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terça-feira, 21 de abril de 2026

João Cravinho: uma obra imensa
A boa notícia é que a obra de João Cravinho está a ser estudada e o seu pensamento servirá a quem continue a inquietar-se e a achar que é possível bater-se por causas públicas que nos engrandeçam
.
(José Reis, no Perdócio)

Sim, devem estudar-se os mais proeminentes titulares de órgãos de soberania que vão passando na nossa história colectiva. 
Passar em revista o seu passado, as decisões (e a ausência delas) e pensamentos mas não só deles, de todos os ilustres portugueses que nas mais diferentes e variadas áreas tenham procurado servir a causa pública, tenham contribuído para melhorar e engrandecer a sociedade portuguesa.

Mas, admitindo como sempre, poder estar a ver mal as coisas, no caso concreto deste socialista a que o (creioeconomista  José Reis faz referência haveria talvez também que aprofundar porque é que, aparentemente, deixou certas das suas causas e aceitou ir para (salvo erro) o BEI.

Como seria interessante revisitar o assunto da Junta Autónoma das Estradas, "lebre" que creio começou a levantar com um seu grande amigo militar que tinha chamado para o ajudar mas depois . . . . . caiu tudo no esquecimento. 

Convenientemente?
Ou estou enganado?

Bom dia, tenham uma boa 3ª Feira.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida. Boa sorte.

AC

domingo, 20 de abril de 2025

LIDO  POR  AÍ

A propósito do falecimento de João Cravinho, li que um figurão referiu e, por mim, muito justamente, que Cravinho era um homem de grandes ideias” e focado “nos problemas concretos” de Portugal, e que teve sempre uma grande e concreta ligação aos problemas do país”.

Li que foi dito -  não há muitos como o João Cravinho.

Estas muito justas referências proferidas sobre João Cravinho podiam fazer reflectir quem as profere, olhar para trás. Tenho quase a certeza que isso não acontecerá!

Que eu saiba, João Cravinho sempre procurou servir o país, e creio que não se serviu dos cargos que exerceu.
E, que se saiba, sempre procurou combater o flagelo da corrupção, sempre procurou que se implementassem medidas concretas para essa luta.

Quem agora o elogia que trabalho tem nesse tema?
AC

sexta-feira, 18 de abril de 2025

JOÃO  CRAVINHO
Faleceu aos 88 anos este meu concidadão, homem com vida e trajecto políticos longos e, para mim naturalmente, curiosos.

Os eventos e a vida política nacional de décadas passadas, que no presente alguma comunicação social recorda mas sem ir ao fundo das questões sobretudo uma - o combate duro e sério à corrupção - tiveram em João Cravinho um homem sério, de convicções e que, como creio que a história democrática eloquentemente demonstrou, poucas vezes foi apreciado no seu partido.

No combate à corrupção Cravinho esforçou-se mas . . . . antes, durante, e depois de Sócrates as suas propostas foram basicamente para a gaveta.
Como ele próprio referiu em entrevistas, até no consulado Costa estudos e propostas suas foram quase todas se não todas para . . . . . isso mesmo, gaveta.

Aliás é um velho hábito no PS, iniciado logo pouco depois do 25 de Abril de 1974, meter várias coisas para a gaveta mas, mantendo sempre, as oratórias, as retóricas, as narrativas, o sempre faz de conta.

Para terminar, tive curiosidade e fui navegar no "sítio" do PS, para verificar se por lá estaria algum pequeno texto sobre Cravinho.
Admito que possa ter sido incompetência minha, mas ia jurar que não está lá nenhuma nota de necrologia, de pesar, pelo falecimento de João Cravinho.

AC

terça-feira, 4 de julho de 2023

OTAN /NATO Substituição de Jens Stoltenberg
Jens Stoltenberg está prestes a terminar o seu mandato na OTAN/ NATO. 
Podia colocar-se a pergunta: Quem lhe sucederá?
Compreende-se que nos EUA e como sempre aconteceu, o assunto ande a ser ponderado há bastante tempo.

Como é natural, em muitos OCS internacionais atiraram-se nomes para o ar. Falava-se nomeadamente de várias senhoras, Kaja Kallas, Zuzana Caputová, Mette Frederiksen, e a sempre inarrável Ursula.

Haverá nomes como estes e certamente muitos mais não ventilados publicamente. 
E há sempre a hipótese de nenhum agradar a Washington. 
E os EUA forçarem mais uns tempos ao atleta Stoltenberg. 
Como acaba de se saber, o atleta ficará até Outubro de 2024.

Há semanas leu-se por cá, que requisitos fundamentais para qualquer candidato que se quisesse perfilar para o cargo (eu devia falar de competências, é o que está na moda), são,
- ser pessoa com peso político internacional, seja isto o que for, mas uma hipótese é que seja alguém conhecedor dos corredores, 
    - da indústria de armamento internacional, 
    - da alta finança,
    - dos "fora" da geoestratégia e da geopolítica,
    - e sobretudo em Washington,
- ter experiência de governo,
- ter estaleca no plano diplomático e das relações internacionais,
- ter boa capacidade de gestão,
- ser um bom comunicador, diria eu, ter boa capacidade no plano das  relações públicas. 
       
Ora, tendo acontecido que Barroso se pirou para a UE, Freitas do Amaral esteve uns tempos na ONU e Guterres se pirou também para durante anos preparar a subida à ONU onde aliás abichou recentemente o 2º mandato, porque não olhar a certos personagens da nossa vida política?
Os EUA terão perdido alguns minutos a olhar para certos Tugas?

É que temos por cá putativos candidatos a lugares importantes, senão vejamos:
Augusto Santos Silva
- foi ministro da defesa, é trauliteiro, gosta dos corredores do poder estrangeiros como qualquer bom esquerdalho Trotskysta reconvertido em democrata puro; pontos fracos, a comunicação, a gestão, a agressividade, e não creio que trocasse facilmente o cómodo assento em Belém pelo da OTAN.

António Vitorino
Foi um "bocadinho" ministro da defesa, é mais ou menos conhecido internacionalmente à conta das migrações; pontos fracos, não percebe nada de coisas militares, creio que detesta tudo que seja militar a menos que seja negócio, e apesar de internacionalmente conhecido viu-se recentemente que não lhe ligam grande coisa.

João Cravinho
Já foi ministro da defesa; pontos fracos, praticamente tudo mas fiquemos por, mau gestor, mau comunicador, nada credível.

Pedro Nuno Santos
- Foi ministro, é conhecido internacionalmente, nomeadamente na alta finança, pois pôs a banca internacional a tremer das pernitas; pontos fracos, não percebe nada de coisas militares, mau comunicador, mau gestor, faz frequentemente tristes figuras, e tem a mania que ser desbocado e malcriado é uma virtude.

António Costa
Tem experiência governativa, é muito conhecido internacionalmente ao ponto de ter de estar frequentemente a reajustar a sua agenda dados os constantes convites seja para noitadas festivaleiras seja para jogos de futebol; pontos fracos, péssima dicção, péssimo comunicador, diz tudo e o seu contrário em curtos intervalos de tempo, promete o que não tem.

Durão Barroso
Preenche vários requisitos, mas creio que prefere entreter-se com o circuito das conferências e com as reuniões da alta finança internacional e dos clubes internacionais conhecidos.

Naturalmente, existem outras hipóteses nacionais, mas não quero que pensem que estou para aqui a querer queimar nomes. Os supra indicados têm mérito e como todos os humanos, alguns pontos fracos também, como referi.

Nada se decidiria contra os EUA. 
Washington olhou à volta, (Tugas incluídos?), não gostou dos muitos nomes, nem esteve para ceder ao politicamente correcto patrocinando um nome feminino.
Como já se sabe, o Norueguês atleta do ginásio vai continuar até Outubro de 2024. Segue para Bingo!

AC

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2023

CRAVINHO


Não tenho a certeza quantas vezes o sr Cravinho foi à AR para debitar acerca do Hospital Militar em Belém e das derrapagens nos custos das obras para tornar aquele caco velho numa unidade para ajudar a salvar doentes COVID. Li algures que para isso ficaram 30 camas OK! 

Dizem que gastaram 3, 2 milhões de euros. Como diria o Guterres, é fazer as contas para ver o preço unitário a que ficou a camita! Adiante.

Leio nos "media" nacionais que com as confissões de hoje o sr terá calado finalmente a oposição quanto a este assunto. 

Um assunto, mais um, muito pornográfico.

A minha muito idosa vizinha na aldeia perguntaria: "porque é que o gajo não disse isto tudo na primeira vez que lá foi chamado"?

A minha idosa vizinha é "terra à terra", simplória, mas topa malandros à légua. 

Mas não tem a menor ideia sobre estas coisas da era digital que tanto atrapalham ministros e outras criaturas.

Cravinho não se desculpou com a Rússia, porque a Ucrânia ainda não tinha sido invadida.

Não se desculpou com a inflação porque era baixa e não a actual.

Não se desculpou com as alterações climáticas porque não se lembrou e nenhum assessor lhe sussurrou isso.

Não se desculpou com o trânsito porque não se lembrou.

Quem pagou as favas? O servidor, que não serviu como deve ser, foi muito rigoroso!

Eu tenho ouvido as desculpas mais imbecis mas esta ainda não me tinha ocorrido, é ainda mais imbecil que as imbecis deste mundo. 

E nenhuma besta lhe perguntou na audição pelos dias de semana em que dava despacho ao tal Alberto Coelho. Ou não dava? Em dois meses nunca despacharam ? Era com o secretário de Estado?

A língua portuguesa é riquíssima. Mas mesmo assim, não existem adjectivos suficientes para qualificar esta "prenda", um dos maiores exemplos de incompetência, que com as suas atitudes e completa ausência de sentido de Estado e de quase tudo o mais é um dos vários artífices socialistas e esquerdalhos que mais alimentam o crescimento do inarrável e execrável Ventura e machuchos. Que tristeza.

AC

sábado, 14 de janeiro de 2023

UCRÂNIA

Nos últimos 3 dias que eu me tenha apercebido têm sido constantemente anunciados nas TV os pedidos quase lancinantes de Zelensky para lhe entregarem com urgência carros de combate e outro armamento.

Não faço a menor ideia se isso significa que a Ucrânia estará a "milímetros" de inverter a guerra a seu favor ou se, pelo contrário, isso quererá dizer que as forças de Zelensky estão a ficar cada vez mais aflitas.

O que é certo é que Carreiras e Cravinho estão a tratar de ajudar como podem, coitados!

AC

domingo, 16 de janeiro de 2022

REAÇÃO à ENTREVISTA de J.G.CRAVINHO
A reação do velhote, certamente igual à de muitos dignos portugueses que pensam pela sua cabeça e observam as realidades, sem clubites.
AC

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

CERIMÓNIA de POSSE do NOVO CEMA

Estive a rever a cerimónia. Tenho colecionado os artigos, os comentários, alguns demolidores para com o empossado, para com Marcelo, Costa, Cravinho. Do que actuou e actua mais na sombra pouco o evidenciam.

Depois de, a partir de 20 de Dezembro passado, ser insistentemente anunciado em vários órgãos de comunicação social que a cerimónia teria lugar a 23 de Dezembro, foi depois passada para 24 de Dezembro. Aí, perante a insistência de alguns em quererem elaborar a agenda em Belém, a Presidência lá anunciou que a cerimónia de posse teria lugar pelas 1500 horas de 27 de Dezembro. E teve.

A Covid é óptima, pois desculpou quase tudo. O Primeiro-Ministro não pôs lá os pés. Os importantes têm sempre umas justificações para passar ao povo. Infelizmente o povo engole praticamente tudo, excepto uns quantos, como eu.

O Almirante corrido pelo poder político com a extremosa benção de Marcelo Rebelo de Sousa também não esteve presente. Há pessoas com dignidade e probas.

O Exército não se fez representar pelo chefe (CEME). Pela Força Aérea esteve o chefe (CEMFA). Claro, esteve lá o CEMGFA. E esteve lá Ferro Rodrigues.

Não houve discursos, nem sorrisos, que se tivesse visto.

Contei pelo meu relógio, e creio não me ter enganado, desde que Marcelo parou junto à mesa depois de entrar na sala, até que se postou em frente ao empossado, decorreram dois minutos menos 5 segundos.

Não creio que desde o 25 de Abril de 1974 se tenha passado alguma coisa assim.

AC

quarta-feira, 10 de novembro de 2021

M I R Í A D E   
(do Diário de Notícias) (com sublinhados da minha responsabilidade)
O senhor ministro da Defesa Nacional, hoje, por outras razões, falou comigo, e explicou-me que naquela altura comunicou às Nações Unidas, porque se tratava de uma força das Nações Unidas, que havia suspeitas relativamente a um caso em investigação judicial, e que na base de pareceres jurídicos tinha sido entendido que não devia haver comunicação a outros órgãos, nomeadamente órgãos de soberania, Presidência da República ou parlamento", afirmou Marcelo Rebelo de Sousa, na cidade da Praia.
"E também não ao Conselho Superior de Defesa Nacional, na base de se tratar uma investigação em curso e por isso rodeada, naturalmente, de um conjunto de características de segredo de justiça, que contraindicavam essa comunicação. E, portanto, foi o que aconteceu", explicou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas, à margem da visita de dois dias que realizou a Cabo Verde.
Marcelo Rebelo de Sousa recordou que já na segunda-feira tinha admitido essa hipótese, que disse ter sido confirmada hoje, ao falar com o ministro João Gomes Cravinho: "Que estando em investigação judicial tivesse sido essa a razão da não comunicação. Isso foi-me confirmado pelo senhor ministro da Defesa Nacional".
Questionado sobre a interpretação que fez destas decisões, o Presidente da República e Comandante Supremo das Forças Armadas nada quis adiantar.
"Eu não tenho nada que me pronunciar sobre essa matéria. Tenho que apenas dizer o que aconteceu
", respondeu.
Na segunda-feira, poucas horas depois de iniciar a visita a Cabo Verde, para assistir hoje à tomada de posse do novo Presidente da República, José Maria Neves, o Presidente da República já tinha afirmado que a "excelência" das Forças Armadas não está em causa com as investigações ao alegado "tráfego de diamantes" e sublinhou que a abertura da investigação interna só as "prestigia".
"Em boa hora as Forças Armadas, logo que tiveram conhecimento da denúncia, que foi no final de 2019, procederam à investigação imediatamente, envolvendo a Polícia Judiciária Militar, depois alargou-se à Polícia Judiciária, naturalmente, pelas implicações mais vastas do que o domínio nomeadamente das Forças Armadas", explicou Marcelo Rebelo de Sousa.
"E esse trabalho está em curso para se apurar o que é que aconteceu e para se tomar as medidas exemplares que devam ser tomadas. Quer dizer que foram as Forças Armadas as primeiras a perceberem que era preciso assumir essas responsabilidades. E isso só as prestigia, só aumenta o prestígio internacional que têm e que é reconhecido por toda a gente", acrescentou.
Segundo o Presidente da República, esse reconhecimento existe para com as forças nacionais destacadas na República Centro-Africana (RCA), mas também "nas que estão destacadas um pouco por todo o mundo".
"Tendo-se a noção exata de que, como em todas as sociedades, há casos isolados que devem ser punidos se for caso disso, mas a generalidade é um exemplo daquilo que é a qualidade, mais do que qualidade, a excelência das nossas Forças Armadas", disse ainda o chefe de Estado.

Temos mais um caso em que os cidadãos são tratados como se fossemos todos muito burros

Este acontecimento, agora vindo à luz do dia, embora com muita nebulosidade e luz fosca, recorda-me que é pouco inteligente reavivar certas memórias, é que pode ocasionar certas lembranças. E estes protagonistas anunciantes e palradores não estão a mostrar inteligência e parecem não estar recordados de atoardas passadas. Continuam a falar mandarim, que é o pior dialecto para nos entendermos.

Ele diz que aconteceu assim e pronto, não se deve falar mais nisso. Não se fala mais nisso, temos excelência por todo o lado.

O outro disse que não informou o chefe porque não convinha até porque o critério teve por base 
pareceres jurídicos que assim o concluíram por se tratar de uma investigação judicial .
Disse ainda que é importante, em primeiro lugar, desfazer a ideia que é incorreta de que não havia fiscalização. Havia procedimentos de fiscalização e houve um reforço dessa fiscalização depois das denúncias e chutou a bola para o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) mais pormenores quanto a este reforço de fiscalização de bagagens, uma vez que esta entidade é responsável operacionalmente por todas essas matérias. Disse ainda desconhecer a abertura de qualquer inquérito por parte da ONU sobre a matéria ou outros países envolvidos.

Nesta fase, o que parece poder ser concluído disto tudo? Vejamos:
* Alguns, porventura pelo menos dois, bem metidos no negócio, deram com a boca no trombone provavelmente por se aperceberem que não lhes escorria dinheiro na quantidade tida por adequada,
* O negócio tem anos,
* Denúncias houve algures em 2019,
* Provavelmente o negócio corria há vários anos,
* A seleção de recursos humanos para as Forças Armadas é o que é,
* Estas chefias todas são o que são, é o que temos,
* O sr Cravinho confessou que informou a ONU mas escusou-se dizer a que nível,
* O sr Cravinho parece ter tido receios que o Presidente da República, o Primeiro-Ministro e outros que por eles acabariam por saber, dessem com a língua nos dentes, coisa que naquela organização caótica chamada ONU obviamente não aconteceria,
* O sr Cravinho nada especificou sobre que medidas determinou ao Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, 
* O sr Cravinho já foi dar explicações ao Presidente da República mas foi por acaso, pois é o que se pode depreender das explicações do Presidente num dos seus comentários diários, 
* O sr Costa como de costume quer passar entre os pingos da chuva, 
* Parece que haverá constitucionalistas que não percebem porque é que o sr Cravinho só informou a ONU,
* Das palavras do Presidente parece poder concluir-se que, tudo visto e ponderado, só houve aumento do nosso prestígio lá fora, até porque, se as medidas de controlo de bagagens no aeroporto militar de Figo Maduro até às denúncias eram apertadíssimas e de acordo com as normas rigorosas do Estado-Maior General das Forças Armadas, depois das denúncias nem um alfinete escapa ao controlo e verificação.

Não há um raio de um jornalista que não se revolte com esta pouca vergonha de declarações manhosas e faça as perguntas correctas, e exponha esta pouca vergonha de dirigentes, todos, com e sem parada

E pronto, mais um caso exemplar de funcionamento de tudo, de aumento de prestígio de Portugal lá fora, funcionamento perfeito das instituições, todos (civis e militares) perfeitamente à vontade no exercício dos seus cargos e todos nós, povo ignaro, devemos estar muito contentes e aplaudir tanta excelência. A bem da Nação!

Espera, será que temos mas é mais uma miríade mas de equívocos, todos esclarecidos, e bem esclarecidos?
AC

Miríade = número grande mas indeterminado

sábado, 20 de abril de 2019

OS SOCIALISTAS e as FORÇASARMADAS
Em manhã de Sábado de Páscoa, manhã de momento de Sol radioso. Lindo, a aldeia ainda em remanso. Prometem-se 23º de máxima.
Ao pensar nestes dias passados e nestes socialistas da treta, nos  elogios a futuros dirigentes políticos muito habilidosos como o grande líder e amantes de bons carros, dei comigo a pensar nas várias ideias que esta gentalha tem para atenuar senão mesmo resolver os problemas na sociedade.
Ao passar revista há pouco (sim, sobretudo aqui na aldeia levanto-me cedo) a coisas engraçadas que vou "colecionando", recupero agora uma das pérolas socialistas. Estes socialistas cada vez me dão mais vontade de rir. É sobre Forças Armadas (FA).
Não só os socialistas, pois a desgraça vem desde o tempo do PM Cavaco Silva e seu MDN Fernando Nogueira, exacerbada com o pequenote António Vitorino, em que os militares vêm sendo tratados de uma forma muito discutível.
Para começar, entre muitas coisas, e eu que não sou um especialista nestas matérias, o que mais me repugna é que passam décadas sobre o 25 de Abril, e não existe uma clara e inequívoca definição do que Portugal quer quanto às Forças Armadas (FA). Que Forças Armadas o País, com mar que nunca mais acaba, deve ter.

Nos tempos actuais temos o inquilino de Belém a dizer que somos os melhores dos melhores senão mesmo os melhores do mundo, todos, incluindo os militares.
Está sempre com esta verborreia.
O actual ministro da chamada defesa nacional, fez anunciar que tem um plano para atrair mais mulheres para as FA, plano que passa designadamente por ter creches nos quartéis.
Ah, e como é de moda, trata-se de um plano para a igualdade.
Li nos jornais, que o plano aponta para conseguir - aumentar o número de militares nas Forças Armadas, incluindo mulheres. Para isso, uma das medidas que o gabinete de João Gomes Cravinho propõe passa pela criação de creches de jardins de infância nas instalações militares e nos serviços centrais do Ministério da Defesa“Criação de equipamentos/estruturas de apoio à infância que contribuam para a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar, como creches e jardins de infância, serviços de apoio à monoparentalidade, salas de estar equipadas com entretenimento para crianças, ocupação de tempos livres, entre outros”, lê-se no documento que contem as propostas do ministro para o plano rumo à igualdade no setor. O Governo, contudo, ainda não sabe ao certo como esta medida seria posta em prática: “os organismos envolvidos estão a avaliar como a irão implementar”, respondeu o ministério àquele jornal.
Entre cerca de 29 outras medidas há uma também muito interessante - a criação da figura de Gender Advisor no Estado-Maior-General das Forças Armadas e nos três ramos militares, ou ainda a utilização de linguagem não discriminatória nos documentos oficiais, ou a realização de um estudo sobre a situação das mulheres nas Forças Armadas.
O comandante supremo das FA deve aplaudir as propostas do seu governo.

Obviamente que, tal como gradualmente se adaptaram e muito bem as instalações em navios de guerra para receber mulheres em condições dignas civilizadas e com privacidade, muito faltará fazer ainda para que as coisas na sociedade e nas Forças Armadas atinjam nível de equilíbrio que os tempos contemporâneos exigem.
O meu ponto é que estes socialistas da treta tratam sempre de cosméticas e nunca vão ao âmago dos problemas.
Porque poucos homens e mulheres se atraem pelas fileiras?
Olhem, começam por atentar no boneco.
AC

terça-feira, 13 de novembro de 2018

CANDIDATO ao PRÉMIO "GRANDE LATA"
"Não, as Forças Armadas não têm problemas de inventário."(actual MDN).
Lamento muito, mas mesmo muito, profundamente, e por variadas razões, mas não posso deixar de dizer que discordo a 100% deste senhor diplomata político.
AC

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Um dos maiores finórios da chamada elite (Elites??!!??!!)
Este senhor engenheiro Cravinho, é de facto uma das maiores curiosidades da política caviar. Sempre a perorar na base de que "os portugueses são tontinhos e sem memória, e eu vou governando a vidinha cá dentro e nos bons lugares no estrangeiro". Pois eu tenho boa memória.
Este senhor continua com a lata do costume, e os jornalistas do sistema não lhe recordam factos. Esteve na antiga JAE e com um seu amigo andaram a fingir que se iam atirar a certas poucas vergonhas...................zero.
Depois, as SCUTS pagam-se a si próprias e, CALCULE-SE, até dão um contributo muito positivo para o OE, "Tá claro", com se tem visto, só boas notícias para o OE, particularmente à conta de meninos destes. Mas este e outros do mesmo clã, continuam sempre com lugar nas TV, sempre entram mais uns euros, que a vida não está fácil.
Não há pachorra para isto.
AC