Ainda os acidentes marítimos. A tragédia na Figueira da Foz.
Vejo muito pouca televisão.
Alertado, fui usar a tecnologia para, andando para trás, ver na CMTV uma entrevista a Moita Flores, Rui Pereira e a um oficial representando a Marinha, a propósito da tragédia na Figueira da Foz.
Recomendo visionar.
Salvo melhor opinião, mais um exemplo do Portugal contemporâneo.
Atente-se nos considerandos, nos comentários, nas justificações, nos desejos.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Curiosidades dos nossos políticos
Fiz há pouco uns "zappings" pela NET.
Então não é que vi umas fotografias do que suponho terão sido os instantes da chegada da comitiva PS à sede do PCP e do início da reunião PS-PCP, e Jerónimo de Sousa está engravatado a rigor?
Lembrando-me de o ver na AR e em outras ocasiões, só dá vontade de rir.
Não pretendo achincalhar nem ofender ninguém, mas não consigo deixar de rir com esta pompa, para tentar transmitir aos cidadãos uma aura de grande responsabilidade institucional no momento complicado do País.
Primeiro ponto de convergência: todos de gravata!
AC
Fiz há pouco uns "zappings" pela NET.
Então não é que vi umas fotografias do que suponho terão sido os instantes da chegada da comitiva PS à sede do PCP e do início da reunião PS-PCP, e Jerónimo de Sousa está engravatado a rigor?
Lembrando-me de o ver na AR e em outras ocasiões, só dá vontade de rir.
Não pretendo achincalhar nem ofender ninguém, mas não consigo deixar de rir com esta pompa, para tentar transmitir aos cidadãos uma aura de grande responsabilidade institucional no momento complicado do País.
Primeiro ponto de convergência: todos de gravata!
AC
Os acidentes marítimos
Usando a terminologia de António Costa, sei "poucochinho" deste assunto.
Mas sei alguma coisa, podem estar certos, e não é de ouvir falar ou ter lido, é da vida activa, passada.
Infelizmente, deu-se mais uma tragédia com pescadores. Existem famílias enlutadas.
Nesta circunstâncias é sempre mais difícil falar das coisas.
Desconheço os contornos do acidente marítimo, mas tenho a certeza, da experiência profissional do passado, que o acidente não se deu por uma só causa.
Tal como nos acidentes rodoviários, existe sempre mais do que uma causa. Mas nos acidentes rodoviários é comum culpar só a chuva, ou o asfalto, etc. Nunca é porque o condutor não adequou o andamento ás condições da estrada, do tráfego, da carga transportada, do eventual estado de cansaço, e por aí fora. E depois a GNR vai apurar as causas!!!!!!
Voltando aos acidentes marítimos, as tragédias não ocorrem porque houve um golpe de mar, apenas.
Repito, desconheço os contornos e possíveis causas.
Mas eu que vejo pouca televisão, fui chamado à sala pela minha mulher para observar certas reportagens sobre o assunto.
Face ao que antecede, provavelmente, digo eu, se calhar era mesmo verdade que a bordo não estariam com os coletes de salvação vestidos e adequadamente cingidos ao corpo.
Situação recorrente ao longo das décadas, com os pescadores portugueses.
Mas, depois de mais uma tragédia, assiste-se ás mais curiosas (??) discursatas de certos senhores que evidenciam tudo o que aconselharia a não abrirem a boca, sobre o que a lei impõe / obriga ou não.
E sempre com o brilhante (!!??!!) trabalho jornalístico!!!
Faz-me lembrar o meu neto mais novo, 8 anos, quando há poucos dias lhe chamei à atenção que de manhã começa a estar fresco e, portanto, deve levar um casaco de malha - oh avô, toda a gente vai só de T-shirt para o colégio!!!!!!
Lamentável, mais famílias enlutadas. Cena que se repete e, infelizmente, se repetirá no futuro.
E a culpa será, sempre e só, da autoridade marítima, está bem de ver.
António Cabral (AC)
Usando a terminologia de António Costa, sei "poucochinho" deste assunto.
Mas sei alguma coisa, podem estar certos, e não é de ouvir falar ou ter lido, é da vida activa, passada.
Infelizmente, deu-se mais uma tragédia com pescadores. Existem famílias enlutadas.
Nesta circunstâncias é sempre mais difícil falar das coisas.
Desconheço os contornos do acidente marítimo, mas tenho a certeza, da experiência profissional do passado, que o acidente não se deu por uma só causa.
Tal como nos acidentes rodoviários, existe sempre mais do que uma causa. Mas nos acidentes rodoviários é comum culpar só a chuva, ou o asfalto, etc. Nunca é porque o condutor não adequou o andamento ás condições da estrada, do tráfego, da carga transportada, do eventual estado de cansaço, e por aí fora. E depois a GNR vai apurar as causas!!!!!!
Voltando aos acidentes marítimos, as tragédias não ocorrem porque houve um golpe de mar, apenas.
Repito, desconheço os contornos e possíveis causas.
Mas eu que vejo pouca televisão, fui chamado à sala pela minha mulher para observar certas reportagens sobre o assunto.
Face ao que antecede, provavelmente, digo eu, se calhar era mesmo verdade que a bordo não estariam com os coletes de salvação vestidos e adequadamente cingidos ao corpo.
Situação recorrente ao longo das décadas, com os pescadores portugueses.
Mas, depois de mais uma tragédia, assiste-se ás mais curiosas (??) discursatas de certos senhores que evidenciam tudo o que aconselharia a não abrirem a boca, sobre o que a lei impõe / obriga ou não.
E sempre com o brilhante (!!??!!) trabalho jornalístico!!!
Faz-me lembrar o meu neto mais novo, 8 anos, quando há poucos dias lhe chamei à atenção que de manhã começa a estar fresco e, portanto, deve levar um casaco de malha - oh avô, toda a gente vai só de T-shirt para o colégio!!!!!!
Lamentável, mais famílias enlutadas. Cena que se repete e, infelizmente, se repetirá no futuro.
E a culpa será, sempre e só, da autoridade marítima, está bem de ver.
António Cabral (AC)
COMO VAMOS CÁ PELO BURGO?
Mal, creio eu. E mal ou pior vamos ficar.
O titular do órgão de soberania que tem assento em Belém, e para não variar, fez asneira, na minha opinião, naturalmente.
Devia ter recebido imediatamente, na passada 2ª feira, PAN, PCP, BE, PS, CDS, e PSD. Mas não.
PAN, e outros que formalmente são partidos, embora ao longo dos anos o sistema não obrigue a provar que de facto ainda existe quem por eles assine, com todo o respeito, nada contam para tratar da vida em sociedade. As suas ideias e opiniões têm que ser respeitadas, mas haja algum bom senso e sentido das proporções.
Depois, serão mesmo partidos os que têm tido assento parlamentar.
Quando digo serão, quero claramente dizer que tem sido sobretudo cliques a tratar das suas clientelas e seguidores.
Mas não existe democracia, não existe sociedade equilibrada, saudável e onde se pugne por diminuir as desigualdades sociais sem os partidos, e sem comunicação social interventiva e de escrutínio investigatório contínuo e independente, e sem um sistema de justiça eficaz.
Pois os partidos, todos, também me parece que continuam a fazer porcaria.
PSD aceita ir a Belém antes do PR falar com todos os outros partidos que elegeram deputados. MAL!
O PS e designadamente o messias do PS, que começou a vida política aos 14 anos, falam primeiro com com quem entendem dever falar. Deve apenas registar-se.
BE e PCP, cada um a seu modo, fazem o costume, fazendo-me lembrar o velho ditado popular, - fazer filhos na barriga das outras não custa nada.
Prevejo um bom sarilho, como vaticinei vários posts atrás.
O tramado, é que o sarilho não é para os dirigentes políticos, pois o sistema e as leis aprovadas nos idos de 70 e de 80 do século passado, permite subvenções até aos partidos irrelevantes. Não é minha postura insultar, mas santa paciência, quando vejo certas criaturas a falar na TV (que felizmente vejo muito pouco) dá-me náuseas. Uma pouca vergonha.
Andam todos, jornalistas e comentadeiras, e vários assessores deste e daquele, a fazer contas e a querer enganar os cidadãos. Então da esquerda, sobretudo caviar, saltam as verdades absolutas.
Vamos lá a ver.
Cada cidadão é um voto. Cada cabeça sua sentença, diz o povão.
Como de costume, Domingo passado, todos ganharam, todos perderam, etc. Eu perdi de certeza, pois sem um governo qualquer que fosse com maioria absoluta isto, que continua pouco brilhante, tem tendência para se agravar.
A esquerda radical berra o costume, mas nunca explica onde vai arranjar o dinheiro para as nossas vidas. Basicamente, e sobretudo o BE, está no percurso delineado para tentar fazer desaparecer o PS.
Berram que a esmagadora maioria dos cidadãos clamou contra os partidos do governo cessante. Como sempre referi, muita porcaria fez o governo cessante, mas não praticaram só asneiras. E, claro, toca de esquecer o que estava antes.
Quanto às percentagens disto e daquilo, e o que representam dos portugueses, como já bem salientado por outrem - as oposições ao anterior governo afirmam que cerca de 63% dos portugueses são contra a coligação; claro que pela mesma ordem de ideias se pode dizer que cerca de 68% dos portugueses são contra o PS, cerca de 90% são contra o BE, cerca de 92% contra o PCP e seus amigos melancia, cerca de 99% contra o PAN, e quase 100% são contra os PDR, Livre, PNR, MRPP, e por aí fora.
Acresce que, sobretudo a esquerda, quase chega ao ponto de dizer que a brutal abstenção, se não tivesse ocorrido, teria sido votos do PS para a esquerda. Haja pachorra.
Berros a torto e direito não faltam mas, claro, alguém que governe, que trate das coisas reais, que eles declaram disponibilidade e fazem política. Mas alguém que meta as mãos na farinha.
Naturalmente, digo eu, os jornalistas do costume e as comentadeiras arregimentadas (estão a aparecer uns novos, incluindo um que foi para o governo por engano por ter nome quase igual ao que era desejado) fazem os floreados do costume mas nunca perguntam o que devem perguntar.
Sustentabilidade das contas, o endividamento, a economia, o emprego, a segurança social, a justiça, os impostos, a natalidade, as exportações, lei eleitoral, etc. Como, em concreto, se resolve?
Não, nada!!
PR, partidos, jornalistas, comentadeiras, clamam tudo e mais alguma coisa, mas por trás de todos eles, os bastidores fervilham, compram-se aventais, arregimentam-se ex-ministros e ex-importantes, contam-se espingardas, colocam-se notícias falsas, rumores, sempre a mesma e célebre postura - dá cá o meu!
Não há mudança de mentalidades, por mais comparações que se façam.
Claro que isto dificilmente mudará, bastando para suportar esta afirmação, olhar aos comentários, posturas, e entendimentos de muitos que se conhecem.
Mas não me espanta. E ninguém se interroga como viveríamos sem continuar a conseguir-se financiamento, e sem uns tostões de Bruxelas e do BCE. É tudo por obra e graça do espírito santo. Viva a nossa pujante economia, viva as nossas lucrativas empresas públicas, e etc.
Como eu e outros do meu curso usávamos dizer, isto está a ficar de maneira que já nem bêbado se aguenta.
AC
PS: isto está a ficar ainda mais pantanoso, por isso a fotografia a lembrar charcas.
Mal, creio eu. E mal ou pior vamos ficar.
O titular do órgão de soberania que tem assento em Belém, e para não variar, fez asneira, na minha opinião, naturalmente.
Devia ter recebido imediatamente, na passada 2ª feira, PAN, PCP, BE, PS, CDS, e PSD. Mas não.
PAN, e outros que formalmente são partidos, embora ao longo dos anos o sistema não obrigue a provar que de facto ainda existe quem por eles assine, com todo o respeito, nada contam para tratar da vida em sociedade. As suas ideias e opiniões têm que ser respeitadas, mas haja algum bom senso e sentido das proporções.
Depois, serão mesmo partidos os que têm tido assento parlamentar.
Quando digo serão, quero claramente dizer que tem sido sobretudo cliques a tratar das suas clientelas e seguidores.
Mas não existe democracia, não existe sociedade equilibrada, saudável e onde se pugne por diminuir as desigualdades sociais sem os partidos, e sem comunicação social interventiva e de escrutínio investigatório contínuo e independente, e sem um sistema de justiça eficaz.
Pois os partidos, todos, também me parece que continuam a fazer porcaria.
PSD aceita ir a Belém antes do PR falar com todos os outros partidos que elegeram deputados. MAL!
O PS e designadamente o messias do PS, que começou a vida política aos 14 anos, falam primeiro com com quem entendem dever falar. Deve apenas registar-se.
BE e PCP, cada um a seu modo, fazem o costume, fazendo-me lembrar o velho ditado popular, - fazer filhos na barriga das outras não custa nada.
Prevejo um bom sarilho, como vaticinei vários posts atrás.
O tramado, é que o sarilho não é para os dirigentes políticos, pois o sistema e as leis aprovadas nos idos de 70 e de 80 do século passado, permite subvenções até aos partidos irrelevantes. Não é minha postura insultar, mas santa paciência, quando vejo certas criaturas a falar na TV (que felizmente vejo muito pouco) dá-me náuseas. Uma pouca vergonha.
Andam todos, jornalistas e comentadeiras, e vários assessores deste e daquele, a fazer contas e a querer enganar os cidadãos. Então da esquerda, sobretudo caviar, saltam as verdades absolutas.
Vamos lá a ver.
Cada cidadão é um voto. Cada cabeça sua sentença, diz o povão.
Como de costume, Domingo passado, todos ganharam, todos perderam, etc. Eu perdi de certeza, pois sem um governo qualquer que fosse com maioria absoluta isto, que continua pouco brilhante, tem tendência para se agravar.
A esquerda radical berra o costume, mas nunca explica onde vai arranjar o dinheiro para as nossas vidas. Basicamente, e sobretudo o BE, está no percurso delineado para tentar fazer desaparecer o PS.
Berram que a esmagadora maioria dos cidadãos clamou contra os partidos do governo cessante. Como sempre referi, muita porcaria fez o governo cessante, mas não praticaram só asneiras. E, claro, toca de esquecer o que estava antes.
Quanto às percentagens disto e daquilo, e o que representam dos portugueses, como já bem salientado por outrem - as oposições ao anterior governo afirmam que cerca de 63% dos portugueses são contra a coligação; claro que pela mesma ordem de ideias se pode dizer que cerca de 68% dos portugueses são contra o PS, cerca de 90% são contra o BE, cerca de 92% contra o PCP e seus amigos melancia, cerca de 99% contra o PAN, e quase 100% são contra os PDR, Livre, PNR, MRPP, e por aí fora.
Acresce que, sobretudo a esquerda, quase chega ao ponto de dizer que a brutal abstenção, se não tivesse ocorrido, teria sido votos do PS para a esquerda. Haja pachorra.
Berros a torto e direito não faltam mas, claro, alguém que governe, que trate das coisas reais, que eles declaram disponibilidade e fazem política. Mas alguém que meta as mãos na farinha.
Naturalmente, digo eu, os jornalistas do costume e as comentadeiras arregimentadas (estão a aparecer uns novos, incluindo um que foi para o governo por engano por ter nome quase igual ao que era desejado) fazem os floreados do costume mas nunca perguntam o que devem perguntar.
Sustentabilidade das contas, o endividamento, a economia, o emprego, a segurança social, a justiça, os impostos, a natalidade, as exportações, lei eleitoral, etc. Como, em concreto, se resolve?
Não, nada!!
PR, partidos, jornalistas, comentadeiras, clamam tudo e mais alguma coisa, mas por trás de todos eles, os bastidores fervilham, compram-se aventais, arregimentam-se ex-ministros e ex-importantes, contam-se espingardas, colocam-se notícias falsas, rumores, sempre a mesma e célebre postura - dá cá o meu!
Não há mudança de mentalidades, por mais comparações que se façam.
Claro que isto dificilmente mudará, bastando para suportar esta afirmação, olhar aos comentários, posturas, e entendimentos de muitos que se conhecem.
Mas não me espanta. E ninguém se interroga como viveríamos sem continuar a conseguir-se financiamento, e sem uns tostões de Bruxelas e do BCE. É tudo por obra e graça do espírito santo. Viva a nossa pujante economia, viva as nossas lucrativas empresas públicas, e etc.
Como eu e outros do meu curso usávamos dizer, isto está a ficar de maneira que já nem bêbado se aguenta.
AC
PS: isto está a ficar ainda mais pantanoso, por isso a fotografia a lembrar charcas.
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terça-feira, 6 de outubro de 2015
O jornalismo caseiro
Descobri, casualmente, que o jornalista da SIC António José Teixeira, aparentemente, irá sair da SIC. Não faço ideia nem tal me preocupa. Imagino que se possa ter despedido para se lançar em outro projecto fora do grupo IMPRESA, ou que possa ter sido dispensado, ou então continuar no grupo chutado mais para cima.
Pouco importa.
O que acho curioso mas não me espanta, é o "choque" que a notícia - ele vai sair - causa em certas criaturas, sobretudo naqueles independentes que todos os dias se levam ao colo ou mesmo aos ombros a si mesmos.
A vida está mesmo aborrecida, já não bastava ter perdido o lugar de ministro.
AC
PS: uma parte engraçada da coisa, é ler comentários em que se esgrimem as influências e as simpatias do senhor jornalista, mas sobretudo dos fretes que faria ou não faria. Um gozo.
Descobri, casualmente, que o jornalista da SIC António José Teixeira, aparentemente, irá sair da SIC. Não faço ideia nem tal me preocupa. Imagino que se possa ter despedido para se lançar em outro projecto fora do grupo IMPRESA, ou que possa ter sido dispensado, ou então continuar no grupo chutado mais para cima.
Pouco importa.
O que acho curioso mas não me espanta, é o "choque" que a notícia - ele vai sair - causa em certas criaturas, sobretudo naqueles independentes que todos os dias se levam ao colo ou mesmo aos ombros a si mesmos.
A vida está mesmo aborrecida, já não bastava ter perdido o lugar de ministro.
AC
PS: uma parte engraçada da coisa, é ler comentários em que se esgrimem as influências e as simpatias do senhor jornalista, mas sobretudo dos fretes que faria ou não faria. Um gozo.
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
O Day After. O engraçado de certas contas e comentadores.
Faz-se um zapping pelas NET, hoje. Recorda-se o tempo que ontem passei a saltar de canal TV para canal TV (ontem abri uma excepção) e observam-se coisas a que acho piada!!!
Todos ganham, todos perdem!
Segue-se a jactância do senhor jornalista da RTP1 designadamente quanto à infalibilidade (também dele?), vários dos comentadores, os barõezinhos de todos os partidos, e os que só eles têm o passo certo. Depois, a passagem das muitas mentiras, para que, repetidas várias vezes, oxalá se tornem verdades.
Só um exemplo, entre os vários relativos ás cores todas: o senhor Rui Tavares, que afinal não arranjou lugar à mesa do orçamento, afirma hoje num seu escrito, - não é mais possível excluir partidos que representam um quinto dos portugueses da possibilidade de governar o País!
Como sempre respeito as opiniões alheias, gostaria que respeitassem a minha.
Aparentemente: dos votantes, ontem deu, PSD/CDS - 38,5%, PS - 32,4, BE - 10,2, PCP/melancias - 8,3, PAN - 1,4. Dos votantes, portanto.
Salvo melhor opinião, a abstenção continuou a ser brutal.
Com base nestes números, espero não me ter enganado, a soma dá 90,8%; ora BE representa destes portugueses votantes apenas 11,233%; se juntar então BE com PCP e melancias, essa representação passa para 21,48%.
Portanto, senhor articulista semanal/comentador, estas duas formações partidárias, nestas eleições, representam de facto cerca de um quinto dos portugueses QUE VOTARAM. Não representam um quinto dos portugueses. É só por uma questão de rigor.
Quanto aos outros partidos, e para contas equivalentes, muito haverá também a dizer.
Mas é o que há.
Uma coisa é para mim certa, é que por esta ou aquela razão, na sociedade portuguesa, continua a exclusão de muitos portugueses, olhe-se por que perspectiva se quiser.
Venha fotografia.
AC
EM TEMPO, a começar no meu relógio ás 1224h
Fazendo mais umas continhas, baseadas nos números acima mencionados, a soma das % do PS (32,4), com BE (10,2) e PCP e melancias (8,3) dá pelas minhas contas 50,9%. Se juntar os 1.4 do PAN dará então 52,3%.
Espero não me ter enganado nas contas. Se estão certas, e ainda que eu tenha sido fracote aluno de liceu, com ou sem acordo ortográfico ou outra coisa qualquer, 50,9 ou mesmo 52,3 %, continuam a ser nos países civilizados uma coisa diferente de 60%. Estes 60% é o número que acabo de ouvir ao líder parlamentar do PCP (na AR que agora cessa) dizer que é a maioria de esquerda que agora passa a estar na AR. Claro, devem ser contas à Coreia do Norte.
Faz-se um zapping pelas NET, hoje. Recorda-se o tempo que ontem passei a saltar de canal TV para canal TV (ontem abri uma excepção) e observam-se coisas a que acho piada!!!
Todos ganham, todos perdem!
Segue-se a jactância do senhor jornalista da RTP1 designadamente quanto à infalibilidade (também dele?), vários dos comentadores, os barõezinhos de todos os partidos, e os que só eles têm o passo certo. Depois, a passagem das muitas mentiras, para que, repetidas várias vezes, oxalá se tornem verdades.
Só um exemplo, entre os vários relativos ás cores todas: o senhor Rui Tavares, que afinal não arranjou lugar à mesa do orçamento, afirma hoje num seu escrito, - não é mais possível excluir partidos que representam um quinto dos portugueses da possibilidade de governar o País!
Como sempre respeito as opiniões alheias, gostaria que respeitassem a minha.
Aparentemente: dos votantes, ontem deu, PSD/CDS - 38,5%, PS - 32,4, BE - 10,2, PCP/melancias - 8,3, PAN - 1,4. Dos votantes, portanto.
Salvo melhor opinião, a abstenção continuou a ser brutal.
Com base nestes números, espero não me ter enganado, a soma dá 90,8%; ora BE representa destes portugueses votantes apenas 11,233%; se juntar então BE com PCP e melancias, essa representação passa para 21,48%.
Portanto, senhor articulista semanal/comentador, estas duas formações partidárias, nestas eleições, representam de facto cerca de um quinto dos portugueses QUE VOTARAM. Não representam um quinto dos portugueses. É só por uma questão de rigor.
Quanto aos outros partidos, e para contas equivalentes, muito haverá também a dizer.
Mas é o que há.
Uma coisa é para mim certa, é que por esta ou aquela razão, na sociedade portuguesa, continua a exclusão de muitos portugueses, olhe-se por que perspectiva se quiser.
Venha fotografia.
AC
EM TEMPO, a começar no meu relógio ás 1224h
Fazendo mais umas continhas, baseadas nos números acima mencionados, a soma das % do PS (32,4), com BE (10,2) e PCP e melancias (8,3) dá pelas minhas contas 50,9%. Se juntar os 1.4 do PAN dará então 52,3%.
Espero não me ter enganado nas contas. Se estão certas, e ainda que eu tenha sido fracote aluno de liceu, com ou sem acordo ortográfico ou outra coisa qualquer, 50,9 ou mesmo 52,3 %, continuam a ser nos países civilizados uma coisa diferente de 60%. Estes 60% é o número que acabo de ouvir ao líder parlamentar do PCP (na AR que agora cessa) dizer que é a maioria de esquerda que agora passa a estar na AR. Claro, devem ser contas à Coreia do Norte.
domingo, 4 de outubro de 2015
Domingo, 4 de Outubro de 2015.
É cedo para falar sobre este assunto com segurança. Existem projeções, perante as quais me parece ser razoável e possível dizer meia dúzia de palavras, sem insultos, sem gritaria.
A olhar para as projeções, e vários dos resultados, parece-me:
1 - possível que a coligação fique muito perto da maioria absoluta.
2 - que o PS perde clamorosamente as eleições.
3 - que António Costa tem uma derrota monumental, veremos se continua aos pulinhos.
4 - que o BE tem uma saborosa vitória.
5 - que o PCP mais o partido melancia têm (na boca deles) uma vitória, mas terá de explicar o facto de passar para 4º lugar na hierarquia parlamentar.
6 - que Rui Tavares é capaz de ter assegurado continuar à mesa do orçamento.
7 - óbvio que nem PCP e melancias nem BE queriam correr o risco de desaparecer, de diminuir muito a presença na AR e, por isso, as continhas de António Costa quanto a possíveis votos úteis constituíram-se como um sonho (e a vida tem poucos sonhos cor de rosa, a cor do partido não chega)
8 - Existirá muita gente em choque, nas áreas ligadas ou perto do PS, muitos devem estar a mostrar com vigor a sua faceta de independentes. Pois!! Por exemplo, alguns que nos últimos seis meses tanto se posicionaram para ministro num governo PS, em artigos e blogues..............
9 - que é positivo que, como tudo indica, a abstenção diminuiu, pena que não tenha sido drasticamente.
10 - que, naturalmente, as pessoas que perdem não podem ficar satisfeitas, é uma coisa normal na vida.
Mas, sem surpresa para mim, existem várias criaturas que se apressam a escrever nas redes as maiores barbaridades. Uma delas é chamar estúpidos aos portugueses.
Pessoalmente, acho curioso que tantos votem em alguns partidos. Mas essa é a realidade com que se tem de viver. E pugnar para que, na sociedade, a ignorância e o não pensar, desapareçam gradualmente ao longo das próximas décadas.
11 - evidente que, António Costa e muitos dos lideres de outros partidos que se puseram em bicos de pés, devem tirar ilações do que esta noite aconteceu.
12 - igualmente evidente que, Pedro Passos Coelho tem que tirar ilações da sua escassa vitória. Porque é uma vitória, mas não tem a maioria absoluta, e parecendo-me que não é admissível deixar de lhe propor formar governo minoritário, creio inaceitável atrever-se, eventualmente, a prosseguir com todas as políticas anteriores quando, algumas delas, bem deviam ter ficado na gaveta. Isto para não entrar nos insultos.
Mesmo que tivesse hoje maioria absoluta, devia/ DEVE mudar radicalmente várias coisas.
AC
PS: no meu relógio são 2216. Vou publicar o post.
É cedo para falar sobre este assunto com segurança. Existem projeções, perante as quais me parece ser razoável e possível dizer meia dúzia de palavras, sem insultos, sem gritaria.
A olhar para as projeções, e vários dos resultados, parece-me:
1 - possível que a coligação fique muito perto da maioria absoluta.
2 - que o PS perde clamorosamente as eleições.
3 - que António Costa tem uma derrota monumental, veremos se continua aos pulinhos.
4 - que o BE tem uma saborosa vitória.
5 - que o PCP mais o partido melancia têm (na boca deles) uma vitória, mas terá de explicar o facto de passar para 4º lugar na hierarquia parlamentar.
6 - que Rui Tavares é capaz de ter assegurado continuar à mesa do orçamento.
7 - óbvio que nem PCP e melancias nem BE queriam correr o risco de desaparecer, de diminuir muito a presença na AR e, por isso, as continhas de António Costa quanto a possíveis votos úteis constituíram-se como um sonho (e a vida tem poucos sonhos cor de rosa, a cor do partido não chega)
8 - Existirá muita gente em choque, nas áreas ligadas ou perto do PS, muitos devem estar a mostrar com vigor a sua faceta de independentes. Pois!! Por exemplo, alguns que nos últimos seis meses tanto se posicionaram para ministro num governo PS, em artigos e blogues..............
9 - que é positivo que, como tudo indica, a abstenção diminuiu, pena que não tenha sido drasticamente.
10 - que, naturalmente, as pessoas que perdem não podem ficar satisfeitas, é uma coisa normal na vida.
Mas, sem surpresa para mim, existem várias criaturas que se apressam a escrever nas redes as maiores barbaridades. Uma delas é chamar estúpidos aos portugueses.
Pessoalmente, acho curioso que tantos votem em alguns partidos. Mas essa é a realidade com que se tem de viver. E pugnar para que, na sociedade, a ignorância e o não pensar, desapareçam gradualmente ao longo das próximas décadas.
11 - evidente que, António Costa e muitos dos lideres de outros partidos que se puseram em bicos de pés, devem tirar ilações do que esta noite aconteceu.
12 - igualmente evidente que, Pedro Passos Coelho tem que tirar ilações da sua escassa vitória. Porque é uma vitória, mas não tem a maioria absoluta, e parecendo-me que não é admissível deixar de lhe propor formar governo minoritário, creio inaceitável atrever-se, eventualmente, a prosseguir com todas as políticas anteriores quando, algumas delas, bem deviam ter ficado na gaveta. Isto para não entrar nos insultos.
Mesmo que tivesse hoje maioria absoluta, devia/ DEVE mudar radicalmente várias coisas.
AC
PS: no meu relógio são 2216. Vou publicar o post.
sábado, 3 de outubro de 2015
Dia de imposta reflexão
Depois de extenuante reflexão, cheguei a casa ás 2240h e, depois de fazer uma coisa que só eu posso fazer, vim escrever este post, qual síntese da minha reflexão!!
Como não existe na CRP, nem nos normativos emanados da AR ou da CNE, uma cartilha que me oriente na reflexão que por lei devo fazer, para amanhã poder votar em consciência, decidi reflectir de maneiras diferentes.
Saí de casa muito cedo, tomei o pequeno almoço fora de casa, de tal modo que ainda não eram 0900h da manhã já quase tinha "papado" a ponte Vasco da Gama.
Reflecti, refletiu o casal, como nos deu na real gana!
Ele foi feiras e mercados, património religioso, caminhadas, património edificado, um belíssimo almoço junto ao mar, fotografia variada, apoio à minha idosa mãe, ver os netos e jantar em casa da filha. Um regalo. Estou extenuado de tanta reflexão. O que a lei nos impõe!!
AC
Depois de extenuante reflexão, cheguei a casa ás 2240h e, depois de fazer uma coisa que só eu posso fazer, vim escrever este post, qual síntese da minha reflexão!!
Como não existe na CRP, nem nos normativos emanados da AR ou da CNE, uma cartilha que me oriente na reflexão que por lei devo fazer, para amanhã poder votar em consciência, decidi reflectir de maneiras diferentes.
Saí de casa muito cedo, tomei o pequeno almoço fora de casa, de tal modo que ainda não eram 0900h da manhã já quase tinha "papado" a ponte Vasco da Gama.
Reflecti, refletiu o casal, como nos deu na real gana!
Ele foi feiras e mercados, património religioso, caminhadas, património edificado, um belíssimo almoço junto ao mar, fotografia variada, apoio à minha idosa mãe, ver os netos e jantar em casa da filha. Um regalo. Estou extenuado de tanta reflexão. O que a lei nos impõe!!
AC
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
LEGISLATIVAS 2015.
(um ponto de vista, sem insultos, ou gritaria)
Domingo lá estarei, bem cedo, como sempre fiz em todas as eleições após o 25 de Abril de 1974.
Confesso que não assisti a nenhum debate em directo, vindo depois a usar a tecnologia actual para visionar alguns pedaços. E que pedaços!!
Confesso ainda que fiz vários "zappings" pela NET, para procurar aperceber-me um pouco melhor do que os diferentes partidos se propõem fazer se, para tanto, os meus concidadãos lhes conferirem poder. Não vi nem ouvi tempos de antena. As minhas preocupações recentes impediram que mais fizesse. Não li de ponta a ponta os programas políticos, mas de PCP, BE, PSD/CDS, PS, li muito, e creio assim ter uma noção razoável do que por aí anda de promessas, e do que se passou na generalidade quanto a, gritaria, insultos, agressões, demagogia. Por último, tenho muita confiança em dois amigos e no que eles me dizem do interior de duas "máquinas". Ao longo das décadas nunca me defraudaram.
Com a reserva e esclarecimento supra, de que decorre alguma limitação para me pronunciar com segurança total, estas semanas não me esclareceram nada. Nem me espantaram.
Creio ter havido um pouco de tudo. Desde as gritarias inconsequentes, aos que não têm coragem de colocar nos cartazes os rostos respectivos, aos que se esganiçam e se põem em bicos de pé para ver se conseguem um lugar para continuar à mesa do orçamento de estado, aos que continuam a sentir-se injustiçados porque o povo nunca lhes deu poder, aos que nunca viram que as suas fotografias colocadas nos cartazes não coincidem com a cara que têm.
Permitam, portanto, uma visão necessariamente superficial sobre este tema.
Não abordo agora todas as propostas dos partidos, embora tenha lido quase tudo o que me foi possível encontrar on-line, sites dos partidos incluídos.
Quando olho as diferentes promessas eleitorais confesso concordar que é quase tudo importante, no mínimo relevante, como o salário mínimo, os impostos, a defesa do ambiente, a insuficiência de creches, os feriados religiosos, os aspectos respeitantes aos idosos, as licenças parentais, os recursos naturais, a reforma a tempo parcial, o eventual prolongamento voluntário da vida laboral, as pequeníssimas pensões mínimas sociais e rurais, os descontos nos transportes públicos para certas categorias de cidadãos, as tragédias que atingem algumas pessoas designadamente os doentes crónicos e a violência doméstica, o estatuto do investigador científico, a caça desportiva, o estatuto do artista, a cópia privada, reestruturação do sistema bancário, regime jurídico das instituições de ensino superior, o estatuto dos bombeiros, os diferentes temas fracturantes dos habitualmente chamados partidos de protesto, a videovigilância em zonas de risco, o aumento da quota de genéricos, abonos e taxas, a tauromaquia, o ciberterrorismo e a grande criminalidade sobre o que aliás os políticos em Portugal muito apregoam mas nada de eficaz promovem, a redução do número de deputados para 180 como prevê a CRP mas lá se iam 50 tachos, a violência contra animais, o regime/estatuto do deputado, isenção de portagens nas ex-SCUT, a lei eleitoral que presentemente me parece ser um cancro, o empreendedorismo, as auditorias à dívida para determinação da parte ilegítima (???), etc.
PSD/CDS/PS, colocam, cada um à sua maneira, um foco apreciável na reabilitação urbana, no mercado de arrendamento, nos problemas actuais relativos aos centros urbanos das cidades onde, como se sabe, mora pouca gente. Mas olhando a algumas realidades conhecidas, este arco da governação, desde 1976, que reabilitação urbana consistente tem feito no País? O que ganham mais as câmaras municipais com a legislação em vigor, é com reabilitação ou, receber "uns cobres mais chorudos" com novas construções? Não vai mais uma torre para Lisboa? O PS, que espanto (??), até promete criar mais uma coisa, o Conselho Superior de Obras Públicas!!!!
O PCP, sempre dentro da sua ortodoxia irrevogável, atira-se (se pudesse) a nacionalizar tudo e mais alguma coisa: a banca, a ANA, a TAP, a PT, os CTT, etc. Ah, .....quer a reindustrialização do País, e o desenvolvimento da produção nacional como motor do desenvolvimento económico. Melhor.....impossível. Só não apresentam no seu programa os ante-projectos de lei e decretos-lei para, de imediato, concretizar o objectivo.
PSD/CDS/PS garantem que, a muito curto prazo, cada cidadão vai ter médico de família. É uma medida óbvia, que todos nós merecemos. Só lhes faltou explicar, onde vão arranjar dinheiro não para pagar a médicos mas para comprar as quantidades enormes de cola para fixar uniformemente nas cadeiras, os médicos pelo interior do País, onde normalmente poucos querem estar, pelas mais diversas razões, inclusive de natureza técnica; sei que uma árvore não é a floresta, mas baseando-me nos casos das aldeias no distrito de Castelo Branco, que conheço, creio bem que vou continuar sentado à espera! Já o PCP promete neste campo "alargar" a coisa em dois anos. Uns garantem, outros alargam. Pois!!! Ah, interessante também as 100 novas unidades de saúde prometidas pelo PS!
PCP e BE defendem que no ensino obrigatório os manuais escolares deviam ser gratuitos. Atirando isto assim parece uma coisa interessante, até tendo em conta as inúmeras dificuldades de muitas famílias. Mas, pergunto eu, então não haveria aqui alguma desigualdade, pois existem muitas famílias que os pagam sem tantas aflições? Mas, para mim o mais curioso é, que nenhum destes dois partidos promete acabar com o que me parece uma pouca vergonha de os manuais não servirem de um ano para o outro. Eu que sou mauzinho, será por causa de algum interesse específico? Aliás, os restantes partidos nem tocam no assunto.
O PS promete muita transparência. Ele é o código da transparência pública, a regulação do "lobbying", o registo público de interesses nas autarquias, a promoção de uma governação local mais democrática escrutinada e transparente. Nesta matéria, lembro-me logo de várias coisas relacionadas com o PS. João Cravinho e a ex-JAE (o que resultou?), da nacionalização do BPN pelo governo Sócrates mas que não tocou no tutano da "coisa" (porque será?), as atitudes de António Costa na CML relativamente à divulgação de certa documentação, etc. Ah,.....o PSD/CDS também aborda a preocupação na transparência.......POIS!
PCP e BE defendem a eliminação de taxas moderadoras na saúde. Falo com conhecimento de causa sobre este assunto. A minha mãe, com os seus noventa anos e uma pensão mais que ridícula, está isenta. O que acho muito bem, não por ser minha mãe. Mas parece-me inadequado é que todas as pessoas fiquem isentas da dita taxa. Por exemplo, uma prima da minha mãe, casada, com o marido auferindo uma daquelas chamadas (tolamente, acho eu) pensões douradas, recorre com muita frequência, tal como o marido, ao hospital do SNS da sua zona. Deviam pagar ZERO de taxa?
PCP e PSD/CDS indiciam preocupação com o Sistema de Informações da República Portuguesa. Posso não ter reparado, o PS não fala nisso. Idem os outros partidos. De qualquer forma, trata-se de assunto muito sensível, de primordial importância numa sociedade democrática que se quer organizada, equilibrada e respeitadora dos direitos dos cidadãos mas, que se deve defender. O Estado deve defender-se. Os exemplos das décadas passadas não auguram grandes esperanças.
Quanto a obras e muito despesismo, existem coisas curiosas: então não é que o PCP também reclama o aeroporto em Alcochete, e a ponte Chelas - Barreiro? Mota - Engil e quejandos esperariam este apoio? O edil do Barreiro tem muita força...........E a coisa não se fica por aqui: toca a arrancar com obras em infra-estruturas diversas, pois então!!
No campo das coisas,......como classificar,.......curiosas, .....surgem por exemplo as promessas para, valorizar a pesca como recurso turístico (Juntos pelo Povo), a criação do Provedor do endividado (Nós Cidadãos), a promoção da ética humanista ecologista e liberal, mais a introdução do indicador da felicidade interna bruta (MPT), o desenvolver de acções de apoio ao emprendedorismo feminino (o masculino deve ir de vento em popa, PSD/CDS), a revogação do tratado orçamental (não explica como, creio, Livre)(e o PCP bate mais ou menos na mesma tecla), a reestruturação da dívida (BE) (coisa sobre a qual há tempos ouvi Campos e Cunha a explicar muito bem os contornos deste assunto, pelo que esta proposta não me parece passar do mesmo do costume), o projecto de turismo militar (PSD/CDS).
PSD/CDS/PS mostram preocupações diversas nas áreas marítimas. A coligação parece centrada na questão dos transportes entre as margens do Tejo, e com o tráfego de carga no respectivo estuário!!! Já o PS está preocupado com as curtas distâncias e com as auto-estradas do mar. Ridículo?
Bom, na realidade, o que se presencia é a venda de interesses recentemente adquiridos (??), e o habitual ping-pong quanto a terminais de contentores. A pouca vergonha do costume, na área dos interesses, curiosamente com partidos de protesto a apoiar por trás. Adiante.
Salvo melhor opinião, a corrupção é um dos cancros mais graves das sociedades. Num partido que integra, salvo erro, um conhecido juiz (Nós Cidadãos), reclamar pela reactivação da alta autoridade contra a corrupção parece-me elucidativo da ponderação (??) feita sobre a justiça, a equidade, as desigualdades gritantes no nosso País, a sucessiva escandaleira no âmbito do ordenamento territorial, e o "forrobodó" que grassa entre nós, e que não me parece que aumenta porque não existe a tal autoridade.
O BE defende o fim da isenção do IMI para fundos imobiliários, igrejas, partidos e colégios privados. Não será razoável? Tal como não se me afigura mal a proibição de distribuição de dividendos onde se registem despedimentos, nem o confisco de bens quando provado (digo eu) o enriquecimento ilegal.
O PS continua igual a si mesmo, sem ofensa, no pior sentido. Programas sementes para pequenas empresas, programas de apoio-contrato geração, incentivos à fixação de jovens no interior do Continente. Boas e louváveis intenções. Mas, as coisas não se concretizam por decreto. O PS, tal como os outros do chamado arco da governação, e PCP e BE não estão completamente isentos na matéria, têm muitas culpas no estado de despovoamento a que chegou o interior. Agora querem arrepiar caminho. E as escolas e creches para os gaiatos? E os empregos? Eu conheço alguma coisa do que vem acontecendo no distrito de Castelo Branco, pelo que sorrio perante estas promessas.
O BE quer acabar com a obrigatoriedade da apresentação quinzenal obrigatória das pessoas que recebem subsídio de desemprego. Confesso que não consegui perceber o racional. Será uma violência?
O BE e o PS parecem muito preocupados com os acidentes rodoviários, atropelamentos, e circulação pedonal. Gostava de saber que plano nacional (propõe o PS) impede que existam imensas pessoas que, atravessam o IC19, que se recusam a usar as passagens aéreas por cima de auto-estradas e estradas nacionais, ou que entram nas passadeiras sem nunca olhar apenas porque têm direito mas esquecendo que muitas estão mal colocadas e, sobretudo, que o fazem muitas vezes com arrogância quando os veículos estão em cima da passadeira, ou esquecendo que existem condutores que são verdadeiros assassinos, ou ainda pessoas de etnia cigana que junto da escola secundária onde passo todos os dias, atravessam sempre fora das passadeiras e lentamente, com a maior das arrogâncias?
O BE e o PCP, como de costume, bramam contra a NATO. Será por se estar integrado numa aliança que se perde soberania? Será por existir a NATO que se assiste à "paz" que grassa por várias partes do globo? O PNR, parece nada ter contra a NATO, mas quer o restabelecimento das fronteiras!!!!!
Quantos partidos se referiram à política externa?
Bem, PSD/CDS prometem incrementar relações com a China, India, Indonésia, Japão, Coreia do Sul. Na ausência de explicação suficiente sobre a moldura geral para política externa do País, a minha mente retorcida remete-me para que esta listagem de países tenha partido do senhor do costume, para poder viajar para bem longe, muitas vezes, e como é longe ter de por lá ficar uns dias.
À parte dos que clamam pela saída de Portugal da UE e do Euro, o que me esclareceram PSD/CDS/PS quanto a (só alguns exemplos): CPLP, postura de Portugal na Europa, que relacionamento com o Brasil, que posição deve o País ter face aos grandes acordos internacionais designadamente comerciais, defesa nacional ?
Quanto á área da defesa nacional, de que as forças armadas (a componente militar) se constituem apenas como um dos pilares, como de costume, nenhum partido a ela se referiu durante as patéticas arruadas, nas jantaradas, nas gritarias, ou durante os insultos.
O PNR defende o regresso do serviço militar obrigatório (SMO) durante seis meses. PSD/CDS defendem o prosseguimento da política de dignificação dos antigos combatentes. Dá vontade de rir, para não chorar.
Eu, que sei alguma coisa neste âmbito, e combati na Guiné de 29 de Outubro de 1971 a 28 de Julho de 1973, só tenho uma coisa a acrescentar: não passam de uns ordinários, sem vergonha alguma.
Quanto ao PS, promete dignificação dos antigos combatentes e apoio ás famílias dos militares em missões externas. Por aqui se vê a qualidade do que vai na cabeça dos PS. Aliás basta ter acompanhado certas coisas relacionadas com certos ministros e certos membros das sucessivas comissões parlamentares de defesa para nada disto espantar. O que quase me espanta é encontrar gente conhecida que se espanta com isto.
A avaliar pela referência ao hospital das forças armadas por parte do PS, não é difícil descortinar quem nos bastidores escrevinhou estas linhas!!! O comentário para a área PS também não pode deixar de ser - deviam ter vergonha.
Na matéria defesa nacional, como em praticamente tudo, linhas avulsas, desgarradas, com vários escribas a meter uma choupas! Se com o actual titular do cargo de MDN as coisas foram o que foram, com o putativo MDN do PS que já foi secretário de estado, a coisa não deve ficar muito diferente.
Face ao que antecede não posso deixar de acrescentar o seguinte: defendo a continuação na UE, no Euro, na NATO. Quanto à UE e ao Euro, nada me repugna que se fizessem estudos sérios, designadamente no âmbito do Banco de Portugal, equacionando uma hipotética saída do País daquelas organizações. Têm muita e qualificada gente, e se no gabinete de estudos podem estudar e escrever tanta coisa, nada sobre esta matéria? E, depois, publicitar, sem partidarites.
Não seria, a meu ver, nem uma política patriótica nem o seu oposto.
A coligação que nos tem de certa maneira desgovernado, não completamente, promete que querem estar ao serviço dos portugueses. Bom, os maldosos, como eu, podem então questionar-se - então têm estado estes anos ao serviço de quem?
Será por isso que o BE diz que faria a diferença? Hum.......
Era de facto preciso ter um novo rumo no País. Mas era sobretudo preciso fomentar seriamente uma mudança de mentalidades. Olhem para a história indígena, a partir de 1700.
Mas como podem deduzir do que escrevi até aqui, como posso ter confiança nesta gente, Passos Coelho, Paulo Portas, António Costa, Jerónimo de Sousa, Marinho Pinto, Catarina Martins, Rui Rangel, Rui Tavares, Joana Amaral Dias, etc.?
Cada vez estou mais convicto, depois do telejornal da noite de Domingo, vai infelizmente verificar-se que estaremos com um belo sarilho ás costas. Oxalá eu me engane.
E por mim é isto, e nada mais; pintassilgos não são pardais. Respeito todas as opiniões. Esta é a minha; estimo que merecedora de igual respeito. Que a CNE e os partidos não se enxofrem.
António Cabral (AC)
(um ponto de vista, sem insultos, ou gritaria)
Domingo lá estarei, bem cedo, como sempre fiz em todas as eleições após o 25 de Abril de 1974.
Confesso que não assisti a nenhum debate em directo, vindo depois a usar a tecnologia actual para visionar alguns pedaços. E que pedaços!!
Confesso ainda que fiz vários "zappings" pela NET, para procurar aperceber-me um pouco melhor do que os diferentes partidos se propõem fazer se, para tanto, os meus concidadãos lhes conferirem poder. Não vi nem ouvi tempos de antena. As minhas preocupações recentes impediram que mais fizesse. Não li de ponta a ponta os programas políticos, mas de PCP, BE, PSD/CDS, PS, li muito, e creio assim ter uma noção razoável do que por aí anda de promessas, e do que se passou na generalidade quanto a, gritaria, insultos, agressões, demagogia. Por último, tenho muita confiança em dois amigos e no que eles me dizem do interior de duas "máquinas". Ao longo das décadas nunca me defraudaram.
Com a reserva e esclarecimento supra, de que decorre alguma limitação para me pronunciar com segurança total, estas semanas não me esclareceram nada. Nem me espantaram.
Creio ter havido um pouco de tudo. Desde as gritarias inconsequentes, aos que não têm coragem de colocar nos cartazes os rostos respectivos, aos que se esganiçam e se põem em bicos de pé para ver se conseguem um lugar para continuar à mesa do orçamento de estado, aos que continuam a sentir-se injustiçados porque o povo nunca lhes deu poder, aos que nunca viram que as suas fotografias colocadas nos cartazes não coincidem com a cara que têm.
Permitam, portanto, uma visão necessariamente superficial sobre este tema.
Não abordo agora todas as propostas dos partidos, embora tenha lido quase tudo o que me foi possível encontrar on-line, sites dos partidos incluídos.
Quando olho as diferentes promessas eleitorais confesso concordar que é quase tudo importante, no mínimo relevante, como o salário mínimo, os impostos, a defesa do ambiente, a insuficiência de creches, os feriados religiosos, os aspectos respeitantes aos idosos, as licenças parentais, os recursos naturais, a reforma a tempo parcial, o eventual prolongamento voluntário da vida laboral, as pequeníssimas pensões mínimas sociais e rurais, os descontos nos transportes públicos para certas categorias de cidadãos, as tragédias que atingem algumas pessoas designadamente os doentes crónicos e a violência doméstica, o estatuto do investigador científico, a caça desportiva, o estatuto do artista, a cópia privada, reestruturação do sistema bancário, regime jurídico das instituições de ensino superior, o estatuto dos bombeiros, os diferentes temas fracturantes dos habitualmente chamados partidos de protesto, a videovigilância em zonas de risco, o aumento da quota de genéricos, abonos e taxas, a tauromaquia, o ciberterrorismo e a grande criminalidade sobre o que aliás os políticos em Portugal muito apregoam mas nada de eficaz promovem, a redução do número de deputados para 180 como prevê a CRP mas lá se iam 50 tachos, a violência contra animais, o regime/estatuto do deputado, isenção de portagens nas ex-SCUT, a lei eleitoral que presentemente me parece ser um cancro, o empreendedorismo, as auditorias à dívida para determinação da parte ilegítima (???), etc.
PSD/CDS/PS, colocam, cada um à sua maneira, um foco apreciável na reabilitação urbana, no mercado de arrendamento, nos problemas actuais relativos aos centros urbanos das cidades onde, como se sabe, mora pouca gente. Mas olhando a algumas realidades conhecidas, este arco da governação, desde 1976, que reabilitação urbana consistente tem feito no País? O que ganham mais as câmaras municipais com a legislação em vigor, é com reabilitação ou, receber "uns cobres mais chorudos" com novas construções? Não vai mais uma torre para Lisboa? O PS, que espanto (??), até promete criar mais uma coisa, o Conselho Superior de Obras Públicas!!!!
O PCP, sempre dentro da sua ortodoxia irrevogável, atira-se (se pudesse) a nacionalizar tudo e mais alguma coisa: a banca, a ANA, a TAP, a PT, os CTT, etc. Ah, .....quer a reindustrialização do País, e o desenvolvimento da produção nacional como motor do desenvolvimento económico. Melhor.....impossível. Só não apresentam no seu programa os ante-projectos de lei e decretos-lei para, de imediato, concretizar o objectivo.
PSD/CDS/PS garantem que, a muito curto prazo, cada cidadão vai ter médico de família. É uma medida óbvia, que todos nós merecemos. Só lhes faltou explicar, onde vão arranjar dinheiro não para pagar a médicos mas para comprar as quantidades enormes de cola para fixar uniformemente nas cadeiras, os médicos pelo interior do País, onde normalmente poucos querem estar, pelas mais diversas razões, inclusive de natureza técnica; sei que uma árvore não é a floresta, mas baseando-me nos casos das aldeias no distrito de Castelo Branco, que conheço, creio bem que vou continuar sentado à espera! Já o PCP promete neste campo "alargar" a coisa em dois anos. Uns garantem, outros alargam. Pois!!! Ah, interessante também as 100 novas unidades de saúde prometidas pelo PS!
PCP e BE defendem que no ensino obrigatório os manuais escolares deviam ser gratuitos. Atirando isto assim parece uma coisa interessante, até tendo em conta as inúmeras dificuldades de muitas famílias. Mas, pergunto eu, então não haveria aqui alguma desigualdade, pois existem muitas famílias que os pagam sem tantas aflições? Mas, para mim o mais curioso é, que nenhum destes dois partidos promete acabar com o que me parece uma pouca vergonha de os manuais não servirem de um ano para o outro. Eu que sou mauzinho, será por causa de algum interesse específico? Aliás, os restantes partidos nem tocam no assunto.
O PS promete muita transparência. Ele é o código da transparência pública, a regulação do "lobbying", o registo público de interesses nas autarquias, a promoção de uma governação local mais democrática escrutinada e transparente. Nesta matéria, lembro-me logo de várias coisas relacionadas com o PS. João Cravinho e a ex-JAE (o que resultou?), da nacionalização do BPN pelo governo Sócrates mas que não tocou no tutano da "coisa" (porque será?), as atitudes de António Costa na CML relativamente à divulgação de certa documentação, etc. Ah,.....o PSD/CDS também aborda a preocupação na transparência.......POIS!
PCP e BE defendem a eliminação de taxas moderadoras na saúde. Falo com conhecimento de causa sobre este assunto. A minha mãe, com os seus noventa anos e uma pensão mais que ridícula, está isenta. O que acho muito bem, não por ser minha mãe. Mas parece-me inadequado é que todas as pessoas fiquem isentas da dita taxa. Por exemplo, uma prima da minha mãe, casada, com o marido auferindo uma daquelas chamadas (tolamente, acho eu) pensões douradas, recorre com muita frequência, tal como o marido, ao hospital do SNS da sua zona. Deviam pagar ZERO de taxa?
PCP e PSD/CDS indiciam preocupação com o Sistema de Informações da República Portuguesa. Posso não ter reparado, o PS não fala nisso. Idem os outros partidos. De qualquer forma, trata-se de assunto muito sensível, de primordial importância numa sociedade democrática que se quer organizada, equilibrada e respeitadora dos direitos dos cidadãos mas, que se deve defender. O Estado deve defender-se. Os exemplos das décadas passadas não auguram grandes esperanças.
Quanto a obras e muito despesismo, existem coisas curiosas: então não é que o PCP também reclama o aeroporto em Alcochete, e a ponte Chelas - Barreiro? Mota - Engil e quejandos esperariam este apoio? O edil do Barreiro tem muita força...........E a coisa não se fica por aqui: toca a arrancar com obras em infra-estruturas diversas, pois então!!
No campo das coisas,......como classificar,.......curiosas, .....surgem por exemplo as promessas para, valorizar a pesca como recurso turístico (Juntos pelo Povo), a criação do Provedor do endividado (Nós Cidadãos), a promoção da ética humanista ecologista e liberal, mais a introdução do indicador da felicidade interna bruta (MPT), o desenvolver de acções de apoio ao emprendedorismo feminino (o masculino deve ir de vento em popa, PSD/CDS), a revogação do tratado orçamental (não explica como, creio, Livre)(e o PCP bate mais ou menos na mesma tecla), a reestruturação da dívida (BE) (coisa sobre a qual há tempos ouvi Campos e Cunha a explicar muito bem os contornos deste assunto, pelo que esta proposta não me parece passar do mesmo do costume), o projecto de turismo militar (PSD/CDS).
PSD/CDS/PS mostram preocupações diversas nas áreas marítimas. A coligação parece centrada na questão dos transportes entre as margens do Tejo, e com o tráfego de carga no respectivo estuário!!! Já o PS está preocupado com as curtas distâncias e com as auto-estradas do mar. Ridículo?
Bom, na realidade, o que se presencia é a venda de interesses recentemente adquiridos (??), e o habitual ping-pong quanto a terminais de contentores. A pouca vergonha do costume, na área dos interesses, curiosamente com partidos de protesto a apoiar por trás. Adiante.
Salvo melhor opinião, a corrupção é um dos cancros mais graves das sociedades. Num partido que integra, salvo erro, um conhecido juiz (Nós Cidadãos), reclamar pela reactivação da alta autoridade contra a corrupção parece-me elucidativo da ponderação (??) feita sobre a justiça, a equidade, as desigualdades gritantes no nosso País, a sucessiva escandaleira no âmbito do ordenamento territorial, e o "forrobodó" que grassa entre nós, e que não me parece que aumenta porque não existe a tal autoridade.
O BE defende o fim da isenção do IMI para fundos imobiliários, igrejas, partidos e colégios privados. Não será razoável? Tal como não se me afigura mal a proibição de distribuição de dividendos onde se registem despedimentos, nem o confisco de bens quando provado (digo eu) o enriquecimento ilegal.
O PS continua igual a si mesmo, sem ofensa, no pior sentido. Programas sementes para pequenas empresas, programas de apoio-contrato geração, incentivos à fixação de jovens no interior do Continente. Boas e louváveis intenções. Mas, as coisas não se concretizam por decreto. O PS, tal como os outros do chamado arco da governação, e PCP e BE não estão completamente isentos na matéria, têm muitas culpas no estado de despovoamento a que chegou o interior. Agora querem arrepiar caminho. E as escolas e creches para os gaiatos? E os empregos? Eu conheço alguma coisa do que vem acontecendo no distrito de Castelo Branco, pelo que sorrio perante estas promessas.
O BE quer acabar com a obrigatoriedade da apresentação quinzenal obrigatória das pessoas que recebem subsídio de desemprego. Confesso que não consegui perceber o racional. Será uma violência?
O BE e o PS parecem muito preocupados com os acidentes rodoviários, atropelamentos, e circulação pedonal. Gostava de saber que plano nacional (propõe o PS) impede que existam imensas pessoas que, atravessam o IC19, que se recusam a usar as passagens aéreas por cima de auto-estradas e estradas nacionais, ou que entram nas passadeiras sem nunca olhar apenas porque têm direito mas esquecendo que muitas estão mal colocadas e, sobretudo, que o fazem muitas vezes com arrogância quando os veículos estão em cima da passadeira, ou esquecendo que existem condutores que são verdadeiros assassinos, ou ainda pessoas de etnia cigana que junto da escola secundária onde passo todos os dias, atravessam sempre fora das passadeiras e lentamente, com a maior das arrogâncias?
O BE e o PCP, como de costume, bramam contra a NATO. Será por se estar integrado numa aliança que se perde soberania? Será por existir a NATO que se assiste à "paz" que grassa por várias partes do globo? O PNR, parece nada ter contra a NATO, mas quer o restabelecimento das fronteiras!!!!!
Quantos partidos se referiram à política externa?
Bem, PSD/CDS prometem incrementar relações com a China, India, Indonésia, Japão, Coreia do Sul. Na ausência de explicação suficiente sobre a moldura geral para política externa do País, a minha mente retorcida remete-me para que esta listagem de países tenha partido do senhor do costume, para poder viajar para bem longe, muitas vezes, e como é longe ter de por lá ficar uns dias.
À parte dos que clamam pela saída de Portugal da UE e do Euro, o que me esclareceram PSD/CDS/PS quanto a (só alguns exemplos): CPLP, postura de Portugal na Europa, que relacionamento com o Brasil, que posição deve o País ter face aos grandes acordos internacionais designadamente comerciais, defesa nacional ?
Quanto á área da defesa nacional, de que as forças armadas (a componente militar) se constituem apenas como um dos pilares, como de costume, nenhum partido a ela se referiu durante as patéticas arruadas, nas jantaradas, nas gritarias, ou durante os insultos.
O PNR defende o regresso do serviço militar obrigatório (SMO) durante seis meses. PSD/CDS defendem o prosseguimento da política de dignificação dos antigos combatentes. Dá vontade de rir, para não chorar.
Eu, que sei alguma coisa neste âmbito, e combati na Guiné de 29 de Outubro de 1971 a 28 de Julho de 1973, só tenho uma coisa a acrescentar: não passam de uns ordinários, sem vergonha alguma.
Quanto ao PS, promete dignificação dos antigos combatentes e apoio ás famílias dos militares em missões externas. Por aqui se vê a qualidade do que vai na cabeça dos PS. Aliás basta ter acompanhado certas coisas relacionadas com certos ministros e certos membros das sucessivas comissões parlamentares de defesa para nada disto espantar. O que quase me espanta é encontrar gente conhecida que se espanta com isto.
A avaliar pela referência ao hospital das forças armadas por parte do PS, não é difícil descortinar quem nos bastidores escrevinhou estas linhas!!! O comentário para a área PS também não pode deixar de ser - deviam ter vergonha.
Na matéria defesa nacional, como em praticamente tudo, linhas avulsas, desgarradas, com vários escribas a meter uma choupas! Se com o actual titular do cargo de MDN as coisas foram o que foram, com o putativo MDN do PS que já foi secretário de estado, a coisa não deve ficar muito diferente.
Face ao que antecede não posso deixar de acrescentar o seguinte: defendo a continuação na UE, no Euro, na NATO. Quanto à UE e ao Euro, nada me repugna que se fizessem estudos sérios, designadamente no âmbito do Banco de Portugal, equacionando uma hipotética saída do País daquelas organizações. Têm muita e qualificada gente, e se no gabinete de estudos podem estudar e escrever tanta coisa, nada sobre esta matéria? E, depois, publicitar, sem partidarites.
Não seria, a meu ver, nem uma política patriótica nem o seu oposto.
A coligação que nos tem de certa maneira desgovernado, não completamente, promete que querem estar ao serviço dos portugueses. Bom, os maldosos, como eu, podem então questionar-se - então têm estado estes anos ao serviço de quem?
Será por isso que o BE diz que faria a diferença? Hum.......
Era de facto preciso ter um novo rumo no País. Mas era sobretudo preciso fomentar seriamente uma mudança de mentalidades. Olhem para a história indígena, a partir de 1700.
Mas como podem deduzir do que escrevi até aqui, como posso ter confiança nesta gente, Passos Coelho, Paulo Portas, António Costa, Jerónimo de Sousa, Marinho Pinto, Catarina Martins, Rui Rangel, Rui Tavares, Joana Amaral Dias, etc.?
Cada vez estou mais convicto, depois do telejornal da noite de Domingo, vai infelizmente verificar-se que estaremos com um belo sarilho ás costas. Oxalá eu me engane.
António Cabral (AC)
Gente curiosa dos partidos
Desculpem lá, mas o ex-deputado Alegre está um espectáculo.
Lembrou Cunhal, pedindo aos acólitos para taparem os olhos e votarem Soares para presidente.
Foi assim no passado, Alegre quer repetição.
Será que ponderou esta possibilidade: muitos dos meus concidadãos vão fazer mais ou menos isso mas, tapando os olhos para não ver as caras Passos-Portas e colocarem a cruzinha na coligação.
Creio que pode acontecer muito disto no próximo Domingo.
Aguardemos. Para a espera não ser angustiante............fotografia.
AC
Desculpem lá, mas o ex-deputado Alegre está um espectáculo.
Lembrou Cunhal, pedindo aos acólitos para taparem os olhos e votarem Soares para presidente.
Foi assim no passado, Alegre quer repetição.
Será que ponderou esta possibilidade: muitos dos meus concidadãos vão fazer mais ou menos isso mas, tapando os olhos para não ver as caras Passos-Portas e colocarem a cruzinha na coligação.
Creio que pode acontecer muito disto no próximo Domingo.
Aguardemos. Para a espera não ser angustiante............fotografia.
AC
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
VEM AÍ o 5 de OUTUBRO
É na próxima segunda-feira, a seguir ao Domingo em que votarei, cumprindo o meu dever de cidadão.
Este ano, já percebi, a probabilidade da Bandeira Nacional ser içada ao contrário, como aconteceu o ano passado na cara de Aníbal Cavaco Silva e António Costa, é felizmente baixa.
Porquê?
Porque as duas criaturas não vão estar na varanda da CML.
Ora aqui está uma boa notícia.
Quanto ás razões da ausência do actual PR.......... é tão mau..............vamos à fotografia.
AC
É na próxima segunda-feira, a seguir ao Domingo em que votarei, cumprindo o meu dever de cidadão.
Este ano, já percebi, a probabilidade da Bandeira Nacional ser içada ao contrário, como aconteceu o ano passado na cara de Aníbal Cavaco Silva e António Costa, é felizmente baixa.
Porquê?
Porque as duas criaturas não vão estar na varanda da CML.
Ora aqui está uma boa notícia.
Quanto ás razões da ausência do actual PR.......... é tão mau..............vamos à fotografia.
AC
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
AINDA A PROPÓSITO DA FRAUDE VW
Andar assoberbado de coisas para fazer, a somar aos aborrecimentos (está bem, seja, os quase 70 também) leva a que me tenha esquecido de umas pequenas coisas, na especulação superficial que fiz antes.
Ora aqui vai:
1º - a VW vigarizou, aldrabou;
2º - a "coisa" (desconfiança, averiguação, pressão etc) já se arrastaria há quase 2 anos;
3ª - nenhuma outra marca andou/ anda a fazer coisa semelhante?
4º - o que refiro em 3º não justifica a aldrabice da VW;
5º - o grupo VW estava quase a ser ou era já o primeiro construtor automóvel?
6º - quantas fábricas de automóveis tem já a China no seu território? 4? 5?
7º - quantas fábricas tem a china em construção fora do seu território? 3?
8º - nada disto desculpabiliza a VW!
9º - Há mais coisas em jogo para além da fraude técnica em causa?
10º - Ah........nada disto interessa..........
Bom, como à dúzia a coisa fica melhor,
11º - tenho viatura do grupo VW; vai a caminho dos onze anos, está quase nos 270000 km, anda que se farta, que se desunha, e não é dos que foram aldrabados.
12º - como nada disto interessa.............fotografia!
AC
Andar assoberbado de coisas para fazer, a somar aos aborrecimentos (está bem, seja, os quase 70 também) leva a que me tenha esquecido de umas pequenas coisas, na especulação superficial que fiz antes.
Ora aqui vai:
1º - a VW vigarizou, aldrabou;
2º - a "coisa" (desconfiança, averiguação, pressão etc) já se arrastaria há quase 2 anos;
3ª - nenhuma outra marca andou/ anda a fazer coisa semelhante?
4º - o que refiro em 3º não justifica a aldrabice da VW;
5º - o grupo VW estava quase a ser ou era já o primeiro construtor automóvel?
6º - quantas fábricas de automóveis tem já a China no seu território? 4? 5?
7º - quantas fábricas tem a china em construção fora do seu território? 3?
8º - nada disto desculpabiliza a VW!
9º - Há mais coisas em jogo para além da fraude técnica em causa?
10º - Ah........nada disto interessa..........
Bom, como à dúzia a coisa fica melhor,
11º - tenho viatura do grupo VW; vai a caminho dos onze anos, está quase nos 270000 km, anda que se farta, que se desunha, e não é dos que foram aldrabados.
12º - como nada disto interessa.............fotografia!
AC
Em todos os partidos existe gente curiosa
Creio a afirmação supra verdadeira.
E em todos existem alguns que se esganiçam tanto ao ponto de se esquecerem que, no seu partido, existiu tudo e ás vezes pior do que aquilo que acusam aos outros.
Regressado há pouco das minhas tarefas em casa alheia, concretamente manhas de electricista, fiz um "zapping" por notícias escaldantes.
Gente curiosa, por exemplo, do meu ponto de vista naturalmente, são Paulo Portas, Manuel Alegre, José Lello.
Alegre, lembra que o PS não tem bancos, etc.
O que vale é que a minha memória ainda é boa, e ainda vou mantendo alguns arquivos.
Mas é claro que, admito, muito pacato cidadão já se tenha esquecido da rapaziada formada em Macau (dizem que vinha de lá muita pataca!!!) que "assaltou" o BCP e a CGD, dos romances à volta da Lusomundo, do BES-PT, da TVI, do BPN em que os socialistas nacionalizaram as perdas e deixaram o tutano que agora creio se chama Galileu.
Ora se acusam que no BPN havia muita gentinha malvada ligada ao PSD (não tenho a menor dúvida), continuo hoje sem perceber porque não foram às massas dos PSD.
É estranho não é, ou sou eu que estou "tan-tan?
Valha-me a fotografia.
António Cabral (AC)
Creio a afirmação supra verdadeira.
E em todos existem alguns que se esganiçam tanto ao ponto de se esquecerem que, no seu partido, existiu tudo e ás vezes pior do que aquilo que acusam aos outros.
Regressado há pouco das minhas tarefas em casa alheia, concretamente manhas de electricista, fiz um "zapping" por notícias escaldantes.
Gente curiosa, por exemplo, do meu ponto de vista naturalmente, são Paulo Portas, Manuel Alegre, José Lello.
Alegre, lembra que o PS não tem bancos, etc.
O que vale é que a minha memória ainda é boa, e ainda vou mantendo alguns arquivos.
Mas é claro que, admito, muito pacato cidadão já se tenha esquecido da rapaziada formada em Macau (dizem que vinha de lá muita pataca!!!) que "assaltou" o BCP e a CGD, dos romances à volta da Lusomundo, do BES-PT, da TVI, do BPN em que os socialistas nacionalizaram as perdas e deixaram o tutano que agora creio se chama Galileu.
Ora se acusam que no BPN havia muita gentinha malvada ligada ao PSD (não tenho a menor dúvida), continuo hoje sem perceber porque não foram às massas dos PSD.
É estranho não é, ou sou eu que estou "tan-tan?
Valha-me a fotografia.
António Cabral (AC)
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terça-feira, 29 de setembro de 2015
FRAUDES, ENGANOS, TRAPAÇAS, CONTO do VIGÁRIO
A vida contemporânea (e não terá sido assim, nos tempos anteriores?) vai mostrando com uma periodicidade terrível a malvadez a que os "Zé Povinhos" cá dentro e lá fora é constantemente submetida. Presumo que da segunda metade do século passado até ao presente, a safadeza tem aumentado exponencialmente.
É o aquecimento global galopante, afinal talvez não seja bem assim. Quando eu era pequeno, concretamente com 8 anitos (estão praticamente mais 60 em cima) os peixes gordos faziam terrivelmente mal (mas lá dispensarem-me daquele purgante chamado óleo de fígado de bacalhau...), agora serão óptimos para o colesterol.
Nunca fumei, e existem muitos como eu e desses, vejo amigos com cancros no pulmão. O planeta está sujo, o planeta não está tanto assim.
São as letrinhas pequeníssimas dos contratos com a banca e com as seguradoras, etc. Era a banca forte e saudável que agora.......
É a pouca vergonha, embora toda jurídicamente limpinha, das subidas e poucas descidas dos combustíveis. Bom, a lista é infindável, a realidade é que o povão, cá e lá fora, é constantemente enganado, vigarizado. Creio que Portugal é membro de pleno direito do clube onde mais se engana.
Por vezes leva tempo a descobrir-se.
Agora anda aí o sururu acerca da pouca vergonha que a VW terá vindo a promover em boa parte dos seus veículos. Não que os carros sejam frangotes, não, mas as emissões é que serão bem superiores ao anunciado.
Mas, digo eu, ignorante destas e de muitas outras coisas, e em relação à questão da VW, a rapaziada das organizações que sempre se esganiça nestas ocasiões, terá acordado só agora? Nunca ninguém se interrogou se seria tecnicamente possível estar sempre a conseguir diminuir as emissões? Pergunto eu!
Mas, também, vem logo uma rapaziada esganiçar-se acerca da falta de regulação disto e daquilo, da auto-regulacão, da demissão dos estados das suas obrigações, etc.
Pessoalmente, que creio conhecer razoavelmente a sociedade a que pertenço, penso que a pouca vergonha é uma constante. Não é de agora, nem por causa da Troika ou dos que ainda nos desgovernam. Portugal não tem, continua a não ter emenda. Reguladores? Regulação? Auto-regulação?
Não pretendo ofender ninguém, mas era bom verificar por onde passaram nos últimos 30 a 45 anos os senhores e senhoras que foram os responsáveis por comissões disto e daquilo, pelos reguladores, pelos alto comissariados, pelas empresas todas que tantos lucros (eh...eh) dão ao País, dos que foram chefes de gabinete deste e daquele e por onde singraram a seguir, e por aí fora na lista enorme da pouca vergonha nacional.
Se olhassem à história........bastava começarem em 1700.
Ao menos as minhas fotografias não enganam. Saem da D90 para arquivo e não há tratamento algum. No meio de tantas que tiro, creio que lá vou conseguindo melhorar qualquer coisa.
A terminar, acho imensa piada ás espantações que vou detectando. Cá e lá fora.
Como se não houvesse no globo, sempre, a gula pelo dinheiro, o lucro abusivo, a fraude fiscal, o quem vier atrás que feche a porta, os cartões de visita cada vez mais cheios de ??!!!:: e onde poucas vezes se poderá escrever apenas....Senhora, ou Senhor.
Espantam-se, talvez porque acreditem ainda que os bebés chegam de Paris, via cegonha!!!!
Veja-se os bons frutos das regulações de Bruxelas sobre a UE, por exemplo.
Haja paciência.
AC
PS: a propósito de fraudes; hoje, finalmente com mais algum tempo para mim e menos preocupado com outras coisas, ocupei cerca de meia hora a olhar para resultados dessas sondagens diárias e não só.
Repito, também não percebo nada do assunto. Mas posso especular?
Cá para mim uma parte dos resultados que nos atiram para cima é para ver se mobilizam pessoas das actuais oposições. Por outras palavras, números martelados. A base auscultada é pouca, falível......Vão dar uma volta.
Disse-me um amigo conhecedor, por tlm enquanto estava a começar este post, que as indicações internas dos principais partidos não jogam com esses números martelados. Sendo duro, é fraude.
Sendo politicamente correcto, ah,.....faz parte do jogo.
Depois admiram-se que as mentalidade perdurem.
A vida contemporânea (e não terá sido assim, nos tempos anteriores?) vai mostrando com uma periodicidade terrível a malvadez a que os "Zé Povinhos" cá dentro e lá fora é constantemente submetida. Presumo que da segunda metade do século passado até ao presente, a safadeza tem aumentado exponencialmente.
É o aquecimento global galopante, afinal talvez não seja bem assim. Quando eu era pequeno, concretamente com 8 anitos (estão praticamente mais 60 em cima) os peixes gordos faziam terrivelmente mal (mas lá dispensarem-me daquele purgante chamado óleo de fígado de bacalhau...), agora serão óptimos para o colesterol.
Nunca fumei, e existem muitos como eu e desses, vejo amigos com cancros no pulmão. O planeta está sujo, o planeta não está tanto assim.
São as letrinhas pequeníssimas dos contratos com a banca e com as seguradoras, etc. Era a banca forte e saudável que agora.......
É a pouca vergonha, embora toda jurídicamente limpinha, das subidas e poucas descidas dos combustíveis. Bom, a lista é infindável, a realidade é que o povão, cá e lá fora, é constantemente enganado, vigarizado. Creio que Portugal é membro de pleno direito do clube onde mais se engana.
Por vezes leva tempo a descobrir-se.
Agora anda aí o sururu acerca da pouca vergonha que a VW terá vindo a promover em boa parte dos seus veículos. Não que os carros sejam frangotes, não, mas as emissões é que serão bem superiores ao anunciado.
Mas, digo eu, ignorante destas e de muitas outras coisas, e em relação à questão da VW, a rapaziada das organizações que sempre se esganiça nestas ocasiões, terá acordado só agora? Nunca ninguém se interrogou se seria tecnicamente possível estar sempre a conseguir diminuir as emissões? Pergunto eu!
Mas, também, vem logo uma rapaziada esganiçar-se acerca da falta de regulação disto e daquilo, da auto-regulacão, da demissão dos estados das suas obrigações, etc.
Pessoalmente, que creio conhecer razoavelmente a sociedade a que pertenço, penso que a pouca vergonha é uma constante. Não é de agora, nem por causa da Troika ou dos que ainda nos desgovernam. Portugal não tem, continua a não ter emenda. Reguladores? Regulação? Auto-regulação?
Não pretendo ofender ninguém, mas era bom verificar por onde passaram nos últimos 30 a 45 anos os senhores e senhoras que foram os responsáveis por comissões disto e daquilo, pelos reguladores, pelos alto comissariados, pelas empresas todas que tantos lucros (eh...eh) dão ao País, dos que foram chefes de gabinete deste e daquele e por onde singraram a seguir, e por aí fora na lista enorme da pouca vergonha nacional.
Se olhassem à história........bastava começarem em 1700.
Ao menos as minhas fotografias não enganam. Saem da D90 para arquivo e não há tratamento algum. No meio de tantas que tiro, creio que lá vou conseguindo melhorar qualquer coisa.
A terminar, acho imensa piada ás espantações que vou detectando. Cá e lá fora.
Como se não houvesse no globo, sempre, a gula pelo dinheiro, o lucro abusivo, a fraude fiscal, o quem vier atrás que feche a porta, os cartões de visita cada vez mais cheios de ??!!!:: e onde poucas vezes se poderá escrever apenas....Senhora, ou Senhor.
Espantam-se, talvez porque acreditem ainda que os bebés chegam de Paris, via cegonha!!!!
Veja-se os bons frutos das regulações de Bruxelas sobre a UE, por exemplo.
Haja paciência.
AC
PS: a propósito de fraudes; hoje, finalmente com mais algum tempo para mim e menos preocupado com outras coisas, ocupei cerca de meia hora a olhar para resultados dessas sondagens diárias e não só.
Repito, também não percebo nada do assunto. Mas posso especular?
Cá para mim uma parte dos resultados que nos atiram para cima é para ver se mobilizam pessoas das actuais oposições. Por outras palavras, números martelados. A base auscultada é pouca, falível......Vão dar uma volta.
Disse-me um amigo conhecedor, por tlm enquanto estava a começar este post, que as indicações internas dos principais partidos não jogam com esses números martelados. Sendo duro, é fraude.
Sendo politicamente correcto, ah,.....faz parte do jogo.
Depois admiram-se que as mentalidade perdurem.
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