COISAS NO MEU PAÍS A QUE SEMPRE ACHO GRAÇA !
Não é só o PCP, outros partidos o fazem e dizem, incluindo os que são designados por "direitolas", embora estes com semântica diferente, palavreado diferenciado.
O PCP, como mais uma vez recentemente, a propósito do que eu chamo o índice de durabilidade do actual governo, pela voz do patriarca Jerónimo de Sousa, reafirma que o governo durará o que durar, dependendo do partido socialista, da sua acção governativa.
Se governar no interesse dos trabalhadores, do povo, e do País, tudo bem, não cai, senão,....presumo eu, será deitado abaixo.
Eu sei que esta terminologia tem raízes ideológicas, de luta de classes. Eu sei.
Mas acho sempre piada a esta separação das coisas, como se o povo não incluísse os trabalhadores por exemplo, ou como se pudesse governar a favor do povo sem ser em favor também do País, ou vice-versa.
Mas, eu sei, sou eu que sou chato.
Mas para mim, a "chateza" maior, é que, por esta ou aquela razão, ao longo de séculos, continuamos esta desgraça de País. Desde 1700.
Sim, sou eu que sou chato, de resto está tudo muito bem, equilibrado.
É como quanto ao mar e aos portos - decretou-se, acabaram as greves. Engraçado, engraçada esta senhora que o anunciou! Governou no interesse dos trabalhadores. Mas, terá sido de facto assim?
AC
ainda flutua, dirão os pouco atentos!
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 10 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
GOSTOS NÃO SE DISCUTEM
Com o respeito por todas as outras opiniões, sempre, e sem nenhuma intenção de ofender quem quer que seja, esta noite fiz bem melhor em ir ouvir a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Sibelius (Valsa Triste, da suite Kuolema/1903), Schumann (concerto para violoncelo em Lá Menor, op.129 /1850) e Tchaikovsky (suite do bailado O Lago dos Cisnes - introdução, cenas nº1 e nº2 do 1º acto, cenas nº10 e nº13 do 2º acto, cena nº7 do 3º acto, e última cena do 4º acto).
Um espanto.
AC
Com o respeito por todas as outras opiniões, sempre, e sem nenhuma intenção de ofender quem quer que seja, esta noite fiz bem melhor em ir ouvir a Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Sibelius (Valsa Triste, da suite Kuolema/1903), Schumann (concerto para violoncelo em Lá Menor, op.129 /1850) e Tchaikovsky (suite do bailado O Lago dos Cisnes - introdução, cenas nº1 e nº2 do 1º acto, cenas nº10 e nº13 do 2º acto, cena nº7 do 3º acto, e última cena do 4º acto).
Um espanto.
AC
OS FERIADOS, e os POLÍTICOS de PACOTILHA
O governo que sucedeu ao desastre Sócrates fez, a meu ver naturalmente, muita coisa bem mas muitas mal.
A questão dos feriados terá sido um dos assuntos tratados com os pés.
Entrou o novo messias a governar e aí estão os feriados de novo.
O pessoal ficou todo contentinho.
Mas, mal que pergunte, e não só a propósito dos feriados, chegará alguma vez a Portugal uma época em que não haja governo a derrubar quase tudo do anterior, a nomear e renomear boys e girls?
APRE!
Quanto aos feriados, não seria razoável ponderarem:
1º - manter todos os feriados que remetem para a nossa história;
2º - encostarem, antes ou depois de fim de semana, a fruição da maioria dos feriados?
Mas devo ser eu um dos vários tolos em Portugal que lhe parece poder haver soluções práticas, respeitadoras da história, e que tenham em conta esta coizinha essencial da vida, que é, ganhar o pãozinho de cada dia. Como se faz em partes civilizadas, desenvolvidas, por essa Europa.
AC
PS: reparei que Vital Moreira, no seu blogue, mais uma vez, se empertigou com a parte favorável da igreja católica acerca da reposição de feriados religiosos. Que são de facto CATÓLICOS. E é um facto, e entendo que muito bem, o que dispõe a CRP sobre a fé. Mas, também, não se deva desprezar a realidade nacional quanto à fé.
Pena que Vital Moreira não sugira a inclusão de uns feriados a representar os muçulmanos, os hindus, os ortodoxos, e por aí fora.
Com a ajuda de uma conhecida deputada fracturante, até se poderiam ponderar mais uns feriados para celebrar os vários temas fracturantes, as várias causas, etc.
Era simpático, sobretudo, se alguém lá fora pagar o nosso soalheiro sossego (em dias como hoje não, que chove a cântaros).
O governo que sucedeu ao desastre Sócrates fez, a meu ver naturalmente, muita coisa bem mas muitas mal.
A questão dos feriados terá sido um dos assuntos tratados com os pés.
Entrou o novo messias a governar e aí estão os feriados de novo.
O pessoal ficou todo contentinho.
Mas, mal que pergunte, e não só a propósito dos feriados, chegará alguma vez a Portugal uma época em que não haja governo a derrubar quase tudo do anterior, a nomear e renomear boys e girls?
APRE!
Quanto aos feriados, não seria razoável ponderarem:
1º - manter todos os feriados que remetem para a nossa história;
2º - encostarem, antes ou depois de fim de semana, a fruição da maioria dos feriados?
Mas devo ser eu um dos vários tolos em Portugal que lhe parece poder haver soluções práticas, respeitadoras da história, e que tenham em conta esta coizinha essencial da vida, que é, ganhar o pãozinho de cada dia. Como se faz em partes civilizadas, desenvolvidas, por essa Europa.
AC
PS: reparei que Vital Moreira, no seu blogue, mais uma vez, se empertigou com a parte favorável da igreja católica acerca da reposição de feriados religiosos. Que são de facto CATÓLICOS. E é um facto, e entendo que muito bem, o que dispõe a CRP sobre a fé. Mas, também, não se deva desprezar a realidade nacional quanto à fé.
Pena que Vital Moreira não sugira a inclusão de uns feriados a representar os muçulmanos, os hindus, os ortodoxos, e por aí fora.
Com a ajuda de uma conhecida deputada fracturante, até se poderiam ponderar mais uns feriados para celebrar os vários temas fracturantes, as várias causas, etc.
Era simpático, sobretudo, se alguém lá fora pagar o nosso soalheiro sossego (em dias como hoje não, que chove a cântaros).
Chuva e mais chuva
Ora não andavam muitos a dizer, em meados/ finais de Novembro, que faz falta a água? Toma!
Aí a têm, chove a cântaros. A tarde e a noite, e amanhã de manhã, a coisa promete.
Aqui deixo uma fotografia da igreja da aldeia, tirada de dentro de casa, com sinais de pingos na janela. Não tinha mais pingos porque aquela janela é abrigada.
AC
Ora não andavam muitos a dizer, em meados/ finais de Novembro, que faz falta a água? Toma!
Aí a têm, chove a cântaros. A tarde e a noite, e amanhã de manhã, a coisa promete.
Aqui deixo uma fotografia da igreja da aldeia, tirada de dentro de casa, com sinais de pingos na janela. Não tinha mais pingos porque aquela janela é abrigada.
AC
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
A pouca vergonha que não acaba. OBSERVATÓRIOS, por exemplo
O actual governo, pelo que se vai percebendo, vai ter que contar bem os tostões.
Algumas das medidas já aprovadas na AR, certamente defensáveis mas também discutíveis, são de respeitar. Pessoalmente discordo de várias, como por exemplo a questão dos exames. Mas isso interessa nada.
O que me ocorre é: quando é que o governo vai olhar para coisas que são um dos muitos sorvedouros de dinheiro, e se deixa de patetices fracturantes e outras?
Refiro-me em concreto aos muitos observatórios (hoje deixo de fora os institutos, e as fundações)
Por exemplo, os relacionados com vida, saúde.
5 Exemplos:
Observatório dos medicamentos e dos produtos da saúde
O actual governo, pelo que se vai percebendo, vai ter que contar bem os tostões.
Algumas das medidas já aprovadas na AR, certamente defensáveis mas também discutíveis, são de respeitar. Pessoalmente discordo de várias, como por exemplo a questão dos exames. Mas isso interessa nada.
O que me ocorre é: quando é que o governo vai olhar para coisas que são um dos muitos sorvedouros de dinheiro, e se deixa de patetices fracturantes e outras?
Refiro-me em concreto aos muitos observatórios (hoje deixo de fora os institutos, e as fundações)
Por exemplo, os relacionados com vida, saúde.
5 Exemplos:
Observatório dos medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório da doença e morbilidade
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório da doença e morbilidade
Observatório vida
= nunca deram por certas vendas de material?
= nunca deram pelas mortes em centros de saúde e em hospitais?
Se por acaso algum foi extinto não foi certamente por este governo. Creio que o anterior não o fez também. Mas se estou enganado, darei a mão à palmatória.
É que há muitas mais perguntas, mas fico por aqui.
O que creio interessante, nos 5 observatórios apresentados, é que para tanta saúde, só um é para a doença. Curioso.
AC
Com tanto observatório, presumo não extintos, ocorre perguntar:
= nunca deram pelas vigarices das receitas fantasmas?
= nunca deram pelo fechar de serviços nos hospitais para um descansado fim de semana?= nunca deram por certas vendas de material?
= nunca deram pelas mortes em centros de saúde e em hospitais?
Se por acaso algum foi extinto não foi certamente por este governo. Creio que o anterior não o fez também. Mas se estou enganado, darei a mão à palmatória.
É que há muitas mais perguntas, mas fico por aqui.
O que creio interessante, nos 5 observatórios apresentados, é que para tanta saúde, só um é para a doença. Curioso.
AC
A comunicação Social que desgraçadamente temos.
Sobre este assunto e o post desta manhã, reitero esta adenda e acrescento em baixo uma outra.
ADENDA: "eles, os jornalistas (quase todos), continuam a não entender uma coisa simples: as pessoas não fortalecem o seu carácter colocando-se sempre ao lado dos vencedores".
Adenda adicional: "A informação que temos não é a que desejamos. A informação que desejamos não é a que precisamos. A informação que precisamos não está disponível”
“Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data”
António Cabral (AC)
Sobre este assunto e o post desta manhã, reitero esta adenda e acrescento em baixo uma outra.
ADENDA: "eles, os jornalistas (quase todos), continuam a não entender uma coisa simples: as pessoas não fortalecem o seu carácter colocando-se sempre ao lado dos vencedores".
Adenda adicional: "A informação que temos não é a que desejamos. A informação que desejamos não é a que precisamos. A informação que precisamos não está disponível”
“Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data”
António Cabral (AC)
NORMA DE HIGIENE PÚBLICA
De entre muitas, uma das principais é não acreditar em praticamente nada dito por políticos e elites (???) gestoras, ou que apareça nos OCS relativamente a eles, até que seja negado. E não acreditar quase em nada, até que apareça desmentido oficial.
Isto a propósito de tudo o que vem acontecendo nos últimos anos e, particularmente também, dos multimilionários contratos entre os clubes de futebol Benfica, Sporting e Porto e as empresas de telecomunicações.
Em primeiro lugar, quer os jornalistas ditos especialistas em economia e em finanças quer os generalistas, quer ainda as "costumeiras comentadeiras" do burgo, nenhum (que eu tenha reparado), se indignou/indigna com as contas desses clubes e com estes contratos, quando é falado em surdina que têm dívidas monstruosas à banca (aos bancos falidos e aos outros), e que apesar das pornográficas verbas anunciadas sobre compras e vendas de jogadores, os passivos desses clubes aumentam todos os anos. Aliás, para mim, uma das curiosidades no país, desde sempre, é a passividade sobre estes negócios.
Por isso, "nada define melhor o terceiromundismo de um país do que a sobrevalorização de jogos de futebol no contexto geral dos acontecimentos do país".
Sobre isto, ocorre lembrar aos senhores jornalistas, aos senhores deputados, aos governos todos, a famosa frase - "o ruído ensurdecedor do silêncio".
AC
De entre muitas, uma das principais é não acreditar em praticamente nada dito por políticos e elites (???) gestoras, ou que apareça nos OCS relativamente a eles, até que seja negado. E não acreditar quase em nada, até que apareça desmentido oficial.
Isto a propósito de tudo o que vem acontecendo nos últimos anos e, particularmente também, dos multimilionários contratos entre os clubes de futebol Benfica, Sporting e Porto e as empresas de telecomunicações.
Em primeiro lugar, quer os jornalistas ditos especialistas em economia e em finanças quer os generalistas, quer ainda as "costumeiras comentadeiras" do burgo, nenhum (que eu tenha reparado), se indignou/indigna com as contas desses clubes e com estes contratos, quando é falado em surdina que têm dívidas monstruosas à banca (aos bancos falidos e aos outros), e que apesar das pornográficas verbas anunciadas sobre compras e vendas de jogadores, os passivos desses clubes aumentam todos os anos. Aliás, para mim, uma das curiosidades no país, desde sempre, é a passividade sobre estes negócios.
Por isso, "nada define melhor o terceiromundismo de um país do que a sobrevalorização de jogos de futebol no contexto geral dos acontecimentos do país".
Sobre isto, ocorre lembrar aos senhores jornalistas, aos senhores deputados, aos governos todos, a famosa frase - "o ruído ensurdecedor do silêncio".
AC
A comunicação Social que desgraçadamente temos.
Mais dois exemplos da pouca vergonha dos jornalistas que temos.
Minha mulher alertou-me que o actual ministro da saúde estava a começar a dar uma entrevista na TVI, e que mais tarde Guterres iria ser entrevistado noutro canal.
Lá abri mais uma excepção, e assisti.
Quanto ao ministro da saúde:
Concluí parecer ter como ministro do sector uma pessoa muito equilibrada. Sem nunca deixar de dizer que os cortes tiveram certamente reflexo no SNS, como é óbvio para qualquer pessoa normal e decente, nunca assumiu a postura vergonhosa de afirmar que tudo de mal que acontece no SNS é por exclusiva culpa dos cortes do anterior governo. Pareceu-me uma pessoa intelectualmente honesta. Ao contrário da tonta jornalista, que tentou repetidamente o degolar do anterior governo. O qual, como sempre disse, tratou muitas coisas com os pés.
Quanto a Guterres:
Achei interessante as considerações sobre um dos grandes males do nosso mundo contemporâneo. Está gordo e anafado.
Perguntado sobre as presidenciais, disse que não se iria antecipar ao PS quanto a posições pessoais sobre os candidatos. Mais, à insistência, disse que a escolha do PS seria um fator decisivo que teria em conta.
Qual o título do Diário de Notícia? Adivinharam bem, Guterres escolhe o candidato que o PS apoiar.
Conclusão: creio que só pode ser uma: o NOJO do COSTUME de JORNALISTAS!
AC
ADENDA: eles, os jornalistas (quase todos), continuam a não entender uma coisa simples: as pessoas não fortalecem o seu carácter colocando-se sempre ao lado dos vencedores.
Mais dois exemplos da pouca vergonha dos jornalistas que temos.
Minha mulher alertou-me que o actual ministro da saúde estava a começar a dar uma entrevista na TVI, e que mais tarde Guterres iria ser entrevistado noutro canal.
Lá abri mais uma excepção, e assisti.
Quanto ao ministro da saúde:
Concluí parecer ter como ministro do sector uma pessoa muito equilibrada. Sem nunca deixar de dizer que os cortes tiveram certamente reflexo no SNS, como é óbvio para qualquer pessoa normal e decente, nunca assumiu a postura vergonhosa de afirmar que tudo de mal que acontece no SNS é por exclusiva culpa dos cortes do anterior governo. Pareceu-me uma pessoa intelectualmente honesta. Ao contrário da tonta jornalista, que tentou repetidamente o degolar do anterior governo. O qual, como sempre disse, tratou muitas coisas com os pés.
Quanto a Guterres:
Achei interessante as considerações sobre um dos grandes males do nosso mundo contemporâneo. Está gordo e anafado.
Perguntado sobre as presidenciais, disse que não se iria antecipar ao PS quanto a posições pessoais sobre os candidatos. Mais, à insistência, disse que a escolha do PS seria um fator decisivo que teria em conta.
Qual o título do Diário de Notícia? Adivinharam bem, Guterres escolhe o candidato que o PS apoiar.
Conclusão: creio que só pode ser uma: o NOJO do COSTUME de JORNALISTAS!
AC
ADENDA: eles, os jornalistas (quase todos), continuam a não entender uma coisa simples: as pessoas não fortalecem o seu carácter colocando-se sempre ao lado dos vencedores.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
6 Janeiro
Cada dia é importante. Encerra eventos nacionais e internacionais, tragédias, aniversários, etc. E é sempre bom passar por eles, com as alegrias e com os momentos maus. Estamos vivos.
6 de Janeiro é dia de Reis. Espero poder comer umas boas fatias de bolo rainha, que aprecio mais que o bolo rei. Sobretudo o confeccionado na nossa pastelaria favorita, em Alcochete.
A 6 de Janeiro de 1973 foi lançado o Expresso. Estupidamente, não se guardou o exemplar comprado nesse dia por quem estava no Continente, enquanto eu estava na guerra, na então Guiné portuguesa.
6 de Janeiro é dia de aniversário de uma senhora amiga.
A 6 de Janeiro, mas de 1992, é data muito importante para nós, assinei o contrato-promessa, e dei o sinal para a nossa casa na aldeia. Em Outubro desse ano foi feita a escritura.
AC
Cada dia é importante. Encerra eventos nacionais e internacionais, tragédias, aniversários, etc. E é sempre bom passar por eles, com as alegrias e com os momentos maus. Estamos vivos.
6 de Janeiro é dia de Reis. Espero poder comer umas boas fatias de bolo rainha, que aprecio mais que o bolo rei. Sobretudo o confeccionado na nossa pastelaria favorita, em Alcochete.
A 6 de Janeiro de 1973 foi lançado o Expresso. Estupidamente, não se guardou o exemplar comprado nesse dia por quem estava no Continente, enquanto eu estava na guerra, na então Guiné portuguesa.
6 de Janeiro é dia de aniversário de uma senhora amiga.
A 6 de Janeiro, mas de 1992, é data muito importante para nós, assinei o contrato-promessa, e dei o sinal para a nossa casa na aldeia. Em Outubro desse ano foi feita a escritura.
AC
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Novo Ano. Ano Novo?
Estimados visitantes/ leitores, renovo os meus votos para que estejam bem, tenham passado uns dias sem tormentas. Mais uma vez, um 2016 o melhor possível, ainda que à nossa frente se vislumbrem dificuldades e apreensões.
Que tenham tido umas boas festas e uma boa passagem de ano.
Pela minha parte foi muito bom, excepto o tempo que, tirando dois dias com Sol e poucas nuvens, esteve nevoeiro e muito chuvoso acompanhado do sempre irritante vento. A temperatura fora de casa, nunca passou dos 12ºC; ás 9 horas andou pelos 7º, perto das 17 horas o mesmo, ás vezes 8 ou 9ºC. Frio seco (molhado com a chuva).
AC
Estimados visitantes/ leitores, renovo os meus votos para que estejam bem, tenham passado uns dias sem tormentas. Mais uma vez, um 2016 o melhor possível, ainda que à nossa frente se vislumbrem dificuldades e apreensões.
Que tenham tido umas boas festas e uma boa passagem de ano.
Pela minha parte foi muito bom, excepto o tempo que, tirando dois dias com Sol e poucas nuvens, esteve nevoeiro e muito chuvoso acompanhado do sempre irritante vento. A temperatura fora de casa, nunca passou dos 12ºC; ás 9 horas andou pelos 7º, perto das 17 horas o mesmo, ás vezes 8 ou 9ºC. Frio seco (molhado com a chuva).
AC
domingo, 3 de janeiro de 2016
O SOSSEGO NA ALDEIA
Para lá do horroroso tempo, estar na aldeia é um bálsamo excepcional. Como uso fazer, não subo ao piso de cima para me plantar em frente da TV. Há cá em casa quem o faça, não critico, até porque o meu sossego cá em baixo não é afectado.
Mas dá para ter uma noção genérica sobre algumas coisas que se vão passando. Por exemplo, estão a decorrer debates (!!!!!) entre candidatos a presidente da República.
Isto remete-me para uma frase comum - um político honesto pergunta o que é que recomenda um homem. Um político corrupto, QUEM!
Não estou a insinuar menos ainda a afirmar, que algum dos candidatos tem alguma coisa a ver com a corrupção. O meu ponto é - o que é que recomenda cada um deles?
Sem ver os debates, não tenciono ver um único, fico naturalmente um pouco em falso para considerações. Mas, a minha pergunta parece legítima, pelo que tenho visto nos zappings online que de vez em quando faço e pelos jornais e revistas que compro sempre no final de ano.
O que recomenda cada um deles? O defeito é meu certamente.
AC
Para lá do horroroso tempo, estar na aldeia é um bálsamo excepcional. Como uso fazer, não subo ao piso de cima para me plantar em frente da TV. Há cá em casa quem o faça, não critico, até porque o meu sossego cá em baixo não é afectado.
Mas dá para ter uma noção genérica sobre algumas coisas que se vão passando. Por exemplo, estão a decorrer debates (!!!!!) entre candidatos a presidente da República.
Isto remete-me para uma frase comum - um político honesto pergunta o que é que recomenda um homem. Um político corrupto, QUEM!
Não estou a insinuar menos ainda a afirmar, que algum dos candidatos tem alguma coisa a ver com a corrupção. O meu ponto é - o que é que recomenda cada um deles?
Sem ver os debates, não tenciono ver um único, fico naturalmente um pouco em falso para considerações. Mas, a minha pergunta parece legítima, pelo que tenho visto nos zappings online que de vez em quando faço e pelos jornais e revistas que compro sempre no final de ano.
O que recomenda cada um deles? O defeito é meu certamente.
AC
Na tarde chuvosa, na aldeia.
Está um tempo horroroso. Lá fora, neste momento, menos de 9°C. Óptimo cá dentro, 19.5° C em toda a casa ( olhem que a inveja é pecado!)
Tempo para saborear várias coisas, para a mente, para o estômago. Tempo para olhar a papéis, receitas de culinária (ontem fiz uma soberba tarde de amendôa laminada), revisitar as parvoíces de conhecidos e políticos.
Não tenho dúvida de que deve ser difícil encontrar muitas coisas mais caras que a estupidez e a soberba.
Já Camões lembrava:
Quem faz injúria vil e sem razão
Com forças e poder em que está posto,
Não vence; que a victória verdadeira,
é saber ter justiça, nua e inteira.
( Luís de Camões, canto décimo, LVIII)
AC
Está um tempo horroroso. Lá fora, neste momento, menos de 9°C. Óptimo cá dentro, 19.5° C em toda a casa ( olhem que a inveja é pecado!)
Tempo para saborear várias coisas, para a mente, para o estômago. Tempo para olhar a papéis, receitas de culinária (ontem fiz uma soberba tarde de amendôa laminada), revisitar as parvoíces de conhecidos e políticos.
Não tenho dúvida de que deve ser difícil encontrar muitas coisas mais caras que a estupidez e a soberba.
Já Camões lembrava:
Quem faz injúria vil e sem razão
Com forças e poder em que está posto,
Não vence; que a victória verdadeira,
é saber ter justiça, nua e inteira.
( Luís de Camões, canto décimo, LVIII)
AC
EMPREGO
O emprego, o desemprego, sobre este assunto existem desde 25 de Abril de 1974 muitas e variadas opiniões, estudos, estatísticas, berros, aldrabices.
A realidade é muitas vezes diferente do que anunciam certos pantomineiros, como Mota Soares. Mas do lado oposto, não faltam aldrabões.
Eu, um dos que há muito deixou de comprar jornais e revistas, por razões que virei a explicitar um destes dias, mantenho um hábito: passando normalmente um grande período das "festas" na aldeia, compro todos os jornais e revistas antes e depois de 31 de Dezembro. Os disponíveis na vila, que é sede e concelho.
Isto tudo a propósito dos jornais e do emprego. A separata do Expresso de 31 Dezembro, "Emprego", tem quatro folhitas!!!!
QUATRO. Já lá vai o tempo das muitas páginas.
Onde pára a recuperação?
Mas também vou aguardar pelo decretado fim do empobrecimento, e pelo "creschimento".
AC
O emprego, o desemprego, sobre este assunto existem desde 25 de Abril de 1974 muitas e variadas opiniões, estudos, estatísticas, berros, aldrabices.
A realidade é muitas vezes diferente do que anunciam certos pantomineiros, como Mota Soares. Mas do lado oposto, não faltam aldrabões.
Eu, um dos que há muito deixou de comprar jornais e revistas, por razões que virei a explicitar um destes dias, mantenho um hábito: passando normalmente um grande período das "festas" na aldeia, compro todos os jornais e revistas antes e depois de 31 de Dezembro. Os disponíveis na vila, que é sede e concelho.
Isto tudo a propósito dos jornais e do emprego. A separata do Expresso de 31 Dezembro, "Emprego", tem quatro folhitas!!!!
QUATRO. Já lá vai o tempo das muitas páginas.
Onde pára a recuperação?
Mas também vou aguardar pelo decretado fim do empobrecimento, e pelo "creschimento".
AC
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