sábado, 2 de janeiro de 2016

AS ARMAS NOS EUA.
Lê-se que este assunto poderá vir a ser a última batalha do presidente Obama.
É assunto complexo. Naturalmente, grandes interesses por trás disto tudo. Um enorme negócio, interno, e sobretudo externo. E há a NRA!
Também tem a ver, em parte, com a história do país, com as mentalidades, com a constituição.
Complicado, mas com sucessivos dramas no quotidiano americano.
Em 1998, concretamente 15 de Agosto, dia da minha chegada aos EUA, um amigo que me foi buscar ao aeroporto, entre outras coisas, para me dar uma primeira pincelada sobre o meio onde eu ia viver 3 anos (estado da Virgínia), disse-me que tinha sido chumbada no parlamento estadual poucos dias antes, uma proposta de lei para reduzir a 12 o número de armas que cada pessoa podia deter!!!!!
Complicado!
AC

sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

2016! O QUE NOS ESPERA
Escadas, obstáculos, dificuldades, estão à nossa frente, faz parte da vida. Em Portugal, este meu querido País, continuadamente desgraçado por uma enorme cambada, as dificuldades que nos esperam são de monta.
O ano vai ter nos primeiros dias desafios muito complicados.
Como optimista que sou, sem nunca deixar de enunciar o meu azedume pelas pouca vergonhas que nos rodeiam, tenho esperança que as coisas se componham razoavelmente.
A todos os meus estimados visitantes, renovo os votos de 2016 o melhor possível.
Deixo um conselho: vão pondo uns euros de lado, pois há mais bancos para recapitalizar, para equilibrar os rácios.
AC

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

ACORDO ORTOGRÁFICO?????



AINDA a PROPÓSITO de SÓCRATES (não o Grego)
Não vou perder tempo com a criatura, isto é, a comentar toda a aldrabice pegada e o triste espectáculo  de tempos atrás na TVI.
Vem isto a propósito de eu andar a ver papelada, a olhar para arquivos antigos, e apontamentos vários, e zás, lembrei-me desta criatura, e de outros como ele que, com a maior candura, falam e dizem coisas com a maior desfaçatez.

Bom, façamos um "suponhamos". Então é assim.
Era uma vez uma quinta enorme, à entrada de uma conhecida cidade da Beira.
Nas partilhas, heranças e baldrocas numa certa família, essa enorme quinta ficou para um certo ramo da família. Por sinal, o ramo mais totó!!!!
Ora passados tempos, passou a existir um plano aprovado para essa quinta, para poder aí ser construído um determinado conjunto de prédios com apenas X andares.
O ramo totó, ufano da mais valia que isso representava, veio a dada altura a vender a quinta assim valorizada. Ficou convencido que tinha feito um excelente negócio, ainda para mais tendo sido aconselhado por um familiar bandidote, mas que tinha na conta de dedicado sobrinho!!!!
Pois o bandidote, que além de bandido estava feito com certa gente conhecida no burgo e nada recomendável, veio a ajudar que na quinta se viessem a poder construir prédios com pelo menos o dobro da altura que o ramo totó julgava exequível por parte da autarquia.
Pois assim, num ápice, a tal gentinha conhecida do burgo fez um monumental negócio, pois o pouco que gastou a comprar a quinta com projecto para X andares, num estalar de dedos a coisa virou de borla, fora o chorudo lucro que obtiveram mais tarde. Tudo legal.
É só um suponhamos, evidentemente, que fique claro.
É apenas a minha veia imaginativa, como se coisas destas pudessem acontecer.
A cidade a que aludo é fantasmagórica, é um holograma, e os prédios por onde passo quase todos os meses não passam de hologramas!!! Por acaso bem giros.

É certamente este tipo de coisas que acontecem, inocentes, para as quais não há códigos que resistam. E não é que ajudam a manter cândidas faces como a de Sócrates e de outros, que são centenas.
Ou serão milhares????
Não, chega para lá, mente fértil, cheia de hologramas!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AC 


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

FINGE!!!!!!!!!!!!!!
Porventura sem correspondência real, mas conta-se que um padre desesperado, por sentir que já não acredita em Deus, pede audiência ao Papa.
E confessa-lhe - " eu já não acredito em Deus,......estou desesperado,......que devo fazer? "
Resposta do Papa - "finge"

Presente esta história, atentando no meu desgraçado País, olhando à catadupa de tristes acontecimentos, de desgraças, de contínua ausência de rumo, de demagogia e mentiras, a que se soma estes políticos de todas as cores e estes candidatos a presidentes da República que visitam hoje hospitais, porventura amanhã os desvalidos que dormem nas arcadas do terreiro do Paço, continuo farto desta gentinha toda.
E HÁ MUITO QUE DEIXEI DE FINGIR!!!
AC

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Estes são de ferro,......não precisam de recapitalização, ........de melhorar rácios!!!!!

AC
Tristes fragmentos do quotidiano
Com mágoa, com muita tristeza, se observam continuamente, por todo a parte, apesar das loas de todo o lado.



AC

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Associações que ás vezes se fazem, de repente
Consegui ver grande parte do que se passou hoje de manhã na Assembleia da República (AR).
Tinha resolvido não pensar mais no lamentável (para mim, naturalmente) espectáculo.
Não é que estando ás voltas "dentro" dos meus arquivos fotográficos, de repente ZÁS, deparo com a que coloco em baixo, e lembrei-me logo da AR? Ele acontece cada uma!!!! Bom Natal.
AC

NATAL
Amanhã, consoada. 25 é Natal.
A segunda serra mais alta do País ainda não está assim.
É Natal. O melhor possível para todos, saúde em primeiro lugar.
Ah, e lembrem-se, não convém nada adoecer ao fim de semana!
AC

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Prometeramm virar a página da austeridade. POIS!!!!
Os que saíram (e não foi de forma limpa; refiro-me ao que fizeram mal), a par de medidas que tinham que ser tomadas embora imagine que pudesse haver algumas semelhantes ou com os mesmos objectivos mas menos violentas (mas sinto muita mentira nos financeiros de todas as partes) carregaram na máquina fiscal até sangrarmos.
Mas claro, praticamente nada nas fundações, nas rendas, nas PPP's, ainda que alguma coisa mais recentemente tenham aliviado.
Os que se sentaram no poleiro, quais milagreiros, verdadeiros messias do novo tempo, ou tempo novo como gostam de salientar, dizem que é só virar a página.
Por mim, creio que a música vai continuar a ser basicamente a mesma.
Basta atentar nas páginas que estão a virar.
Pelo que estou muito convencido que impostos aí virão. Aguardemos o OE.

A Banda dos impostos,
toca música sem parar,
são poucos os dinheiros,
tanto temos que pagar!

AC

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Portugal, e a sucessão de boas decisões, e a sucessão de reformas!!!!

1º exemplo:
2º exemplo:
 
 3º exemplo:
AC
Primeiro dia de Inverno. O dia mais pequeno. Portugal como sempre, ou pior.
Que título para post!
Depois de o acabar de escrever parei uns segundos e, de facto, confesso, nem sei bem como o qualificar.
Mas fica, "PRONTOS"......
Aqui, onde moro, um nevoeiro terrível. Nevoeiro que começou ontem ao fim da noite, quando atravessei a ponte Vasco da Gama. Durante a noite e esta manhã, do nevoeiro não apareceu nenhum D.Sebastião. Em vez disso, temos mais uma conta calada para os contribuintes se tramarem. O costume. Uma das prendas de Natal chama-se BANIF. Portanto, Portugal cada vez pior.
Podem vir argumentar com o que quiserem, só olho aos factos.
Os anteriores meninos esconderam a coisa anos a fio, por cima do tapete, para debaixo do tapete, assobiaram. Durante esse tempo, o senhor dos cabelos e barbas brancas, só por acaso do PS, nunca soube de nada, nunca desconfiou de nada!!
Agora o actual inquilino de S.Bento resolveu o que resolveu.
Agora, os senhores deputados parece prepararem mais uma comissão de inquérito, para brilharem as e os patetas do costume. Resultados? Ai que bem preparados estavam. Quanto ao resto, tudo na sarjeta.
Entretanto, alguns jornalistas entretêm-se a escrever o que lhes vem à cabeça, na ânsia de arranjar títulos que aumentem as vendas. Mas iludem-se.
Porque cada vez se compram menos jornais aos que andam há décadas a comer (e etc) e beber nos mesmos sítios dos que concebem e executam as pouca vergonhas conhecidas, e as desconhecidas, ainda.
Podem escrever que uns vão surfar isto e aquilo, que os debates vão ser duros, etc.
A realidade é uma só, triste, terrível, e que é, andarmos há pelo menos 30 anos a fingir que somos o que não somos, a viver com a corrupção, mas sempre a dizer de muitos que são estimáveis e qualificados. Assentar um rumo para o País, isso é que não.
Qualificados são, para rebentar com Portugal,  para nos roubar, para ter construído uma teia de códigos e outras normas que tudo permitem e safam a banditagem.
Venham-me dizer que sou muito cáustico, que sou muito duro com políticos e jornalistas. Venham, venham, sou eu que estou enganado.
AC
PS: a propósito de Inverno

domingo, 20 de dezembro de 2015

Portugal, muitas vezes um País com fantochadas.
É uma verdade, infelizmente, no meu desgraçado País, sucedem-se as palhaçadas, e ninguém liga.
A sério.
Os sobressaltos no âmbito do terrorismo sucedem-se, ameaças de bomba aqui e ali, aviões que aterram de emergência, e por aí fora. Vivemos um contemporâneo complexo, difícil, sobressaltado.
É a triste realidade da vida. Até se espalha que andam por cá uns rapazes nada recomendáveis. Aparentemente, detiveram pelo menos um farsante estrangeiro.
Os muitas vezes designados serviços secretos domésticos, têm sido alvo periódico de notícias, as mais das vezes por tristes razões.
Modus operandi legais, ou ilegais? O chefe da pirâmide, sabe, não sabe, os sucessivos PM sabem, não sabem?
Cumplicidades com mafiosos empresariais, existem? Sim o não?
Que credibilidade temos aos olhos internacionais?
Que rasto deixaram nos serviços, militares, diplomatas, certos civis, e outros servidores do Estado?
Que compatibilidades técnicas existem entre as várias forças e serviços do Estado tendo em vista assegurar a segurança dos cidadãos? Incluindo SIS e SIED?
Que controlo parlamentar é feito?
Será aquele tipo de controlo em que pessoas certamente muito respeitáveis e porventura qualificadas, "papam" uns briefings, um "cocktail", e recebem uns relatórios?
Será que fazem ideia, de facto, o que deveria ser um SIED, e mesmo um SIS, tendo presente SEMPRE as normas constitucionais, mas, de uma vez por todas, terminando com a "capadela" actual infligida aos serviços, que estão de certa forma manietados, comparando com o que no presente se verifica lá fora?
Se calhar nem fazem ideia, os parlamentares, do que está alojado nos andares, se calhar não passam da sala de briefings. Oxalá eu esteja enganado, com os parlamentares, e com certas pantomineiras.
AC
Último dia do Outono 2015, manhã cedo.
AC
O CHOCALHO
Aqui ficam uns exemplos.
AC
Dia especial
Correu muito bem, junto da família directa. Nove à mesa do almoço. Num dos bons restaurantes em Lisboa. Antes do almoço e depois, coisas várias. Mas um dos bons momentos decorreu no Centro Cultural de Cascais, pouco depois das 1800 horas. Uma pequena mas excelente conferência, seguida de um concerto igualmente excelente.
Falou-se de «O Liberalismo e as contradições político-eclesiásticas» e ouviu-se uma grande parte da Missa Grande, de Manuel Portugal.
AC

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

AS FUNDAÇÕES, AS FUNDAÇÕES, AS FUNDAÇÕES, AS FUNDAÇÕES. E não só!!!
As fundações. Ou um dos cancros da nossa sociedade. 
Outro de enorme importância, está corporizado nos vários fundos imobiliários que, presumo, ganharão rios de dinheiro (sou favorável ao lucro) mas, aparentemente, nem sequer pagam IMI.
Mas, focando-me nas fundações, uma das maiores criticas que faço ao governo de Passos Coelho é que, creio, deixou quase intacto este "pormenor" da sociedade e da vida política.
É um cancro, com metásteses no PSD, no CDS, no PS. 
Porque de facto, muita retórica houve, sempre, nestes três partidos, mas as clientelas dos três e mais umas franjas que por aí se roçam nas paredes disfarçando, porque também lá têm as mãozinhas na massa, sempre trataram que tudo ficasse basicamente na mesma. Porque os tugas depressa esquecem, e os media,........bem,.......adiante.
A realidade é que os dinheiros públicos desaparecem como a areia nas mãos dos meninos.
Uma das muitas dificuldades que um cidadão tem é tentar descobrir as coisas que estão camufladas nos sucessivos OE, nos relatórios de muitas instituições, como por exemplo a Inspeção-Geral de Finanças, e aperceber-se ao menos de umas migalhas das que escorrem aos milhões ou flutuam por aí. Escandaloso, senhores sucessivos primeiros-ministros. Custa, dá muito trabalho, mas é muito bom. E depois existem aqueles que me vêm dizer - ah você é muito duro com os políticos -........
AC
ADRIANO MOREIRA
"Mudou de política, acaba de mudar de ministro"
Creio que foi mais ou menos esta a frase de Adriano Moreira a Salazar, numa fase relevante da vida política nacional décadas atrás.
Todos temos defeitos e qualidades. Todos os seres humanos. O diacho é a questão das proporções.
O ilustre Professor Adriano Moreira não foge à regra, naturalmente.
Mas ainda que eu seja um dos vários suspeitos ao pronunciar-me sobre ele, ainda assim continuo a tê-lo como um homem decente.
E estou muito descansado, de que não estou enganado.
Só um ser decente, esclarecido, intelectualmente honesto, como milhões de portugueses, aponta em primeiro lugar as qualidades indispensáveis a quem se quer dedicar à causa pública: ser autêntico, ser fiel a princípios, traçar políticas que sejam apreendidas pelos cidadãos.
AC