Dia Mundial da Poesia
25 de ABRIL
Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do Tempo
(Sophia de Mello Breyner Andressen, O nome das coisas, "Assírio&Alvin")
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quinta-feira, 21 de março de 2019
21 MARÇO
Primavera
Dia mundial da floresta e da árvore
Dia mundial da poesia
Dia Mundial para a eliminação da discriminação social
> 1685 - Nasceu Sebastien Bach
> 1930 - Nasceu Dinis Machado
> 1965 - Martin Luther King com centenas de pessoas marcha de Selma até Montgomery, em mais uma luta pelos direitos civis
> 1993 - Inauguração do CCB
> 2006 - Twitter pela 1ª vez online
> 2019 - Um C-130 da FAP, com cerca de 40 militares portugueses e uma equipa cinotécnica da GNR, partiu para Moçambique para dar apoio no âmbito da tragédia ocorrida na sequência do ciclone
AC
Primavera
Dia mundial da floresta e da árvore
Dia mundial da poesia
Dia Mundial para a eliminação da discriminação social
> 1685 - Nasceu Sebastien Bach
> 1930 - Nasceu Dinis Machado
> 1965 - Martin Luther King com centenas de pessoas marcha de Selma até Montgomery, em mais uma luta pelos direitos civis
> 1993 - Inauguração do CCB
> 2006 - Twitter pela 1ª vez online
> 2019 - Um C-130 da FAP, com cerca de 40 militares portugueses e uma equipa cinotécnica da GNR, partiu para Moçambique para dar apoio no âmbito da tragédia ocorrida na sequência do ciclone
AC
quarta-feira, 20 de março de 2019
TANCOS, a ex-PGR, a CPI, a PJ, a PJM
As revelações, as declarações, que se vão sucedendo na CPI acerca da telenovela de Tancos, tanto me deixam estarrecido como nada surpreendido.
Depois de muitos generais, entre outros apareceu agora a ex-PGR. Naturalmente, digo eu, desancou na Polícia Judiciária Militar.
E lembrou que quem conhece o código do processo penal é ela e outros no MP.
Coitada da senhora, está com azar, pois por exemplo eu, um cidadão comum (sim, podem dizer, o Quê?) tenho em casa vários códigos, e olho para eles frequentemente e de há anos. E não sou jurista.
Acredito perfeitamente em outra afirmação da senhora, que na PJM não têm formação. Basta ouvir certas sumidades do passado na PJM para se perceber que por ali há anos que deve existir muita coisa estranha. Como aliás será de matutar no porquê da esmagadora maioria das pessoas na PJM ser do Exército.
Agora, recentemente, colocaram lá um novo chefe, um oficial oriundo da Marinha.
Outra coisa interessante que a senhora revelou é que tentou contactar com o anterior chefe da PJM e nunca conseguiu, pelo que se queixou a Azeredo Lopes. Afirmou até que esse anterior chefe da PJM nunca retribuiu a chamada o que, a ser verdade, classifica bem o homem.
Outra coisa a que a senhora não se escusou foi atacar a existência da PJM e perorar sobre crimes militares.
Pessoalmente sempre me fez muita confusão a estrutura daquela polícia e de parecer ser dominada totalmente pelo Exército.
Mas enquanto cidadão tenho por garantido:
> o MP ficar isolado a tomar conta de tudo (crimes) na área militar é um excelente passo para rapidamente destruir a instituição militar; estão a imaginar os pequeninos atrasos processuais, os recursos sobre recursos, etc.?
> que a tipificação de crimes militares possa precisar de ser ponderada parece fazer sentido, mas não certamente através de estudos conduzidos por quem pretende pura e simplesmente acabar com as Forças Armadas, como bem se vê por aí, então na área PS e BE.........
> que o historial da PJM é capaz de revelar imensos casos de confusão sobre hierarquias a quem obedecer e prestar contas, ai é bem capaz de ser verdade.
Enfim, aguardemos pelos próximos capítulos.
Ah, o PR não vai comentar comissões de inquérito, muito menos esta sobre Tancos,....... SAFA, como dizia o outro. Nem vai mandar o seu irmão gémeo, comandante supremo das forças armadas, olhar para a coisa, ......safa.....outra vez!!
AC
As revelações, as declarações, que se vão sucedendo na CPI acerca da telenovela de Tancos, tanto me deixam estarrecido como nada surpreendido.
Depois de muitos generais, entre outros apareceu agora a ex-PGR. Naturalmente, digo eu, desancou na Polícia Judiciária Militar.
E lembrou que quem conhece o código do processo penal é ela e outros no MP.
Coitada da senhora, está com azar, pois por exemplo eu, um cidadão comum (sim, podem dizer, o Quê?) tenho em casa vários códigos, e olho para eles frequentemente e de há anos. E não sou jurista.
Acredito perfeitamente em outra afirmação da senhora, que na PJM não têm formação. Basta ouvir certas sumidades do passado na PJM para se perceber que por ali há anos que deve existir muita coisa estranha. Como aliás será de matutar no porquê da esmagadora maioria das pessoas na PJM ser do Exército.
Agora, recentemente, colocaram lá um novo chefe, um oficial oriundo da Marinha.
Outra coisa interessante que a senhora revelou é que tentou contactar com o anterior chefe da PJM e nunca conseguiu, pelo que se queixou a Azeredo Lopes. Afirmou até que esse anterior chefe da PJM nunca retribuiu a chamada o que, a ser verdade, classifica bem o homem.
Outra coisa a que a senhora não se escusou foi atacar a existência da PJM e perorar sobre crimes militares.
Pessoalmente sempre me fez muita confusão a estrutura daquela polícia e de parecer ser dominada totalmente pelo Exército.
Mas enquanto cidadão tenho por garantido:
> o MP ficar isolado a tomar conta de tudo (crimes) na área militar é um excelente passo para rapidamente destruir a instituição militar; estão a imaginar os pequeninos atrasos processuais, os recursos sobre recursos, etc.?
> que a tipificação de crimes militares possa precisar de ser ponderada parece fazer sentido, mas não certamente através de estudos conduzidos por quem pretende pura e simplesmente acabar com as Forças Armadas, como bem se vê por aí, então na área PS e BE.........
> que o historial da PJM é capaz de revelar imensos casos de confusão sobre hierarquias a quem obedecer e prestar contas, ai é bem capaz de ser verdade.
Enfim, aguardemos pelos próximos capítulos.
Ah, o PR não vai comentar comissões de inquérito, muito menos esta sobre Tancos,....... SAFA, como dizia o outro. Nem vai mandar o seu irmão gémeo, comandante supremo das forças armadas, olhar para a coisa, ......safa.....outra vez!!
AC
AI QUE ELE FICOU TÃO PERPLEXO.........
Nunca sabem nada, nunca ouviram falar de nada, nunca viram nada, nunca desconfiaram de nada.
Nunca sabem nada, nunca ouviram falar de nada, nunca viram nada, nunca desconfiaram de nada.
O costume.
A artista ou o artisto Catarina Martins (com esta coisa da camarada ou do camarado nunca se sabe....) questionou o sr Costa sobre um memorando assinado entre a RTP e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A coisa estava noticiada há semanas, toda a gente viu quem entrou nas instalações da RTP, foi tudo filmado mas..........espanto geral de indignação, ninguém no governo sabia de nada, e naturalmente, foi uma facada nas Costas do querido líder. A desfaçatez e descarada ausência de vergonha na cara não tem limites. Ele ficou tão perplexo que explicou com detalhe as perguntas indignadas colocadas à RTP.
A artista ou o artisto Catarina Martins (com esta coisa da camarada ou do camarado nunca se sabe....) questionou o sr Costa sobre um memorando assinado entre a RTP e a Federação Portuguesa de Futebol (FPF). A coisa estava noticiada há semanas, toda a gente viu quem entrou nas instalações da RTP, foi tudo filmado mas..........espanto geral de indignação, ninguém no governo sabia de nada, e naturalmente, foi uma facada nas Costas do querido líder. A desfaçatez e descarada ausência de vergonha na cara não tem limites. Ele ficou tão perplexo que explicou com detalhe as perguntas indignadas colocadas à RTP.
E estamos nisto, estes patetas e patetos a fazer de nós patetas.
É como diz o outro, andaram uns tempos a saltar de testículo para testículo até que saiu filho da p***.
AC
20 MARÇO
Dia internacional da felicidade
> 1816 - Faleceu no Brasil a rainha D. Maria I
> 1863 - Publicada portaria estabelecendo um lema da Marinha, "A pátria Honrae, que a Pátria Vos Contempla", divisa desde então inscrita em todos os navios da Marinha de Guerra
> 1915 - Einstein publica a sua Teoria da Relatividade geral
> 1996 - UK, o secretário de estado da saúde admitiu uma relação entre as vacas loucas (BSE- Bovine spongiform encephalopathy) e a doença de Creutzbeld - Jacob
> 2003 - Segunda guerra do Iraque
AC
Dia internacional da felicidade
> 1816 - Faleceu no Brasil a rainha D. Maria I
> 1863 - Publicada portaria estabelecendo um lema da Marinha, "A pátria Honrae, que a Pátria Vos Contempla", divisa desde então inscrita em todos os navios da Marinha de Guerra
> 1915 - Einstein publica a sua Teoria da Relatividade geral
> 1996 - UK, o secretário de estado da saúde admitiu uma relação entre as vacas loucas (BSE- Bovine spongiform encephalopathy) e a doença de Creutzbeld - Jacob
> 2003 - Segunda guerra do Iraque
AC
terça-feira, 19 de março de 2019
UNS QUERIDOS ESTES TIPOS......
Procurem adivinhar quem aqui há uns anos "botava" este discurso.
..............É tempo de nos preocuparmos com a qualidade da nossa democracia (...) Temos de aprofundar a dimensão ética da cultura republicana e sublinhar a necessidade de transparência das instituições e de moralização da vida pública"........
Eles discursam sempre muito bem,..........o pior é a prática.
AC
TERRORISMO, alguns detalhes
Há um certo tempo que pensava escrever breves palavras acerca deste tema. Este assunto, tem muito de técnico, geopolítica, história, militar, é complexo.
A minha carreira não me tornou um "conaisseur", não me habilitou como especialista em terrorismo, mas alguns (uns mais longos que outros) períodos da carreira, no País e particularmente os vários anos no estrangeiro, proporcionaram-me conhecimentos diversos (que não propriamente superficiais) neste campo mas, sobretudo, deixaram-me uma sensibilidade particular sobre estes assuntos.
Sei "poucochinho" (...onde é que já ouvi esta palavra?...).
Terrorismo é coisa quase ancestral. Remete para terror.
Para o terror de não se saber, quando, onde, como, por quem, contra quem, ou o quê.
Espalhar o terror sem olhar a meios. Com mais ou menos mortandade, matando cidadãos inocentes as mais das vezes.
Parece simples.
Uma possível definição de terrorismo - conjunto de acções violentas levadas a cabo por elementos subversivos, com a finalidade de criar nas populações, nos cidadãos, um clima de medo, procurando entravar actividades e serviços numa sociedade, e/ ou mesmo eliminando indivíduos.
Mas, nos nossos dias, e olhando para mais ou menos as sete últimas décadas, com o terrorismo "digamos mais clássico" cruzam-se agora outros fenómenos; podemos estar confrontados com gangs, criminalidade a mais diversa, redes de corrupção, máfias várias.
Em qualquer caso, estamos perante utilizações ilegais da força, de violência, contra pessoas e bens nas sociedades, estamos confrontados com intenções de "manietar" sociedades, intimidar governos. Tentativas de alteração de políticas?
Enquanto no passado recente tínhamos quadros complexos em que havia apoios a acções terroristas (que se mantêm), quer ás claras por parte de países santuário ou dissimuladamente, no presente enfrentamos também, a xenofobia, loucos, racismo, desequilibrados de natureza diversa, etc.
Do passado, dos explosivos vários, ás armas químicas e biológicas, do desvio de aviões ao assalto de navios mercantes, ao terrorismo de estado, juntaram-se no presente as rajadas de metralhadora, os camiões assassinos, as facadas.
Assistimos a uma constante evolução nas formas bélicas, onde a imaginação e inovação maldosas são decisivas. E os ataques a redes informáticas? E quantos dos hackers se integram na classificação terrorismo?
Dos anos mais recentes, lembramos o 11 de Setembro de 2001, os atentados em Madrid e Londres, vários em África, vários na Ásia, vários no Médio e Extremo Oriente, a Noruega e a França, a Bélgica, agora a Nova Zelândia e a Holanda.
Numa retrospectiva rápida, poderemos dizer que houve terrorismo revolucionário até ao século XX (se calhar continua...), a história tem casos de terrorismo de Estado (Estaline, Hitler, etc.), sempre houve terrorismo sistemático e também selectivo, terrorismo islâmico, mas todos sempre para alcançar objectivos políticos, religiosos, ideológicos.
Os terroristas serão em regra seres desequilibrados, matam, matam-se, disparam, detonam, e quando certos "espertos" dizem que alguns são lobos solitários, respeitando embora essas opiniões, eu discordo, pois creio haver sempre algures alguma ligação com outrem, alguma orientação, algum enquadramento, todos certamente dissimulados. Lobo solitário por eventualmente aparecer sózinho?
No chamado mundo Ocidental, a percepção generalizada nas populações quanto a ameaças potenciais e riscos é diminuta para não dizer nula. Aplica-se à questão terrorismo, como a muitos outros problemas complexos das sociedades.
Nas últimas décadas, no mundo Ocidental, os políticos ocupando o espaço deixado pelo desaparecimento de estadistas, criaram várias ilusões de que se vão recebendo as consequências.
Esquecem esses políticos, entre muitas outras coisas, que qualquer acção, em curso ou expectável, para contrariar a consecução de um objectivo é uma ameaça; e no caso do terrorismo como aliás de algumas acções de certos países, esquecem que a ameaça é sempre um produto de uma dada capacidade por uma intenção.
Esquecem ainda que os "mentores/ e actores" do terrorismo, tratam antecipadamente de base de apoio, de logística, de recrutamento e treino, e não me venham cá com coisas, há sempre uma liderança espiritual, uma liderança política e, depois, no fim, a liderança operacional para a execução.
No chamado mundo Ocidental, particularmente a seguir à II GG, assistiu-se a uma progressiva introdução de comunidades de outros países, da Ásia e de África.
Essa progressiva introdução foi, e continua hoje a acontecer descontroladamente e, PIOR, na esmagadora maioria dos casos, sem políticas eficazes de integração real nos países de acolhimento, uma integração que devia ter em conta os valores e modo de vida dos emigrados mas, igualmente e sobretudo, respeitadora e sem tibiezas dos valores e modo de vida das sociedades onde entraram.
Creio que, esmagadoramente, nada disto se verificou e verifica.
Nas sociedades teoricamente estabilizadas, no chamado mundo Ocidental, a introdução progressiva de outro tipo de comunidades gerou nessas sociedades (mais em umas que outras) a partir de um certo momento sentimentos de rejeição. Na minha opinião, sobretudo pelo que acima digo, pela ausência de políticas decentes e sem tibiezas. As rejeições vêm tendo manifestações diferenciadas.
Olhando ao caso Português, creio que as integrações reais pouco existem (construir mais uma mesquita em Lisboa só por si é integração?).
Mas, não falando senão por mim, que fizeram os autarcas da margem Sul para reintegrar os Africanos e outros do Jamaica e de muitos outros aglomerados onde habitam centenas de pessoas em condições deploráveis, condições conhecidas há mais de trinta ou quarenta anos?
Que fizeram certos autarcas para reintegrar os ciganos, na área metropolitana de Lisboa, Trás-os-Montes, Estremoz, Campo Maior e etc.?
Que fazem os políticos relativamente ao facto de certas jovens serem retiradas da escola, porque sim?
Que fazem as polícias e os autarcas perante assaltos a andares em plena luz do dia como por exemplo em Alcochete, sendo legítimo pensar que há ligações entre isso e a gentalha que anda às amêijoas no Tejo aos olhos de toda a gente?
Que integração existe quando há áreas onde a polícia vai apenas em modo de combate?
Será que todas as etnias e todas as minorias, em Lisboa e em todas as cidades e vilas do País, pagam renda nos edifícios onde estão alojados? E pagam a água, luz, gás?
Todos pagam os impostos pelas lojas onde vendem os seus produtos fabricados bem longe e manufacturados por quem se diz?
Todos integrados e em igualdade perante a lei e o fisco, como a maioria dos cidadãos?
Se não existir efectiva integração, se calhar germinará a revolta, dos não integrados e dos outros cidadãos.
Se não existir emprego e se se continuar o fechar os olhos à entrada clandestina mais tarde ou mais cedo vai dar asneira.
A coesão em sociedade joga-se no plano das condições de vida e de bem estar dos cidadãos, TODOS, e no plano dos valores, e na igualdade de TODOS perante a Lei.
Torpedear, por acção ou inação/ omissão, os valores e modo de vida de uma sociedade é capaz de a prazo acarretar sarilhos graves.
Voltando ao terrorismo, de onde aliás não saí, nada justifica matar outros seres humanos. NADA.
Mas terá de se ponderar se, a inação, a demagogia ocidental, a inexistência de estadistas e de políticas sociais assertivas, não dá campo para que gente maldosa só por si, ou gente camuflada com intenções geopolíticas, se aproveitem deste ambiente laxista que o mundo Ocidental criou, e que começou em boa parte no aproveitamento de hordas de emigrantes para as reconstruções a seguir à II GG, continuando no seu "engavetamento" em guetos miseráveis. A par de políticas execráveis nas relações externas.
Terrorismo?
Continuem sem desenvolvimento económico sustentável e equilibrado, sem garantir segurança nas infra-estruturas essenciais, sem tratar da segurança e defesa nas áreas do "ciber", sem controlar quem entra vive e sai, sem fazer com que todos obedeçam ás mesmas regras básicas de convivência em sociedade independentemente das origens, depois admirem-se.
É que, convém recordar, um elástico pode esticar muito, mas a certa altura rasga.
Uma vara pode dobrar, muito ou pouco, mas a certa altura se se insistir em dobrar para fazer círculo, vai quebrar.
Tão simples como isto.
AC
A minha carreira não me tornou um "conaisseur", não me habilitou como especialista em terrorismo, mas alguns (uns mais longos que outros) períodos da carreira, no País e particularmente os vários anos no estrangeiro, proporcionaram-me conhecimentos diversos (que não propriamente superficiais) neste campo mas, sobretudo, deixaram-me uma sensibilidade particular sobre estes assuntos.
Sei "poucochinho" (...onde é que já ouvi esta palavra?...).
Terrorismo é coisa quase ancestral. Remete para terror.
Para o terror de não se saber, quando, onde, como, por quem, contra quem, ou o quê.
Espalhar o terror sem olhar a meios. Com mais ou menos mortandade, matando cidadãos inocentes as mais das vezes.
Parece simples.
Uma possível definição de terrorismo - conjunto de acções violentas levadas a cabo por elementos subversivos, com a finalidade de criar nas populações, nos cidadãos, um clima de medo, procurando entravar actividades e serviços numa sociedade, e/ ou mesmo eliminando indivíduos.
Mas, nos nossos dias, e olhando para mais ou menos as sete últimas décadas, com o terrorismo "digamos mais clássico" cruzam-se agora outros fenómenos; podemos estar confrontados com gangs, criminalidade a mais diversa, redes de corrupção, máfias várias.
Em qualquer caso, estamos perante utilizações ilegais da força, de violência, contra pessoas e bens nas sociedades, estamos confrontados com intenções de "manietar" sociedades, intimidar governos. Tentativas de alteração de políticas?
Enquanto no passado recente tínhamos quadros complexos em que havia apoios a acções terroristas (que se mantêm), quer ás claras por parte de países santuário ou dissimuladamente, no presente enfrentamos também, a xenofobia, loucos, racismo, desequilibrados de natureza diversa, etc.
Do passado, dos explosivos vários, ás armas químicas e biológicas, do desvio de aviões ao assalto de navios mercantes, ao terrorismo de estado, juntaram-se no presente as rajadas de metralhadora, os camiões assassinos, as facadas.
Assistimos a uma constante evolução nas formas bélicas, onde a imaginação e inovação maldosas são decisivas. E os ataques a redes informáticas? E quantos dos hackers se integram na classificação terrorismo?
Dos anos mais recentes, lembramos o 11 de Setembro de 2001, os atentados em Madrid e Londres, vários em África, vários na Ásia, vários no Médio e Extremo Oriente, a Noruega e a França, a Bélgica, agora a Nova Zelândia e a Holanda.
Numa retrospectiva rápida, poderemos dizer que houve terrorismo revolucionário até ao século XX (se calhar continua...), a história tem casos de terrorismo de Estado (Estaline, Hitler, etc.), sempre houve terrorismo sistemático e também selectivo, terrorismo islâmico, mas todos sempre para alcançar objectivos políticos, religiosos, ideológicos.
Os terroristas serão em regra seres desequilibrados, matam, matam-se, disparam, detonam, e quando certos "espertos" dizem que alguns são lobos solitários, respeitando embora essas opiniões, eu discordo, pois creio haver sempre algures alguma ligação com outrem, alguma orientação, algum enquadramento, todos certamente dissimulados. Lobo solitário por eventualmente aparecer sózinho?
No chamado mundo Ocidental, a percepção generalizada nas populações quanto a ameaças potenciais e riscos é diminuta para não dizer nula. Aplica-se à questão terrorismo, como a muitos outros problemas complexos das sociedades.
Nas últimas décadas, no mundo Ocidental, os políticos ocupando o espaço deixado pelo desaparecimento de estadistas, criaram várias ilusões de que se vão recebendo as consequências.
Esquecem esses políticos, entre muitas outras coisas, que qualquer acção, em curso ou expectável, para contrariar a consecução de um objectivo é uma ameaça; e no caso do terrorismo como aliás de algumas acções de certos países, esquecem que a ameaça é sempre um produto de uma dada capacidade por uma intenção.
Esquecem ainda que os "mentores/ e actores" do terrorismo, tratam antecipadamente de base de apoio, de logística, de recrutamento e treino, e não me venham cá com coisas, há sempre uma liderança espiritual, uma liderança política e, depois, no fim, a liderança operacional para a execução.
No chamado mundo Ocidental, particularmente a seguir à II GG, assistiu-se a uma progressiva introdução de comunidades de outros países, da Ásia e de África.
Essa progressiva introdução foi, e continua hoje a acontecer descontroladamente e, PIOR, na esmagadora maioria dos casos, sem políticas eficazes de integração real nos países de acolhimento, uma integração que devia ter em conta os valores e modo de vida dos emigrados mas, igualmente e sobretudo, respeitadora e sem tibiezas dos valores e modo de vida das sociedades onde entraram.
Creio que, esmagadoramente, nada disto se verificou e verifica.
Nas sociedades teoricamente estabilizadas, no chamado mundo Ocidental, a introdução progressiva de outro tipo de comunidades gerou nessas sociedades (mais em umas que outras) a partir de um certo momento sentimentos de rejeição. Na minha opinião, sobretudo pelo que acima digo, pela ausência de políticas decentes e sem tibiezas. As rejeições vêm tendo manifestações diferenciadas.
Olhando ao caso Português, creio que as integrações reais pouco existem (construir mais uma mesquita em Lisboa só por si é integração?).
Mas, não falando senão por mim, que fizeram os autarcas da margem Sul para reintegrar os Africanos e outros do Jamaica e de muitos outros aglomerados onde habitam centenas de pessoas em condições deploráveis, condições conhecidas há mais de trinta ou quarenta anos?
Que fizeram certos autarcas para reintegrar os ciganos, na área metropolitana de Lisboa, Trás-os-Montes, Estremoz, Campo Maior e etc.?
Que fazem os políticos relativamente ao facto de certas jovens serem retiradas da escola, porque sim?
Que fazem as polícias e os autarcas perante assaltos a andares em plena luz do dia como por exemplo em Alcochete, sendo legítimo pensar que há ligações entre isso e a gentalha que anda às amêijoas no Tejo aos olhos de toda a gente?
Que integração existe quando há áreas onde a polícia vai apenas em modo de combate?
Será que todas as etnias e todas as minorias, em Lisboa e em todas as cidades e vilas do País, pagam renda nos edifícios onde estão alojados? E pagam a água, luz, gás?
Todos pagam os impostos pelas lojas onde vendem os seus produtos fabricados bem longe e manufacturados por quem se diz?
Todos integrados e em igualdade perante a lei e o fisco, como a maioria dos cidadãos?
Se não existir efectiva integração, se calhar germinará a revolta, dos não integrados e dos outros cidadãos.
Se não existir emprego e se se continuar o fechar os olhos à entrada clandestina mais tarde ou mais cedo vai dar asneira.
A coesão em sociedade joga-se no plano das condições de vida e de bem estar dos cidadãos, TODOS, e no plano dos valores, e na igualdade de TODOS perante a Lei.
Torpedear, por acção ou inação/ omissão, os valores e modo de vida de uma sociedade é capaz de a prazo acarretar sarilhos graves.
Voltando ao terrorismo, de onde aliás não saí, nada justifica matar outros seres humanos. NADA.
Mas terá de se ponderar se, a inação, a demagogia ocidental, a inexistência de estadistas e de políticas sociais assertivas, não dá campo para que gente maldosa só por si, ou gente camuflada com intenções geopolíticas, se aproveitem deste ambiente laxista que o mundo Ocidental criou, e que começou em boa parte no aproveitamento de hordas de emigrantes para as reconstruções a seguir à II GG, continuando no seu "engavetamento" em guetos miseráveis. A par de políticas execráveis nas relações externas.
Terrorismo?
Continuem sem desenvolvimento económico sustentável e equilibrado, sem garantir segurança nas infra-estruturas essenciais, sem tratar da segurança e defesa nas áreas do "ciber", sem controlar quem entra vive e sai, sem fazer com que todos obedeçam ás mesmas regras básicas de convivência em sociedade independentemente das origens, depois admirem-se.
É que, convém recordar, um elástico pode esticar muito, mas a certa altura rasga.
Uma vara pode dobrar, muito ou pouco, mas a certa altura se se insistir em dobrar para fazer círculo, vai quebrar.
Tão simples como isto.
AC
POR AÍ
Dizem-me que andam por estes sítios a rezar, muitos candidatos ás eleições de Maio e Outubro bem como chefes de partidos, a rezar aos altos céus, aos anjinhos, aos santinhos, à senhora de Fátima, ao padre Milícias, a São Marcelo, a São Patrício e, naturalmente, ao Senhor, para que as contas deles não saiam muito furadas, que haja milagre.
A "ber" "bamos".
AC
Dizem-me que andam por estes sítios a rezar, muitos candidatos ás eleições de Maio e Outubro bem como chefes de partidos, a rezar aos altos céus, aos anjinhos, aos santinhos, à senhora de Fátima, ao padre Milícias, a São Marcelo, a São Patrício e, naturalmente, ao Senhor, para que as contas deles não saiam muito furadas, que haja milagre.
A "ber" "bamos".
AC
19 MARÇO
Dia do Pai.
Dia de S.José
Dia Mundial do Artesão
> 1434 - Fernão Lopes passou a cronista do Reino
> 1604 - Nasceu o futuro D. João IV
> 1848 - Nasceu Wyatt Earp
> 1882 - Lançamento da primeira pedra na igreja da Sagrada Família, em Barcelona; continua incompleta
> 1900 - Descobertas ruínas da cidade de Knossos
> 1918 - Nasceu António Champalimaud
> 1953 - 1ª Transmissão televisiva da cerimónia de entrega dos Óscares
> 1967 - Naufrágio do Torrey Canyon
AC
Dia do Pai.
Dia de S.José
Dia Mundial do Artesão
> 1434 - Fernão Lopes passou a cronista do Reino
> 1604 - Nasceu o futuro D. João IV
> 1848 - Nasceu Wyatt Earp
> 1882 - Lançamento da primeira pedra na igreja da Sagrada Família, em Barcelona; continua incompleta
> 1900 - Descobertas ruínas da cidade de Knossos
> 1918 - Nasceu António Champalimaud
> 1953 - 1ª Transmissão televisiva da cerimónia de entrega dos Óscares
> 1967 - Naufrágio do Torrey Canyon
AC
segunda-feira, 18 de março de 2019
CADA VEZ MAIS ENGRAÇADO, ESTE PR
Marcelo Rebelo de Sousa defendeu há tempos que os portugueses têm direito “a um apuramento daquilo que se passou” na Caixa Geral de Depósitos (CGD)."Os portugueses têm direito a um apuramento daquilo que se passou, se implica ou não responsabilidades, e responsabilidades como, quando, de quem".
Ah, naturalmente, não comenta comissões de inquérito no parlamento”.
Marcelo Rebelo de Sousa defendeu há tempos que os portugueses têm direito “a um apuramento daquilo que se passou” na Caixa Geral de Depósitos (CGD)."Os portugueses têm direito a um apuramento daquilo que se passou, se implica ou não responsabilidades, e responsabilidades como, quando, de quem".
Ah, naturalmente, não comenta comissões de inquérito no parlamento”.
AC
Ruínas democráticas
(foi escrito por João Gonçalves no JN; reproduzido em baixo; sublinhados meus)
"O programa de informação "Ana Leal", da TVI, recorre a métodos pouco ortodoxos para as suas rubricas. O que, independentemente da bondade e da utilidade dos assuntos expostos, pode retirar-lhe alguma credibilidade. Apesar disso, os assuntos não deixam de existir e as imagens não deixam de ser factuais.
É, visto com olhos distantes de ver, descontando algum "teatro" e talvez assegurando mais contraditório, conteúdo de serviço público de informação, uma coisa de que a RTP nunca teve o monopólio. Foi nesse programa que ficámos a saber - quem ainda não soubesse ou fingisse que não sabia - que a "superioridade moral dos comunistas" está ao mesmo nível da dos outros partidos. Ali "demitiu-se" um raríssimo secretário de Estado por causa de uma "raríssima" criatura apascentada pelo poder. E, entre outros, tem sido ali que as lamentáveis sequelas de Pedrógão Grande têm sido exibidas sem máscaras. É, por exemplo, incompreensível que não tenha sido ouvida uma palavra sobre a inenarrável prestação do senhor presidente da Cruz Vermelha, o dr. Francisco George, uma figura "consensual" do regime, que, depois do programa, deveria ter ido gozar a justíssima aposentação a que tem direito e da qual ficou liberto para o regime o colocar na CVP. George não fazia a mais vaga ideia do que a casa a que ainda preside andava a fazer em Pedrógão. Irritado por não saber, demitiu em directo a funcionária que mandou para lá e pôs a TVI na rua pelo braço. Em Pedrógão, o anedótico edil Alves, e a sua não menos risível vice-presidente da Câmara, põem e dispõem das coisas doadas para as vítimas de 2017 como se fossem suas. Dos abracinhos nas costas da noite da tragédia até agora, Alves e Cia. foram deixados sozinhos nas suas contradições pelo governo do seu partido e pelo Doutor Marcelo. O PR, aliás, mete dó de tanto "apuramento" solicitado, nesta matéria como quanto a Tancos ou ao BES, a quem já ninguém liga a menor importância. Até o sr. Alves, como se viu na gravação de uma sessão camarária. Depois das banhocas fluviais do Verão passado, Marcelo informou a nação que regressará a Pedrógão em Junho. Como se tal interessasse a alguém e não apenas à sua estafada recandidatura. Uma legislatura que carrega a sombra do inominável desastre material e humano de 2017 deve ser chamada à colação democrática em ano de escrutínios populares. É o opróbrio institucional com rostos bem identificados. Podem fugir das câmaras de televisão, mas não podem fugir do juízo dos portugueses".
(foi escrito por João Gonçalves no JN; reproduzido em baixo; sublinhados meus)
"O programa de informação "Ana Leal", da TVI, recorre a métodos pouco ortodoxos para as suas rubricas. O que, independentemente da bondade e da utilidade dos assuntos expostos, pode retirar-lhe alguma credibilidade. Apesar disso, os assuntos não deixam de existir e as imagens não deixam de ser factuais.
É, visto com olhos distantes de ver, descontando algum "teatro" e talvez assegurando mais contraditório, conteúdo de serviço público de informação, uma coisa de que a RTP nunca teve o monopólio. Foi nesse programa que ficámos a saber - quem ainda não soubesse ou fingisse que não sabia - que a "superioridade moral dos comunistas" está ao mesmo nível da dos outros partidos. Ali "demitiu-se" um raríssimo secretário de Estado por causa de uma "raríssima" criatura apascentada pelo poder. E, entre outros, tem sido ali que as lamentáveis sequelas de Pedrógão Grande têm sido exibidas sem máscaras. É, por exemplo, incompreensível que não tenha sido ouvida uma palavra sobre a inenarrável prestação do senhor presidente da Cruz Vermelha, o dr. Francisco George, uma figura "consensual" do regime, que, depois do programa, deveria ter ido gozar a justíssima aposentação a que tem direito e da qual ficou liberto para o regime o colocar na CVP. George não fazia a mais vaga ideia do que a casa a que ainda preside andava a fazer em Pedrógão. Irritado por não saber, demitiu em directo a funcionária que mandou para lá e pôs a TVI na rua pelo braço. Em Pedrógão, o anedótico edil Alves, e a sua não menos risível vice-presidente da Câmara, põem e dispõem das coisas doadas para as vítimas de 2017 como se fossem suas. Dos abracinhos nas costas da noite da tragédia até agora, Alves e Cia. foram deixados sozinhos nas suas contradições pelo governo do seu partido e pelo Doutor Marcelo. O PR, aliás, mete dó de tanto "apuramento" solicitado, nesta matéria como quanto a Tancos ou ao BES, a quem já ninguém liga a menor importância. Até o sr. Alves, como se viu na gravação de uma sessão camarária. Depois das banhocas fluviais do Verão passado, Marcelo informou a nação que regressará a Pedrógão em Junho. Como se tal interessasse a alguém e não apenas à sua estafada recandidatura. Uma legislatura que carrega a sombra do inominável desastre material e humano de 2017 deve ser chamada à colação democrática em ano de escrutínios populares. É o opróbrio institucional com rostos bem identificados. Podem fugir das câmaras de televisão, mas não podem fugir do juízo dos portugueses".
AC
COISAS da nossa C R P
Tenho estado outra vez e há vários dias a vasculhar na garagem alguns dos meus arquivos, de espécie diversa, e muito concretamente remexendo papeladas e recordações várias das minhas ausências do País em razão da carreira e particularmente sobre uma delas, a minha estadia de serviço de 3 anos nos EUA.
Recordo que nos EUA os cidadãos não tinham (e creio que assim continua) bilhete de identidade/ cartão do cidadão. A norma é a utilização da carta de condução.
* Vem isto a propósito de notícias de que me tenho apercebido sobre alterações que estarão para vir, e a introduzir no cartão do cidadão.
Alterações diversas, algumas não espantam (!?!?) dado o estado a que se chegou em certos aspectos da sociedade.
Quanto a documentos, ainda guardo a minha velhinha cédula pessoal, de capa preta.
* No presente, o meu neto mais novo, quase na barreira dos 12 meses, pouco depois de nascer já tinha cartão de cidadão.
De pequenino ficamos com números, números únicos, para a identidade, para o fisco, para a saúde, etc.
Cada um desses números É ÚNICO.
* E isto quando a CRP determina no nº 5 do Artº 35º - É proibida a atribuição de um número nacional único aos cidadãos.
Temos vários números nacionais ÚNICOS. Claro que este normativo é apenas um dos vários em que me parece que a CRP não é respeitada.
Vou esperar sentado para que conhecidos constitucionalistas venham bramar contra este estado de coisas.....ou não.
Naturalmente, digo eu, a vida contemporânea não se compadece de certos normativos que foram colocados na CRP por causa do regime caducado em 25 de Abril de 1974.
É o que dá quando na lei primeira só faltou escrever o horário a que os titulares de orgãos de soberania devem ir à casa de banho.
O 35º parece-me ser exactamente um dos casos, desfasado da realidade actual.
* Como desfasado da realidade está o Artº 22º-Responsabilidades das entidades públicas - cuja aplicação prática devia ser rigorosa e constante.
* Tal como a realidade dos OCS não bate certo com o que o Artº 39º estabelece.
* Tal como os tempos mais próximos parecem confirmar que, o que a Lei primeira estabelece para, comissões de trabalhadores, liberdade sindical, greves, contratação colectiva, é capaz de estar a merecer um olhar mais atento.
* E quando se lê o que incumbe ao Estado em matéria de habitação e urbanismo, olhar à realidade só dá vontade de...... rir ou chorar.
* E, para terminar por agora, o normativo da subordinação do poder económico ao poder político democrático (Artº 80º) é daqueles que mais gozo me dá, atenta a realidade.
Dirão muitos, que é mesmo o que acontece. Pois TÁ CLARO!
Veja-se o que se passa nos domínios daquele sr que dá pelo nome de Tomás Correia, ou o negócio que o governo PS/ geringôncico celebrou com a Lone Star, os lucros brutais (!!!!) da TAP depois da intervenção geringôncica.....................
AC
Tenho estado outra vez e há vários dias a vasculhar na garagem alguns dos meus arquivos, de espécie diversa, e muito concretamente remexendo papeladas e recordações várias das minhas ausências do País em razão da carreira e particularmente sobre uma delas, a minha estadia de serviço de 3 anos nos EUA.
Recordo que nos EUA os cidadãos não tinham (e creio que assim continua) bilhete de identidade/ cartão do cidadão. A norma é a utilização da carta de condução.
* Vem isto a propósito de notícias de que me tenho apercebido sobre alterações que estarão para vir, e a introduzir no cartão do cidadão.
Alterações diversas, algumas não espantam (!?!?) dado o estado a que se chegou em certos aspectos da sociedade.
Quanto a documentos, ainda guardo a minha velhinha cédula pessoal, de capa preta.
* No presente, o meu neto mais novo, quase na barreira dos 12 meses, pouco depois de nascer já tinha cartão de cidadão.
De pequenino ficamos com números, números únicos, para a identidade, para o fisco, para a saúde, etc.
Cada um desses números É ÚNICO.
* E isto quando a CRP determina no nº 5 do Artº 35º - É proibida a atribuição de um número nacional único aos cidadãos.
Temos vários números nacionais ÚNICOS. Claro que este normativo é apenas um dos vários em que me parece que a CRP não é respeitada.
Vou esperar sentado para que conhecidos constitucionalistas venham bramar contra este estado de coisas.....ou não.
Naturalmente, digo eu, a vida contemporânea não se compadece de certos normativos que foram colocados na CRP por causa do regime caducado em 25 de Abril de 1974.
É o que dá quando na lei primeira só faltou escrever o horário a que os titulares de orgãos de soberania devem ir à casa de banho.
O 35º parece-me ser exactamente um dos casos, desfasado da realidade actual.
* Como desfasado da realidade está o Artº 22º-Responsabilidades das entidades públicas - cuja aplicação prática devia ser rigorosa e constante.
* Tal como a realidade dos OCS não bate certo com o que o Artº 39º estabelece.
* Tal como os tempos mais próximos parecem confirmar que, o que a Lei primeira estabelece para, comissões de trabalhadores, liberdade sindical, greves, contratação colectiva, é capaz de estar a merecer um olhar mais atento.
* E quando se lê o que incumbe ao Estado em matéria de habitação e urbanismo, olhar à realidade só dá vontade de...... rir ou chorar.
* E, para terminar por agora, o normativo da subordinação do poder económico ao poder político democrático (Artº 80º) é daqueles que mais gozo me dá, atenta a realidade.
Dirão muitos, que é mesmo o que acontece. Pois TÁ CLARO!
Veja-se o que se passa nos domínios daquele sr que dá pelo nome de Tomás Correia, ou o negócio que o governo PS/ geringôncico celebrou com a Lone Star, os lucros brutais (!!!!) da TAP depois da intervenção geringôncica.....................
AC
DESCARADA AUSÊNCIA de VERGONHA na CARA
Andar periodicamente e até com uma certa assiduidade a vasculhar arquivos em casa e na garagem, traz sempre coisas interessantes.
Um aspecto que é transversal a muito do que se reencontra, é a constatação da quantidade de sacripantas que há décadas nos mentem, nos enganam, muitas vezes com o ar mais sério deste mundo. Alguns até foram/são alcandorados a senadores desta República, ao que chega a desfaçatez!!!!!
Há pouco "esbarrei" com uma cópia de um texto do CM, de 15 de Fevereiro de 2002, em que se reproduzem palavras de Jaime Gama, então Ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) e acumulando temporariamente com as funções de Ministro da Defesa Nacional (MDN).
Esse texto reproduzia a posição de Jaime Gama nessa altura, garantindo - Portugal é dos países da NATO que mais gasta em defesa, o que se sabe nunca ter sido verdade, mas uma constante "boutade" na boca socialista.
Quando lhe perguntaram mais concretamente sobre a situação financeira nas Forças Armadas e em particular sobre a Marinha, Jaime Gama remeteu-se ao silêncio argumentando com a sua qualidade de MNE.
Um verdadeiro senador do nosso País. Uma categoria.
É o que tivemos e continuamos a ter, prendas deste calibre.
AC
Andar periodicamente e até com uma certa assiduidade a vasculhar arquivos em casa e na garagem, traz sempre coisas interessantes.
Um aspecto que é transversal a muito do que se reencontra, é a constatação da quantidade de sacripantas que há décadas nos mentem, nos enganam, muitas vezes com o ar mais sério deste mundo. Alguns até foram/são alcandorados a senadores desta República, ao que chega a desfaçatez!!!!!
Há pouco "esbarrei" com uma cópia de um texto do CM, de 15 de Fevereiro de 2002, em que se reproduzem palavras de Jaime Gama, então Ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE) e acumulando temporariamente com as funções de Ministro da Defesa Nacional (MDN).
Esse texto reproduzia a posição de Jaime Gama nessa altura, garantindo - Portugal é dos países da NATO que mais gasta em defesa, o que se sabe nunca ter sido verdade, mas uma constante "boutade" na boca socialista.
Quando lhe perguntaram mais concretamente sobre a situação financeira nas Forças Armadas e em particular sobre a Marinha, Jaime Gama remeteu-se ao silêncio argumentando com a sua qualidade de MNE.
Um verdadeiro senador do nosso País. Uma categoria.
É o que tivemos e continuamos a ter, prendas deste calibre.
AC
18 MARÇO
> 1897 - Portugal, surgem as escolas para formar professores de instrução primária
> 1900 - Faleceu António Nobre
> 1922 - Gandhi preso por desobediência civil
> 1926 - Nasceu Augusto Abelaira
> 1978 - Incêndio no Museu da Faculdade de Ciências em
Lisboa, Museu de História Natural e de Ciência
AC
> 1897 - Portugal, surgem as escolas para formar professores de instrução primária
> 1900 - Faleceu António Nobre
> 1922 - Gandhi preso por desobediência civil
> 1926 - Nasceu Augusto Abelaira
> 1978 - Incêndio no Museu da Faculdade de Ciências em
Lisboa, Museu de História Natural e de Ciência
AC
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