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quinta-feira, 2 de julho de 2026

RELENDO   NOTÍCIAS . . . . .

Relendo notícias de há dias ou semanas, reparo com mais atenção para aspectos a que pouco liguei na primeira leitura, umas vezes apressado, outras cheio enojado pelo fedor que exalam.

Uma delas agora relida foi à volta dos aviões de combate da nossa Força Aérea (FAP), os F-16, que estão velhinhos e sobre os quais, há anos, um conhecido meu e elemento desse ramo das Forças Armadas (FA) me dizia com tristeza - "nem os rebites para eles fabricamos"
À volta sobretudo dos substitutos dos F-16!

Antes de continuar, e ainda que não fosse preciso, esclareço que não percebo nada do assunto. 

Mas penso pela minha cabeça e, além disso, tenho umas ténues luzes sobre Defesa Nacional (DN) e FA (que não são a DN, apenas um dos seus pilares, concretamente o militar) que advém do que ao longo do tempo fui absorvendo do meu melhor amigo militar (almirante reformado, que por seu lado tinha amigos em políticos e militares).

Uma coisa é certa, existe um documento que é o Conceito Estratégico de Defesa Nacional (CEDN) que data de há 13 anos e continua sem ser actualizado.
A par disto e como se não bastasse, o mundo está virado de pernas para o ar.

A nossa Constituição é clara (creio eu, mas há quem a interpreta de forma diversa) ao entregar a responsabilidade de política de defesa nacional aos governos.

Portanto, a compra ou substituição (por compra ou eventual empréstimo) de meios militares aos governos cabe definir. 

Estou a recordar-me da telenovela da compra/ substituição dos submarinos e lembrar-me: 

* que inicialmente deveriam comprados ser três (3 eram os então existentes) e acabaram por ser só dois tal o brutal encargo financeiro, 

* do degladiar por baixo da mesa e publicamente entre dois estaleiros (um francês, e um alemão que acabou por ganhar), 

* do feroz combate jurídico, de marketing, de assessoria, e de captação de apoiantes entre dois dos mais poderosos consórcios de advocacia nacionais, 

* que o processo se iniciou no final de governo socialista (PM Guterres, MDN Pena) mas que o assunto acabou por ser decidido estando no 7º andar do edifico ao Restelo Don Portas.

E recordando-me desta telenovela da qual desapareceram documentos, de onde muitos terão sido escondidos e/ ou destruídos (parece que as máquinas de triturar papel naquele famoso 7º andar quase estoiraram de tanto triturar) e outros levados para casa, a substituição dos F-16 tem trazido a Lisboa representantes e decisores muito importantes dos diferentes fabricantes de aviões de combate, americanos e vários europeus.

Como aconteceu na altura com os submarinos, é evidentemente natural que numa primeira fase os futuros utilizadores de armas sejam os primeiros a olhar para o assunto, neste caso dos aviões é a FAP. 

Creio que, quer agora quer como aconteceu com os submarinos, a decisão/ substituição já vem tarde. 
Tipicamente português, tipicamente de quem não tem dinheiro.

Andam por aí os importantes representantes dos vários fabricantes de aeronaves. Presumo que esses fabricantes andem já em companhia de poderosas sociedades de advogados, como é usual.

Mover-se-ão junto da FAP e dentro dela junto de determinados oficiais. Mover-se-ão junto do governo, particularmente junto do gabinete do PM, do MDN Melo, do homem das finanças. 

E no MDN andarão de certeza nos corredores do edifício de 7 andares ao Restelo, e junto dos principais conselheiros do MDN Melo, civis e militares, de que destes o actual Chefe do Estado -Maior General das Forças Armadas e ex chefe da FAP é o mais importante.

Uma das coisas para mim mais curiosas é, para além dos vários critérios para avaliação / comparação dos caças existentes  a questão do dinheiro, do encargo financeiro. Do brutal custo destes brinquedos e de como os pagaremos.

E na área do encargo brutal para o país as semânticas são deliciosas.

Estou convencido de que, para a esmagadora maioria dos portugueses é igual ao litro falar-lhes em LPM (lei de programação militar, raramente cumprida), orçamento próprio da FAP, etc. 

Face às notícias, às declarações de Nuno Melo, estou até convencido de que para a maioria pode ficar a ideia de que haverá maneiras diversas de pagar o brinquedo fora do OE ou melhor, que haverá vários sacos de dinheiro.

NÃO HÁ, HÁ SÓ O NOSSO DINHEIRO, O ESMIFRADO /COHIDO EM IMPOSTOS. 
DEPOIS INVENTAM ENGENHARIAS FINANCEIRAS.  
NÃO HÁ MILAGRES.

Vamos aguardar.

Bom dia, cuidado com o calor.
Saúde, o verdadeiro Euromilhões da vida.
Boa sorte, felicidades.

AC

terça-feira, 23 de maio de 2023

NAVIOS para a MARINHA
A palhaçada segue, impante e sonora. 
É conhecida a técnica, mesmo que a malta do Luís não a tenha aconselhado.

Ora bolas, vai ocorrer um evento, cíclico, anual, não há como escapar, é o dia da Marinha, lá tenho que estar, portanto tenho que anunciar qualquer coisa para disfarçar o caos, o qual não se reconhece.

Então, Dona Helena anunciou que exatamente na sexta-feira anterior à cerimónia militar foi formalmente lançado o concurso para seis navios de patrulha oceânica, os conhecidos NPO.

Mas mais, Dona Helena garante, através de fonte do seu ministério (é o que se lê por aí) que o primeiro navio chega em 2026 e os dois últimos desses seis chegam em 2030. Ah valente!

E isto, além das suas palavras a rebater as acusações que recentemente lhe atiraram à cara na comissão parlamentar de defesa, é o "murro" final do governo PS e Dona Helena em particular para arrumar oposições, arrumar botaabaixistas e arrumar com descrentes como eu nesta gentalha sem vergonha na cara.

É preciso não ter nenhum pingo de vergonha na cara.

Esta senhora parece acreditar, na linha dos aldrabões socialistas e sequazes, que um concurso lançado em 19 de Maio passado vai possibilitar o aparecimento de um navio pronto para ser entregue à Marinha até 31 de Dezembro de 2026.

Como se ao concurso aparecessem rapidamente estaleiros navais capazes, como se, por exemplo, os estaleiros privados em Viana do Castelo aceitem fazer os navios de repente ao preço que Dona Helena e o seu chefe querem.
Perdão, falei em chefe? . . .  o chefe dela não quer coisa nenhuma, quer lá saber disto e de muito mais coisas. 
Quer é, viajar, entreter-se a falar para microfones, aldrabar.

Voltando a Dona Helena, é preciso ter lata, por um lado, lá vai desdramatizando o deplorável e conhecido atraso na aquisição dos navios, como fez na comissão parlamentar de defesa segundo se lê por aí para, pouco depois, ter o desplante de fixar datas precisas de entrega dos seis navios, como se controlasse todo o processo, e como se existisse a garantia de manutenção de meios financeiros na Lei de Programação Militar. O histórico mostra como particularmente os socialistas têm actuado nos últimos anos.

Ou já está esquecida do ridículo que se passou com uma cena sobre o famoso navio de "drones" do almirante Gouveia e Melo? 
Alguém se chegou à frente?

Alguém que lhe explique o que o meu melhor amigo militar, que é almirante, já me explicou. 
Que um anterior Chefe da Marinha pensava ir ter um navio novo para o mostrar em Ponta Delgada em Maio de 2005, e não teve
E NÃO TEVE.

António Cabral

sábado, 16 de abril de 2022

ENCHER  CHOURIÇOS
Esta é uma expressão corriqueira para, essencialmente, querer dizer que determinado tema, conversa, historieta, etc., não tem interesse algum e serve apenas para empatar, ou tentar justificar alguma coisa irrelevante mas que se quererá que seja entendida como muito importante.

Salvo melhor opinião, é o caso de mais um artigo da "especialista" do Diário de Notícias sobre a deslocação para a Roménia de  militares do Exército e respectivo material.

Refere a "especialista" que, para essa deslocação, o Exército contratou por ajuste directo duas empresas para levar blindados e outro material da tal força nacional destacada (FND). A "especialista" refere ainda que isto acontece por - "ausência de recursos próprios". Diz ainda a "especialista" que a coisa foi assinada por um  Brigadeiro-General e que a conta será suportada pelas verbas orçamentadas das Forças Nacionais Destacadas (FND).

Parece que a "especialista" não teve respostas às suas perguntas endereçadas ao Exército e ao Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA), responsável pelas FND, para saber se não existiam recursos do Estado e das próprias Forças Armadas (navios da Marinha, aeronaves da Força Aérea, veículos do próprio Exército) que pudessem ser utilizados. Parece que teve algumas respostas do departamento da Sra ministra Helena Carreiras.

Do que se lê nesta fantástica notícia do DN, a "especialista" ficou então a saber que "as Forças Armadas não dispõem dos meios de projeção estratégica capazes de transportar forças terrestres de tipologia média ou pesada" e que "havendo a necessidade de transportar viaturas com essas características tornou-se necessário recorrer a uma empresa privada, como acontece com a generalidade dos países da UE que não dispõem desta capacidade de transporte nas suas Forças Armadas".

A "especialista" recorda ainda - que o único navio que a Marinha tinha que poderia ser utilizado em transportes de carga média e pesada era o Bérrio, o "gigante" reabastecedor logístico que foi mandado abater em janeiro de 2020 sem que outra alternativa estivesse disponível, estando atualmente ainda a ser avaliada a sua possível recuperação.
Finalmente, refere que a tropa vai para a Roménia sem fatos de proteção para ataques químicos.

Como estou alertado por bons amigos que percebem destes assuntos militares (o muito pouco que sei fui aprendendo com amigos) para estar sempre muito de pé atrás quanto a tudo o que estes e estas especialistas militares escrevem, li a coisa duas vezes. 
Porque, dizem-me os meus amigos militares, este tipo de notícias umas vezes é mesmo para encher chouriços, outras vezes são encomendadas, muitas vezes deturpam ou escondem factos para servir alguém (militar, ou político).

A "especialista" não teve respostas do EMGFA às suas perguntas, o que não deixa de ser muito curioso sabendo-se no que se transformou o Estado-Maior General das Forças Armadas (EMGFA) e o seu chefe (CEMGFA) depois das famosas reformas Cravinho, sabendo-se ainda que esta coisa das FND é sempre superiormente decidida em reuniões do poderoso Conselho Superior da Defesa Nacional. 
Creio que lhes devia ter lembrado que agora a ministra Carreiras quer diálogo com a sociedade. 

Outras curiosidades que o texto suscita a um cidadão ignorante como eu e para as quais não encontro respostas nas palavras da "especialista" :
> as verbas para as tais FND estão no orçamento, das Finanças, do ministério (MDN) da ministra Carreiras, no do EMGFA, ou no do Exército?

> o tal Brigadeiro-General apontado na notícia creio que é um oficial do Exército mas, está colocado num departamento do Exército ou, é um oficial do Exército a prestar serviço no EMGFA? É que são coisas diferentes.

> então a "especialista" não conhece as fraquezas nacionais? Se conhece devia ter escalpelizado a coisa e os porquês, assim um cidadão como eu fica cheio de dúvidas. Até porque tirando os EUA são escassos os países com capacidade de projeção de forças quer por via marítima quer por via aérea. 

> a "especialista" recorda o abate do navio Bérrio (gigante??) e quase parece dar a entender que foi um escândalo. Eu, confessado cidadão ignorante, sigo este assunto com alguma atenção, e decorridos 4 meses não recordo que esta "especialista" (ou outros) tenha já perguntado ao actual chefe da Marinha pelas conclusões dos tais estudos para ver se o falecido Bérrio pode ter conserto.

> a especialista refere certas fraquezas mas não me parece que ponha qualquer ênfase no facto de a Marinha não ter capacidades adequadas mas é para acorrer aos Açores e à Madeira se necessário. Isso sim, parece-me muito importante.
Quanto à Força Aérea creio que tem aviões de transporte que chegam para  levar muito material e pessoal para as ilhas. 
Não creio que sejam necessários blindados nas ilhas.

Lida a coisa, não me parecendo que contenha loas ao EMGFA e ao CEMGFA, somatório de banalidades sem nada de novo, parece-me que o artigo/ notícia fica mais no campo - encher chouriços.

Santa Páscoa!
AC

sábado, 1 de fevereiro de 2020

NO  PAÍS  de  MARINHEIROS....
No País de marinheiros, que ainda muitos dizem que Portugal é, no País que tem água que nunca mais acaba, no País onde se mete cada vez mais água, acontecem as coisas mais inacreditáveis, e a todos os níveis.
Num intervalo num dos meus roteiros por aí, estive a ler pela NET vários OCS mais atrasados e outros do dia.
Entre várias coisas inacreditáveis por cá e lá por fora, dou de caras no DN com uma notícia sobre a Marinha, a nossa Marinha de guerra, que muitos designam por briosa.
Concretamente, o navio reabastecer logístico da Marinha, o "Bérrio" velhinho de 50 anos ao que dizem, vai para o fim de vida. E não tem substituto. Sim, porque alguns quer dentro quer fora da instituição militar e particularmente os políticos, esquecem-se que arranjar um navio não é bem como ir ao supermercado comprar uma coisa que lá esteja nas prateleiras. 
Um antigo responsável máximo da Marinha diz no DN que a coisa é catastrófica. 
Eu atrevo-se a acrescentar, que além de catastrófico é inadmissível e bem ilustrativo dos dirigentes nacionais, que nos desgovernam há décadas. Um navio novo leva anos a obter. Um em segunda mão leva menos tempo, mas ainda leva muito tempo e também ainda assim muito dinheiro.
Outra reacção ao assunto, segundo o DN, foi do deputado do PCP, António Filipe, que integra a Comissão Parlamentar de Defesa, e que além de querer questionar o governo sobre este caso (o que não vai servir para nada, mas fica sempre bem este tipo de revoltas do PCP, como se não soubessem das coisas antes e não tivessem briefings periódicos na Marinha e nos outros ramos), e por achar tudo isto muito estranho terá afirmado - "Parece-me óbvio que houve uma falha grave na LPM, ............era preciso ter a certeza que o NRP Bérrio iria aguentar até lá. Não se percebe como é que a Marinha na definição das suas prioridades para a LPM não previu esta situação". Pois não, qualquer cidadão comum não perceberá. Eu que pouco sei destas coisas não percebo ou melhor, percebo perfeitamente porque se chegam a estados destes.
Se ao longo dos anos se tivessem deixado de tretas parvas depois de regressar das regulares audiências com os ministros - o sr ministro prometeu-me
E, de facto, para lá de ser conhecida a desgraça de governantes nacionais e então na Defesa isso tem sido gritante, parece haver aqui qualquer coisa estranha no que se refere ao planeamento da tal lei LPM, que a experiência diz ser normalmente uma lei de  concretização confrangedora.
Tanto mais estranho isto tudo parece ser se sobretudo atentarmos, como o ex-chefe da Marinha (que era já sabedor do problema a curto prazo) se pronunciou, como sabedores eram os seus sucessores um dos quais é aliás o actual chefe de estado-maior general das forças armadas, oficial este que é almirante da Marinha, e que foi chefe da Marinha antes do actual, e é o principal conselheiro do ministro Cravinho. Que conselhos lhe dará?
Estarei enganado ou nenhum está bem na fotografia?
Fácil de ver as limitações operacionais e de funcionamento que a ausência de tal tipo de navio coloca, à Marinha e naturalmente ao País. 
País que se contenta em ter uns quantos camuflados no Afeganistão, no Iraque e em África, e se contenta em vestir também camuflados aos PR, aos PM, e aos sucessivos e trágicos ministros da chamada defesa nacional de cada vez que suas Exas visitam quartéis cá e lá fora. Mas ficam bonitos nas fotografias. Então com capacete, giríssimos.
O facto de termos regiões autónomas, ou portugueses espalhados por esse mundo fora isso são "pintelhos" como dizia uma inacreditável criatura.
Chegou-se a este e outros lamentáveis estados, mas temos uma categoria de ministro que recomenda passar uma noite num quartel, e se prepara para programar roteiros.......se calhar viu um daqueles livros com trilhos pela natureza.
Arsenal do Alfeite, navios sem modernização, pirâmide de pessoal ao contrário, salários bastante abaixo ao equivalente na GNR.....(GNR que formou mais 900)......mas dizem que é um País de marinheiros.
Pessoalmente, cada vez mais me parece um Pais de banhistas, muito manhosos, e em que a maioria se calhar não sabe nadar.
Mas vivemos felizes, de página virada, sendo os melhores dos melhores.
Tive um amigo, na Guiné, um malogrado amigo que muito me ensinou e com quem passei noitadas em conversa, infelizmente prematuramente desaparecido, e que em 1972 numa noite de maior desânimo por causa de coisas da guerra onde o haviam metido, dizia sobre alguns trastes e farsolas mas sobretudo acerca do tristemente famoso pai de um artista político que por aí se pavoneia na TV e em lugares de elite (só falta chamarem-lhe senador) - se fossem apanhar no sítio onde as galinhas põem o ovo.
Caro Rita, como deves dar voltas lá onde estás, observando estas desgraças todas e todos estes palermas.
AC

sábado, 18 de fevereiro de 2017

OE, défice, contas públicas
Na tarde deste Sábado encoberto e manhoso, entre outras coisas, andei a pesquisar nos meus arquivos tudo e mais alguma coisa acerca do tema. Andando para trás, muito, e encontrei várias coisas.
Sempre nos temas, cortes, congelamentos, cativações.
Até tropecei numa área, a militar, e concretamente, uma tal famosa lei de programação militar, inventada há muitos anos com o confessado objectivo de apetrechamento e modernização dos meios materiais para as nossas Forças Armadas (FA).
Entre as muitas delícias, recordei artigos vários, sobretudo de generais conhecidos. Também, algumas frases soltas de certos inchados da vida, sempre palrando como trovões, sobretudo contra governos de cor que não a sua.
Tudo vasculhado a propósito do défice anunciado, do que teria sido atingido em 2016, o melhor de sempre da história democrática.
Cortes sempre houve, na saúde, educação, autarquias, por aí fora.
E descontrolo ainda mais, então no tempo do idolatrado PM António Guterres!!!!
Fica-me a sensação de que a equipa do MF e não só Centeno, terão controlado melhor os diferentes ministérios. E, naturalmente, cativaram muita coisa mas como são as esquerdas não há problema.
Mas a propósito de não haver agora problema, dei comigo a pensar, em certas notícias e muitos silêncios na área militar.
Deve estar tudo a correr muito bem, quanto a manutenção de viaturas blindadas, aviões, navios, etc. Nunca mais ouvi/ li certos generais. Engraçado.
Como é engraçado tudo isto, na vida política deste mal tratado País.
É que como tenho uns quantos mapas e coisas antigas, achei piada a certas coisas da tal lei de programação militar.
Assim é que eu gosto. Acalmia institucional.
A menos que uma das razões para os silêncios, além do governo ser, porventura, mais ou menos do agrado de muitos que costumam falar publicamente, seja andarem muito entretidos, e entre o aflito e o apressado, a conferir os materiais nos paióis, não vá andar a acontecer o mesmo que na PSP.
Entretidos, portanto, com meros actos administrativos!!!
AC
  

sexta-feira, 27 de março de 2015

BATALHA NAVAL ou a HABITUAl AUSÊNCIA de SENTIDO de ESTADO
Não é de agora a ausência de sentido de estado. Não é de agora a completa ausência de definição de política de defesa nacional. Não é de agora a completa dissonância de estratégia nacional relativamente ao apetrechamento do País no respeitante a forças armadas, País que tem água a dar com um pau, e que mete água por todos os lados.
Mas Aguiar Branco e Perestrelo ( um seu provável sucessor) são cada vez mais duas das maiores anedotas produzidas pelos respectivos partidos.
A questão da Lei de Programação Militar (LPM) é mais uma vez motivo de sucessivos disparates. Mais uma tragédia nacional, á conta das vaidades pessoais e das respectivas pesporrências e ignorâncias.
AC

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A Lei de Programação Militar (LPM) e o inefável ministro Aguiar-Branco
Vejo nos meus zappings pela net, que este ministro das forças armadas mas que, como todos os anteriores, se sente ufano pela designação Defesa Nacional, teve umas trocas de palavreado com deputados a propósito da actual LPM que, para não destoar muito das anteriores LPM e das pouca vergonhas à volta delas durante anos, e fazendo fé nos OCS consultados poderá ser resumida em - balbúrdia.
Como cidadão interessado, e com a sincera intenção de ajudar o ministro, deixo de novo as minhas sugestões para reequipamento. E é baratinho.
AC