FRAGMENTOS do QUOTIDIANO
apesar da chuva.............
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
A PROPÓSITO DA BANCA NACIONAL
O antigo DDT, de acordo com os jornais, afirma entre outras coisas que, depois da célebre resolução de Agosto de 2014, o NOVO BANCO está uma desgraça (estas palavras são minhas), tem menos 24% de depósitos e concedeu menos 33% de crédito do que o BES, e isto porque os clientes tinham era confiança no BES!!!!!!!
Depois, claro que se atira ao governador do BdP. CLARO!!!
Eu que nada percebo de coisas bancárias, olho para estas declarações sempre com muito interesse.
Mas, como não sou completamente desprovido de raciocínio, e sobretudo tendo presente o que há dias aconteceu no meu banco quando perguntei da possibilidade de pedir um empréstimo de 2000,00 € para uma eventual pequena renovação na casa de banho - ""...que garantia dá?.... - gostava de perguntar se não há vergonha na cara.
Porque, mesmo não percebendo nada dos negócios bancários, sei perfeitamente que esta coisa da confiança de peito cheio, pelo que se vai sabendo, assentava em grande parte no crédito sem garantias. Como se vai descobrindo por toda a parte. Eu, e mais uns pelintras como eu, temos (e muito bem) que dar garantias mesmo para uns pequenos patacos de empréstimo.
Mesmo nada percebendo de negócios bancários, dificilmente me conseguirão explicar e convencer que o buraco ontem anunciado pelo Novo Banco se deve à gestão desde Agosto de 2014.
Enfim, honestidade intelectual, pouca vergonha, humildade democrática, etc, continuam a não fazer parte dos dicionários de certa gentinha. Enfim. Haja pachorra.
AC
O antigo DDT, de acordo com os jornais, afirma entre outras coisas que, depois da célebre resolução de Agosto de 2014, o NOVO BANCO está uma desgraça (estas palavras são minhas), tem menos 24% de depósitos e concedeu menos 33% de crédito do que o BES, e isto porque os clientes tinham era confiança no BES!!!!!!!
Depois, claro que se atira ao governador do BdP. CLARO!!!
Eu que nada percebo de coisas bancárias, olho para estas declarações sempre com muito interesse.
Mas, como não sou completamente desprovido de raciocínio, e sobretudo tendo presente o que há dias aconteceu no meu banco quando perguntei da possibilidade de pedir um empréstimo de 2000,00 € para uma eventual pequena renovação na casa de banho - ""...que garantia dá?.... - gostava de perguntar se não há vergonha na cara.
Porque, mesmo não percebendo nada dos negócios bancários, sei perfeitamente que esta coisa da confiança de peito cheio, pelo que se vai sabendo, assentava em grande parte no crédito sem garantias. Como se vai descobrindo por toda a parte. Eu, e mais uns pelintras como eu, temos (e muito bem) que dar garantias mesmo para uns pequenos patacos de empréstimo.
Mesmo nada percebendo de negócios bancários, dificilmente me conseguirão explicar e convencer que o buraco ontem anunciado pelo Novo Banco se deve à gestão desde Agosto de 2014.
Enfim, honestidade intelectual, pouca vergonha, humildade democrática, etc, continuam a não fazer parte dos dicionários de certa gentinha. Enfim. Haja pachorra.
AC
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016
A DESFAÇATEZ
- ""..... forma de compensar as desigualdades de nascimento, de família, de habitação, que são de base no sistema capitalista em que vivemos....."".
Eu já sabia que o sistema capitalista tem imensas coisas perversas. E cria muitas vezes, e agrava, muitas desigualdades.
Isto já sei há muitos anos. E não estou a fazer ironia.
O que fiquei hoje a saber é que é só no sistema capitalista.
Em África não, por exemplo no Egipto, no Sudão, na África do Sul, em Angola. Ou no Oriente também não, por exemplo na Arábia Saudita, no Iémem, no Irão. Ou na Ásia também não, por exemplo no Afeganistão, na China, na Índia. E na Rússia claro que não, ou no Turquemenistão.
Não há dúvida que o sistema capitalista, além das deficiências que se sabe, deforma as mentalidades de ex-terroristas. O que penso que poucas vezes faz, é apagar fotografias do passado. E, além de deformar mentalidades como acima refiro, por vezes abre os braços a terroristas.
AC
- ""..... forma de compensar as desigualdades de nascimento, de família, de habitação, que são de base no sistema capitalista em que vivemos....."".
Eu já sabia que o sistema capitalista tem imensas coisas perversas. E cria muitas vezes, e agrava, muitas desigualdades.
Isto já sei há muitos anos. E não estou a fazer ironia.
O que fiquei hoje a saber é que é só no sistema capitalista.
Em África não, por exemplo no Egipto, no Sudão, na África do Sul, em Angola. Ou no Oriente também não, por exemplo na Arábia Saudita, no Iémem, no Irão. Ou na Ásia também não, por exemplo no Afeganistão, na China, na Índia. E na Rússia claro que não, ou no Turquemenistão.
Não há dúvida que o sistema capitalista, além das deficiências que se sabe, deforma as mentalidades de ex-terroristas. O que penso que poucas vezes faz, é apagar fotografias do passado. E, além de deformar mentalidades como acima refiro, por vezes abre os braços a terroristas.
AC
ESTE É O MEU ORÇAMENTO
Disse hoje a um amigo, em conversa desta tarde, no meio das preocupações comuns.Porquê?, perguntou ele.
Simples, é o do meu País, não posso fugir de cá, levo com as consequências dele em cima do lombo.
Como, aliás, todos os anos acontece. Venha de lá o deputado J, ou C, ou G, ou C, ou C, ou C, ou C dizer que não é o orçamento deles.
Pois não, não vão sofrer o mesmo que a esmagadora maioria das pessoas.
Claro que a semântica é a de que, apesar da página virada da austeridade, eles fariam e escreveriam diferente. Talvez queiram dizer, com menos erratas.
AC
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
O ESTADO A QUE ISTO CHEGOU
Estamos num Estado cada vez mais lamentável.
Como chegámos aqui? Porque chegámos aqui?
De certeza que, entre muitas coisas porque, ao longo dos anos, muita gentinha das elites têm contratado, têm convidado, têm apadrinhado, muitos e muitas por causa - ""da sua vasta experiência e competência técnica, necessárias para responder ás exigências regulatórias crescentes tanto a nível nacional como internacional"".
A linguagem popular tem expressões apropriadas: banditagem, pouca vergonha, corrupção.
AC
Mais uns detalhes: talvez também, porque parece que continuam a emprestar milhões sem garantias, porque aumenta a lista negra dos devedores ao fisco. Lê-se, que 68,4 % são sócios de empresas!
Estamos num Estado cada vez mais lamentável.
Como chegámos aqui? Porque chegámos aqui?
De certeza que, entre muitas coisas porque, ao longo dos anos, muita gentinha das elites têm contratado, têm convidado, têm apadrinhado, muitos e muitas por causa - ""da sua vasta experiência e competência técnica, necessárias para responder ás exigências regulatórias crescentes tanto a nível nacional como internacional"".
A linguagem popular tem expressões apropriadas: banditagem, pouca vergonha, corrupção.
AC
Mais uns detalhes: talvez também, porque parece que continuam a emprestar milhões sem garantias, porque aumenta a lista negra dos devedores ao fisco. Lê-se, que 68,4 % são sócios de empresas!
AS ELITES NACIONAIS NÃO ESTÃO À ALTURA DOS PORTUGUESES
Esta frase é de ontem, proferida pelo Eng António Guterres, num programa na TV, programa anunciado com tanta importância que abri mais uma excepção: plantei-me em frente ao televisor.
Ouvi Guterres e Barroso. E concluí, Guterres está cheio de razão. Será que se esqueceu que pertence ás tais elites? Aliás Barroso também teve "boas" tiradas!!!! Também se esqueceu que integra as tais elites.
Guterres e Barroso tem mais coisas em comum: piraram-se os dois, para o bem bom, à conta das amizades internacionais que fizeram anos atrás. Quando o pântano ficou ainda mais mal cheiroso, PIRARAM-SE.
Mas, depois, existem estas instituições que os trazem sempre de volta. Tudo tem explicação!!!
Ainda quanto a elites, o antigo ministro da justiça do PS, Vera Jardim, e salvo erro sócio de Jorge Sampaio, veio dizer na Rádio de Nascença, que não gostou de ouvir António Costa pronunciar-se sobre o governador do Banco de Portugal. Reconhece, e eu também, que ninguém deve estar a salvo de críticas, mas a forma foi de facto excessiva. O excesso devia ser em privado. E o governador bem precisa de ser criticado!
Estamos portanto, nos exemplos das elites. As elites. Já agora, o Governador também integra as elites. Basta recordar o trajecto.
Nestas alturas, recordo sempre os amigos e conhecidos que ao longo da vida me disseram/ dizem, com amizade, mas com um certo tom - não é tanto como dizes.
Pois cá continuo sempre enganado quanto ao que se passa no meu desgraçado País. Sempre enganado, que azar o meu, que vejo tudo torto.
Quanto à frase de Guterres, nem faço mais extrapolações, que podiam ser retiradas, bem mais violentas.
AC
Esta frase é de ontem, proferida pelo Eng António Guterres, num programa na TV, programa anunciado com tanta importância que abri mais uma excepção: plantei-me em frente ao televisor.
Ouvi Guterres e Barroso. E concluí, Guterres está cheio de razão. Será que se esqueceu que pertence ás tais elites? Aliás Barroso também teve "boas" tiradas!!!! Também se esqueceu que integra as tais elites.
Guterres e Barroso tem mais coisas em comum: piraram-se os dois, para o bem bom, à conta das amizades internacionais que fizeram anos atrás. Quando o pântano ficou ainda mais mal cheiroso, PIRARAM-SE.
Mas, depois, existem estas instituições que os trazem sempre de volta. Tudo tem explicação!!!
Ainda quanto a elites, o antigo ministro da justiça do PS, Vera Jardim, e salvo erro sócio de Jorge Sampaio, veio dizer na Rádio de Nascença, que não gostou de ouvir António Costa pronunciar-se sobre o governador do Banco de Portugal. Reconhece, e eu também, que ninguém deve estar a salvo de críticas, mas a forma foi de facto excessiva. O excesso devia ser em privado. E o governador bem precisa de ser criticado!
Estamos portanto, nos exemplos das elites. As elites. Já agora, o Governador também integra as elites. Basta recordar o trajecto.
Nestas alturas, recordo sempre os amigos e conhecidos que ao longo da vida me disseram/ dizem, com amizade, mas com um certo tom - não é tanto como dizes.
Pois cá continuo sempre enganado quanto ao que se passa no meu desgraçado País. Sempre enganado, que azar o meu, que vejo tudo torto.
Quanto à frase de Guterres, nem faço mais extrapolações, que podiam ser retiradas, bem mais violentas.
AC
domingo, 21 de fevereiro de 2016
TER UM BLOGUE. PORQUÊ UM BLOGUE? TER OPINIÃO.
Ter um blogue, opinar, tentar não ser cerceado na informação.
Em que é que os blogues, sobretudo alguns, independentemente do que se pressente ser o seu diferente posicionamento perante a vida, a nossa sociedade, e perante a envolvente, me ajudam a melhor ponderar sobre a nossa passagem terrena e sobre o que acontece em Portugal e no mundo?
O meu entendimento, e em que a atrevida segurança que a já longa experiência de vida
me dá escoras fiáveis, é de que com a sua leitura, cruzada com a dos "media" nacionais e internacionais, com livros, e com a visita a "sites" institucionais, melhor consigo pensar sobre a vida. A minha, dos meus, do País, do mundo.
Como referido no dia da minha emancipação bloguista em 11 de Dezembro 2013 (foi sempre muito bem acolhido num blogue de um amigo durante vários anos), decidi-me a criar um blogue sobretudo devido à minha amadora devoção à fotografia, mas também para não vir eventualmente a causar problemas ao amigo que durante anos abrigou as minhas opiniões, os meus desabafos, as minhas iras de cidadão. Ainda que continue a crer nunca me ter excedido disparatadamente nos textos que lhe fui remetendo.
Ter um blogue, opinar, desabafar, colocar à consideração dos outros perspectivas pessoais, nada resolve na realidade que nos cerca, na chamada envolvente. Não tenho a menor dúvida.
Mas perscrutar a "blogosfera", nacional e estrangeira, diz-me ou desperta-me para o que muitas das vezes não consigo saber na comunicação social portuguesa. E este é um aspecto importante e é também, a meu ver, um dos sintomas das doenças da sociedade portuguesa contemporânea. A história do Iceberg de post anterior, o pouco ou nada que se apura e o muito ou tudo que nos escondem.
Tenho as maiores desconfianças pela esmagadora maioria dos titulares dos órgãos de soberania. Incluindo os anteriores dos últimos 40 anos (não vale a pena olhar para o outro passado). E pela esmagadora maioria dos políticos e da gentinha usualmente designada por elites.
A democracia tem regras que, sempre que as coisas lhes desagradam, muitos fazem por esquecer. Como anda acontecendo, outra vez.
Quem me conhece bem, de facto, sabe que não sou do género de dizer mal por dizer. O que não significa que me coíba de reflectir por vezes com dureza acerca de muitas pouca vergonhas que continuam a macular a nossa sociedade.
Num blogue é muito fastidioso optar por textos demasiado pesados e longos. Procuro evitar. O evitar não significa incapacidade para estudos com cabeça tronco e membros, ou estudos de verdadeiro estado-maior.
Também não creio que um blogue deva servir para elogiar ou deitar abaixo este ou aquele, este ou aquele partido, etc. Há quem o faça, certamente.
Basta-me apontar o que me parece bem e o que entendo criticável e a melhorar ou evitar de futuro. Procurando sempre (falho por vezes, certamente) não me basear em - diz-se.
Gosto de ler vários blogues. Atrevo-me a presumir que muitos dos que me visitam não se sentem desconfortáveis quando percorrem os meus textos e as minhas fotografias. Aliás, deixo a sugestão para revistarem muito para trás. Para recordarem, irem aos posts antigos.
Quem me conhece bem detecta no blogue algumas das minhas qualidades e as características que tenho procurado melhorar, pelo menos minimizar. Exactamente, os defeitos.
Não sou advogado em causa própria. Ainda assim não me parece que o - Chapéus há muitos - possa ser rotulado de ""alinhado"" seja com o que for.
Fico por aqui.
Não faço combate político. E nunca me metamorfoseei. Mas interessa-me a vida dos meus, a dos meus concidadãos, preocupa-me a infelicidade que atinge milhões, as desigualdades gritantes, a ineficácia das instituições como por exemplo a justiça e os reguladores,
Como bem assinalado, "Recomeça..........se puderes, sem angústia e sem pressa, e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcançares não descanses, de nenhum fruto queiras só metade." MIGUEL TORGA
Isto dito, nada mais,..............pintassilgos não são pardais.
António Cabral (AC)
Ter um blogue, opinar, tentar não ser cerceado na informação.
Em que é que os blogues, sobretudo alguns, independentemente do que se pressente ser o seu diferente posicionamento perante a vida, a nossa sociedade, e perante a envolvente, me ajudam a melhor ponderar sobre a nossa passagem terrena e sobre o que acontece em Portugal e no mundo?
O meu entendimento, e em que a atrevida segurança que a já longa experiência de vida
me dá escoras fiáveis, é de que com a sua leitura, cruzada com a dos "media" nacionais e internacionais, com livros, e com a visita a "sites" institucionais, melhor consigo pensar sobre a vida. A minha, dos meus, do País, do mundo.
Como referido no dia da minha emancipação bloguista em 11 de Dezembro 2013 (foi sempre muito bem acolhido num blogue de um amigo durante vários anos), decidi-me a criar um blogue sobretudo devido à minha amadora devoção à fotografia, mas também para não vir eventualmente a causar problemas ao amigo que durante anos abrigou as minhas opiniões, os meus desabafos, as minhas iras de cidadão. Ainda que continue a crer nunca me ter excedido disparatadamente nos textos que lhe fui remetendo.
Ter um blogue, opinar, desabafar, colocar à consideração dos outros perspectivas pessoais, nada resolve na realidade que nos cerca, na chamada envolvente. Não tenho a menor dúvida.
Mas perscrutar a "blogosfera", nacional e estrangeira, diz-me ou desperta-me para o que muitas das vezes não consigo saber na comunicação social portuguesa. E este é um aspecto importante e é também, a meu ver, um dos sintomas das doenças da sociedade portuguesa contemporânea. A história do Iceberg de post anterior, o pouco ou nada que se apura e o muito ou tudo que nos escondem.
Tenho as maiores desconfianças pela esmagadora maioria dos titulares dos órgãos de soberania. Incluindo os anteriores dos últimos 40 anos (não vale a pena olhar para o outro passado). E pela esmagadora maioria dos políticos e da gentinha usualmente designada por elites.
A democracia tem regras que, sempre que as coisas lhes desagradam, muitos fazem por esquecer. Como anda acontecendo, outra vez.
Quem me conhece bem, de facto, sabe que não sou do género de dizer mal por dizer. O que não significa que me coíba de reflectir por vezes com dureza acerca de muitas pouca vergonhas que continuam a macular a nossa sociedade.
Num blogue é muito fastidioso optar por textos demasiado pesados e longos. Procuro evitar. O evitar não significa incapacidade para estudos com cabeça tronco e membros, ou estudos de verdadeiro estado-maior.
Também não creio que um blogue deva servir para elogiar ou deitar abaixo este ou aquele, este ou aquele partido, etc. Há quem o faça, certamente.
Basta-me apontar o que me parece bem e o que entendo criticável e a melhorar ou evitar de futuro. Procurando sempre (falho por vezes, certamente) não me basear em - diz-se.
Gosto de ler vários blogues. Atrevo-me a presumir que muitos dos que me visitam não se sentem desconfortáveis quando percorrem os meus textos e as minhas fotografias. Aliás, deixo a sugestão para revistarem muito para trás. Para recordarem, irem aos posts antigos.
Quem me conhece bem detecta no blogue algumas das minhas qualidades e as características que tenho procurado melhorar, pelo menos minimizar. Exactamente, os defeitos.
Não sou advogado em causa própria. Ainda assim não me parece que o - Chapéus há muitos - possa ser rotulado de ""alinhado"" seja com o que for.
Entendo que uma das tragédias nacionais está na enorme falta de cultura, na falta de educação demostrada por muitos políticos , deficiências de formação, que leva a que tantos dos meus concidadãos esqueçam sucessivamente a banditagem política que nos desgraça em cada mandato ganho nas urnas. Ganho nas urnas com promessas que antecipadamente sabiam não poder cumprir. Mas os meus concidadãos continuam a creditar. E isto angustia.
Atrevidamente, talvez muitos blogues como o meu possam dar uma pequeníssima ajuda para melhorar este estado de coisas.
Já dizia o ratinho - "qualquer bocadinho ajuda"- e mijou no mar!
Porque não posso esquecer que existe uma diferença abissal entre homens de coluna vertebral e certos pequenotes com cartilagem nas costas que pululam a vida política e muitas empresas que o erário publico suporta.
Infelizmente são imensos desses que dominam nas instâncias de poder, aliados a escritórios e "donozinhos" disto e daquilo. Existem umas quantas honrosas excepções, mas são bastante menos que a maioria bafienta.
O que me desgosta é assistir a lutas pequeninas e estúpidas, alimentadas por fações esquisitas. Como se não houvesse outra dimensão para melhorar a nossa sociedade.
Preocupa-me, muito, as faixas etárias dos que actualmente têm entre 10 e 20 como os meus netos, 30, 40 e 50 anos. Quase todos nascidos depois do 25 de Abril. Preocupa-me que muitos, presumo, não se revejam em nenhum partido actual. Preocupa-me, e eu senti-o, que não consigam participar efectivamente a não ser que se metam em "jotas" ou em certas áreas nas autarquias, ou em certas organizações capturadas. Preocupa-me o simplismo que hoje se vê muito, ou o - és por mim ou estás contra mim -, ou só subirem aqueles que dizem "amém" aos chefes!Atrevidamente, talvez muitos blogues como o meu possam dar uma pequeníssima ajuda para melhorar este estado de coisas.
Já dizia o ratinho - "qualquer bocadinho ajuda"- e mijou no mar!
Porque não posso esquecer que existe uma diferença abissal entre homens de coluna vertebral e certos pequenotes com cartilagem nas costas que pululam a vida política e muitas empresas que o erário publico suporta.
Infelizmente são imensos desses que dominam nas instâncias de poder, aliados a escritórios e "donozinhos" disto e daquilo. Existem umas quantas honrosas excepções, mas são bastante menos que a maioria bafienta.
O que me desgosta é assistir a lutas pequeninas e estúpidas, alimentadas por fações esquisitas. Como se não houvesse outra dimensão para melhorar a nossa sociedade.
Fico por aqui.
Não faço combate político. E nunca me metamorfoseei. Mas interessa-me a vida dos meus, a dos meus concidadãos, preocupa-me a infelicidade que atinge milhões, as desigualdades gritantes, a ineficácia das instituições como por exemplo a justiça e os reguladores,
Como bem assinalado, "Recomeça..........se puderes, sem angústia e sem pressa, e os passos que deres, nesse caminho duro do futuro, dá-os em liberdade, enquanto não alcançares não descanses, de nenhum fruto queiras só metade." MIGUEL TORGA
Isto dito, nada mais,..............pintassilgos não são pardais.
António Cabral (AC)
sábado, 20 de fevereiro de 2016
A propósito da TAP, e o Aeroporto de Lisboa?
Ao perguntarem-me pelo dinheiro, pois alguma coisa custará criar uma parte civil na Base Aérea nº 6 no Montijo, não tenho resposta concreta por óbvias razões.
Mas, naturalmente, será dinheiro dos contribuintes, desconhecendo se é possível reservar alguns fundos europeus para isso, o que ajudaria.
Recordo aliás uma das definições de - dinheiro dos contribuintes - rigorosa em Portugal: dinheiro retirado aos que não podem fugir.
Conhecendo bem o aeroporto das Lajes, e desde que não procurem inventar um aeroporto luxuoso do século XXIII, os ministros, arquitectos, paisagistas, ministério da defesa nacional, e câmara municipal do Montijo, quero crer que é possível colocar de pé uma infra-estrutura decente equivalente à das Lajes.
Presumo que com contenção e equilíbrio será possível alargar uma das vias rodoviárias existente para acesso à Ponte Vasco da Gama.
Mas, é claro, subsiste sempre um problema: então, e a cambada muita dela bem conhecida, que depois de se ter desfeito de parte dos terrenos para a zona da OTA e veio a correr comprar terrenos na margem Sul, continua a ver navios?
Há que tentar avançar com o novo aeroporto, NÉH?
As evasivas do actual ministro mais as posições do presidente da câmara municipal do Montijo dão que pensar!!!!
António Cabral (AC)
Ao perguntarem-me pelo dinheiro, pois alguma coisa custará criar uma parte civil na Base Aérea nº 6 no Montijo, não tenho resposta concreta por óbvias razões.
Mas, naturalmente, será dinheiro dos contribuintes, desconhecendo se é possível reservar alguns fundos europeus para isso, o que ajudaria.
Recordo aliás uma das definições de - dinheiro dos contribuintes - rigorosa em Portugal: dinheiro retirado aos que não podem fugir.
Conhecendo bem o aeroporto das Lajes, e desde que não procurem inventar um aeroporto luxuoso do século XXIII, os ministros, arquitectos, paisagistas, ministério da defesa nacional, e câmara municipal do Montijo, quero crer que é possível colocar de pé uma infra-estrutura decente equivalente à das Lajes.
Presumo que com contenção e equilíbrio será possível alargar uma das vias rodoviárias existente para acesso à Ponte Vasco da Gama.
Mas, é claro, subsiste sempre um problema: então, e a cambada muita dela bem conhecida, que depois de se ter desfeito de parte dos terrenos para a zona da OTA e veio a correr comprar terrenos na margem Sul, continua a ver navios?
Há que tentar avançar com o novo aeroporto, NÉH?
As evasivas do actual ministro mais as posições do presidente da câmara municipal do Montijo dão que pensar!!!!
António Cabral (AC)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
O COMANDANTE SUPREMO DAS FORÇAS ARMADAS (FA).
Já passou. O senhor já se despediu delas. Disse várias coisas no discurso.
Do que disse é legítimo concluir que aplaudiu radioso todas as alterações legislativas tecidas pelo anterior governo. Julgo saber, que essa montanha legislativa foi toda abençoada sem um ai por parte do senhor.
Nem tudo nessa legislação está certamente mal pensado, mas creio bem que, designadamente o Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) e o processo inerente à saúde militar têm vários aspectos muito discutíveis. Mas hífen e eucalipto decidiram! Está decidido.
Depois veio com a conversa do - lesar ou desvalorizar a condição militar. Eu, que tenho boa memória, recordo bem o passado, designadamente durante o chamado CAVAQUISTÃO. Um pouco de pudor não lhe teria ficado mal.
Mas estão todos bem uns para os outros.
Até penso que os chefes militares deviam ter dado mais qualquer coisa além das espadas (parece que uma por ramo). Podiam ter sido menos contidos nas despesas.
O CEMGFA, para acompanhar os chefes militares, podia ter juntado ás três espadas um punhal. E todos se deviam ter quotizado e dar uns canivetes para toda a numerosa família de Cavaco Silva.
Gostava de ser mosca para ouvir nas casernas o que dirão muitos dos militares a esta fantochada.
E, também, as associações das praças, dos sargentos, dos oficiais. Aposto que estão muito satisfeitos e contentes com o que se passou. Lembro a propósito o adágio popular da bota e da perdigota. Mas, naturalmente, sou eu que sou injusto, e não estou a ver bem o que tem acontecido nas FA.
Mário Soares, Cavaco Silva, Fernando Nogueira, António Vitorino, etc....nah,......sempre com a instituição militar no pensamento, senão mesmo debaixo do travesseiro.
Palavras sempre muito bonitas. O pior é a realidade pouco divulgada.
Parece que na cerimónia de despedida até recordaram o "alferes". Enfim.
AC
Já passou. O senhor já se despediu delas. Disse várias coisas no discurso.
Do que disse é legítimo concluir que aplaudiu radioso todas as alterações legislativas tecidas pelo anterior governo. Julgo saber, que essa montanha legislativa foi toda abençoada sem um ai por parte do senhor.
Nem tudo nessa legislação está certamente mal pensado, mas creio bem que, designadamente o Estatuto dos Militares das Forças Armadas (EMFAR) e o processo inerente à saúde militar têm vários aspectos muito discutíveis. Mas hífen e eucalipto decidiram! Está decidido.
Depois veio com a conversa do - lesar ou desvalorizar a condição militar. Eu, que tenho boa memória, recordo bem o passado, designadamente durante o chamado CAVAQUISTÃO. Um pouco de pudor não lhe teria ficado mal.
Mas estão todos bem uns para os outros.
Até penso que os chefes militares deviam ter dado mais qualquer coisa além das espadas (parece que uma por ramo). Podiam ter sido menos contidos nas despesas.
O CEMGFA, para acompanhar os chefes militares, podia ter juntado ás três espadas um punhal. E todos se deviam ter quotizado e dar uns canivetes para toda a numerosa família de Cavaco Silva.
Gostava de ser mosca para ouvir nas casernas o que dirão muitos dos militares a esta fantochada.
E, também, as associações das praças, dos sargentos, dos oficiais. Aposto que estão muito satisfeitos e contentes com o que se passou. Lembro a propósito o adágio popular da bota e da perdigota. Mas, naturalmente, sou eu que sou injusto, e não estou a ver bem o que tem acontecido nas FA.
Mário Soares, Cavaco Silva, Fernando Nogueira, António Vitorino, etc....nah,......sempre com a instituição militar no pensamento, senão mesmo debaixo do travesseiro.
Palavras sempre muito bonitas. O pior é a realidade pouco divulgada.
Parece que na cerimónia de despedida até recordaram o "alferes". Enfim.
AC
MAR. PORTOS. EXPORTAÇÕES.
Aparentemente, com este OE 2016, a história de construir/ instalar um terminal de contentores na zona do Barreio perto da ponta em frente à base aérea do Montijo, já teve melhores dias. No passado recente, com a anterior governação, parece que se preparavam para isso, para ali o sediar.
Como em tudo na vida, aquela eventual localização terá vantagens e inconvenientes, e eu sou um quase ignorante em questões portuárias e sobretudo no que se refere a estudos das acções do rio, sedimentações, necessidades de dragagens. Quanto a este último aspecto, a coisa seria certamente um sorvedouro de dinheiro.
A desgraçada sensação que me fica, década após década, é que este dito País de marinheiros mais não passa de um manhoso País de banhistas, e ainda por cima pouco sabendo de natação e sendo muito inconscientes com as coisas do mar.
Ah, de vez em quando, como aconteceu agora com a eventual cena de Cavaco Silva poder presidir a um conselho de ministros, há quem tenha a lata de escrever que esta criatura sempre tem manifestado grande interesse pelas coisas do mar.
O actual e os ex-PM, a recordar Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, José Sócrates, Passos Coelho, o que têm em comum?
Muito frenesim mediático, muitas inaugurações ás vezes até de coisas já semi-inauguradas, uma enorme demonstração periódica de falta de sentido de Estado. A que se pode acrescentar, como mostraram os anos passados, muita nomeação de "boys e girls", escassa ou nula coordenação dos respectivos governos e uma ausência de dignidade e parcimónia na gestão da coisa pública.
Além disso, a par de uma variante entre desconhecimento absoluto ou parcial de dossiers, têm ainda em comum o constante esquecimento da posição geográfica do País e, como a sua acção foi demonstrando, geo-política e estratégia para eles tudo um pântano de conhecimento.
Conjugar portos e ferrovia é coisa que continua a estar no estado que se vê. Houve até uns anúncios de assinaturas de protocolos tempos atrás entre autarcas, etc.
No vernáculo popular, tudo continua a demonstrar que não passam de uns patetas. Só não esquecem os jogos por baixo da mesa e o acautelar da vidinha.
AC
Aparentemente, com este OE 2016, a história de construir/ instalar um terminal de contentores na zona do Barreio perto da ponta em frente à base aérea do Montijo, já teve melhores dias. No passado recente, com a anterior governação, parece que se preparavam para isso, para ali o sediar.
Como em tudo na vida, aquela eventual localização terá vantagens e inconvenientes, e eu sou um quase ignorante em questões portuárias e sobretudo no que se refere a estudos das acções do rio, sedimentações, necessidades de dragagens. Quanto a este último aspecto, a coisa seria certamente um sorvedouro de dinheiro.
A desgraçada sensação que me fica, década após década, é que este dito País de marinheiros mais não passa de um manhoso País de banhistas, e ainda por cima pouco sabendo de natação e sendo muito inconscientes com as coisas do mar.
Ah, de vez em quando, como aconteceu agora com a eventual cena de Cavaco Silva poder presidir a um conselho de ministros, há quem tenha a lata de escrever que esta criatura sempre tem manifestado grande interesse pelas coisas do mar.
O actual e os ex-PM, a recordar Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, José Sócrates, Passos Coelho, o que têm em comum?
Muito frenesim mediático, muitas inaugurações ás vezes até de coisas já semi-inauguradas, uma enorme demonstração periódica de falta de sentido de Estado. A que se pode acrescentar, como mostraram os anos passados, muita nomeação de "boys e girls", escassa ou nula coordenação dos respectivos governos e uma ausência de dignidade e parcimónia na gestão da coisa pública.
Além disso, a par de uma variante entre desconhecimento absoluto ou parcial de dossiers, têm ainda em comum o constante esquecimento da posição geográfica do País e, como a sua acção foi demonstrando, geo-política e estratégia para eles tudo um pântano de conhecimento.
Conjugar portos e ferrovia é coisa que continua a estar no estado que se vê. Houve até uns anúncios de assinaturas de protocolos tempos atrás entre autarcas, etc.
No vernáculo popular, tudo continua a demonstrar que não passam de uns patetas. Só não esquecem os jogos por baixo da mesa e o acautelar da vidinha.
AC
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
À ATENÇÃO DE TODOS ,
TITULARES DE ORGÃOS DE SOBERANIA,POLÍTICOS,
GESTORES, CEO, CFO,
BANQUEIROS,
CHEFIAS DE TOPO (MILITARES E CIVIS),
BASTONÁRIOS,
REGULADORES,
JORNALISTAS,
ELITES,
DIRIGENTES EM GERAL.
É muito perigoso tentar ganhar uma guerra sem considerar os prejuízos socioeconómicos que pode gerar ao seu País. ( SUN TZU)
À ATENÇÃO PARTICULAR DE ANTÓNIO COSTA.
AC
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