Em Lisboa
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sábado, 20 de junho de 2015
Uma interpretação
Esta fotografia está uma bela porcaria.
Diferente não podia ser, tirada de dentro do carro, com a mão direita a segurar a Nikon, a esquerda no volante, o velocímetro perto dos 110Km/h, mas foi uma experiência que quis fazer.
Naturalmente que é má fotografia. Mas dá uma perspectiva curiosa.
Entrando os políticos na cena, uns diriam que não se percebe o objecto fotografado (toda a gente pode ver que é a PVG), outros que está com um belo enquadramento, outros que tem brilho a mais, outros que identifica claramente a extraordinária magia do fotógrafo, outros ainda que passando mais vezes na ponte sobretudo pelo menos mais dois ou três anos, a fotografia ficará nessa altura óptima.
Pois!!!!!
AC
Esta fotografia está uma bela porcaria.
Diferente não podia ser, tirada de dentro do carro, com a mão direita a segurar a Nikon, a esquerda no volante, o velocímetro perto dos 110Km/h, mas foi uma experiência que quis fazer.
Naturalmente que é má fotografia. Mas dá uma perspectiva curiosa.
Entrando os políticos na cena, uns diriam que não se percebe o objecto fotografado (toda a gente pode ver que é a PVG), outros que está com um belo enquadramento, outros que tem brilho a mais, outros que identifica claramente a extraordinária magia do fotógrafo, outros ainda que passando mais vezes na ponte sobretudo pelo menos mais dois ou três anos, a fotografia ficará nessa altura óptima.
Pois!!!!!
AC
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Se o PS me convidar para vôos mais altos não digo que não!
Não ouvi nem li, mas dizem-me que saiu num jornal, como tendo sido proferido por António Capucho.
Com esta reserva, parto do princípio que verbalizou o seu EGO imenso, há muito conhecido uma vez que, sistematicamente, o actual PR, o actual PSD, e muita outra gente, não o convida ou sugere para coisa nenhuma. Um escorraçado da polítiquice, do mundano, restando-lhe as revistas cor de rosa e os canais de TV sempre ávidos de pesquisar nos contentores do lixo.
Lembro-me de o ver pelo Liceu de Oeiras, assim se chamava nessa altura a instituição de ensino liceal, que também frequentei. Coitado. Usando uma expressão muito empregue por, entre outros, um diletante das esquerdas caviar, a política chegou ao grau zero.
Eu também acho que a política em Portugal está mais do que de rastos.
Este governo, e os anteriores, com culpas idênticas. Rigor e honestidade intelectual são bens escassos.
Procurei aperceber-me do que se terá passado há horas entre socialistas portugueses e os seus congéneres de Espanha. Não conheço a agenda, não sei com rigor o que formalmente discutiram e/ ou acordaram, menos ainda o que falaram sem registo.
Mas gostava de ter visto o ex-edil messias de Lisboa falar no problema da água do Tejo, a caminhar lentamente para se tornar um bem muito escasso a Norte de VFXira.
Gostava que o "sôtor" Costa desse público testemunho das suas preocupações no plano do emprego e das empresas que, devagar e paulatinamente, vão preparando as coisas para fechar cá e ficar só com escritórios em Espanha.
Enfim, dois exemplos dos inúmeros que deviam estar na cabecinha desse putativo PM em Outubro mas que, aparentemente, não o preocupam nada.
Não sei se foi aconselhado pelo seu famoso consultor ou assessor diplomático, mas parece que o "sôtor" Costa gostaria de partilhar representações diplomáticas e consulares.
Até nem me parece muito mal a coisa, desde que essa linha de actuação no âmbito de uma grande estratégia, seja percursora de pelo menos mais o seguinte (só para começar):
1. elaboração de acordos para actuação da PJ espanhola até 80 Km para dentro da raia;
2. controlo do Rio Minho, do Guadiana e do Douro (até à primeira eclusa vindo de Espanha) por parte das autoridades espanholas; nada é preciso para o Tejo, dada a previsão de, dentro de poucos anos, se poder andar a pé no leito do rio deste Toledo até Almourol;
3. passar o museu do Côa para gestão espanhola;
4. controlo das águas nacionais a Sul do Algarve por parte da marinha Espanhola;
5. entrega dos IRS já relativos a 2015 no fisco espanhol por parte dos portugueses vivendo numa faixa de 80 a 100 km da raia.
PRONTOS!!!!
AC
Não ouvi nem li, mas dizem-me que saiu num jornal, como tendo sido proferido por António Capucho.
Com esta reserva, parto do princípio que verbalizou o seu EGO imenso, há muito conhecido uma vez que, sistematicamente, o actual PR, o actual PSD, e muita outra gente, não o convida ou sugere para coisa nenhuma. Um escorraçado da polítiquice, do mundano, restando-lhe as revistas cor de rosa e os canais de TV sempre ávidos de pesquisar nos contentores do lixo.
Lembro-me de o ver pelo Liceu de Oeiras, assim se chamava nessa altura a instituição de ensino liceal, que também frequentei. Coitado. Usando uma expressão muito empregue por, entre outros, um diletante das esquerdas caviar, a política chegou ao grau zero.
Eu também acho que a política em Portugal está mais do que de rastos.
Este governo, e os anteriores, com culpas idênticas. Rigor e honestidade intelectual são bens escassos.
Procurei aperceber-me do que se terá passado há horas entre socialistas portugueses e os seus congéneres de Espanha. Não conheço a agenda, não sei com rigor o que formalmente discutiram e/ ou acordaram, menos ainda o que falaram sem registo.
Mas gostava de ter visto o ex-edil messias de Lisboa falar no problema da água do Tejo, a caminhar lentamente para se tornar um bem muito escasso a Norte de VFXira.
Gostava que o "sôtor" Costa desse público testemunho das suas preocupações no plano do emprego e das empresas que, devagar e paulatinamente, vão preparando as coisas para fechar cá e ficar só com escritórios em Espanha.
Enfim, dois exemplos dos inúmeros que deviam estar na cabecinha desse putativo PM em Outubro mas que, aparentemente, não o preocupam nada.
Não sei se foi aconselhado pelo seu famoso consultor ou assessor diplomático, mas parece que o "sôtor" Costa gostaria de partilhar representações diplomáticas e consulares.
Até nem me parece muito mal a coisa, desde que essa linha de actuação no âmbito de uma grande estratégia, seja percursora de pelo menos mais o seguinte (só para começar):
1. elaboração de acordos para actuação da PJ espanhola até 80 Km para dentro da raia;
2. controlo do Rio Minho, do Guadiana e do Douro (até à primeira eclusa vindo de Espanha) por parte das autoridades espanholas; nada é preciso para o Tejo, dada a previsão de, dentro de poucos anos, se poder andar a pé no leito do rio deste Toledo até Almourol;
3. passar o museu do Côa para gestão espanhola;
4. controlo das águas nacionais a Sul do Algarve por parte da marinha Espanhola;
5. entrega dos IRS já relativos a 2015 no fisco espanhol por parte dos portugueses vivendo numa faixa de 80 a 100 km da raia.
PRONTOS!!!!
AC
quinta-feira, 18 de junho de 2015
A conversa fiada dos políticos, nacionais e estrangeiros.
Repito o que disse já no passado, por mais de uma vez.
O que me preocupa não são, as bacoradas, as promessas demagógicas, a desonestidade intelectual, que saem em catadupa das bocas dessa gentinha, autênticos vómitos.
O que para mim continua a ser muito preocupante é que não diminui a mole humana que acredita neles. TRÁGICO. Cá e lá fora.
Até o PAPA parece estar a especializar-se em proferir sentenças irrealizáveis.
Eu também gostava de ter um Porsche 911 4S, preto. Mas com o que me entra na conta bancária ao fim do mês, continuo a não conseguir trocar de carro (10 anos) e sei perfeitamente que me posso queixar muitos menos, bastante menos, que grande parte dos meus concidadãos.
Agora, não me venham com conversas da treta. Mesmo que me ofereçam o Porsche.
Tenham vergonha na cara, de uma vez por todas.
Olha.......dei comigo a fazer uma proposta irrealizável. Até eu.....grande António, .....eh.....eh!!!!!
AC
Repito o que disse já no passado, por mais de uma vez.
O que me preocupa não são, as bacoradas, as promessas demagógicas, a desonestidade intelectual, que saem em catadupa das bocas dessa gentinha, autênticos vómitos.
O que para mim continua a ser muito preocupante é que não diminui a mole humana que acredita neles. TRÁGICO. Cá e lá fora.
Até o PAPA parece estar a especializar-se em proferir sentenças irrealizáveis.
Eu também gostava de ter um Porsche 911 4S, preto. Mas com o que me entra na conta bancária ao fim do mês, continuo a não conseguir trocar de carro (10 anos) e sei perfeitamente que me posso queixar muitos menos, bastante menos, que grande parte dos meus concidadãos.
Agora, não me venham com conversas da treta. Mesmo que me ofereçam o Porsche.
Tenham vergonha na cara, de uma vez por todas.
Olha.......dei comigo a fazer uma proposta irrealizável. Até eu.....grande António, .....eh.....eh!!!!!
AC
domingo, 14 de junho de 2015
sábado, 13 de junho de 2015
Como o tempo passa
Fez quarenta e quatro anos. Parece que foi ontem. Só pôde ser vista dois dias depois de nascer. Parece que foi ontem, que andava ou no colo ou escarranchada nas ancas dos pais e dos tios e dos amigos. Testemunhei entre aquele Agosto e Outubro, antes de partir para a Guiné, que era o brinquedo favorito no café /pastelaria onde todos se juntavam. Não por ser linda que o era, ou a única bebé nos círculos familiares e amigos na altura, ou risonha, mas apenas porque era ÚNICA, ESPANTOSA. Hoje assim continua. Felizmente.
AC
Fez quarenta e quatro anos. Parece que foi ontem. Só pôde ser vista dois dias depois de nascer. Parece que foi ontem, que andava ou no colo ou escarranchada nas ancas dos pais e dos tios e dos amigos. Testemunhei entre aquele Agosto e Outubro, antes de partir para a Guiné, que era o brinquedo favorito no café /pastelaria onde todos se juntavam. Não por ser linda que o era, ou a única bebé nos círculos familiares e amigos na altura, ou risonha, mas apenas porque era ÚNICA, ESPANTOSA. Hoje assim continua. Felizmente.
AC
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Como continua o meu desgraçado País
Se já raramente vejo TV, as mais das vezes usando o "rewind" dias depois, quando me convencem a massacrar os meus olhos e ouvidos e violentar as meninges, os periódicos "zapings" estão a tornar-se também maus momentos.
Como cidadão, vejo um presidente da República que pouco respeito me merece e e nenhuma consideração como comandante supremo das Forças Armadas.
Observo um PM e o seu governo recheado de cada prenda que só visto. A meu ver escapa-se à desgraça o ministro da saúde.
Quando à famosíssima oposição, ainda o presidente estava a falar em Lamego (fiz "rewind" ontem) já certamente vários jornalistas estavam a postos para ouvir Costa, a Martins, o índio, e por aí fora. Novidades? Creio bem que nem de Lamego nem das patetices vomitadas pelos outros houve qualquer novidade ou surpreendente tomada de posição construtiva.
Como se pode verificar, quanto ao PR estou à vontade para escrever o que se segue, pois há anos que o tenho em péssima conta.
Pode discutir-se a questão destes pilares por ele avançados, se deviam ser estes ou outros.
Mas eu penso que estive com atenção às palavras dos discursos do senhor alcunhado de eucalipto.
E se ouvi bem, no discurso da cerimónia da imposição de condecorações, o que ele apontou foi um conjunto de coisas que entende basilares para a nossa sociedade eventualmente conseguir modificar-se para menos má.
Não creio que tenha falado em métodos, em etapas, em estilos de governação, em ideologia. Por isso acho execrável as discursatas do senhor Costa. Trato-o assim, com um começo já de desconsideração, face à sua postura cada vez mais trauliteira. E quer governar o País? Está bem como os restantes da sua pandilha.
É o que dá a pesporrência de não respeitar as decisões dos tribunais quanto à transparência de documentação que devia ser pública e publicitada. Ou será que se inspirou no actual inquilino de Belém, de quem em dez anos não se conhece os gastos da presidência da República?
Para ética republicana, que não aplicaram nas savanas africanas e só aplicam quando lhes convém, talvez pudessem olhar para certas decisões do actual rei de Espanha.
Mesmo não sendo monárquico, e é o meu caso, qualquer pessoa intelectualmente honesta não pode deixar de reconhecer uma elevadíssima postura de cidadania no rei de Espanha. Uma postura exemplar, quanto a gastos, e no que respeita à família.
Ma somo se vê hoje e no passado, a maioria dos titulares dos órgãos de soberania em Portugal não têm olhos, não tem ouvidos, são poucas as celulazinhas cinzentas, mas sobretudo não têm vergonha na cara.
AC
Se já raramente vejo TV, as mais das vezes usando o "rewind" dias depois, quando me convencem a massacrar os meus olhos e ouvidos e violentar as meninges, os periódicos "zapings" estão a tornar-se também maus momentos.
Como cidadão, vejo um presidente da República que pouco respeito me merece e e nenhuma consideração como comandante supremo das Forças Armadas.
Observo um PM e o seu governo recheado de cada prenda que só visto. A meu ver escapa-se à desgraça o ministro da saúde.
Quando à famosíssima oposição, ainda o presidente estava a falar em Lamego (fiz "rewind" ontem) já certamente vários jornalistas estavam a postos para ouvir Costa, a Martins, o índio, e por aí fora. Novidades? Creio bem que nem de Lamego nem das patetices vomitadas pelos outros houve qualquer novidade ou surpreendente tomada de posição construtiva.
Como se pode verificar, quanto ao PR estou à vontade para escrever o que se segue, pois há anos que o tenho em péssima conta.
Pode discutir-se a questão destes pilares por ele avançados, se deviam ser estes ou outros.
Mas eu penso que estive com atenção às palavras dos discursos do senhor alcunhado de eucalipto.
E se ouvi bem, no discurso da cerimónia da imposição de condecorações, o que ele apontou foi um conjunto de coisas que entende basilares para a nossa sociedade eventualmente conseguir modificar-se para menos má.
Não creio que tenha falado em métodos, em etapas, em estilos de governação, em ideologia. Por isso acho execrável as discursatas do senhor Costa. Trato-o assim, com um começo já de desconsideração, face à sua postura cada vez mais trauliteira. E quer governar o País? Está bem como os restantes da sua pandilha.
É o que dá a pesporrência de não respeitar as decisões dos tribunais quanto à transparência de documentação que devia ser pública e publicitada. Ou será que se inspirou no actual inquilino de Belém, de quem em dez anos não se conhece os gastos da presidência da República?
Para ética republicana, que não aplicaram nas savanas africanas e só aplicam quando lhes convém, talvez pudessem olhar para certas decisões do actual rei de Espanha.
Mesmo não sendo monárquico, e é o meu caso, qualquer pessoa intelectualmente honesta não pode deixar de reconhecer uma elevadíssima postura de cidadania no rei de Espanha. Uma postura exemplar, quanto a gastos, e no que respeita à família.
Ma somo se vê hoje e no passado, a maioria dos titulares dos órgãos de soberania em Portugal não têm olhos, não tem ouvidos, são poucas as celulazinhas cinzentas, mas sobretudo não têm vergonha na cara.
AC
quinta-feira, 11 de junho de 2015
10 de Junho de 2015 - Discurso do PR na cerimónia militar
Depois de deixar a vida activa, anos houve em que além de procurar assistir ao vivo aos dias da Marinha (pouco tenho falhado), procuro assistir também (mais afastado do epicentro do evento) ás cerimónias junto ao monumento aos combatentes e à cerimónia militar presidida pelo PR. A última vez que assisti ao vivo á cerimónia militar do 10 de Junho foi em Castelo Branco onde, inclusive, assisti à “cena” (como dizem os putos) da imposição das “veneras”.
Como em tudo e para tudo, cada cabeça sua sentença. A minha sentença não é certamente melhor que outras, mas talvez tenha alguma coisa que mereça ser ponderada.
Isto para dizer que, quanto ao actual PR e que pela CRP é o comandante supremo das FA, há muito tempo que “enchi”, e cada dia que passa mais se esvai a pouca consideração que por ele tinha como PR. Como comandante supremo, há muitos anos que nenhuma tenho.
Avisado para ouvir o discurso de ontem de manhã, quando li o mail de alerta fiquei desconfiado, pareceu-me haver nele um certo contentamento. Fui há pouco usar a maravilha da técnica de andar para trás e lá escutei o senhor. Sim, porque como acima referi, nunca mais perdi o meu tempo a assistir ao vivo ou pela TV à fantochada em que, a meu ver naturalmente, se transformou a celebração da data em causa.
Pois disse ele, 1 - que decidiu associar as FA ao 10 de Junho, 2 - não pode ser esquecida a dívida para com os antigos combatentes, 3 - as FA como pilar do Estado, 4 - afinidade com a população e com as autoridades, 5 - até falou em capacidades (o esforço que deve ter feito quem lhe escreveu o discurso para referir este conceito), 6 - as razões de ser das FA designadamente o culto de valores, 7 - um decréscimo de 30% do orçamento para as FA ao longo dos últimos 15 anos, 8 - os ciclos de reformas sucessivas, reformas que não terminaram, 9 - tudo pouco valorizado pela opinião pública, 10 - a saúde e o apoio social agora é que é (frase minha), 11 -que os militares se revejam nas reformas, 12 - e que ele tem um grande respeito e reconhecimento pelos militares.
A minha síntese da discursata, feita aliás num tom mais vigoroso (comparativamente com o discurso na cena das medalhas) quase parecendo um deputado meio inflamado, está nas 12 pérolas supra enunciadas.
A 12ª só me dá vontade de rir, e não lhe cresceu o nariz. Pessoalmente considero que fez bem associar as FA ao 10 de Junho, mas lamento muito as incoerências várias que foi manifestando ao longo dos anos e que reforçou ultimamente. A dívida dos meus concidadãos para com os antigos combatentes é incomensurável, e a dívida dos portugueses para com os familiares dos mortos feridos e estropiados ao serviço do País é ainda maior. Mas o PR, aliás na senda dos antecessores depois de Eanes, fala muito nas datas relevantes mas no dia a dia e na prática desdiz-se. Tudo o que cito em 4, 5, 6, 7, 8, e 10 é pouco ou nada valorizado pela opinião pública, e muitas vezes é vilipendiado pela opinião publicada. A culpa é certamente dos militares!!!!!!!!!
É capaz de haver neste momento quem queira ver nas palavras do actual PR um novo apoio ás tertúlias que vão promovendo, ás revoltas palacianas, aos jantares de desagravo, e talvez até continue a iludir aqueles que aceitaram a partir de certa altura desfilar também no 10 de Junho.
Como escrevi mais uma vez, há pouco tempo, agora a propósito de certas pessoas face ao Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) recentemente publicado em DR - continuam a enganar-se.
O titular do órgão de soberania PR, que na gíria popular ficou designado como o eucalipto, pode ainda enganar muita gente. A mim deixou de me enganar pouco depois de ter ficado com o ministro da defesa Fernando Nogueira.
Deixei para o fim um episódio (chamo-lhe assim) entre a jornalista e o porta-voz do Exército, quando aludindo a palavras do PR foi perguntado ao oficial se os militares se reviam nas reformas. Eu achei notável a “linda resposta”; até falou em farol!!!!!!. A jornalista, a medo, ainda tentou ouvir alguma opinião acerca de - aceitar ou rever-se nas reformas. Prevejo para aquele oficial um futuro brilhante.
AC
Como em tudo e para tudo, cada cabeça sua sentença. A minha sentença não é certamente melhor que outras, mas talvez tenha alguma coisa que mereça ser ponderada.
Isto para dizer que, quanto ao actual PR e que pela CRP é o comandante supremo das FA, há muito tempo que “enchi”, e cada dia que passa mais se esvai a pouca consideração que por ele tinha como PR. Como comandante supremo, há muitos anos que nenhuma tenho.
Avisado para ouvir o discurso de ontem de manhã, quando li o mail de alerta fiquei desconfiado, pareceu-me haver nele um certo contentamento. Fui há pouco usar a maravilha da técnica de andar para trás e lá escutei o senhor. Sim, porque como acima referi, nunca mais perdi o meu tempo a assistir ao vivo ou pela TV à fantochada em que, a meu ver naturalmente, se transformou a celebração da data em causa.
Pois disse ele, 1 - que decidiu associar as FA ao 10 de Junho, 2 - não pode ser esquecida a dívida para com os antigos combatentes, 3 - as FA como pilar do Estado, 4 - afinidade com a população e com as autoridades, 5 - até falou em capacidades (o esforço que deve ter feito quem lhe escreveu o discurso para referir este conceito), 6 - as razões de ser das FA designadamente o culto de valores, 7 - um decréscimo de 30% do orçamento para as FA ao longo dos últimos 15 anos, 8 - os ciclos de reformas sucessivas, reformas que não terminaram, 9 - tudo pouco valorizado pela opinião pública, 10 - a saúde e o apoio social agora é que é (frase minha), 11 -que os militares se revejam nas reformas, 12 - e que ele tem um grande respeito e reconhecimento pelos militares.
A minha síntese da discursata, feita aliás num tom mais vigoroso (comparativamente com o discurso na cena das medalhas) quase parecendo um deputado meio inflamado, está nas 12 pérolas supra enunciadas.
A 12ª só me dá vontade de rir, e não lhe cresceu o nariz. Pessoalmente considero que fez bem associar as FA ao 10 de Junho, mas lamento muito as incoerências várias que foi manifestando ao longo dos anos e que reforçou ultimamente. A dívida dos meus concidadãos para com os antigos combatentes é incomensurável, e a dívida dos portugueses para com os familiares dos mortos feridos e estropiados ao serviço do País é ainda maior. Mas o PR, aliás na senda dos antecessores depois de Eanes, fala muito nas datas relevantes mas no dia a dia e na prática desdiz-se. Tudo o que cito em 4, 5, 6, 7, 8, e 10 é pouco ou nada valorizado pela opinião pública, e muitas vezes é vilipendiado pela opinião publicada. A culpa é certamente dos militares!!!!!!!!!
É capaz de haver neste momento quem queira ver nas palavras do actual PR um novo apoio ás tertúlias que vão promovendo, ás revoltas palacianas, aos jantares de desagravo, e talvez até continue a iludir aqueles que aceitaram a partir de certa altura desfilar também no 10 de Junho.
Como escrevi mais uma vez, há pouco tempo, agora a propósito de certas pessoas face ao Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) recentemente publicado em DR - continuam a enganar-se.
O titular do órgão de soberania PR, que na gíria popular ficou designado como o eucalipto, pode ainda enganar muita gente. A mim deixou de me enganar pouco depois de ter ficado com o ministro da defesa Fernando Nogueira.
Deixei para o fim um episódio (chamo-lhe assim) entre a jornalista e o porta-voz do Exército, quando aludindo a palavras do PR foi perguntado ao oficial se os militares se reviam nas reformas. Eu achei notável a “linda resposta”; até falou em farol!!!!!!. A jornalista, a medo, ainda tentou ouvir alguma opinião acerca de - aceitar ou rever-se nas reformas. Prevejo para aquele oficial um futuro brilhante.
AC
segunda-feira, 8 de junho de 2015
sábado, 6 de junho de 2015
FORROBODÓ
É um termo popularucho, mas identifica bem a pantominice que grassa em várias camadas sociais e em certos grupos. Em síntese, numa série de senhoras e senhores que se intitulam de elites.
Portugal sempre teve muitas, basta ir à história, começar em 1700.
O que se pode chamar senão isso, a um esganiçado pequenino que reclama exemplos europeus do passado para corrigir o presente e o futuro, como se ele não tivesse contribuído para este presente anquilosado?
O que se pode chamar senão isso, a ele que não conseguiu entrar na galeria dos "importantões" ainda que sempre se tenha roçado por bons cadeirões, e vai daí, espuma vingança e dá apoios a quem por desinteresse total lhe poderá vir a outorgar a tal galeria?
O que se pode chamar senão isso, a um senhor que não cabe num Clio e, portanto, só grandes carros alemães para o transportar, até porque mais depressa vai ao e vem do Norte, fazendo pelo caminho as negociatas angelicais "pro bono"?
O que se poderá chamar senão isso, ás prováveis combinações entre todos os bancos, entre todas as gasolineiras, e etc?
O que se poderá chamar senão isso, ao desaparecimento de milhões, ora porque não sabe, ora porque a culpa foi da crise, ora porque os governantes foram mauzinhos, ora porque o contabilista se enganou nas contas, ora porque os reguladores lá iam jantar a casa, ou jogam todos golfe?
O que se poderá chamar senão isso, aos tumultos futebolísticos, sendo para mim tumultos os propriamente ditos e que nunca acabam, bem como as transferências, os ordenados, as compras de jogadores e treinadores, por clubes que parece estarem falidos há muito tempo e, relativamente ao que, nenhum português normal conseguirá perceber de onde vem o dinheirinho?
Portugal está cada vez mais doente, mas teimam em dizer que não.
AC
quinta-feira, 4 de junho de 2015
SE HOUVER BURACO VAI BUSCAR DINHEIRO AO ORÇAMENTO!
Esta frase é anunciada como tendo saído da boca do ex-edil Messias actual chefão do PS.
O que me preocupa não é ele dizer este tipo de bojarda. O que me preocupa também não é tanto surgirem frases do mesmo tipo ou da mesma natureza saídas das bocas de todos os outros restantes chefes de todos os existentes partidos e dos que estão na incubadora.
O que me preocupa seriamente é existirem tantas e tantas centenas de milhares de portugueses que ouvem isto, não raciocinam e depois vão ás urnas.
A seguir surgem sempre uns comentadores produzidos em sítios "famosos" dizer que o eleitorado assim e assado!!!! Por isso isto continua como está. Pessoalmente, ganhe quem ganhar em Outubro, creio que isto vai piorar. Basta atentar nas tragédias Jesus, Marco, Vitória, Vieira, Bruno, etc, para ter uma noção da saúde cívica neste terreno à beira-mar plantado.
AC
Esta frase é anunciada como tendo saído da boca do ex-edil Messias actual chefão do PS.
O que me preocupa não é ele dizer este tipo de bojarda. O que me preocupa também não é tanto surgirem frases do mesmo tipo ou da mesma natureza saídas das bocas de todos os outros restantes chefes de todos os existentes partidos e dos que estão na incubadora.
O que me preocupa seriamente é existirem tantas e tantas centenas de milhares de portugueses que ouvem isto, não raciocinam e depois vão ás urnas.
A seguir surgem sempre uns comentadores produzidos em sítios "famosos" dizer que o eleitorado assim e assado!!!! Por isso isto continua como está. Pessoalmente, ganhe quem ganhar em Outubro, creio que isto vai piorar. Basta atentar nas tragédias Jesus, Marco, Vitória, Vieira, Bruno, etc, para ter uma noção da saúde cívica neste terreno à beira-mar plantado.
AC
Mais temas fraturantes............ou...........apenas.........

nos porcos, borregos, cabras, vacas, galinhas,......
AC
Depois dos caracóis, sugeria que se pensasse nos cogumelos........
nos porcos, borregos, cabras, vacas, galinhas,......
Porque não até no melão, melancia, cereja, laranja, couves, abóbora.. Não, abóbora é dos pensantes....
Já agora, porque não formigas, aparentemente os seres vivos em maior quantidade à superfície do globo e que, juntamente com baratas e outros insectos constituem fritos deliciosos na Ásia. Ai.......AC
NÃO TÊM VERGONHA NENHUMA NA CARA
A começar por muitos portugueses, que continuam a não entender o que é a vida, o que andam a fazer neste mundo, a pensar que o dinheiro cai do céu, como a chuva.
Podiam começar exactamente a pensar na chuva.
Ano de pouca água caída lá de cima, barragens em baixo, maiores gastos de água para os agricultores com reflexos nos produtos para venda e dificuldades acrescidas para quem precisa de comprar.
Mas a célebre "quem vier atrás que feche a porta" é ideia sempre presente da maioria dos meus concidadãos.
Acabado de fazer um "zaping" pela NET deparo com várias coisas que elucidam bem quantos andam por aí sem vergonha nenhuma na cara. Mas fico-me pelo economista que é inquilino de Belém. Exactamente, o actual PR. Que já foi PM, cerca de 10 anos, e no seu "reinado" a pesca nacional estoirou. É uma discussão que não é simples de fazer, mas continuo convicto de que várias coisas podiam ter sido um pouco diferentes.
Também nesta matéria, como em tudo o resto, coloco a questão da justiça à frente de todas as outras considerações. Pois com justiça a sério, talvez várias das falcatruas que se cometeram durante anos pudessem ter sido avaliadas diferentemente. Adiante.
Mas a realidade, é que hoje, muitos dos que no passado se esqueceram desta coisa simples - "Portugal é quase como uma ilha, água por todo o lado, uma ZEE brutal", hoje pavoneiam-se em aberturas de conferências, apelando a mudanças de paradigmas, que os oceanos têm que desempenhar maior papel na nossa economia, etc.
Mais conferências, mais um batalhão de especialistas nacionais, mais uns croquetes, e sorrisos de plástico para as revistas "fácies", "fuças", e "trombis".
Entretanto, pequenos detalhes:
- quantos estaleiros nacionais de pequena, de média e de grande dimensão existiam em 1987, e quantos existem hoje?
- qual a frota de pesca costeira e de arrasto, em 1987 e hoje?
- qual a quantidade e idade de navios da Marinha de Guerra adequados à fiscalização da pesca e salvamento marítimo em 1987 e hoje?
- que indústrias nacionais de transformação de pescado existiam em 1987 e existem hoje?
- qual o preço das embarcações de vela para aprendizagem e treino de jovens comparativamente com o praticado em Espanha?
Não vale a pena continuar, é tão triste.
O paradigma que devia mudar é o relativo à cambada que destruiu o País, e sobretudo à cambada que assistiu deleitado a essa destruição e que se tem governado à grande e à francesa, antes durante e após as três bancarrotas.
AC
A começar por muitos portugueses, que continuam a não entender o que é a vida, o que andam a fazer neste mundo, a pensar que o dinheiro cai do céu, como a chuva.
Podiam começar exactamente a pensar na chuva.
Ano de pouca água caída lá de cima, barragens em baixo, maiores gastos de água para os agricultores com reflexos nos produtos para venda e dificuldades acrescidas para quem precisa de comprar.
Mas a célebre "quem vier atrás que feche a porta" é ideia sempre presente da maioria dos meus concidadãos.
Acabado de fazer um "zaping" pela NET deparo com várias coisas que elucidam bem quantos andam por aí sem vergonha nenhuma na cara. Mas fico-me pelo economista que é inquilino de Belém. Exactamente, o actual PR. Que já foi PM, cerca de 10 anos, e no seu "reinado" a pesca nacional estoirou. É uma discussão que não é simples de fazer, mas continuo convicto de que várias coisas podiam ter sido um pouco diferentes.
Também nesta matéria, como em tudo o resto, coloco a questão da justiça à frente de todas as outras considerações. Pois com justiça a sério, talvez várias das falcatruas que se cometeram durante anos pudessem ter sido avaliadas diferentemente. Adiante.
Mas a realidade, é que hoje, muitos dos que no passado se esqueceram desta coisa simples - "Portugal é quase como uma ilha, água por todo o lado, uma ZEE brutal", hoje pavoneiam-se em aberturas de conferências, apelando a mudanças de paradigmas, que os oceanos têm que desempenhar maior papel na nossa economia, etc.
Mais conferências, mais um batalhão de especialistas nacionais, mais uns croquetes, e sorrisos de plástico para as revistas "fácies", "fuças", e "trombis".
Entretanto, pequenos detalhes:
- quantos estaleiros nacionais de pequena, de média e de grande dimensão existiam em 1987, e quantos existem hoje?
- qual a frota de pesca costeira e de arrasto, em 1987 e hoje?
- qual a quantidade e idade de navios da Marinha de Guerra adequados à fiscalização da pesca e salvamento marítimo em 1987 e hoje?
- que indústrias nacionais de transformação de pescado existiam em 1987 e existem hoje?
- qual o preço das embarcações de vela para aprendizagem e treino de jovens comparativamente com o praticado em Espanha?
Não vale a pena continuar, é tão triste.
O paradigma que devia mudar é o relativo à cambada que destruiu o País, e sobretudo à cambada que assistiu deleitado a essa destruição e que se tem governado à grande e à francesa, antes durante e após as três bancarrotas.
AC
quarta-feira, 3 de junho de 2015
A corrupção no futebol: FIFA e federações por esse mundo fora
Vejo nos "zapings" que faço na NET que o senhor todo poderoso da FIFA anunciou a demissão, mas se bem percebo, na prática, vai continuar até algures 2016. Não está mal. Julgava eu que eleições e posses subsequentes eram demoradas em Portugal.
Como de costume, com a ressalva que vejo raramente TV, ouço notícias no rádio do carro e faço uns "zapings" pela NET, os nossos contadores jornalistas avaliam a coisa pela rama e com pseudo sensacionalismos.
Cá para mim, as agendas da Rússia, dos EUA e dos patrocinadores por esse mundo fora é que estão na guerra por trás da espuma que a maioria gosta de sorver. O costume e, provavelmente, o novo senhor da FIFA virá a ser, um dia de 2016, alguém daquela máfia mas que tenha feito menos transferências de dinheiro.
AC
Vejo nos "zapings" que faço na NET que o senhor todo poderoso da FIFA anunciou a demissão, mas se bem percebo, na prática, vai continuar até algures 2016. Não está mal. Julgava eu que eleições e posses subsequentes eram demoradas em Portugal.
Como de costume, com a ressalva que vejo raramente TV, ouço notícias no rádio do carro e faço uns "zapings" pela NET, os nossos contadores jornalistas avaliam a coisa pela rama e com pseudo sensacionalismos.
Cá para mim, as agendas da Rússia, dos EUA e dos patrocinadores por esse mundo fora é que estão na guerra por trás da espuma que a maioria gosta de sorver. O costume e, provavelmente, o novo senhor da FIFA virá a ser, um dia de 2016, alguém daquela máfia mas que tenha feito menos transferências de dinheiro.
AC
terça-feira, 2 de junho de 2015
Como o meu desgraçado País continua
Bem, de cada vez que abro uma excepção e vou até ao sofá em frente do televisor, arrependo-me sempre. O que me vale é que cometo este disparate muito poucas vezes.
Pelo que percebi, designadamente pela SIC, problemas gravosos do meu desgraçado País, mesmo angustiantes, são não saber se Lopetegui (estará bem escrito?) fica no Porto, se Jesus no Benfica, e o Marco no Sporting.
Pela minha parte estou mesmo desesperado, estou convicto de que nem vou conseguir fazer companhia à minha mulher agora ao jantar. Uma desgraça, três potenciais desgraças!!!
Outra pérola que detectei na SIC é acerca de Rui Rio.
Creio que ouvi bem o que Rio disse, e pareceu-me que na parte final das suas declarações ele referiu - "depois de publicarem uma noticia estão á espera que eu desminta para poderem dizer que recuei".
Pois o PIVOZINHO da SIC disse que a SIC deu a notícia com base em informações credíveis (certo, nada a recriminar) e que nunca deu notícia de que Rio recuara!!!
Mas devo ser eu que estou cada vez mais tan-tan, e tenho cada vez mais nojo da qualidade dos nossos media.
E, a propósito, ainda esta tarde ouvi no rádio do carro, que o inefável (hoje estou muito simpático para ministros) ministro que tutela (??) a comunicação social vai levar à AR ou terá já apresentado uma proposta para melhorar (ainda mais?) a transparência no que respeita aos donos dos OCS. Lindo!!
Vou jantar, apesar de o meu estômago estar ás voltas por causa do nervoso miudinho que estas tragédias veiculadas pela nossa excelente comunicação social me provoca.
AC
Bem, de cada vez que abro uma excepção e vou até ao sofá em frente do televisor, arrependo-me sempre. O que me vale é que cometo este disparate muito poucas vezes.
Pelo que percebi, designadamente pela SIC, problemas gravosos do meu desgraçado País, mesmo angustiantes, são não saber se Lopetegui (estará bem escrito?) fica no Porto, se Jesus no Benfica, e o Marco no Sporting.
Pela minha parte estou mesmo desesperado, estou convicto de que nem vou conseguir fazer companhia à minha mulher agora ao jantar. Uma desgraça, três potenciais desgraças!!!
Outra pérola que detectei na SIC é acerca de Rui Rio.
Creio que ouvi bem o que Rio disse, e pareceu-me que na parte final das suas declarações ele referiu - "depois de publicarem uma noticia estão á espera que eu desminta para poderem dizer que recuei".
Pois o PIVOZINHO da SIC disse que a SIC deu a notícia com base em informações credíveis (certo, nada a recriminar) e que nunca deu notícia de que Rio recuara!!!
Mas devo ser eu que estou cada vez mais tan-tan, e tenho cada vez mais nojo da qualidade dos nossos media.
E, a propósito, ainda esta tarde ouvi no rádio do carro, que o inefável (hoje estou muito simpático para ministros) ministro que tutela (??) a comunicação social vai levar à AR ou terá já apresentado uma proposta para melhorar (ainda mais?) a transparência no que respeita aos donos dos OCS. Lindo!!
Vou jantar, apesar de o meu estômago estar ás voltas por causa do nervoso miudinho que estas tragédias veiculadas pela nossa excelente comunicação social me provoca.
AC
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Dia da Criança
Instituíram que hoje é dia da criança. Neste dia, eu e a minha prezada cara metade, ainda apertamos mais os netos, e deixamos lembrança.
Nós temos, por enquanto, 5 crianças. Os dois filhos, os dois netos, e uma adoptiva que é o nosso prezado genro.
Para nós, todos os dias são dias da criança/ dos netos, dia dos filhos, dia do genro, dia dos avós/ pais/ sogros. E assim continuará, esperando que por bastantes mais anos, e mais netos.
AC
PS: no outro Domingo, logo a seguir ao almoço na Baixa, o neto mais novo (7) também queria ir comigo ao Terreiro do Paço, lembrando-me eu que só o mais velho tinha ido ao WC.
- António, precisa de certeza de ir fazer chichi.
- Não, não preciso, vamos embora.
- António tem duas alternativas: não faz, fica com a mãe e a avó, não vai comigo e o Manelinho; faz chichi, vai com o avô.
- Não não, terceira alternativa, não preciso de fazer chichi e vou com o avô!!!!!!!!!!
PS 1: acabou por perceber pela minha cara, muda, que era melhor escolher a 2ª alternativa; e lá fomos alegres e contentes, "as três crianças", para a multidão no Terreiro do Paço.
Instituíram que hoje é dia da criança. Neste dia, eu e a minha prezada cara metade, ainda apertamos mais os netos, e deixamos lembrança.
Nós temos, por enquanto, 5 crianças. Os dois filhos, os dois netos, e uma adoptiva que é o nosso prezado genro.
Para nós, todos os dias são dias da criança/ dos netos, dia dos filhos, dia do genro, dia dos avós/ pais/ sogros. E assim continuará, esperando que por bastantes mais anos, e mais netos.
AC
PS: no outro Domingo, logo a seguir ao almoço na Baixa, o neto mais novo (7) também queria ir comigo ao Terreiro do Paço, lembrando-me eu que só o mais velho tinha ido ao WC.
- António, precisa de certeza de ir fazer chichi.
- Não, não preciso, vamos embora.
- António tem duas alternativas: não faz, fica com a mãe e a avó, não vai comigo e o Manelinho; faz chichi, vai com o avô.
- Não não, terceira alternativa, não preciso de fazer chichi e vou com o avô!!!!!!!!!!
PS 1: acabou por perceber pela minha cara, muda, que era melhor escolher a 2ª alternativa; e lá fomos alegres e contentes, "as três crianças", para a multidão no Terreiro do Paço.
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