DOMINGO. ELEIÇÃO PRESIDENCIAL 2016. ATRIBUIÇÃO DO PRÉMIO IGNÓBIL
Domingo, votei logo na abertura das urnas. Como sempre fiz.
Oxalá os meus concidadãos diminuam a abstenção.
A abstenção merece da minha parte, e ainda que sabendo que à luz da lei actual é um acto a respeitar, merece dizia, o prémio IGNÓBIL. Mas oxalá a percentagem diminua.
Mas a esta hora, o prémio IGNÓBIL vai direitinho para Portas, que continua a ostentar a sua pesporrente personalidade.
Creio até, pelo que assisti presencialmente em actos oficiais passados, nunca lhe explicaram que existem em português umas palavras interessantes, como discrição, prudência, humildade, paciência, honorabilidade, sentido das proporções. Presumo que Irrevogável atropela muitas palavras no dicionário.
Está entregue o 1º prémio deste Domingo. No meu relógio são 1734 horas.
AC
Se tentaste fazer alguma coisa e falhaste, estás em bem melhor posição que aqueles que nada ou pouco tentam fazer e alterar e são bem sucedidos. O diálogo é a ponte que liga duas margens. Para o mal triunfar basta que a maioria se cale. E nada nem ninguém me fará abandonar o direito ao Pensamento e à Palavra. Nem ideias são delitos nem as opiniões são crimes. Obrigado por me visitar
domingo, 24 de janeiro de 2016
O que gostava na Presidência da República
O futuro inquilino em Belém, seja Sampaio da Nóvoa ou Marcelo Rebelo de Sousa, vai ser como o ovo. Só depois de aberto se vê se tem salmonela, embrião de pinto, ou está fresco. São duas pessoas muito diferentes, com qualidades e defeitos. A cada um a opinião sobre a proporção.
Pela minha parte, e embora com aspectos que não me descansam, creio menos danoso para o País a eleição do jurista.Mas que gostava eu acontecesse depois de 9 de Março, data salvo erro da tomada de posse?Que use os seus poderes constitucionais, designadamente o de endereçar à AR mensagens escritas.Que acabe com a mania de décadas de criticar governo e AR em ocasiões cíclicas, por exemplo 25 de Abril. Que acompanhe, de facto, a governação, e que nas conversas privadas com o PM (este ou outro qualquer) lhe dê educadamente nas orelhas, mas com assertividade. Que o avise, quando for caso disso.Que pondere sobre o regime em que vivemos, que não é mau. Que faça de forma prudente e recatada, com o presidente da AR e com o PM em primeiro lugar, e gradualmente em colaboração activa com os partidos, uma progressiva reflexão pública sobre o regime e o estado a que isto chegou. Designadamente na justiça.
Que ensine a CRP, que incentive constantemente o combate à abstenção e ao laxismo.
Que incentive e porventura lidere, com prudência, a reflexão sobre as funções do Estado. Que pondere a defesa nacional na qual, as forças armadas são apenas um dos pilares, o pilar militar.
Que se abstenha de comentários patetas, que seja equilibrado.
Equilibrado enquanto pessoa, equilibrado enquanto fonte de despesas, equilibrado nas nomeações que lhe cabem efectuar, equilibrado nas deslocações dentro e fora de portas, equilibrado no séquito que desde Mário Soares se tornou uma lamentável marca da presidência.
Em suma, que seja prudente, assertivo, directo, intelectualmente honesto, que decida sem pensar em segundo mandato, que não se deixe amarrar nem por civis nem por militares, que visite tudo o que de bom e mau existe no País.
Que seja português, e não um estrangeirado.AC
O futuro inquilino em Belém, seja Sampaio da Nóvoa ou Marcelo Rebelo de Sousa, vai ser como o ovo. Só depois de aberto se vê se tem salmonela, embrião de pinto, ou está fresco. São duas pessoas muito diferentes, com qualidades e defeitos. A cada um a opinião sobre a proporção.
Pela minha parte, e embora com aspectos que não me descansam, creio menos danoso para o País a eleição do jurista.Mas que gostava eu acontecesse depois de 9 de Março, data salvo erro da tomada de posse?Que use os seus poderes constitucionais, designadamente o de endereçar à AR mensagens escritas.Que acabe com a mania de décadas de criticar governo e AR em ocasiões cíclicas, por exemplo 25 de Abril. Que acompanhe, de facto, a governação, e que nas conversas privadas com o PM (este ou outro qualquer) lhe dê educadamente nas orelhas, mas com assertividade. Que o avise, quando for caso disso.Que pondere sobre o regime em que vivemos, que não é mau. Que faça de forma prudente e recatada, com o presidente da AR e com o PM em primeiro lugar, e gradualmente em colaboração activa com os partidos, uma progressiva reflexão pública sobre o regime e o estado a que isto chegou. Designadamente na justiça.
Que ensine a CRP, que incentive constantemente o combate à abstenção e ao laxismo.
Que incentive e porventura lidere, com prudência, a reflexão sobre as funções do Estado. Que pondere a defesa nacional na qual, as forças armadas são apenas um dos pilares, o pilar militar.
Que se abstenha de comentários patetas, que seja equilibrado.
Equilibrado enquanto pessoa, equilibrado enquanto fonte de despesas, equilibrado nas nomeações que lhe cabem efectuar, equilibrado nas deslocações dentro e fora de portas, equilibrado no séquito que desde Mário Soares se tornou uma lamentável marca da presidência.
Em suma, que seja prudente, assertivo, directo, intelectualmente honesto, que decida sem pensar em segundo mandato, que não se deixe amarrar nem por civis nem por militares, que visite tudo o que de bom e mau existe no País.
Que seja português, e não um estrangeirado.AC
sábado, 23 de janeiro de 2016
A PROPÓSITO DO ESTADO A QUE ISTO CHEGOU
É infeliz tradição, creio que mais em Portugal e países como o nosso do que em outras democracias mais maduras e civilizadas, na morte de certas pessoas esquecer-se convenientemente as facetas menos simpáticas que cada um de nós, TODOS, temos.
Saem sempre à estampa, sempre, as considerações mais altamente elogiosas, em alguns casos chega mesmo a ser quase indecoroso. A meu ver, naturalmente.
Por outro lado é verificar as auras que se criaram, laboriosamente, ao longo de décadas, e a deturpação de factos passados.
E isto acontece com todas as cores políticas, sem excepção.
E antes que alguém mais apressado se indigne, devo salientar bem a minha posição, que releva da minha formação profissional.
Na apreciação de qualquer pessoa, devem salientar-se, e vincadamente, as diferentes características positivas, as qualidades, os méritos, a obra realizada. Isto, sempre em primeiro lugar, destacado.
E este método deve aplicar-se a todos os níveis sociais, as todas as camadas profissionais. Aos políticos, aos diferentes servidores do estado. Devia ser assim para todos os cidadãos.
Mas também aprendi que, em segundo lugar, se devem identificar as deficiências. Sobretudo com o objectivo da sua correção, da diminuição da insuficiência. As insuficiências não devem ser apontadas com má intenção. Mas devem ser apontadas. Por outras palavras, salientar "o serviço", como "serviram". Mas não esquecer o resto.
Mas por cá tem-se o lamentável costume de esquecer que alguns dos muitos que prestaram bom serviço, também se serviram. O que não é bonito.
Almeida Santos faleceu. Pessoalmente considero que desapareceu uma figura de grande relevo.
Mas, e eu não tenho conhecimentos sobre a coisa, parece que se levantam fortes dúvidas quanto à colagem que fazem aos chamados "democratas de Moçambique". Nos OCS nada sobre isto.
Do que tenho ouvido sobre a vida de Almeida Santos, do que se passou, creio que António Lobo Xavier fez uma abordagem mais perto da realidade. Adiante.
António Guterres vai ter o seu nome como candidato ao cargo primeiro na ONU. Como português gostava que ele ganhasse o lugar.
Mas não esqueço a sua postura em certas ocasiões, enquanto foi PM, por exemplo em actos oficiais. Além disso, parece ser um facto, que enquanto "guardião" para os refugiados não terá visitado certos lugares quentes.
Antes teve o conveniente pântano. Mas teve logo emprego. Adiante.
Saramago, outro vulto desaparecido, tinha qualidades e defeitos. No seu caso, como não era bem um político, já os OCS e as redes sociais salientaram, e bem, as suas imensas qualidades mas, também, recordaram muito bem as suas acções designadamente nos primeiros anos após o 25 de Abril.
E a lista pode ser até se querer.
Mário Soares e Cavaco Silva, ainda felizmente entre nós, quando falecerem, vai ser quase de certeza um fartote de elogios.
Responsabilidade pelo estado a que isto chegou ZERO. Dirão até - dois enormes estadistas. Adiante.
É a sina do TUGA. Todos excelentes, mas isto está um bocado para o torto.
AC
É infeliz tradição, creio que mais em Portugal e países como o nosso do que em outras democracias mais maduras e civilizadas, na morte de certas pessoas esquecer-se convenientemente as facetas menos simpáticas que cada um de nós, TODOS, temos.
Saem sempre à estampa, sempre, as considerações mais altamente elogiosas, em alguns casos chega mesmo a ser quase indecoroso. A meu ver, naturalmente.
Por outro lado é verificar as auras que se criaram, laboriosamente, ao longo de décadas, e a deturpação de factos passados.
E isto acontece com todas as cores políticas, sem excepção.
E antes que alguém mais apressado se indigne, devo salientar bem a minha posição, que releva da minha formação profissional.
Na apreciação de qualquer pessoa, devem salientar-se, e vincadamente, as diferentes características positivas, as qualidades, os méritos, a obra realizada. Isto, sempre em primeiro lugar, destacado.
E este método deve aplicar-se a todos os níveis sociais, as todas as camadas profissionais. Aos políticos, aos diferentes servidores do estado. Devia ser assim para todos os cidadãos.
Mas também aprendi que, em segundo lugar, se devem identificar as deficiências. Sobretudo com o objectivo da sua correção, da diminuição da insuficiência. As insuficiências não devem ser apontadas com má intenção. Mas devem ser apontadas. Por outras palavras, salientar "o serviço", como "serviram". Mas não esquecer o resto.
Mas por cá tem-se o lamentável costume de esquecer que alguns dos muitos que prestaram bom serviço, também se serviram. O que não é bonito.
Almeida Santos faleceu. Pessoalmente considero que desapareceu uma figura de grande relevo.
Mas, e eu não tenho conhecimentos sobre a coisa, parece que se levantam fortes dúvidas quanto à colagem que fazem aos chamados "democratas de Moçambique". Nos OCS nada sobre isto.
Do que tenho ouvido sobre a vida de Almeida Santos, do que se passou, creio que António Lobo Xavier fez uma abordagem mais perto da realidade. Adiante.
António Guterres vai ter o seu nome como candidato ao cargo primeiro na ONU. Como português gostava que ele ganhasse o lugar.
Mas não esqueço a sua postura em certas ocasiões, enquanto foi PM, por exemplo em actos oficiais. Além disso, parece ser um facto, que enquanto "guardião" para os refugiados não terá visitado certos lugares quentes.
Antes teve o conveniente pântano. Mas teve logo emprego. Adiante.
Saramago, outro vulto desaparecido, tinha qualidades e defeitos. No seu caso, como não era bem um político, já os OCS e as redes sociais salientaram, e bem, as suas imensas qualidades mas, também, recordaram muito bem as suas acções designadamente nos primeiros anos após o 25 de Abril.
E a lista pode ser até se querer.
Mário Soares e Cavaco Silva, ainda felizmente entre nós, quando falecerem, vai ser quase de certeza um fartote de elogios.
Responsabilidade pelo estado a que isto chegou ZERO. Dirão até - dois enormes estadistas. Adiante.
É a sina do TUGA. Todos excelentes, mas isto está um bocado para o torto.
AC
sexta-feira, 22 de janeiro de 2016
NOVOS TEMPOS, CÁ E LÁ POR FORA
Por cá existem umas criaturas que se propõem dignificar o cargo para que se candidatam, ora propondo levar altas entidades estrangeiras a comer porventura uma "sandocha" num pinhal enquanto abordam temas de política internacional, enquanto outros certamente gostariam, por exemplo,.......ah.......não vale a pena continuar. Quando não percebem a função, quando não percebem o pós mandato, não vale a pena perder tempo.
Não faço ideia se essas intenções se inspiraram em algo na ""estranja"".
Mas "aqui ao lado" vão aparecendo coisas interessantes (!!).
Mão amiga fez-me chegar esta fotografia (relevem a fraca qualidade).
Com estes exemplos, e uma vez que está na ordem do dia a questão dos gastos, no Ministério dos Negócios Estrangeiros (faqueiros) na Presidência da República, etc, talvez o exemplo do ""podemos"" ainda venha a ser inspirador para o actual governo e actual maioria parlamentar.
Quanto ao MNE, acho uma injustiça estarem a atacar o senhor ministro. Se o ministério é dos negócios estrangeiros, obviamente que o negócio da compra de faqueiro tinha que ser com o estrangeiro. Fácil de perceber, caramba!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AC
Por cá existem umas criaturas que se propõem dignificar o cargo para que se candidatam, ora propondo levar altas entidades estrangeiras a comer porventura uma "sandocha" num pinhal enquanto abordam temas de política internacional, enquanto outros certamente gostariam, por exemplo,.......ah.......não vale a pena continuar. Quando não percebem a função, quando não percebem o pós mandato, não vale a pena perder tempo.
Não faço ideia se essas intenções se inspiraram em algo na ""estranja"".
Mas "aqui ao lado" vão aparecendo coisas interessantes (!!).
Mão amiga fez-me chegar esta fotografia (relevem a fraca qualidade).
Com estes exemplos, e uma vez que está na ordem do dia a questão dos gastos, no Ministério dos Negócios Estrangeiros (faqueiros) na Presidência da República, etc, talvez o exemplo do ""podemos"" ainda venha a ser inspirador para o actual governo e actual maioria parlamentar.
Quanto ao MNE, acho uma injustiça estarem a atacar o senhor ministro. Se o ministério é dos negócios estrangeiros, obviamente que o negócio da compra de faqueiro tinha que ser com o estrangeiro. Fácil de perceber, caramba!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
AC
PS: acho delicioso os espanhóis terem sublinhado - uniforme gran gala
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fotografia,
noção de ridículo,
partidos,
pouca vergonha,
sentido das proporções,
sentido de estado
ISTO JÁ NEM BÊBADO SE AGUENTA
Na minha pesquisa da tarde pelos ""online"" acabo de me aperceber que, creio ter visto bem, as esquerdas todas parlamentares chumbaram a proposta de realização de uma auditoria externa e independente ao que se terá passado e passou recentemente com o BANIF.
Sou eu que estou doido, ou isto não é muito estranho?
Os campeões da moralidade e da transparência e ética republicana, parece não quererem que se saibam as coisas? Não se saiba por exemplo que certas figuras gradas do sistema há muito sabiam o que sabiam e o tempo a passar?
É só para se entreterem com a comissão parlamentar, que nunca aprofunda a sério, completamente, as coisas? Isto de facto está a ficar uma coisa linda. Ou estou a exagerar?
AC
Na minha pesquisa da tarde pelos ""online"" acabo de me aperceber que, creio ter visto bem, as esquerdas todas parlamentares chumbaram a proposta de realização de uma auditoria externa e independente ao que se terá passado e passou recentemente com o BANIF.
Sou eu que estou doido, ou isto não é muito estranho?
Os campeões da moralidade e da transparência e ética republicana, parece não quererem que se saibam as coisas? Não se saiba por exemplo que certas figuras gradas do sistema há muito sabiam o que sabiam e o tempo a passar?
É só para se entreterem com a comissão parlamentar, que nunca aprofunda a sério, completamente, as coisas? Isto de facto está a ficar uma coisa linda. Ou estou a exagerar?
AC
NO ÚLTIMO DIA. PRESIDENCIAIS 2016.
A campanha, que hoje termina foi confrangedora? A opinião que sim deve ser esmagadora, independentemente dos quadrantes coloridos.
Uma das novidades desta campanha foi a intervenção do Tribunal Constitucional.
Se a opinião, não desbocada, é legítima venha de quem vier, digo que me parece muito estranho que o TC mostre a sua decisão sobre as subvenções a poucos dias antes de 24 de Janeiro. Esteve meses e meses como é costume a ponderar (cansativo que deve ser) e ZÁS, tomem lá agora.
Elevação na campanha é coisa que me parece esteve arredada.
Claro que para muita gentinha elevação é quase como o ""respeitinho"" do antigamente. Não é.
Mas vá lá explicar estas coisas a gentinha do tipo "PODEMOS", em que por exemplo, em El Ferrol, o presidente da câmara recebeu os comandantes de navios das marinhas de guerra inglesa e alemã, que vinham com uniforme adequado à cerimónia, em mangas de camisa, desabotoada, para fora das calças. Uma categoria.
Voltando ás presidenciais, acho sempre interessante algumas pessoas, sobretudo algumas da moda e que se levam ao colo de si próprias, preocupadas com a pouca elevação da campanha e interrogarem-se se, quem for eleito, "souber e puder" retomar a importância da função, tão importante no nosso sistema constitucional.
Para lá de tudo o resto, não deixa de ser interessante, também, que o candidato que gostavam de lá colocar, com tanta causa e tanta vacuidade afinal, mostrou também muito pouca elevação.
Só novidade para os frenéticos a aplaudir na primeira fila e para os que se gabam de almoçar aqui e ali com este e mais aquele.
AC
A campanha, que hoje termina foi confrangedora? A opinião que sim deve ser esmagadora, independentemente dos quadrantes coloridos.
Uma das novidades desta campanha foi a intervenção do Tribunal Constitucional.
Se a opinião, não desbocada, é legítima venha de quem vier, digo que me parece muito estranho que o TC mostre a sua decisão sobre as subvenções a poucos dias antes de 24 de Janeiro. Esteve meses e meses como é costume a ponderar (cansativo que deve ser) e ZÁS, tomem lá agora.
Elevação na campanha é coisa que me parece esteve arredada.
Claro que para muita gentinha elevação é quase como o ""respeitinho"" do antigamente. Não é.
Mas vá lá explicar estas coisas a gentinha do tipo "PODEMOS", em que por exemplo, em El Ferrol, o presidente da câmara recebeu os comandantes de navios das marinhas de guerra inglesa e alemã, que vinham com uniforme adequado à cerimónia, em mangas de camisa, desabotoada, para fora das calças. Uma categoria.
Voltando ás presidenciais, acho sempre interessante algumas pessoas, sobretudo algumas da moda e que se levam ao colo de si próprias, preocupadas com a pouca elevação da campanha e interrogarem-se se, quem for eleito, "souber e puder" retomar a importância da função, tão importante no nosso sistema constitucional.
Para lá de tudo o resto, não deixa de ser interessante, também, que o candidato que gostavam de lá colocar, com tanta causa e tanta vacuidade afinal, mostrou também muito pouca elevação.
Só novidade para os frenéticos a aplaudir na primeira fila e para os que se gabam de almoçar aqui e ali com este e mais aquele.
AC
quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
A propósito dos candidatos a PR e de muitos dos que os apoiam e dos que os apoucam
Lembrei-me deste "cartoon", que não registei onde o encontrei e quem é o autor. É uma falha que tenho em alguns dos meus arquivos. Mas nunca assumo o que não é meu.
Indo ao título, o "cartoon" aplica-se bem ao tempo contemporâneo. Ou acham que não?
AC
Lembrei-me deste "cartoon", que não registei onde o encontrei e quem é o autor. É uma falha que tenho em alguns dos meus arquivos. Mas nunca assumo o que não é meu.
Indo ao título, o "cartoon" aplica-se bem ao tempo contemporâneo. Ou acham que não?
AC
A PROPÓSITO DO ANUNCIADO REGRESSO DO IMPOSTO SUCESSÓRIO
Não sou fiscalista. Não sou político. Não estou/ nunca estive inscrito em qualquer partido. Nunca fiz campanha por ninguém, não me é indiferente a envolvente nacional e a internacional. Sou e sempre fui muito interessado pelo que se passa no meu País.
Sou um cidadão comum, já fora da vida activa laboral. Sou dos muitos que "paga e não bufa".
As circunstâncias da vida, os meus esforços para paulatinamente ir corrigindo as minhas deficiências e atenuando alguns dos meus defeitos, e porventura ainda algum mérito relativo na profissão, ditaram que eu esteja hoje entre alguns daqueles que está com menos dificuldades na vida.
Conheço aquela definição usada por certa gente quando lhe fazem a pergunta - é rico? - e a resposta é essencialmente - não, aquele tem muito mais dinheiro que eu.
Nesta perspectiva, sou mais rico financeiramente que muitos, a começar pela minha idosa mãe, que aufere a brutal pensão que por vezes já ilustrei em posts. No meu caso, recebo pensão da CGA, consegui acabar com as dívidas bancárias do andar onde resido há muitos anos. Tenho portanto um andar a pouco mais de 30 Km de Lisboa, e tenho uma pequena casa numa aldeia na Beira-Baixa. Ah, tenho carro. Sou é riquíssimo no que à família respeita.
Isto vem a propósito do anunciado imposto, da sua re-introdução.
Porque não me alheio, estou a procurar perceber alguns contornos sobre este assunto, numa fase em que praticamente nada se sabe. Foi nomeadamente o que fiz toda esta manhã.
O que se sabe?
1. que o programa do PS/ messias António Costa dizia sobre o assunto uma determinada coisa.
2. que o programa do governo actual diz uma coisa um pouco diferente, que me parece mais vaga.
3. que existem por esse mundo fora, designadamente na Europa, sistemas diversos quanto a esta matéria e, a questão sucessória está incluída num regime fiscal que varia de país para país.
4. que em Portugal o imposto sucessório foi pela primeira vez criado (não com o nome actual) em 1911. Em muitos países ele existe há muito mais tempo do que cá.
5. Que a receita obtida com este imposto enquanto vigorou foi muito relevante nos primeiros anos de vigência, tendo em conta o global da receita fiscal.
6. a percentagem do obtido com o sucessório no quadro total das receitas fiscais foi diminuindo cada vez mais ao longo dos anos, e creio que no último ano da sua existência seria qualquer coisa parecida com 0,4% desse total.
7. Quando se aborda esta questão, deve ter-se em conta todo um conjunto de outros temas como doações, heranças, etc.
8. Na Europa em que vivemos, existe um sistema de ausência de fronteiras, livre circulação de pessoas e bens, e uma luta porventura fratricida entre países para conseguir proporcionar um melhor regime fiscal que os outros todos. É uma realidade que conviria não ser esquecida e sobretudo negligenciada. Porque quer uns quantos queiram ou não, existe por esse mundo fora e cá também, quem se debruce sobre a lei civil, o planeamento sucessório, o planeamento fiscal, a tributação dos rendimentos, e quem veja a coisa até como luta de classes.
8. mexer no sucessório de "per si" será suicidário. Porventura o que haveria a fazer era olhar para todo o regime fiscal, imposto de selo (que não é/ era só sobre papel como alguns julgarão) IVA, IRC, IRS, IMI, etc. Olhar de uma vez por todas ao edifício fiscal todo, e acabar com esta mania portuguesa de quase todos os anos alterar uma série de coisas no domínio da legislação fiscal.
9. o atrás referido é tanto mais importante quanto é certo que um recente regulamento europeu sobre estas matérias saiu muito recentemente e vai baralhar ainda mais as coisas.
10. A ideia da recriação do sucessório seria para equilibrar uma evidente quebra de receita que as recentes acções do pessoal messiânico está/ vai originar? Parece-me uma ideia lunática, sem qualquer sustentação. Mas corre por aí que a razão principal destes novos arautos fiscalistas e moralistas assentaria nisso.
Não sei o que concluir ainda por cima sobre um mundo de incertezas.
Uma certeza tenho, estou em Portugal, governado por uma cambada que muitas vezes despreza os conselhos técnicos. E ostenta muitas vezes um olímpico desconhecimento das matérias e nunca pondera as possíveis consequências dos dislates que designam por acção política.
Uma outra certeza tenho: vivendo no quadro Europeu, com mais esse regulamento que aí está, presumo que será possível senão mesmo fácil, que os escritórios ajudem com facilidade a quem pode e tem, a colocar onde melhor lhe convier os seus bens. E a pagar impostos onde mais favorável for. E presumo que a escolha de muitos estrangeiros reformados, e não só, para virem viver para Portugal, poderá vir a estagnar consoante a política que por aí se anuncia.
Ah, e claro que tenho outra certeza ainda: Como acabei de pagar o andar, tenho carro e uma pequena casa numa aldeia, vou para o lote dos ricos.
AC
Não sou fiscalista. Não sou político. Não estou/ nunca estive inscrito em qualquer partido. Nunca fiz campanha por ninguém, não me é indiferente a envolvente nacional e a internacional. Sou e sempre fui muito interessado pelo que se passa no meu País.
Sou um cidadão comum, já fora da vida activa laboral. Sou dos muitos que "paga e não bufa".
As circunstâncias da vida, os meus esforços para paulatinamente ir corrigindo as minhas deficiências e atenuando alguns dos meus defeitos, e porventura ainda algum mérito relativo na profissão, ditaram que eu esteja hoje entre alguns daqueles que está com menos dificuldades na vida.
Conheço aquela definição usada por certa gente quando lhe fazem a pergunta - é rico? - e a resposta é essencialmente - não, aquele tem muito mais dinheiro que eu.
Nesta perspectiva, sou mais rico financeiramente que muitos, a começar pela minha idosa mãe, que aufere a brutal pensão que por vezes já ilustrei em posts. No meu caso, recebo pensão da CGA, consegui acabar com as dívidas bancárias do andar onde resido há muitos anos. Tenho portanto um andar a pouco mais de 30 Km de Lisboa, e tenho uma pequena casa numa aldeia na Beira-Baixa. Ah, tenho carro. Sou é riquíssimo no que à família respeita.
Isto vem a propósito do anunciado imposto, da sua re-introdução.
Porque não me alheio, estou a procurar perceber alguns contornos sobre este assunto, numa fase em que praticamente nada se sabe. Foi nomeadamente o que fiz toda esta manhã.
O que se sabe?
1. que o programa do PS/ messias António Costa dizia sobre o assunto uma determinada coisa.
2. que o programa do governo actual diz uma coisa um pouco diferente, que me parece mais vaga.
3. que existem por esse mundo fora, designadamente na Europa, sistemas diversos quanto a esta matéria e, a questão sucessória está incluída num regime fiscal que varia de país para país.
4. que em Portugal o imposto sucessório foi pela primeira vez criado (não com o nome actual) em 1911. Em muitos países ele existe há muito mais tempo do que cá.
5. Que a receita obtida com este imposto enquanto vigorou foi muito relevante nos primeiros anos de vigência, tendo em conta o global da receita fiscal.
6. a percentagem do obtido com o sucessório no quadro total das receitas fiscais foi diminuindo cada vez mais ao longo dos anos, e creio que no último ano da sua existência seria qualquer coisa parecida com 0,4% desse total.
7. Quando se aborda esta questão, deve ter-se em conta todo um conjunto de outros temas como doações, heranças, etc.
8. Na Europa em que vivemos, existe um sistema de ausência de fronteiras, livre circulação de pessoas e bens, e uma luta porventura fratricida entre países para conseguir proporcionar um melhor regime fiscal que os outros todos. É uma realidade que conviria não ser esquecida e sobretudo negligenciada. Porque quer uns quantos queiram ou não, existe por esse mundo fora e cá também, quem se debruce sobre a lei civil, o planeamento sucessório, o planeamento fiscal, a tributação dos rendimentos, e quem veja a coisa até como luta de classes.
8. mexer no sucessório de "per si" será suicidário. Porventura o que haveria a fazer era olhar para todo o regime fiscal, imposto de selo (que não é/ era só sobre papel como alguns julgarão) IVA, IRC, IRS, IMI, etc. Olhar de uma vez por todas ao edifício fiscal todo, e acabar com esta mania portuguesa de quase todos os anos alterar uma série de coisas no domínio da legislação fiscal.
9. o atrás referido é tanto mais importante quanto é certo que um recente regulamento europeu sobre estas matérias saiu muito recentemente e vai baralhar ainda mais as coisas.
10. A ideia da recriação do sucessório seria para equilibrar uma evidente quebra de receita que as recentes acções do pessoal messiânico está/ vai originar? Parece-me uma ideia lunática, sem qualquer sustentação. Mas corre por aí que a razão principal destes novos arautos fiscalistas e moralistas assentaria nisso.
Não sei o que concluir ainda por cima sobre um mundo de incertezas.
Uma certeza tenho, estou em Portugal, governado por uma cambada que muitas vezes despreza os conselhos técnicos. E ostenta muitas vezes um olímpico desconhecimento das matérias e nunca pondera as possíveis consequências dos dislates que designam por acção política.
Uma outra certeza tenho: vivendo no quadro Europeu, com mais esse regulamento que aí está, presumo que será possível senão mesmo fácil, que os escritórios ajudem com facilidade a quem pode e tem, a colocar onde melhor lhe convier os seus bens. E a pagar impostos onde mais favorável for. E presumo que a escolha de muitos estrangeiros reformados, e não só, para virem viver para Portugal, poderá vir a estagnar consoante a política que por aí se anuncia.
Ah, e claro que tenho outra certeza ainda: Como acabei de pagar o andar, tenho carro e uma pequena casa numa aldeia, vou para o lote dos ricos.
AC
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terça-feira, 19 de janeiro de 2016
A MENTIRA
Apropriado ao dia de hoje, como a qualquer outro. Mas hoje, vem mesmo a propósito.
A mentira. E a maioria vive satisfeita com a mentira, com as sucessivas mentiras.
A Mentira:Dicionário de Língua Portuguesa, 7ª edição, Porto Editora - afirmação contrária à verdade, com a intenção de enganar. Engano propositado.
AC
Apropriado ao dia de hoje, como a qualquer outro. Mas hoje, vem mesmo a propósito.
A mentira. E a maioria vive satisfeita com a mentira, com as sucessivas mentiras.
A Mentira:Dicionário de Língua Portuguesa, 7ª edição, Porto Editora - afirmação contrária à verdade, com a intenção de enganar. Engano propositado.
AC
Para os amigos tudo, para os inimigos NADA, aos outros aplique-se a lei
Esta é uma das explicações para o estado a que isto chegou.
Percebe-se cada vez melhor o resultado das acções e inacções do aparente dono da frase supra e dos seus fiéis acólitos. A árvore de Macau, o trajecto dos inúmeros senhores que por lá andaram, alguns (poucos) militares incluídos, e que nas últimas 2 décadas se têm servido e têm servido, explica muita coisa, no plano da promiscuidade dos negócios, no plano da justiça caseira.
Em pé de igualdade genérica, com as suas acções e inações, a eucaliptal criatura e os seus acólitos explicam o resto. Estão bem um para o outro.
Portugal viveu à conta destes senhores e veja-se o resultado.
Compuseram o ramalhete, para ficar ainda pior, as radicalidades das esquerdas patéticas sempre no século IXXX, e mais as franjas direitistas esparvoadas, por muito estilo que tivessem os seus artistas ex-jornalistas e políticos afamados (??!!).
É ver o Portugal contemporâneo.
Como se endireita isto?
Só há uma solução, e que é a questão da justiça.
Porque é ela que marca a desigualdade maior que se continua a viver.
Se eu ouvisse algum candidato a presidente dizer, por exemplo, que a ética deve comandar a política, esta comandar o direito, e este comandar a economia, ficava mais esperançado.
Mas o que se escuta são as causas, a vacuidade, defendidas agora por exemplo pelos gordos anafados que antes andaram caladinhos quanto à génese do estado a que isto chegou.
Pudera, o passado fez deles os amiguinhos!!
AC
Esta é uma das explicações para o estado a que isto chegou.
Percebe-se cada vez melhor o resultado das acções e inacções do aparente dono da frase supra e dos seus fiéis acólitos. A árvore de Macau, o trajecto dos inúmeros senhores que por lá andaram, alguns (poucos) militares incluídos, e que nas últimas 2 décadas se têm servido e têm servido, explica muita coisa, no plano da promiscuidade dos negócios, no plano da justiça caseira.
Em pé de igualdade genérica, com as suas acções e inações, a eucaliptal criatura e os seus acólitos explicam o resto. Estão bem um para o outro.
Portugal viveu à conta destes senhores e veja-se o resultado.
Compuseram o ramalhete, para ficar ainda pior, as radicalidades das esquerdas patéticas sempre no século IXXX, e mais as franjas direitistas esparvoadas, por muito estilo que tivessem os seus artistas ex-jornalistas e políticos afamados (??!!).
É ver o Portugal contemporâneo.
Como se endireita isto?
Só há uma solução, e que é a questão da justiça.
Porque é ela que marca a desigualdade maior que se continua a viver.
Se eu ouvisse algum candidato a presidente dizer, por exemplo, que a ética deve comandar a política, esta comandar o direito, e este comandar a economia, ficava mais esperançado.
Mas o que se escuta são as causas, a vacuidade, defendidas agora por exemplo pelos gordos anafados que antes andaram caladinhos quanto à génese do estado a que isto chegou.
Pudera, o passado fez deles os amiguinhos!!
AC
A POUCA VERGONHA VAI AUMENTAR?
Que pelo menos vão tentar, e desesperadamente, vão. Ora veja-se:
"""O CPP representou um retrocesso em relação aos direitos fundamentais face ao Código de 1929. Foi feito na ditadura, mas tinha prazos muitos curtos que devem ser reintroduzidos. É fundamental que as pessoas percebam que a tutela do direito à liberdade tem um valor superior face a qualquer inquietude da investigação. Não é possível que seja feita uma interpretação constitucional que permite que as pessoas estejam presas sem terem sido acusadas""".
Ora comparar os tempos de 1929 com as possibilidades da tecnologia e da teia mundial que hoje permite as vigarices e a lavagem dos dinheiros e, portanto, muito dificulta as investigações, só evidencia o objectivo em vista.
O argumento da liberdade é de facto esmagador, irrecusável, mas, pergunto eu, como alteram as coisas de forma a que um cidadão comum não se sinta sempre em pé de desigualdade com os Sócrates, com os robalos, com a gentinha toda de coloração diversa?
não é engraçado que um tempo atrás Jorge Sampaio defendia que a malandragem é que tinha de provar os proventos estranhos mas, depois, naturalmente, voltou atrás?
Que bom, eles praticam a pouca vergonha, nós ficaremos com as inquietudes, eles ganham depressa a liberdade. Deve ser a tal sociedade solidária, o tal campo de cidadania que Jorge Sampaio reclama.
Oh cegonha, por favor, vem buscar-me depressa!!!
AC
Que pelo menos vão tentar, e desesperadamente, vão. Ora veja-se:
"""O CPP representou um retrocesso em relação aos direitos fundamentais face ao Código de 1929. Foi feito na ditadura, mas tinha prazos muitos curtos que devem ser reintroduzidos. É fundamental que as pessoas percebam que a tutela do direito à liberdade tem um valor superior face a qualquer inquietude da investigação. Não é possível que seja feita uma interpretação constitucional que permite que as pessoas estejam presas sem terem sido acusadas""".
Ora comparar os tempos de 1929 com as possibilidades da tecnologia e da teia mundial que hoje permite as vigarices e a lavagem dos dinheiros e, portanto, muito dificulta as investigações, só evidencia o objectivo em vista.
O argumento da liberdade é de facto esmagador, irrecusável, mas, pergunto eu, como alteram as coisas de forma a que um cidadão comum não se sinta sempre em pé de desigualdade com os Sócrates, com os robalos, com a gentinha toda de coloração diversa?
não é engraçado que um tempo atrás Jorge Sampaio defendia que a malandragem é que tinha de provar os proventos estranhos mas, depois, naturalmente, voltou atrás?
Que bom, eles praticam a pouca vergonha, nós ficaremos com as inquietudes, eles ganham depressa a liberdade. Deve ser a tal sociedade solidária, o tal campo de cidadania que Jorge Sampaio reclama.
Oh cegonha, por favor, vem buscar-me depressa!!!
AC
Anda tudo na LUA ou sou eu que estou a ver mal as coisas?
É a gentinha do anterior/ anterior/ anterior/ anterior/ anterior/ anterior/ governo, a gentinha do actual, a gentinha das maiorias ou minorias parlamentar/ parlamentar/ parlamentar/ parlamentar/, os juízes do Tribunal Constitucional, os banqueiros, o Banco de Portugal, a CMVM, a CGTP, as elites/ elites/ elites/ elites/ gestoras/ gestoras, as ordens várias corporativas, os escritórios, as lojas, os jornalistas, juízes, advogados, magistrados, MP, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc.
NÃO. Sou eu que, RECONHEÇO, estou tantan, não estou a ver bem as coisas, este campo de cidadania, esta sociedade solidária, estes partidos sempre com o interesse nacional na ponta da língua, estes candidatos a tudo, esta regionalização encapotada que estão a preparar, as obras faraónicas, etc!
Portugal estava muito bem, desde há muitos anos, desde antes e depois de 25 de Abril, e vai continuar muito bem, aliás, muito melhor, vai ficar cada vez melhor.
Eu estou é tantan??!!!! Deve passar-me.
AC
PS: as cegonhas, se chegarem a aperceber-se que se enganaram, voltam aqui a buscar-me????
É a gentinha do anterior/ anterior/ anterior/ anterior/ anterior/ anterior/ governo, a gentinha do actual, a gentinha das maiorias ou minorias parlamentar/ parlamentar/ parlamentar/ parlamentar/, os juízes do Tribunal Constitucional, os banqueiros, o Banco de Portugal, a CMVM, a CGTP, as elites/ elites/ elites/ elites/ gestoras/ gestoras, as ordens várias corporativas, os escritórios, as lojas, os jornalistas, juízes, advogados, magistrados, MP, etc, etc, etc, etc, etc, etc, etc.
NÃO. Sou eu que, RECONHEÇO, estou tantan, não estou a ver bem as coisas, este campo de cidadania, esta sociedade solidária, estes partidos sempre com o interesse nacional na ponta da língua, estes candidatos a tudo, esta regionalização encapotada que estão a preparar, as obras faraónicas, etc!
Portugal estava muito bem, desde há muitos anos, desde antes e depois de 25 de Abril, e vai continuar muito bem, aliás, muito melhor, vai ficar cada vez melhor.
Eu estou é tantan??!!!! Deve passar-me.
AC
PS: as cegonhas, se chegarem a aperceber-se que se enganaram, voltam aqui a buscar-me????
segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
TÍTULO:
PORTUGAL, o País da igualdade, e das palavras bonitas dos candidatos presidenciais.
SUB-TÍTULO:
Viva o Tribunal Constitucional!!!
O TC declarou inconstitucional uma norma relativa à questão das subvenções a políticos/ ex-titulares de cargos políticos.
Pelo que percebo, mas não quero perder muito tempo com ESTE NOJO, repito, NOJO, porque existem pessoas idosas com 362,90 euros de pensão, a coisa remonta a 2005. Haveria uma norma transitória, continuariam a pagar mas tenderia a desaparecer a subvenção.
Claro que os energúmenos do governo anterior trataram de acabar com a subvenção. Bandidos.
Além disso, anteriormente, parece que dois dos mais conhecidos e inefáveis deputados (1 do PSD 1 do PS) terão proposto acabar com a coisa, mas mais tarde terão retirado o seu "papel" por uma questão de ""bom senso""
Que finórios!!!!
Para os senhores deputados, sempre os famosos princípios da igualdade, da proporcionalidade, e sobretudo da proteção da confiança. E nada de lesar expectativas. Cambada!!!
Parece que o TC não se indignará muito com a coisa e deve acautelar-se que não surjam situações de carência económica a ex-titulares de cargos políticos.
Olhando o lamentável panorama nacional, que conclusão deve um cidadão comum concluir quanto à igualmente, quanto à sociedade solidária, quanto à cidadania tão apregoada pelos donos da ética republicana?
Não posso reproduzir aqui o aplicável à minha pergunta. Apenas, QUE POUCA VERGONHA!!!
AC
Ainda as presidenciais 2016
""Soldado raso? Soldados rasos somos todos nós, isso é que é a República""!” Vive-se de facto um ""tempo extraordinário"". NOVO ?!?!?!?!?!?!
Dizem-me que é essencial que não confundamos actividade política com actividade partidária, e eu concordo. Actividade cívica. Há os que se inscrevem em partidos, e há os que laboriosamente, não preenchendo a ficha, se foram colocando nas segundas filas desde há vários anos atrás. Fora o resto, junto de partidos, junto dos políticos decisivos. (foto minha, 2012)
Temos, os candidatos e os seus apoiantes de plástico, os de porcelana das Caldas, os de porcelana, Limoges, os de barro, os que tendo ricas vidinhas por trás, as escamoteiam e jogam matraquilhos, ou compram remédios ou comem cristas de galo. Temos os folclóricos com dinheiro para gastar, pois a percentagem que terão dia 24 não lhes deve garantir ajuda estatal. Há os que hoje dizem A, amanhã B, se não for ainda no próprio dia. “Precisamos de gente confiável e séria na política.” POIS!
""Soldado raso? Soldados rasos somos todos nós, isso é que é a República""!” Vive-se de facto um ""tempo extraordinário"". NOVO ?!?!?!?!?!?!
Dizem-me que é essencial que não confundamos actividade política com actividade partidária, e eu concordo. Actividade cívica. Há os que se inscrevem em partidos, e há os que laboriosamente, não preenchendo a ficha, se foram colocando nas segundas filas desde há vários anos atrás. Fora o resto, junto de partidos, junto dos políticos decisivos. (foto minha, 2012)
Os tais não políticos que contam com todos os ministros do actual governo. ""São todos bem vindos""!!!!!
Temos, os candidatos e os seus apoiantes de plástico, os de porcelana das Caldas, os de porcelana, Limoges, os de barro, os que tendo ricas vidinhas por trás, as escamoteiam e jogam matraquilhos, ou compram remédios ou comem cristas de galo. Temos os folclóricos com dinheiro para gastar, pois a percentagem que terão dia 24 não lhes deve garantir ajuda estatal. Há os que hoje dizem A, amanhã B, se não for ainda no próprio dia. “Precisamos de gente confiável e séria na política.” POIS!
Também acho, mas o que vejo é maviosos como o actual ministro da saúde, que tão depressa parecem pessoas sensatas e equilibradas como, de repente, saltam para o estilo caceteiro. Deve ser influência de Lacão e Jorge Coelho.
Há também os que apelam à capacidade de trazer para a política o “campo da cidadania” (que palavras tão bonitas). Aproximação ás pessoas. Tudo muito bonito, na teoria, mas no recato do escritório, junto dos seus e para com os seus, .........será que procedem assim?
Acho piada certos senhores falarem dos interesses clientelares instalados”. Não é tão lindo, botar isto da boca para fora? Depois....... na vidinha do dia a dia, ............como será.......??!!!!. - Ah,....meu caro senhor, isso é do domínio da vida privada.
Porque será que quando ouço esta gentinha toda, TODOS, mas então os super moralistas, de todas as cores, me lembro sempre da canção do Phil Collins - "faz o que eu digo, não faças o que eu faço"??
Quanto a apoiantes, cada um escolhe os que gosta, ou que já não consegue afastar.
Todos os votos são iguais, isso é para mim inquestionável. Regra básica da democracia.
Mas é irrecusável, também, registar a presença de certas pessoas, pois o seu triste passado CONTA. Eu não me esqueço.
"Dignidade da pessoa humana” e uma “sociedade livre, justa e solidária”. É exactamente isso, tem razão. Porém........
“Nunca ouvimos a esse candidato críticas quanto às políticas claramente contra a nossa constituição do anterior Governo".
Tem toda a razão Sampaio da Nóvoa, creio. Marcelo e muitos outros andaram um bocado reservados. Mas, e Sampaio da Nóvoa desde 2009, onde e quando se indignou com o estado disto tudo? Ah,....aula magna!!!! E o discurso do 10 de Junho. Ou talvez quando andou na Suiça. Sou mesmo muito distraído.
Interessante, também, ver como ex-assessores do ex-PR Sampaio e Sócrates estão aí em força.
Há mais vida para lá do défice.
Pois há e, lamentavelmente, o anterior governo fez muita borrada.
Há também os que apelam à capacidade de trazer para a política o “campo da cidadania” (que palavras tão bonitas). Aproximação ás pessoas. Tudo muito bonito, na teoria, mas no recato do escritório, junto dos seus e para com os seus, .........será que procedem assim?
Acho piada certos senhores falarem dos interesses clientelares instalados”. Não é tão lindo, botar isto da boca para fora? Depois....... na vidinha do dia a dia, ............como será.......??!!!!. - Ah,....meu caro senhor, isso é do domínio da vida privada.
Porque será que quando ouço esta gentinha toda, TODOS, mas então os super moralistas, de todas as cores, me lembro sempre da canção do Phil Collins - "faz o que eu digo, não faças o que eu faço"??
Quanto a apoiantes, cada um escolhe os que gosta, ou que já não consegue afastar.
Todos os votos são iguais, isso é para mim inquestionável. Regra básica da democracia.
Mas é irrecusável, também, registar a presença de certas pessoas, pois o seu triste passado CONTA. Eu não me esqueço.
"Dignidade da pessoa humana” e uma “sociedade livre, justa e solidária”. É exactamente isso, tem razão. Porém........
“Nunca ouvimos a esse candidato críticas quanto às políticas claramente contra a nossa constituição do anterior Governo".
Tem toda a razão Sampaio da Nóvoa, creio. Marcelo e muitos outros andaram um bocado reservados. Mas, e Sampaio da Nóvoa desde 2009, onde e quando se indignou com o estado disto tudo? Ah,....aula magna!!!! E o discurso do 10 de Junho. Ou talvez quando andou na Suiça. Sou mesmo muito distraído.
Interessante, também, ver como ex-assessores do ex-PR Sampaio e Sócrates estão aí em força.
Há mais vida para lá do défice.
Pois há e, lamentavelmente, o anterior governo fez muita borrada.
Mas, o que é para mim desgraçado, é que quer os anteriores governos quer o actual, o melhor que fizeram/ fazem nestas décadas passadas foi/ é destruir e sentar gentinha à mesa do orçamento.
Entretanto, para mudar a agulha, embora ande tudo ligado lá no fundo, olhe-se por exemplo para a categoria, origens, percursos, de alguns dos recém nomeados para o conselho superior da magistratura (creio que se designa assim).
Como é interessante observar esta colocação de PEDRAS. Certamente só para ajudar a melhorar a administração da justiça.
AC
Como é interessante observar esta colocação de PEDRAS. Certamente só para ajudar a melhorar a administração da justiça.
AC
domingo, 17 de janeiro de 2016
AINDA as PRESIDENCIAIS 2016.
Entre as várias curiosidades, a acontecerem nas ""cenas"" de todos os candidatos, Sampaio da Nóvoa recusou-se, aparentemente, a comentar os ataques de Manuel Alegre e Vera Jardim.
Pudera, é óbvio para toda a gente que não seja tola, que a máquina PS está toda com ele apesar do novo messias ter anunciado que o PS não apoiava nenhum candidato. Só um cego não vê os ministros do actual governo que fazem campanha por Nóvoa.
Só um cego é que não vê os apoios que estão por trás dos candidatos, TODOS.
Mas Nóvoa, o tal do tempo NOVO, segue com as práticas velhas. Elucidativo.
Mas também eloquente a guerra entre escritórios, aventais, arrufos antigos, famílias.
Eloquente ver os tubarões por trás de Maria de Belém e os tubarões por trás de Nóvoa, juristas do mesmo escritório divididos pelas duas candidaturas, elementos da mesma família também. Eloquente.
AC
Entre as várias curiosidades, a acontecerem nas ""cenas"" de todos os candidatos, Sampaio da Nóvoa recusou-se, aparentemente, a comentar os ataques de Manuel Alegre e Vera Jardim.
Pudera, é óbvio para toda a gente que não seja tola, que a máquina PS está toda com ele apesar do novo messias ter anunciado que o PS não apoiava nenhum candidato. Só um cego não vê os ministros do actual governo que fazem campanha por Nóvoa.
Só um cego é que não vê os apoios que estão por trás dos candidatos, TODOS.
Mas Nóvoa, o tal do tempo NOVO, segue com as práticas velhas. Elucidativo.
Mas também eloquente a guerra entre escritórios, aventais, arrufos antigos, famílias.
Eloquente ver os tubarões por trás de Maria de Belém e os tubarões por trás de Nóvoa, juristas do mesmo escritório divididos pelas duas candidaturas, elementos da mesma família também. Eloquente.
AC
Ainda a propósito das presidenciais 2016
No meu "zapping" matinal pelos ""online"" vejo sempre curiosidades engraçadas. Algumas já as conhecia.
É o caso do que o DN tem sobre certos apoiantes de Sampaio da Nóvoa. Como antes já referi, cada um escolhe as companhias que entende. Na vida, por vezes, para certas figuras, e muitas vezes para certos figurões, deseja-se ardentemente compor o ramalhete com flores exóticas e, em outras alturas com o percurso traçado é complicado afastar certas companhias. Como de costume muitos se reclamam dos valores de Abril. Para mim, um deles, é a coerência e a dignidade, de procedimentos, de princípios, de conduta ao longo da vida.
Como em tudo na vida, a conduta tem algumas vezes alguns ziguezagues. Na estrada acontece por vezes o mesmo, mas desde que não se bata nos outros ou nos separadores não existe mal especial.
A questão está em depois afirmar que não se derrapou, quando todos os outros reparam nos riscos e amolgadelas no carro.
A curiosidade que hoje relembro citada pelo DN respeita a três ex-chefes militares.
Segundo o DN, Melo Gomes, Luís Araújo e Pinto Ramalho apresentam no seu currículo factos e afirmações elucidativas. Pessoalmente já as ouvira, e nunca me espantaram.
O engraçado é o DN não mencionar outros episódios curiosos, também andando por aí. Sobretudo não se atrever a uma pequena provocação respeitante à possibilidade de marcação cerrada por parte do ex-chefe do Exército designadamente a Melo Gomes.
Curiosidades.
Assim vai Sampaio da Nóvoa satisfeito com certas colagens. O tal que se ufana da CRP, aparentemente, como refere o DN, não se incomoda de ter por companhia quem na sua vida e ainda quanto ao DN sempre tiveram curiosas leituras sobre as leis e designadamente a lei mãe do País. !!!!!
AC
do DN:
Vasco Lourenço, coordenador do Movimento dos Capitães, disse ao DN que "a esmagadora maioria dos militares de Abril apoia" o ex-reitor: "Vemos em Sampaio da Nóvoa alguém com capacidade para recuperar os valores de Abril", desde logo "mais liberdade e mais justiça social", adiantou. A confiança é tal que as viúvas de alguns dos principais militares de Abril - Salgueiro Maia, Vítor Alves, Vítor Crespo e Marques Júnior - "também apoiam Sampaio da Nóvoa".
Quanto à Associação 25 de Abril, a que preside, "quer ser independente político-partidariamente e entendeu" não tomar posição sobre qualquer candidatura às presidenciais. Note-se que dois destacados capitães de Abril, general Garcia dos Santos e coronel Mário Tomé, apoiam outros candidatos - em rigor, candidatas: o primeiro está com Maria de Belém Roseira e o segundo com Marisa Matias. .............. Sampaio da Nóvoa aproveitou para reforçar um elemento central da sua candidatura - "defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa", na qual os cidadãos são todos iguais. Com a "certeza de que, na nossa República, qualquer soldado raso pode chegar a general", o candidato já tinha prometido: "Serei o presidente da Constituição. É um compromisso, definitivo, que assumo perante os portugueses". Mais: "É este o presidente que eu serei, o guardião e o promotor dos valores da nossa Constituição." Curiosamente, três oficiais generais que o apoiam e foram chefes militares neste século têm um registo histórico de desconhecimento da Constituição e da lei: o almirante Melo Gomes (Marinha) e os generais Pinto Ramalho (Exército) e Luís Araújo (Força Aérea). "Li uma vez a Constituição e foi de través", disse o mais graduado na comissão parlamentar de Defesa. Luís Araújo, ex-chefe do Estado-Maior-General (2011-2014), rejeita a autoridade das forças de segurança sobre as FA em território nacional fora do estado de sítio - imposta pela Constituição. Também pediu a passagem à reforma sem a Força Aérea o declarar previamente - como diz o Estatuto dos Militares (EMFAR). Reformado, ficou mais de um mês em funções, apesar de isso ser expressamente vedado pelo mesmo diploma.Pinto Ramalho (2006-2011) disse que o ramo "nunca aplicou a lei" (da proteção social dos trabalhadores em funções públicas). Depois pediu a passagem à reforma e a seguir o regresso à reserva, quando o estatuto de reformado já tinha sido publicado em Diário da República - e o EMFAR não permite. O Exército usou uma figura jurídica inexistente - pré-reforma - para justificar a aceitação desse pedido.Melo Gomes (2005-2010) tem dito que os militares exercem autoridade em território nacional (neste caso no mar) porque isso não foi declarado inconstitucional. No Parlamento, assumiu que "a lei não interessa aqui. Vários presidentes da República e governos conviveram com ela nestes anos e não suscitaram dúvidas".
No meu "zapping" matinal pelos ""online"" vejo sempre curiosidades engraçadas. Algumas já as conhecia.
É o caso do que o DN tem sobre certos apoiantes de Sampaio da Nóvoa. Como antes já referi, cada um escolhe as companhias que entende. Na vida, por vezes, para certas figuras, e muitas vezes para certos figurões, deseja-se ardentemente compor o ramalhete com flores exóticas e, em outras alturas com o percurso traçado é complicado afastar certas companhias. Como de costume muitos se reclamam dos valores de Abril. Para mim, um deles, é a coerência e a dignidade, de procedimentos, de princípios, de conduta ao longo da vida.
Como em tudo na vida, a conduta tem algumas vezes alguns ziguezagues. Na estrada acontece por vezes o mesmo, mas desde que não se bata nos outros ou nos separadores não existe mal especial.
A questão está em depois afirmar que não se derrapou, quando todos os outros reparam nos riscos e amolgadelas no carro.
A curiosidade que hoje relembro citada pelo DN respeita a três ex-chefes militares.
Segundo o DN, Melo Gomes, Luís Araújo e Pinto Ramalho apresentam no seu currículo factos e afirmações elucidativas. Pessoalmente já as ouvira, e nunca me espantaram.
O engraçado é o DN não mencionar outros episódios curiosos, também andando por aí. Sobretudo não se atrever a uma pequena provocação respeitante à possibilidade de marcação cerrada por parte do ex-chefe do Exército designadamente a Melo Gomes.
Curiosidades.
Assim vai Sampaio da Nóvoa satisfeito com certas colagens. O tal que se ufana da CRP, aparentemente, como refere o DN, não se incomoda de ter por companhia quem na sua vida e ainda quanto ao DN sempre tiveram curiosas leituras sobre as leis e designadamente a lei mãe do País. !!!!!
AC
do DN:
Vasco Lourenço, coordenador do Movimento dos Capitães, disse ao DN que "a esmagadora maioria dos militares de Abril apoia" o ex-reitor: "Vemos em Sampaio da Nóvoa alguém com capacidade para recuperar os valores de Abril", desde logo "mais liberdade e mais justiça social", adiantou. A confiança é tal que as viúvas de alguns dos principais militares de Abril - Salgueiro Maia, Vítor Alves, Vítor Crespo e Marques Júnior - "também apoiam Sampaio da Nóvoa".
Quanto à Associação 25 de Abril, a que preside, "quer ser independente político-partidariamente e entendeu" não tomar posição sobre qualquer candidatura às presidenciais. Note-se que dois destacados capitães de Abril, general Garcia dos Santos e coronel Mário Tomé, apoiam outros candidatos - em rigor, candidatas: o primeiro está com Maria de Belém Roseira e o segundo com Marisa Matias. .............. Sampaio da Nóvoa aproveitou para reforçar um elemento central da sua candidatura - "defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa", na qual os cidadãos são todos iguais. Com a "certeza de que, na nossa República, qualquer soldado raso pode chegar a general", o candidato já tinha prometido: "Serei o presidente da Constituição. É um compromisso, definitivo, que assumo perante os portugueses". Mais: "É este o presidente que eu serei, o guardião e o promotor dos valores da nossa Constituição." Curiosamente, três oficiais generais que o apoiam e foram chefes militares neste século têm um registo histórico de desconhecimento da Constituição e da lei: o almirante Melo Gomes (Marinha) e os generais Pinto Ramalho (Exército) e Luís Araújo (Força Aérea). "Li uma vez a Constituição e foi de través", disse o mais graduado na comissão parlamentar de Defesa. Luís Araújo, ex-chefe do Estado-Maior-General (2011-2014), rejeita a autoridade das forças de segurança sobre as FA em território nacional fora do estado de sítio - imposta pela Constituição. Também pediu a passagem à reforma sem a Força Aérea o declarar previamente - como diz o Estatuto dos Militares (EMFAR). Reformado, ficou mais de um mês em funções, apesar de isso ser expressamente vedado pelo mesmo diploma.Pinto Ramalho (2006-2011) disse que o ramo "nunca aplicou a lei" (da proteção social dos trabalhadores em funções públicas). Depois pediu a passagem à reforma e a seguir o regresso à reserva, quando o estatuto de reformado já tinha sido publicado em Diário da República - e o EMFAR não permite. O Exército usou uma figura jurídica inexistente - pré-reforma - para justificar a aceitação desse pedido.Melo Gomes (2005-2010) tem dito que os militares exercem autoridade em território nacional (neste caso no mar) porque isso não foi declarado inconstitucional. No Parlamento, assumiu que "a lei não interessa aqui. Vários presidentes da República e governos conviveram com ela nestes anos e não suscitaram dúvidas".
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