade de exercício de poder.
Pela minha parte, discutível naturalmente, o poder significa que alguém tem na mão a caneta.
Com a caneta se propõem projectos de leis, se escrevem despachos, se elaboram orçamentos, se anulam concursos, se fazem ajustes directos, se alteram códigos para tornar impossível a demonstração das ilicitudes e dos crimes dos poderosos, se prolongam prazos, se transferem verbas, se assinam relatórios e pareceres.
Serão governantes ilegítimos os que, se impõem contra a vontade popular, ou os que abusam do poder de forma grave.
Naturalmente, a sede de poder, a soberba, a arrogância e o desprezo absoluto por todas as normas e regras que contrariem projectos pessoais, são catalisadores para o assalto ao poder, valendo de tudo.

Cabe ás sociedades procurar derrotar toda a canalha desse género.
AC