quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

JANELAS
Há janelas e janelas. Há janelas de oportunidade.
Em Portugal é comum perderem-se as oportunidades. Algumas das notícias dos últimos dias, aliás factos concretos, decisões tomadas, idas embora, comprovam isso mesmo, a pouca vergonha do costume. Greves e mais greves. Não são todas, certamente, destituídas de algum fundamento. Mas a realidade é que, sem olhar a culpas de um lado e outro, vão acabando os negócios.
Janelas de oportunidade, cada vez mais escassas. Ficarão com a sua, mas cada vez mais sem empregos.
Olhe-se ao que aconteceu aos estaleiros navais que Portugal teve.
Claro que PCP e companhia ilimitada nunca teve responsabilidade nenhuma nisto.
Como nunca tiveram responsabilidade na coisa, os sucessivos governos, os sucessivos gestores, as pandilhas todas.
Janelas de oportunidade para que te quero.
Fiquemos com as janelas fotografadas.
AC


Na aldeia, a propósito do Natal



AC

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

As cidades e vilas que são capitais disto e daquilo.

Não discuto, nem me insurjo, perante uma realidade dos últimos anos, a designação da CIDADE ou VILA  X, como a capital de Y.

Mas existem muitos casos que me parecem exemplares, no que se refere à justeza do título. No que se refere a Penamacor, é afirmado que tem o maior e mais impressionante madeiro do País. Conheço muito do nosso País, mas escapa-me ainda muita coisa. Mas estou certo que se não é o maior de Portugal, este madeiro é seguramente um dos maiores. Provavelmente é o maior. Tem fama disso. Convenhamos, é impressionante. Ao que consta, começará a arder a 23 de Dezembro.
AC






Fragmentos do quotidiano


AC

ÉPOCA NATALÍCIA
Muito boa noite.
Cumpre desejar a todos os meus "visitantes" um Santo e Feliz Natal. Na companhia das respectivas famílias, e sobretudo com saúde.
Votos para que 2016 seja um ano melhor.
António Cabral (AC)

A pouca vergonha continua.
"É triste chegar aos 56 anos sem nada".
Bem, mais uma mentira. Tem pelo menos acesso privilegiado ás TV.
A pouca vergonha continua.
Ele e outros como ele, acham que somos todos carneiros, tolinhos, atrasados mentais.
E eu cada vez mais preocupado por ver passar o tempo sem surgir "papel" concreto, com a acusação, forte, detalhada, comprovada, contra esta criatura.
AC
Portugal, SIRP, as basófias, a pouca vergonha.
Cada povo tem a segurança que merece, pois esta é função da consciência que ele tem daquilo que o ameaça - ainda que não imediata e declaradamente - e da consequente vontade colectiva de lhe fazer frente.
Não existem hábitos e práticas sociais de segurança (exemplos simples: portas dos prédios abertas apesar dos letreiros, janelas das traseiras abertas). Nada que inverta isto tem que ver com mentalidade policial.
Isto contrasta com o que faz o Zé povinho, que se informa, ele próprio, onde os artigos que necessita são mais baratos. Faz o mesmo com bancos, supermercados, restaurantes, oficinas, etc, tenta assim obter informações que lhe permitam depois optar. TÃO SIMPLES. 
É a base do que é necessário, a quem tem temporariamente o poder e a responsabilidade para decidir.
O perigoso, parece-me, é que quando os serviços de informações sentem a sua eventual inutilidade e/ ou a sua pouca ou nula importância para a decisão política, podem ter a tendência a procurar mostrar serviço, respondendo a eventuais solicitações em áreas que não lhes dizem respeito.
Se esta matéria, esta área, não se endireitar, se não levar um rumo adequado, um dia será como se dizia décadas atrás: não há-de cair porque não é edifício, mas há-de sair com benzina porque é uma nódoa. 
Neste caso, a nódoa, é o conjunto poder político + SIRP (Sistema de Informações da República Portuguesa).
Vem isto a propósito de eu ter encontrado (nos meus zappings retroactivos), por um lado que o secretário-geral do SIRP (que está lá há muito pouco tempo!!!!!!), Júlio Pereira, ter defendido recentemente no parlamento que Portugal está preparado para eventuais ataques terroristas, e por outro lado, ter visto uma notícia de que existem agentes insuficientes. 
Já nem vou olhar ás declarações recentes de um senhor que está em julgamento, aparentemente sobre as ditas "secretas", mas que me parece, é muito mais que sobre secretas. Sobre esta podridão irresponsável.
Mas cada povo tem o que merece.
AC 
Exemplos da podridão do sistema, do regime.
Existem muitos, para todos os gostos. Em casos vários, muitos de nós, por vezes, meditamos com pouca cautela e apressamo-nos na apreciação.
Ma, salvo melhor opinião, o nosso regime está muito doente.
Nos "media" e nas redes sociais (só vejo blogues, só tenho blogue), andam sempre por aí muitas indignações, insinuações, boatos, acusações.
Mas algum joio de parte, constata-se por aí muita podridão, muito conluio, muita "paga de serviços prestados".
Anda por aí o caso de Pacheco Pereira ter aceite integrar (pro bono, creio) o conselho de administração de Serralves. Uma das primeiras decisões do ministro da cultura.
Pessoalmente, o político Pacheco Pereira não me agrada. Ainda me lembro dele, se a memória não falha, várias décadas atrás, no PCP-ML, no seu casacão comprido preto.
O historiador e investigador Pacheco Pereira merece-me grande respeito. Já para o comentador, tem dias!!!
Isto dito, julgo um bocado tonteria o que certos"jovens turcos" do PSD andam a dizer e incentivar. Enfim.
Mas Pacheco Pereira com as cãs brancas e longas, não é, para mim, um problema no regime. Longe disso.
Preocupam-me mais certos "jovens turcos" a despontar (????) em todas as máquinas partidárias. Mas ainda acima desses jovens, irritados, estão muitos mais velhos.
Persistem os "magos", vários de cabeleiras brancas, que preenchem vários lugares, sempre com disponibilidade, diletantismo, cavando sempre umas pequenas trincheiras fora da sua  família política, para estar na moda e de bem com quase todos.
Eu conheço um caso concreto; perante problema para resolver, pendente há anos, assobia para o lado. Não só, naturalmente, mas com muito disto, se construiu uma carreira política. Sempre a melhorar nos cargos, ministérios vários, empresas, banca, internacionais até, pelos vistos.
Não que o senhor não tenha qualidades, como todos nós. E é ponderado, e emana sensatez e calma.
Mas, como dizia o outro, não "abia nexexidade". Porque depois, a arraia miúda, que confiou, é que se trama. Refiro-me ao dr Luís Amado. Que não o tenho na conta de problema do regime.
Mas é por isto, também, que estamos a apodrecer, lentamente.
Mas como ele existem muitos, a saltar sempre, toda a vida, de um lado para o outro, público, privado, público, privado.
De eles todos, destas elites (???), pergunto-me sempre: quantos criaram empresas saudáveis, arriscaram a sério, e assim contribuíram para a criação de emprego líquido?
Líquido, o vencimento, recebem sempre, à mesa do orçamento.
Penso que o nosso regime sofre muito também disto. Mas posso estar enganado, e a ser injusto.
AC

A UNESCO. A Criatividade. A Música
A Unesco aceitou a candidatura da Idanha-a-Nova. Passou a integrar a rede da Unesco, para a criatividade, para a música. A notícia foi mundialmente divulgada e, coincidiu, ser conhecida durante o festival "Fora do Lugar" que, salvo erro, vai/foi na 4ª edição. Música antiga. Regalei-me com dois dos eventos do festival, a 11 e 12 de Dezembro. Música na Beira-Baixa profunda. Cultura no Portugal profundo. Em Idanha--Nova, em Idanha-a-Velha.
Pessoalmente aplaudo a iniciativa. A continuar.
Só tenho pena, lamento mesmo, que o vigor, a determinação, o empenho, o esforço, que ressalta quando olhamos a cultura neste concelho, não sejam ou pareçam não ser, exactamente os mesmos colocados em todas as outras áreas da governação autárquica. Nem tudo está mal, mas há muito que não está bem.


AC
Fragmentos do Quotidiano


AC
Do nosso passado
AC

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

BOCAGE. Poesia
"Vendo" como "comprei".
AC
Época Natalícia
Frio, nevoeirada, noites desagradáveis, mas de andar na rua na mesma. Pouco tempo, com gorro, muita roupa, luvas, botas e meias grossas. E não demorar muito, a volta higiénica, voltar depressa para a lareira. Dentro de casa sabe melhor o mercúrio a mostrar estar entre os 19 e 20º C. Lá fora, muito, mas muito abaixo,....bbrrrrrrrr!
AC
Chapéus há muitos
Este é bem pequenino!!!!!!!!
AC

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O dia de hoje, António Costa e mais a França.
Como a austeridade acabou há dias, eu e a minha querida mulher olhámos ás economias e.................fomos ás compras de Natal. Saímos antes das 0900, chegámos a casa ás 1745.
Mesmo com a regra instituída na família alargada em que para, compadres e seus familiares, tios, amigos muito chegados, etc, etc, desde 2008 que se acabaram as prendas de Natal e de Páscoa e prendas de aniversário, ficou então estabelecido que no Natal se oferecem  prendas de Natal apenas aos filhos, netos e sobrinhos netos, nora e genro, e à minha muito idosa mãe já que outros idosos equivalentes há muito que nos deixaram.
Pois foi manhã de compras. Pois é, isto das regras é muito bonito, mas é preciso acrescentar sempre mais alguma prenda.
A empregada que é excepcional, a funcionária do dentista que é nosso amigo, os outros médicos nossos amigos, os vizinhos na aldeia...........ai,.....mesmo com contenção,........o que vale é que a austeridade acabou e, acreditem ou não, estão a aparecer-me mais moedas no porta -moedas!!??!!
Durante o café a meio da manhã, um intervalo na azáfama, olhei aos "online". Li as gordas da entrevista do novo messias, e alguns comentários sobre os resultados das eleições de ontem em França. Isto na Europa é cada vez mais engraçado. Fica-me a sensação que se ganham em França as direitas,- MAU MARIA - se ganham as esquerdas DEMOCRACIA.
Cá, idem. Ou seja, umas vezes votam os cidadãos, outras os marcianos. Cá e lá fora. Pintarola!!!!
Quanto ao novo messias, a conclusão que me parece poder retirar-se das suas palavras/ entrevista não é nada de espantar. Olhando para os títulos patetas CHOC, será que o novo messias percebeu afinal alguns detalhes do dia a dia e está em CHOC?
Por mim, levanto o sobrolho quando vejo as franjas radicais a subir, mas no meu caso as franjas são, as Le Pen, as Catarina, as Tsipras, as Jerónimo, as Portas, as Trump.
Ah, lembrei-me agora, o dia correu muito bem pois comprei muito, e em conta, o que só foi possível com o fim da austeridade!!
AC
REFORMAS
Desde o 25 de Abril que nos enchem os ouvidos com as reformas. Desde então, todos têm tido a boca cheia de reformas. Mas................
O novo messias goza de uma aura de grande e duro negociador. Pela minha parte, e olhando a certos aspectos da cidade de Lisboa, lembra-me mais a "boa imprensa" que outra coisa.
Mas..............
De entre o que está anunciado, uma coisa me salta à vista e que aplaudo vibrantemente.
Se ele o concretizar, salvo melhor opinião, é um grande passo no sentido que me parece correcto.
Refiro a medida de não aprovar nenhuma legislação sem que esteja bem fundamentada e sobretudo que não venha já acompanhada pela respectiva regulamentação.
Um dos muitos problemas deste desgraçado País tem sido exactamente a pouca vergonha nessa área.
Legislar a torto e direito sem, designadamente, ter sido extensivamente avaliado o resultado de legislação anterior ou a falta dela. Aguardemos.
Claro que mesmo neste bom método, temos sempre aquele pequeno "problemazinho" , que é a matreirice dos escritórios de advogados. Matreirice, coscuvelhice, compadrio, etc. Aguardemos pois.
AC

domingo, 6 de dezembro de 2015

A Bola. Os donos da bola. Quem paga, de facto?
Anuncia-se por aí um mega negócio, os jogos do Benfica ficarão por conta da NOS, a perder-se em 10 anos.
Mais uma vez, a esmagadora maioria dos portugas, não raciocinará. Eu sei, isto dito assim é uma violência, quiçá uma desconsideração para a esmagadora maioria dos meus concidadãos.
Eu sei que é, mas continuo convencido que é a triste realidade, e não me vou dar ao trabalho de lembrar exemplos demonstrativos, recentes e passados.
Voltando à bola, não sei se isto irá para a frente e estou a borrifar-me para isso. Agora uma coisa é certa, estas coisas alguém as vai pagar e serão, naturalmente, todos os clientes da NOS (com outros será a mesma coisa).
O que mais me choca nestas coisas do futebol, é sempre falar-se de milhões, a propósito de tudo e mais alguma coisa, negócios, compra e venda de jogadores, SAD's, etc. E as dívidas? De décadas?
Recordo sempre que não deve ser com as parcas receitas das quotas que os clubes pagam aqueles cêntimos aos seus jogadores, pois não?
Claro, é sempre por milagre. Transformação dos pães em rosas. E nada tem a ver com os vários presidentes de câmaras municipais sentadinhos nos camarotes dos dirigentes desportivos.
A pouca vergonha, em versão futebolês!!!!
AC
Fragmentos do quotidiano


AC