QUE PACHORRA, A MINHA
SOBRETUDO MAIS AINDA NO MEU RETIRO, SEJA BEIRÃO SEJA NAS INCURSÕES QUE FAÇO POR DIFERENTES PARAGENS, TELEVISOR É COISA VIOLENTAMENTE OSTRACIZADA.
" .....MAS, ANTÓNIO NÃO É AQUELA PESSEGADA DO COSTUME, ESTÁ A COMEÇAR, E ESTÃO DEPUTADOS DOS PARTIDOS E, PARECE, DOIS JORNALISTAS NA PLATEIA TERÃO PAPEL RELEVANTE NO PROGRAMA"
CONTRARIADO, LÁ FUI.
NADA ME ESPANTOU.
PORQUE DE FACTO, EM RELAÇÃO AOS QUE LÁ ESTAVAM, DESEMPENHARAM O SEU PAPEL TELECOMANDADO DO COSTUME.
DEVO REALÇAR, QUE O REPRESENTANTE DO PCP ME PARECEU BEM MAIS PREPARADO E, ALÉM DISSO, QUASE SEM TELHADOS DE VIDRO (PCP) NA QUESTÃO CGD.
PARECEU-ME CLARA A INCOMODIDADE DO SR GALAMBA, A VÁRIOS TÍTULOS, PELAS FERROADAS BEM CERTEIRAS POR PARTE, DO HOMEM DE MÃO DO PSD, DO HOMEM DO PCP, MAS SOBRETUDO COM AS INTERVENÇÕES DOS JORNALISTAS.
QUANTO AOS QUE NÃO ESTAVAM LÁ, Á CABEÇA ANTÓNIO COSTA, VÃO TER QUE SE ESFORÇAR AINDA MAIS PARA TENTAR PASSAR ENTRE OS PINGOS DA CHUVA.
MAS GENERICAMENTE, PODE DIZER-SE, COM MAIS ESTE EXEMPLO DESTA NOITE (se exemplos mais fossem precisos) O PODER EM TODOS OS SENTIDOS ESTÁ A SER CADA VEZ MAIS DOMINADO POR PESSOAS QUE NÃO SENTEM NEM TÊM VERGONHA..................NENHUMA. FICOU, PARA MIM, MUITO CLARO, O INTRUJÃO MOR VAI TER MUITO MAIS TRABALHO E DORES DE CABEÇA, BE e PCP. VEREMOS.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
terça-feira, 29 de novembro de 2016
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
DERROCADA DE PRÉDIO EM LISBOA
ESTOU NO MEU RETIRO, SOSSEGADO, ESTAVA A LER, COM A TV LIGADA! LÁ EM CIMA. OUÇO A JORNALISTA A DIZER QUALQUER COISA DO GÉNERO - "NÃO SE PERCEBE COMO ESTAS COISAS AINDA ACONTECEM"
ESTES JORNALISTAS SÃO PÂNDEGOS, VERDADEIROS PÉS DE MICROFONE! TELECOMANDADOS! QUASE TODOS ACÉFALOS.
NÃO SE PERCEBE?
PERCEBE E MUITO BEM? POR TODO O LADO, E EM PARTICULAR NOS GRANDES CENTROS URBANOS, OS PODERES AUTÁRQUICOS E À CABEÇA OS PRESIDENTES FECHAM OS OLHOS À DEGRADAÇÃO QUE EXISTE EM MUITAS RUAS.
PREFEREM OBRA NOVA! ROTUNDAS! MONUMENTALIDADE! NADA DE PRESSIONAR SENHORIOS, OU TOMAR POSSE DE ESQUELETOS PREDIAIS.
O PEQUENO DETALHE - SÓ MORREU UMA PESSOA, TALVEZ DUAS? POIS! GRANDE PODER AUTÁRQUICO.
AINDA HOJE DE MANHÃ, ANDEI A PÉ NA CAPITAL DESTE DISTRITO BEIRÃO E VERIFIQUEI QUE EXISTE UM ESFORÇO MUITO APRECIÁVEL PARA ESTANCAR A DEGRADAÇÃO. MAS ESTÃO PARA TRÁS DÉCADAS DE ABANDONO E LAXISMO! SEM ENFRENTAR OS PROBLEMAS, INCLUINDO O DE ALGUNS PROPRIETÁRIOS QUE PODERÃO TER, DE FACTO, DIFICULDADES NO PLANO FINANCEIRO. MAS HÁ MUITA POUCA VERGONHA INJUSTIFICÁVEL.
AC
ESTOU NO MEU RETIRO, SOSSEGADO, ESTAVA A LER, COM A TV LIGADA! LÁ EM CIMA. OUÇO A JORNALISTA A DIZER QUALQUER COISA DO GÉNERO - "NÃO SE PERCEBE COMO ESTAS COISAS AINDA ACONTECEM"
ESTES JORNALISTAS SÃO PÂNDEGOS, VERDADEIROS PÉS DE MICROFONE! TELECOMANDADOS! QUASE TODOS ACÉFALOS.
NÃO SE PERCEBE?
PERCEBE E MUITO BEM? POR TODO O LADO, E EM PARTICULAR NOS GRANDES CENTROS URBANOS, OS PODERES AUTÁRQUICOS E À CABEÇA OS PRESIDENTES FECHAM OS OLHOS À DEGRADAÇÃO QUE EXISTE EM MUITAS RUAS.
PREFEREM OBRA NOVA! ROTUNDAS! MONUMENTALIDADE! NADA DE PRESSIONAR SENHORIOS, OU TOMAR POSSE DE ESQUELETOS PREDIAIS.
O PEQUENO DETALHE - SÓ MORREU UMA PESSOA, TALVEZ DUAS? POIS! GRANDE PODER AUTÁRQUICO.
AINDA HOJE DE MANHÃ, ANDEI A PÉ NA CAPITAL DESTE DISTRITO BEIRÃO E VERIFIQUEI QUE EXISTE UM ESFORÇO MUITO APRECIÁVEL PARA ESTANCAR A DEGRADAÇÃO. MAS ESTÃO PARA TRÁS DÉCADAS DE ABANDONO E LAXISMO! SEM ENFRENTAR OS PROBLEMAS, INCLUINDO O DE ALGUNS PROPRIETÁRIOS QUE PODERÃO TER, DE FACTO, DIFICULDADES NO PLANO FINANCEIRO. MAS HÁ MUITA POUCA VERGONHA INJUSTIFICÁVEL.
AC
domingo, 27 de novembro de 2016
BARCO SEM TIMONEIRO, SEM REMADORES
É O QUE ME PARECE QUE PORTUGAL, COMO SOCIEDADE, COMO NAÇÃO, CONTINUA A SER.
DE VEZ EM QUANDO, no "BARQUITO", LÁ APARECIA UM TIPO COM MEGAFONE A BERRAR PARA ALGUNS REMADORES, MAS COISA DE DURAR POUCO, POR INCONSISTÊNCIA, POR POUCA VERGONHA CONTINUADA.
O TELENOVELA CGD, SÓ PARA ENUMERAR UMA DAS QUE NOS DÃO DIARIAMENTE PARA ANESTESIAR AS PESSOAS (em grande parte conseguem) ACABA DE TER MAIS UM CAPÍTULO: OS "PIQUENOS" VÃO-SE EMBORA.
CUIDADO CENTENO, e AGORA DISFARÇADAMENTE, GRAVA A CONVERSA PRÉVIA QUE TIVERES COM AQUELE SENHOR QUE TE DIZ SER PM E QUE TE APOIA!
AC
É O QUE ME PARECE QUE PORTUGAL, COMO SOCIEDADE, COMO NAÇÃO, CONTINUA A SER.
DE VEZ EM QUANDO, no "BARQUITO", LÁ APARECIA UM TIPO COM MEGAFONE A BERRAR PARA ALGUNS REMADORES, MAS COISA DE DURAR POUCO, POR INCONSISTÊNCIA, POR POUCA VERGONHA CONTINUADA.
O TELENOVELA CGD, SÓ PARA ENUMERAR UMA DAS QUE NOS DÃO DIARIAMENTE PARA ANESTESIAR AS PESSOAS (em grande parte conseguem) ACABA DE TER MAIS UM CAPÍTULO: OS "PIQUENOS" VÃO-SE EMBORA.
CUIDADO CENTENO, e AGORA DISFARÇADAMENTE, GRAVA A CONVERSA PRÉVIA QUE TIVERES COM AQUELE SENHOR QUE TE DIZ SER PM E QUE TE APOIA!
AC
SOU MARINHEIRO SEM BARCO
Sou marinheiro sem barco
Em mar largo a navegar......
Tenho lágrimas salgadas
Tal como as ondas do mar
Tenho sonhos de aventura
Por mares e continentes
E não preciso de barco
Para ver terras e gentes
Eu suponho que já fui
A própria onda chorando
O barco que hoje não tenho
E que tive não sei quando
Sem ter mar e sem ter barco
Passo a vida a navegar
Tenho lágrimas salgadas
Tal como as ondas do mar.
Poesia de João Frade Correia (pai do meu amigo Alexandre). António Cabral
Sou marinheiro sem barco
Em mar largo a navegar......
Tenho lágrimas salgadas
Tal como as ondas do mar
Tenho sonhos de aventura
Por mares e continentes
E não preciso de barco
Para ver terras e gentes
Eu suponho que já fui
A própria onda chorando
O barco que hoje não tenho
E que tive não sei quando
Sem ter mar e sem ter barco
Passo a vida a navegar
Tenho lágrimas salgadas
Tal como as ondas do mar.
Poesia de João Frade Correia (pai do meu amigo Alexandre). António Cabral
sexta-feira, 25 de novembro de 2016
PASSOU UM ANO.
E TAMBÉM PASSARAM 41.
Temos 1 ano de governação com António Costa no papel de PM.
Temos 1 ano de governação com António Costa no papel de PM.
Passaram 41 anos sobre o 25 de Novembro de 1975.
1. 1 ano de governação.
Governo suportado por coligação, PS, PCP, BE, e melancias.
Pessoalmente continua a não me deixar nada tranquilo, vejo o futuro muito negro. Mas a estupidez colectiva que transborda nas hostes do PSD e do CDS só pode ter uma explicação: é mesmo estupidez, é não perceberem que António Costa, goste-se ou não (pessoalmente considero-o um farsante da pior espécie) é um político hábil e inteligente e sabe enganar ainda melhor os portugueses que os outros políticos.
PCP e BE logo perceberam que só com Costa podiam estar perto do poder. Além do mais, ele construiu uma maioria parlamentar, de apoio, perfeitamente legítima à luz da CRP.
Passado um ano ainda não perceberam o que deviam ter logo percebido? Apre.
Do lado dos entusiastas da geringonça creio natural o contentamento. Creio natural os elogios, o realçar do alcançado.
O que já condeno, como cidadão contribuinte, é o persistir nas meias verdades, nas mentiras mesmo. Porque isto está tudo preso com arames, e enferrujados.
Há dias, o inefável Galamba do PS acabou por fazer um comentário sobre os dados do 3º trimestre que deve ter deixado arrepiado António Costa. Mas, como sempre, "os media portugueses" totalmente controlados por direitolas (não é?), não agarraram na coisa para desancar a pouca vergonha que alastra. Sintomático do estado a que chegámos.
No meio dos elogios sempre aparece aquele que gosta de se levar a ele próprio ao colo. Fatal como o destino. Está preocupado que os juros possam subir mas, TÁ CLARO, será sempre só por condicionantes externas. Aguardemos pela continuação das fantochadas, de todos os lados.
PCP e BE logo perceberam que só com Costa podiam estar perto do poder. Além do mais, ele construiu uma maioria parlamentar, de apoio, perfeitamente legítima à luz da CRP.
Passado um ano ainda não perceberam o que deviam ter logo percebido? Apre.
Do lado dos entusiastas da geringonça creio natural o contentamento. Creio natural os elogios, o realçar do alcançado.
O que já condeno, como cidadão contribuinte, é o persistir nas meias verdades, nas mentiras mesmo. Porque isto está tudo preso com arames, e enferrujados.
Há dias, o inefável Galamba do PS acabou por fazer um comentário sobre os dados do 3º trimestre que deve ter deixado arrepiado António Costa. Mas, como sempre, "os media portugueses" totalmente controlados por direitolas (não é?), não agarraram na coisa para desancar a pouca vergonha que alastra. Sintomático do estado a que chegámos.
No meio dos elogios sempre aparece aquele que gosta de se levar a ele próprio ao colo. Fatal como o destino. Está preocupado que os juros possam subir mas, TÁ CLARO, será sempre só por condicionantes externas. Aguardemos pela continuação das fantochadas, de todos os lados.
2. 41 anos passados.
Passaram 41 anos sobre a data em que, uns não queriam uma sociedade de extremismos, outros queriam estilhaçar designadamente o PCP, enquanto outros trataram de segurar as coisas com alguma prudência.
Quando faço um zaping sobre as memórias relativas a esta data passada, lembro muita coisa directamente relacionada com as Forças Armadas. Olhando para o que se vem passando mais recentemente acho cada vez mais curioso o silêncio de certos inchados de pedantismo que, quando do anterior governo, vociferavam tudo e mais alguma coisa acerca do poder político vigente. Agora, por exemplo, com este ministro ex-ERC, que manteve praticamente toda a equipa que vinha de Aguiar hífen Branco, que da sua gestão estão estão a sair coisas interessantes como sistema de avaliação dos militares, esses pedantes estão caladinhos, muito tranquilos. Será até maravilhados?
Ou são memórias do passado?
AC
Quando faço um zaping sobre as memórias relativas a esta data passada, lembro muita coisa directamente relacionada com as Forças Armadas. Olhando para o que se vem passando mais recentemente acho cada vez mais curioso o silêncio de certos inchados de pedantismo que, quando do anterior governo, vociferavam tudo e mais alguma coisa acerca do poder político vigente. Agora, por exemplo, com este ministro ex-ERC, que manteve praticamente toda a equipa que vinha de Aguiar hífen Branco, que da sua gestão estão estão a sair coisas interessantes como sistema de avaliação dos militares, esses pedantes estão caladinhos, muito tranquilos. Será até maravilhados?
Ou são memórias do passado?
AC
UM TRAÇO COMUM
É o que se retira das intervenções das principais figuras dos partidos políticos com assento parlamentar.
Basta ver o que é escarrapachado em jornais e atribuído a esses figurões e figuronas, para se constatar com evidente facilidade a falta de vergonha na cara de todos.
António Costa, Passos Coelho, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa, Assunção Cristas, secundados por vários acólitos, proferem as maiores barbaridades e mentiras.
E esquecem o que outrora fizeram ou não fizeram também, e o que antes disseram e agora fingem que nada se passou anteriormente.
Ou é sobre a desgraçada economia caseira a soerguer-se ligeiramente um trimestre sobretudo à conta de venda de material militar e turismo, ou as parvoíces acerca da designação do futuro comandante da Marinha, ou de que a PSP não tem os equipamentos necessários, ou a falácia e pouca vergonha que se está a passar com a Carris, o Metro e os transportes no Porto, ou a telenovela com a CGD em que nem vindo a público uma comissária da Europa dizer aquilo que nos cafés em Lisboa se sabe há muito a pouca vergonha acaba, enfim um rol de enormidades sem fim.
Consequências? ZERO.
Uma mansidão que não é fácil de explicar.
O melhor é deixar uma fotografia, que é uma coisa decente.
AC
É o que se retira das intervenções das principais figuras dos partidos políticos com assento parlamentar.
Basta ver o que é escarrapachado em jornais e atribuído a esses figurões e figuronas, para se constatar com evidente facilidade a falta de vergonha na cara de todos.
António Costa, Passos Coelho, Catarina Martins, Jerónimo de Sousa, Assunção Cristas, secundados por vários acólitos, proferem as maiores barbaridades e mentiras.
E esquecem o que outrora fizeram ou não fizeram também, e o que antes disseram e agora fingem que nada se passou anteriormente.
Ou é sobre a desgraçada economia caseira a soerguer-se ligeiramente um trimestre sobretudo à conta de venda de material militar e turismo, ou as parvoíces acerca da designação do futuro comandante da Marinha, ou de que a PSP não tem os equipamentos necessários, ou a falácia e pouca vergonha que se está a passar com a Carris, o Metro e os transportes no Porto, ou a telenovela com a CGD em que nem vindo a público uma comissária da Europa dizer aquilo que nos cafés em Lisboa se sabe há muito a pouca vergonha acaba, enfim um rol de enormidades sem fim.
Consequências? ZERO.
Uma mansidão que não é fácil de explicar.
O melhor é deixar uma fotografia, que é uma coisa decente.
AC
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
Afastamento do Chefe de Estado-Maior apanha de surpresa a Marinha
Este é o título da notícia que acabo de ver no Expresso Online. Expresso, o tal jornal de referência!!!!!
Lida a notícia fiquei com uma enorme vontade de rir.
Eu que percebo pouco destas coisas, posso atrever-me a conjecturar.
Mas então a regra, poucas vezes quebrada, não é um chefe militar cumprir mandato de 3 anos?
Quantos casos, foram aqueles em que a recondução foi seguida? É só ver o historial desde o 25 de Abril para cá.
A Marinha foi apanhada de surpresa? Não acredito.
Quem encomendou a notícia não precisava se calhar de exagerar tanto, e nem precisava de trocar certos detalhes que se espraiam ao longo do texto, ao que me estão aqui a segredar.
Eu que pouco ou nada sei destas coisas, ouço há muito tempo no meio civil Lisboeta mencionar abertamente o nome do sucessor do almirante Macieira Fragoso. Aliás, diz quem parece saber, que o quase certo sucessor anda a trabalhar nisso há muito tempo, pois apesar do peso que o nome arrasta não fosse o diabo tecê-las!!!
A propósito, estou a lembrar-me de tempos atrás ter visto em mais que um jornal uma certa lavagem de roupa suja entre oficiais da Marinha. Será que há alguma ligação?
Eu não sou mosca, mas gostava de ser, para poder andar em certos salões e casas e se calhar descobrir que é um favor que o actual Chefe da Marinha ansiava que lhe fizessem.
Mas enfim, estas coisas são sempre interessantes de seguir, sobretudo pelo "factor humano"!!!!!!
E, a este propósito, antes de escrever estas linhas fui espiolhar o "sítio" do ministério onde pontifica o Ex-ERC.
Passei os olhos por várias coisas, em particular por resumos de certas cerimónias. Faz tudo sentido.
AC
ADENDA na noite de 24NOV2016 - Passei o dia fora de casa. Cheguei há pouco, aconcheguei bem o meu estômago. Vim fazer um zapping pelas notícias na NET. Esbarro logo com a indecorosa postura do CDS sobre esta questão. Não têm vergonha na cara. E nem ajudam Fragoso.
ADENDA na noite de 24NOV2016 - Passei o dia fora de casa. Cheguei há pouco, aconcheguei bem o meu estômago. Vim fazer um zapping pelas notícias na NET. Esbarro logo com a indecorosa postura do CDS sobre esta questão. Não têm vergonha na cara. E nem ajudam Fragoso.
terça-feira, 22 de novembro de 2016
AINDA a PROPÓSITO de, COMANDOS, EXÉRCITO, FORÇAS ARMADAS, DEFESA NACIONAL e
a talhe de foice, a propósito do Ministério Público (MP) e dos jornalistas, muito dos quais apenas verdadeiros pés de microfone.
Em Setembro passado, durante um curso de formação para "comandos", faleceram dois instruendos. Já vi escrito que foi um incidente/ acidente. Infeliz forma de designar uma tragédia humana. Desde aí muita coisa se tem dito e escrito.
O porta-voz do gabinete do General CEME (na minha opinião poucas vezes bem), o formalmente designado Ministro da Defesa Nacional, o General Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), o Comandante Supremo das Forças Armadas, a AOFA, vários oficiais designadamente do Exército na reserva e na reforma, e jornalistas, onde se destaca pelos piores motivos a jornalista da RTP1 Sandra Felgueiras (quem sai aos seus não é de "Genebra").
Há dias, qual cereja bolorenta em cima de bolo podre, a magistrada do MP encarregue do caso veio a terreiro, com um despacho que se me afigura inqualificável nos termos.
A meu ver, também a PJ Militar poderá não ter andado muito bem. Porque me parece que para ouvir militares, ouvir as versões deles, não é preciso prender, e estou-me borrifando para se foi essa a indicação da tal magistrada.
Na minha vida activa, nunca me mandaram atirar-me de uma janela ou matar o chefe máximo da organização mas, se tal me tivesse algum dia sido ordenado, não o faria, independentemente das consequências. Tal como na guerra na Guiné, 1971/1973, nunca cometi atrocidades, nem incitei outros a que o fizessem.
Voltando ao assunto, apesar de Portugal estar com cada vez mais sinais de insanidade, estou em crer que um militar se apresentará sempre com guia de marcha na mão, onde quer que lhe seja determinado. NÃO FOGE!!! NÃO ME PARECE QUE TENHA DE SER PRESO PARA SER LEVADO A UM JUIZ.
Mas a isto a chefia do Exército, que se saiba, disse nada, nada se indignou. Da parte do MDN também nada, que se saiba, talvez por ser o tal factor humano que a criatura tanto evoca.
Parece até haver quem possa entender normal que seja dada ordem de prisão por alta hierarquia militar, "tudo nos conformes", em vez dessa alta hierarquia passar guia de marcha para os militares em causa irem onde era devido com ou sem a companhia da PJMilitar, mas sem irem na situação degradante de detidos/ presos. Antes de serem interrogados, por quem por lei o pode e deve fazer. Mas sou eu que estou a ver mal a coisa, de certeza.
A selecção, treino, formação, das forças especiais é certamente, cá como em muitos países, coisa nada fácil.
Com exigências no plano físico, psíquico, mental, muito acima da média do estipulado para outros cursos e formação militares.
É sempre complicado falar-se sobre o que pouco se conhece.
Mas a fazer fé nos OCS (e eu faço sempre muito pouco) a magistrada do MP terá feito um despacho com terminologia e considerações que eu quase apostava pouco ou nada têm a ver com os factos já eventualmente apurados.
Para certas atitudes há sempre explicações possíveis no quadro das patologias!!
A justiça portuguesa está, cada vez mais, uma vergonha, que apenas os donos das escolas de Coimbra e Lisboa clamam como das melhores do mundo, acolitados que são sempre por desavergonhados senhores/ colaboradores de certos escritórios e lojas.
A banditagem toda anda aí à solta, há anos, refastelada nas suas quintas dos arredores das grandes cidades, ou divulgando livros, ou conseguindo mais rendas do Estado por seis anos, ou mais, mas depois temos estes tristes espectáculos a anestesiar a populaça.
"Vêem como a justiça é célere e actua"?
O ridículo disto tudo é que o juiz se esteve aparentemente borrifando para o palavreado da magistrada do MP. E ainda bem.
Claro que se dirá "é o sistema de justiça a funcionar". POIS!
Mas voltando agora à parte militar, continuo com muitas dúvidas, e imagino que possam ser similares às de outros concidadãos:
- resultados dos processos de averiguações internas, no Exército? Não se pode saber, é segredo? Continuem assim que no futuro cada vez mais haverá achincalhamento na praça pública.
- no Exército não há inspeções, chefiadas por oficial general? A culpa parou em Tenente-Coronel? Estranho, ou não será?
- no passado já houve tragédias humanas similares, creio. Consequências? Porque não são divulgadas estas coisas?
Ou a democratização e a transparência são apenas retórica?
Tal como num qualquer acidente/ desastre, o resultado é sempre consequência de uma acumulação de vários factores.
1º factor - Quem conheça alguma coisa de Forças Armadas e cultura castrense, mesmo hoje em dia pode ficar com dúvidas se, na tragédia em causa, não houve de facto excessos inadmissíveis.
2º factor - Que sistema logístico-sanitário? Existia ou não existia, testado, para acudir a quem viesse a precisar?
3º factor - O socorro suplementar, querendo com isto dizer que, para um local tão perto da Base Aérea do Montijo, tão perto da Ponte Vasco da Gama, tão perto de várias corporações de bombeiros e ambulâncias INEM, talvez se deva vir a saber se estava ou não estava previsto e treinado, um socorro adicional imediato em caso de emergência.
O trágico é que morreram dois seres humanos.
Inaceitável o achincalhamento mediático que mansamente se vem pondo em cima das Forças Armadas e, dado o seu silêncio, parece que com uma certa passividade do governo e do Comandante Supremo das Forças Armadas.
Não houve já em tudo isto desproporção de atitudes e medidas decididas antes de se ouvir os militares? Pela decisão do juiz, parece-me que houve. Que pensar do silêncio ensurdecedor do ministro da Defesa Nacional e do Comandante Supremo das Forças Armadas? Mas estou errado, certamente.
Quanto ás chefias militares, CEMGFA e CEME, o costume.
Ah, dirão vários, estas coisas da justiça têm o seu tempo, os seus processos e, por outro lado, os militares são sempre muito sigilosos, reservados. Será, mas se assim continuarem, se assim quiserem continuar a fazer e a calar, não se admirem.
Não se admirem, com continuados insultos, com achincalhamentos, com cada vez menos voluntários para as Forças Armadas.
Finalmente, a propósito desta tragédia, tem havido quem tenha trazido à colação o Hospital das Forças Armadas (HFAR).
Não o conheço, nunca lá fui.
Conheço descrições várias sobre o que por lá se passará, sobre as demoras, as dificuldades, e tenho alguma noção da lamentável génese da coisa decorrente da destruição dos hospitais militares antes existentes.
Isto dito, tenho-me apercebido que existem pessoas que clamam que o HFAR nada tem a ver com a tragédia, enquanto outras afirmam o oposto. Parece que o director do HFAR nunca foi entrevistado, terá sido alguém abaixo dele.
Não sei a que ponto o HFAR deva ou não ser chamado à colação. Mas uma coisa parece clara, parece iniludível: o HFAR tudo aponta nesse sentido, é uma coisa doente, e o nível de tratamento a doentes militares e seus familiares não parece estar nada bem. Não creio que isto deva ser escamoteado, escondido.
O trágico disto é que me sugere haver, em todos os silêncios de todo o lado - nas tiradas grandiloquentes do Comandante Supremo das Forças Armadas e para baixo na cadeia hierárquica, nos insultos, nas persporrências, nos corporativismos - um esquecimento, um pequenino detalhe: MORRERAM DUAS PESSOAS.
Tudo devia estar a acontecer e a processar-se com rigor e correção, com cuidada contenção, sem espectáculo, tendo isso bem presente, e no sentido de se apurar a verdade o mais rápido possível, de se tirarem consequências, de se punir quem se provar que o merece mas não apenas os "pequeninos" pois há certamente responsáveis pela hierarquia acima. E procurar evitar novas tragédias.
Mas não, indignidade atrás de indignidade.
Completo desrespeito por quem foi Vitimado.
É o que temos. Eles não mereciam.
Muitos de nós não merecemos esta podridão que alastra, com o silêncio conivente da maioria dos concidadãos, anestesiados com folclores mediáticos, com telenovelas, com autocarros de gente do futebol a sair ou chegar aos estádios ou hotéis em directos pelas TV, com galos no Terreiro do Paço, com Summits, com palhaçadas constantes.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC
a talhe de foice, a propósito do Ministério Público (MP) e dos jornalistas, muito dos quais apenas verdadeiros pés de microfone.
Em Setembro passado, durante um curso de formação para "comandos", faleceram dois instruendos. Já vi escrito que foi um incidente/ acidente. Infeliz forma de designar uma tragédia humana. Desde aí muita coisa se tem dito e escrito.
O porta-voz do gabinete do General CEME (na minha opinião poucas vezes bem), o formalmente designado Ministro da Defesa Nacional, o General Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), o Comandante Supremo das Forças Armadas, a AOFA, vários oficiais designadamente do Exército na reserva e na reforma, e jornalistas, onde se destaca pelos piores motivos a jornalista da RTP1 Sandra Felgueiras (quem sai aos seus não é de "Genebra").
Há dias, qual cereja bolorenta em cima de bolo podre, a magistrada do MP encarregue do caso veio a terreiro, com um despacho que se me afigura inqualificável nos termos.
A meu ver, também a PJ Militar poderá não ter andado muito bem. Porque me parece que para ouvir militares, ouvir as versões deles, não é preciso prender, e estou-me borrifando para se foi essa a indicação da tal magistrada.
Na minha vida activa, nunca me mandaram atirar-me de uma janela ou matar o chefe máximo da organização mas, se tal me tivesse algum dia sido ordenado, não o faria, independentemente das consequências. Tal como na guerra na Guiné, 1971/1973, nunca cometi atrocidades, nem incitei outros a que o fizessem.
Voltando ao assunto, apesar de Portugal estar com cada vez mais sinais de insanidade, estou em crer que um militar se apresentará sempre com guia de marcha na mão, onde quer que lhe seja determinado. NÃO FOGE!!! NÃO ME PARECE QUE TENHA DE SER PRESO PARA SER LEVADO A UM JUIZ.
Mas a isto a chefia do Exército, que se saiba, disse nada, nada se indignou. Da parte do MDN também nada, que se saiba, talvez por ser o tal factor humano que a criatura tanto evoca.
Parece até haver quem possa entender normal que seja dada ordem de prisão por alta hierarquia militar, "tudo nos conformes", em vez dessa alta hierarquia passar guia de marcha para os militares em causa irem onde era devido com ou sem a companhia da PJMilitar, mas sem irem na situação degradante de detidos/ presos. Antes de serem interrogados, por quem por lei o pode e deve fazer. Mas sou eu que estou a ver mal a coisa, de certeza.
A selecção, treino, formação, das forças especiais é certamente, cá como em muitos países, coisa nada fácil.
Com exigências no plano físico, psíquico, mental, muito acima da média do estipulado para outros cursos e formação militares.
É sempre complicado falar-se sobre o que pouco se conhece.
Mas a fazer fé nos OCS (e eu faço sempre muito pouco) a magistrada do MP terá feito um despacho com terminologia e considerações que eu quase apostava pouco ou nada têm a ver com os factos já eventualmente apurados.
Para certas atitudes há sempre explicações possíveis no quadro das patologias!!
A justiça portuguesa está, cada vez mais, uma vergonha, que apenas os donos das escolas de Coimbra e Lisboa clamam como das melhores do mundo, acolitados que são sempre por desavergonhados senhores/ colaboradores de certos escritórios e lojas.
A banditagem toda anda aí à solta, há anos, refastelada nas suas quintas dos arredores das grandes cidades, ou divulgando livros, ou conseguindo mais rendas do Estado por seis anos, ou mais, mas depois temos estes tristes espectáculos a anestesiar a populaça.
"Vêem como a justiça é célere e actua"?
O ridículo disto tudo é que o juiz se esteve aparentemente borrifando para o palavreado da magistrada do MP. E ainda bem.
Claro que se dirá "é o sistema de justiça a funcionar". POIS!
Mas voltando agora à parte militar, continuo com muitas dúvidas, e imagino que possam ser similares às de outros concidadãos:
- resultados dos processos de averiguações internas, no Exército? Não se pode saber, é segredo? Continuem assim que no futuro cada vez mais haverá achincalhamento na praça pública.
- no Exército não há inspeções, chefiadas por oficial general? A culpa parou em Tenente-Coronel? Estranho, ou não será?
- no passado já houve tragédias humanas similares, creio. Consequências? Porque não são divulgadas estas coisas?
Ou a democratização e a transparência são apenas retórica?
Tal como num qualquer acidente/ desastre, o resultado é sempre consequência de uma acumulação de vários factores.
1º factor - Quem conheça alguma coisa de Forças Armadas e cultura castrense, mesmo hoje em dia pode ficar com dúvidas se, na tragédia em causa, não houve de facto excessos inadmissíveis.
2º factor - Que sistema logístico-sanitário? Existia ou não existia, testado, para acudir a quem viesse a precisar?
3º factor - O socorro suplementar, querendo com isto dizer que, para um local tão perto da Base Aérea do Montijo, tão perto da Ponte Vasco da Gama, tão perto de várias corporações de bombeiros e ambulâncias INEM, talvez se deva vir a saber se estava ou não estava previsto e treinado, um socorro adicional imediato em caso de emergência.
O trágico é que morreram dois seres humanos.
Inaceitável o achincalhamento mediático que mansamente se vem pondo em cima das Forças Armadas e, dado o seu silêncio, parece que com uma certa passividade do governo e do Comandante Supremo das Forças Armadas.
Não houve já em tudo isto desproporção de atitudes e medidas decididas antes de se ouvir os militares? Pela decisão do juiz, parece-me que houve. Que pensar do silêncio ensurdecedor do ministro da Defesa Nacional e do Comandante Supremo das Forças Armadas? Mas estou errado, certamente.
Quanto ás chefias militares, CEMGFA e CEME, o costume.
Ah, dirão vários, estas coisas da justiça têm o seu tempo, os seus processos e, por outro lado, os militares são sempre muito sigilosos, reservados. Será, mas se assim continuarem, se assim quiserem continuar a fazer e a calar, não se admirem.
Não se admirem, com continuados insultos, com achincalhamentos, com cada vez menos voluntários para as Forças Armadas.
Finalmente, a propósito desta tragédia, tem havido quem tenha trazido à colação o Hospital das Forças Armadas (HFAR).
Não o conheço, nunca lá fui.
Conheço descrições várias sobre o que por lá se passará, sobre as demoras, as dificuldades, e tenho alguma noção da lamentável génese da coisa decorrente da destruição dos hospitais militares antes existentes.
Isto dito, tenho-me apercebido que existem pessoas que clamam que o HFAR nada tem a ver com a tragédia, enquanto outras afirmam o oposto. Parece que o director do HFAR nunca foi entrevistado, terá sido alguém abaixo dele.
Não sei a que ponto o HFAR deva ou não ser chamado à colação. Mas uma coisa parece clara, parece iniludível: o HFAR tudo aponta nesse sentido, é uma coisa doente, e o nível de tratamento a doentes militares e seus familiares não parece estar nada bem. Não creio que isto deva ser escamoteado, escondido.
O trágico disto é que me sugere haver, em todos os silêncios de todo o lado - nas tiradas grandiloquentes do Comandante Supremo das Forças Armadas e para baixo na cadeia hierárquica, nos insultos, nas persporrências, nos corporativismos - um esquecimento, um pequenino detalhe: MORRERAM DUAS PESSOAS.
Tudo devia estar a acontecer e a processar-se com rigor e correção, com cuidada contenção, sem espectáculo, tendo isso bem presente, e no sentido de se apurar a verdade o mais rápido possível, de se tirarem consequências, de se punir quem se provar que o merece mas não apenas os "pequeninos" pois há certamente responsáveis pela hierarquia acima. E procurar evitar novas tragédias.
Mas não, indignidade atrás de indignidade.
Completo desrespeito por quem foi Vitimado.
É o que temos. Eles não mereciam.
Muitos de nós não merecemos esta podridão que alastra, com o silêncio conivente da maioria dos concidadãos, anestesiados com folclores mediáticos, com telenovelas, com autocarros de gente do futebol a sair ou chegar aos estádios ou hotéis em directos pelas TV, com galos no Terreiro do Paço, com Summits, com palhaçadas constantes.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC
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ATÉ ONDE CHEGA A DOSE ANESTÉSICA
Este folhetim da CGD trasanda a trampa.
Palram todos muito mas nunca tratam de fazer o que devia ser feito: investigação forense, externa, a doer.
Claro que não convém nada, pois teria que haver muito desaforo, e vinha a verificar-se, se calhar, que nas décadas atrás houve demasiados afectos coloridos de azul, cor de rosa e laranja......em numerário.
Por isso agora clamam que é preciso fechar as contas até Março de 2017, para registar as imparidades, e depois sim, recapitalizar a CGD. Passam os anos e imparidades não acabam. Dizem, é próprio da banca, dos mercados, do sistema. O povo, inculto e ignorante, chama a este tipo de coisas - roubos, ladroagem.
No meio disto, e entretanto, "Berardo, toma lá mais 6 anos de renda", enquanto o Governador Costa do BP diz que está muito confortável e sereno.
O regabofe em "moto" contínuo.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC
Este folhetim da CGD trasanda a trampa.
Palram todos muito mas nunca tratam de fazer o que devia ser feito: investigação forense, externa, a doer.
Claro que não convém nada, pois teria que haver muito desaforo, e vinha a verificar-se, se calhar, que nas décadas atrás houve demasiados afectos coloridos de azul, cor de rosa e laranja......em numerário.
Por isso agora clamam que é preciso fechar as contas até Março de 2017, para registar as imparidades, e depois sim, recapitalizar a CGD. Passam os anos e imparidades não acabam. Dizem, é próprio da banca, dos mercados, do sistema. O povo, inculto e ignorante, chama a este tipo de coisas - roubos, ladroagem.
No meio disto, e entretanto, "Berardo, toma lá mais 6 anos de renda", enquanto o Governador Costa do BP diz que está muito confortável e sereno.
O regabofe em "moto" contínuo.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Oh PAN, ENTÃO ??
Estou indignado, muito indignado.
Numa altura em que se discute o OE, e por exemplo o que aplicar a OSTRAS (!!?!!) não percebo como é que o PAN não exige uma verba substancial para acabar com esta pouca vergonha em todos os monumentos nacionais.
Dizer pouca vergonha é pouco, isto é verdadeiramente criminoso, manter estas infra-estruturas anti pombo, anti pássaro, anti gaivota.
Quantas aves não se terão já ferido nestas armadilhas, quantas não terão já morrido em consequência, quantas não terão falecido de exaustão depois de voos longos e não poderem descansar numa estátua que encontrem pelo caminho?
É mesmo "desanimal" (equivalente a desumano).
Tratem as aves como parece quererem tratar das ostras, JÁ!!!
AC
Estou indignado, muito indignado.
Numa altura em que se discute o OE, e por exemplo o que aplicar a OSTRAS (!!?!!) não percebo como é que o PAN não exige uma verba substancial para acabar com esta pouca vergonha em todos os monumentos nacionais.
Dizer pouca vergonha é pouco, isto é verdadeiramente criminoso, manter estas infra-estruturas anti pombo, anti pássaro, anti gaivota.
Quantas aves não se terão já ferido nestas armadilhas, quantas não terão já morrido em consequência, quantas não terão falecido de exaustão depois de voos longos e não poderem descansar numa estátua que encontrem pelo caminho?
É mesmo "desanimal" (equivalente a desumano).
Tratem as aves como parece quererem tratar das ostras, JÁ!!!
AC
QUE CRITÉRIOS DEFINEM UM PAÍS DESENVOLVIDO?
Vários, conhecidos, tipificados.
Mas para lá de muitos indicadores, mundialmente fixados, convém mostrar outras paragens e "oásis" do propagandeado.
Tal como fez Mário Soares, que muito irritou Cavaco Silva embora, continuo a acreditar hoje, ele o tenha feito sobretudo para derrubar Cavaco Silva e não para começar a desenhar um rumo para o País que gradualmente viesse a acabar com as desigualdades e os subdesenvolvimentos. Como se vê que não aconteceu.
O meu ponto hoje tem a ver com a Serra da Estrela e, no meu entendimento naturalmente e como quase sempre errado, o que ano após ano se passa na Serra da Estrela assim que cai alguma neve é bem um indicador do que Portugal continua a ser.
Lá fora, Suíça e outros pontos na Europa Ocidental, as estradas só ficam cortadas quando caem nevões brutais, contínuos, e só até que o sistema de limpeza "arrume" a neve.
Basta ir a qualquer das paragens turísticas de Inverno para sky nas altas de Espanha, Andorra ou França para verificar que é exactamente assim. Cai durante a noite algo mais brutal, de manhã polícia aos montes a ordenar/ orientar as coisas, limpa neves em árdua tarefa, a meio da manhã ou mais perto do almoço e tudo aberto ao trânsito. Se existe algum perigo de deslizamentos, polícia aos magotes ao longo das estradas, controlando a passagem de pequenos grupos de carros, e tudo passa.
Por cá as cenas patéticas do costume, onde nem sequer há problemas de ameaça de deslizamentos. Bom indicador do nosso modo de entender fazer e resolver as coisas.
Naturalmente, existem coisas e aspectos bem mais prementes e importantes. Mas é um indício muito esclarecedor.
AC
Vários, conhecidos, tipificados.
Mas para lá de muitos indicadores, mundialmente fixados, convém mostrar outras paragens e "oásis" do propagandeado.
Tal como fez Mário Soares, que muito irritou Cavaco Silva embora, continuo a acreditar hoje, ele o tenha feito sobretudo para derrubar Cavaco Silva e não para começar a desenhar um rumo para o País que gradualmente viesse a acabar com as desigualdades e os subdesenvolvimentos. Como se vê que não aconteceu.
O meu ponto hoje tem a ver com a Serra da Estrela e, no meu entendimento naturalmente e como quase sempre errado, o que ano após ano se passa na Serra da Estrela assim que cai alguma neve é bem um indicador do que Portugal continua a ser.
Lá fora, Suíça e outros pontos na Europa Ocidental, as estradas só ficam cortadas quando caem nevões brutais, contínuos, e só até que o sistema de limpeza "arrume" a neve.
Basta ir a qualquer das paragens turísticas de Inverno para sky nas altas de Espanha, Andorra ou França para verificar que é exactamente assim. Cai durante a noite algo mais brutal, de manhã polícia aos montes a ordenar/ orientar as coisas, limpa neves em árdua tarefa, a meio da manhã ou mais perto do almoço e tudo aberto ao trânsito. Se existe algum perigo de deslizamentos, polícia aos magotes ao longo das estradas, controlando a passagem de pequenos grupos de carros, e tudo passa.
Por cá as cenas patéticas do costume, onde nem sequer há problemas de ameaça de deslizamentos. Bom indicador do nosso modo de entender fazer e resolver as coisas.
Naturalmente, existem coisas e aspectos bem mais prementes e importantes. Mas é um indício muito esclarecedor.
AC
domingo, 20 de novembro de 2016
ACORDO, MAIL, CARTA, PROMESSA VERBAL?
POUCA VERGONHA, CERTAMENTE.
Os arrogantes do Ministério das Finanças, sobretudo o secretário, dizem que não há nenhum acordo com os gestores da CGD, e que ninguém está acima da lei. Dizem até segundo parece que o tal inefável secretário terá dito que - não há qualquer documento, desminto que exista documento escrito.
Ninguém está acima da lei? Estão a falar de Portugal?
É para rir!
Depois, com jornalistas a prestarem-se a tudo como de costume, querem que o povão fique a pensar que de facto não deve haver acordo escrito.
A dúvida, que poderá passar pela cabeça de algumas pessoas, sobretudo aquelas que têm alguma noção de que acordo não é a mesma coisa que mail, que memorando, que fax, contrato, que promessa verbal, querem-nos fazer crer, é que (se) houve mails trocados em que se afirmava dispensa disto ou daquilo, mas era coisa inodora e inofensiva. Sim porque acordo é coisa escrita, reconhecida em notário, pois então.
Não vale a pena perder muito tempo com isto. Nenhuma das criaturas envolvidas está bem na fotografia. Incluindo o PR. Quanto á criatura que tenta desesperadamente desempenhar o papel de PM vai tecendo a malha para tentar sair incólume deste lamentável folhetim de terceira categoria.
Semântica e completa ausência de vergonha na cara. Indignidade atrás de indignidade, ausência completa de honestidade intelectual, completo desrespeito pelo cidadãos.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC
POUCA VERGONHA, CERTAMENTE.
Os arrogantes do Ministério das Finanças, sobretudo o secretário, dizem que não há nenhum acordo com os gestores da CGD, e que ninguém está acima da lei. Dizem até segundo parece que o tal inefável secretário terá dito que - não há qualquer documento, desminto que exista documento escrito.
Ninguém está acima da lei? Estão a falar de Portugal?
É para rir!
Depois, com jornalistas a prestarem-se a tudo como de costume, querem que o povão fique a pensar que de facto não deve haver acordo escrito.
A dúvida, que poderá passar pela cabeça de algumas pessoas, sobretudo aquelas que têm alguma noção de que acordo não é a mesma coisa que mail, que memorando, que fax, contrato, que promessa verbal, querem-nos fazer crer, é que (se) houve mails trocados em que se afirmava dispensa disto ou daquilo, mas era coisa inodora e inofensiva. Sim porque acordo é coisa escrita, reconhecida em notário, pois então.
Não vale a pena perder muito tempo com isto. Nenhuma das criaturas envolvidas está bem na fotografia. Incluindo o PR. Quanto á criatura que tenta desesperadamente desempenhar o papel de PM vai tecendo a malha para tentar sair incólume deste lamentável folhetim de terceira categoria.
Semântica e completa ausência de vergonha na cara. Indignidade atrás de indignidade, ausência completa de honestidade intelectual, completo desrespeito pelo cidadãos.
É o que temos, mas nem todos o merecemos.
AC
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