sábado, 16 de janeiro de 2016

Das Liberdades...........
Poucos dias antes do Natal passado, ia de carro numa das zonas mais movimentadas do Parque das Nações, Lisboa quando, parado pelo semáforo vermelho, reparei num enorme cartaz amarrado ao semáforo, anunciando uma astróloga.
Com nome e telefone. Anunciando previsões para 2016 e, por 200,00€, uma fortíssima amarração ao amor. Com resultado garantido em 7 dias.!!!!!! SETE!!!!
Li e fui embora pois caiu o verde.
Lembrei-me disto agora ao limpar imensas fotografias no telemóvel. Ele/ Ela há cada um/ uma!!!!!
Aposto que haverá parolos e parolas a telefonar e marcar consulta!!!
Basta ver os quantos que acreditam em certos mensageiros candidatos, os quais não propõem nenhuma "amarração ao amor!!!
AC

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ALGUMA EXPLICAÇÃO CIENTÍFICA DEVE EXISTIR
Para que no interior profundo certa roupa tenha este tamanho,

muito diferente do que se encontra junto da grande cidade!!
AC
PORTUGAL, um País que continua a ser desgraçado por gentinha de todos os quadrantes.
Andamos nisto sobretudo depois de 1700.
Uma das boas explicações, deliciosas acho eu, para a continuidade deste lamentável estado de coisas, século após século, aldrabão a seguir a aldrabão, é certamente esta que encontrei num blogue que muito aprecio - ""a classe política portuguesa pela forma como trata os eleitores e contribuintes segue o princípio SHIT (Só Há Idiotas e Totós)"" - e ainda - ""Suponho que o povo português, durante estes séculos todos, aprendeu a aplicar o princípio MERDA (Mediocridade: Enquanto Reina Duplicamos o Analgésico)"".
ESPECTÁCULO.
AC
Para mim é a pouca vergonha do costume.
Demonstrem, juridicamente, que estou enganado.
Não posso provar em tribunal, mas tudo me sugere que Sócrates não é flor que se cheire.
Quem tem a vida limpa, se é acusado na praça pública, devia na praça pública colocar as continhas todas explicativas, e não deixar arrastar anos a podridão envolvente e em que, aparentemente, está envolvido. Ah, meu caro senhor isso é da vida privada!! POIS!!!!
Não sou jurista, de curso completo, estudioso da lei. Mas, contrariamente a muitos que na altura me olhavam com ar desconfiado quando eu invocava no meu meio profissional por exemplo a CRP ou o direito administrativo, sempre procurei olhar para as normas e para a CRP com atenção e sobre isso meditar. E encontrar algumas explicações para o Estado doente do meu desgraçado País.
Vem isto tudo a propósito do menino Sócrates e de outros meninos pesporrentes de todos os quadrantes e profissões que por aí andam.
Lê-se nos "online" que o célebre (!!!!) juiz Rangel recusou apreciar o recurso do Ministério Público acerca das questões do segredo de justiça. Foi este mesmo Rangel que terá determinado o fim da coisa no processo do ex PM.
Bom, o que se segue será discutível.
Mas, se para mim o arrastar deste processo tem contornos já muito difíceis de aceitar, independentemente do "bandidote" em causa, para um cidadão comum é capaz de não fazer muito sentido o Rangel decidir uma coisa e depois apreciar recurso sobre a mesma coisa.
E digo isto não por ter nada de especial contra o senhor (é apenas um bocado "atropelador"quando entra e sai da Versailles e não dá a vez a quem devia) mas por me lembrar que na estrutura judicial, existem vários patamares exactamente para que os recursos sejam apreciados por diferentes entidades e juízes.
Mas, naturalmente, sou eu que estou TANTAN. O estado deplorável da justiça em Portugal não tem nada a ver com a estrutura dos códigos laboriosamente construídos ao longo de anos. Como não tem nada a ver com o facto de, por exemplo, durante anos, um funcionário apanhar ás 1000 horas o transporte (que na altura demorava uma hora de trajecto) e regressar a casa muitas vezes (mais uma hora), salvo erro, no das 1530 horas. NÃO!!!
AC
Os EX, vão dizendo umas verdades óbvias, mas não dizem a verdade toda!!
O professor Vital Moreira, tem vindo a dizer várias coisas de que António Costa não gostará. NADA. A ministra e creio que ainda sua mulher, deve fazer um sorriso tímido, quando o PM lhe sussurrar - é pá diz lá ao teu marido para se conter!.
Salvo melhor opinião, como no artigo em que no Diário Económico aborda a questão dos transpores locais, designadamente em Lisboa e Porto, Vital Moreira tem toda a razão - A alternava à concessão só pode ser a remunicipalização desses serviços públicos - a reversão que o actual messias anda a empreender viola quase tudo e, claro, vai ajudar a desgraçar as continhas!!!! Bem prega Vital - Não existe nenhuma razão para que os transportes locais sejam subsidiados por quem não os usa e que, aliás, já paga os seus próprios transportes urbanos - mas vá lá o pessoal do PCP, CGTP, BE, muitos do PS entender isto.
Bem, entender entendem, e muito bem, que não são burros. Mas o que Vital Moreira não diz (ainda não cortou completamente o cordão umbilical), é que tudo isto tem um só objectivo, não destruir a capacidade de barulho nas ruas por parte da CGTP. Os sindicatozinhos. O resto é conversa.
AC

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

VERDADE OU NÃO?
""as estruturas corporativas não produzem estratégias de modernização, apenas organizam e alimentam sistemas de distribuição (de rendimentos, de verbas orçamentais, de fundos comunitários, de concursos de empreitadas)""

""Dilema da realidade portuguesa - escolher entre a continuidade da ocultação e a revelação da força dos factos"".

AC
A divergência de opiniões é legítima, não é?
Cá vai a minha, acerca do poder negocial, das condições de trabalho, da greve, dos sindicatos, sobretudo da CGTP. As 35 horas!
O que está em causa?
> Más condições de trabalho em certos sectores da vida nacional? Certamente que haverá.
> Salários baixos? Certamente que existem.
> Problemas com as despesas do Estado? Obviamente.
> Isto preocupa a CGTP? NADA.
> O que a preocupa então?
> É arranjar um sistema em que vários aufiram mais à custa das horas extraordinárias.
> Ah, mas nas empresas privadas trabalham muitas vezes fora do horário normal, etc!!
> Porque são burros, estivessem sindicalizados, ora essa!
> Mas, então, e o brutal aumento da despesa pública?
> Quero lá saber, eles emprestam!!!!!!
> Toca mas é a introduzir soluções, e atender apenas a datas indicativas!!!!!!!
AC

PS: antes de me chamarem nomes, deixem dizer-vos porque no essencial afirmo o supra mencionado.
Conheço bem três Câmaras Municipais na região da grande Lisboa, e uma na Beira-Baixa. Em todas existem funcionários decentes. Mas uma grande parte não quer fazer as 35 horas para ir para casa ao fim da tarde, e dizer, "se for preciso arranjem mais funcionários".
"NÃO, eu fico cá para ganhar mais dinheiro com as horas extraordinários".
O Correio da Manhã esqueceu-se que a data indicada pelo PS para entrada em vigor era apenas INDICATIVA!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

O PAN pode ficar irritado, mas lá que dão uns belos presuntos dão!!!
AC
A propósito da campanha para as presidenciais 2016
As Nações de menor poder perante as grandes potências
"Em presença do desacordo manifestado irredutivamente na Sociedade das Nações em matéria de desarmamento, houve a ideia………..mas que provocou manifestos descontentamentos e desconfianças nas outras nações, principalmente naquelas que frequentemente se designam por nações menores.
Por mais que juridicamente se proclame nas relações internacionais a igualdade das nações, na realidade assim não é, e do mesmo modo que na vida social há hierarquias, também as há, e bem acentuadas, entre as nações, quando grandes interesses ou fortes divergências políticas estão em jogo.
É que no quadro internacional, as nações pesam mais ou menos conforme o seu poder combativo e valor unitário, população, extensão territorial, intensidade de vida de relação, cultura política, científica, artística, literária e filosófica, padrão de vida, riqueza nas suas diversas modalidades, extensão dos negócios e seu volume, e, de um modo geral, proporcionalmente ao grau em que participam na marcha evolutiva do mundo".
(Política Internacional e Política Naval, página 17, C.M.G. Fernando Augusto Pereira da Silva, edição da Liga dos Combatentes G. Guerra, 1934, Lisboa)

Em vez das causas e de outras coisas, gostava era de ouvir os comentários dos dez candidatos mas sobretudo de três, acerca destas considerações que, sendo embora datadas, continuam as realidades enunciadas exactamente como sempre. Existem por parte de todos os países, estão sempre em cima da mesa, designadamente os seus interesses e objectivos, as ameaças que podem pender sobre cada um (ameaça é tudo aquilo que faz perigar o alcançar o objectivo definido), os riscos (que mais não são que o grau de exposição ás ameaças) o respectivo poder nacional.

Esta questão não pode deixar de ser olhada a partir da Constituição da República Portuguesa (CRP). Embora eu não tenha seguido os debates televisivos, e não perca o meu tempo com entrevistas, creio ter com uma noção razoável sobre o que se vai passando no tema em apreço dado que "vasculho" diariamente "online" de várias tendências. Nas considerações que teci acerca dos 3 candidatos que creio terão mais votos, MRS, SN, MB, podendo ter sido injusto em alguns aspectos, creio que corresponde em grande parte à verdade que os candidatos andam a fingir-se de mortos, ainda que só um seja disso acusado (com razão). Pareceu-me até ao presente, que não têm bem a noção do cargo a que se candidatam, e não se centram, nos seus poderes constitucionais. MRS menos.

Portanto, quanto à CRP.
De 1900 a 25 de Abril de 1974, decorreu um período mau da nossa história, sobretudo os últimos 64 anos (não sou monárquico). A revolução, a ânsia de liberdade, desmandos vários nos anos iniciais, tudo aconteceu; a CRP teve várias revisões. O texto constitucional é extenso e tem, porventura, normativos em excesso. Mas, para mim e creio para muitas pessoas, o texto actual não impede qualquer governação. Este parece-me um aspecto essencial

Depois, a qualquer candidato a presidente, a meu ver naturalmente, cabe "martelar" constantemente que Portugal é uma República, um Estado de direito democrático assente nomeadamente na separação de poderes mas também na sua interdependência, e que a validade das leis e demais actos do estado, das regiões autónomas, do poder local e todas as outras entidades públicas depende da sua conformidade com a CRP. Além disso, devia ser frequentemente lembrado, que Portugal tem um território historicamente definido no Continente e os arquipélagos dos Açores e Madeira. E devia estar sempre presente em palavreado concreto, as tarefas fundamentais do estado, descritas no Artº 9º da CRP.

E depois, os candidatos deviam estar centrados na realidade constitucional em que o PR é, o garante da unidade do Estado e do regular funcionamento das instituições e, por inerência, o comandante supremo das Forças Armadas.
Além disso, penso que numa campanha como esta, os candidatos deviam pronunciar-se quanto:
> intenção de dirigir ou não mensagens à AR e às Assembleias Legislativas das regiões autónomas, 
> a espaços presidir ao Conselho de Ministros (alínea i) Artº 133º),
> de que modo serão exercidas as suas funções de comandante supremo,
> que debate com a AR e os governos entende necessários para definir de uma vez por todas as FAs,
> que matérias de interesse nacional entende serem passíveis de referendo,
> que medidas tomar para, com a AR e os governos, definir as áreas que doravante devem ficar fora da luta partidária. Como se vê em outros países.

Serão asneiras? 
Terei que admitir, mas o que se vislumbra andar pelo País fora é que me parece ser pouco mais do que zero. O PR não governa, não legisla. 
Os candidatos e o futuro PR deviam meter na cabeça dos cidadãos que Portugal está envelhecido, sempre teve um baixo padrão de vida, tem fracos recursos, tem que gerir melhor, e tem que abandonar os facilitismos na educação, na formação, nas relações sociais. E não creio que se respeitem as pessoas estando sempre a trocar tudo, a cancelar quase tudo, a reinventar, a aldrabar estatísticas, a mentir na praça pública, e a criar continuamente ilusões. 
E não creio que esta maneira de entender o nosso presente seja exemplo de pessimismo.
António Cabral (AC)
A PROPÓSITO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS 2016.
A candidata Maria de Belém Roseira (MB)
Depois dos candidato Sampaio da Nóvoa e Marcelo rebelo de Sousa, hoje ocupo-me de MB.
A mulher que foi presidente do PS, que presidiu à comissão parlamentar da saúde, que creio foi ao mesmo tempo consultora privada nessa área. E que fica muito irritada por se lhe apontar esta coisinha!!!
Mas, principalmente, a mulher da - a minha ética é a minha ética. Creio que foi esta a expressão recente dada a conhecer aos portugueses.
Como todos os restantes candidatos, MB, naturalmente, tem direito a ideias novas, a não será pecado querer dá-las a conhecer.
Mas, como os restantes candidatos, anda com um programa de governo debaixo do braço. Menos extenso que o de Sampaio da Nóvoa.
Nela, como aliás todos os outros sem excepção, a insistência na visitação dos desvalidos.
Mas uma das cerejas em cima do bolinho, é esta ideia de levar a jantar fora os dignatários seus comparsas internacionais. Estou a imaginar o presidente da França na MITRA, ou num dos lares mais humildes do interior do País. Seria engraçado.
Minha senhora, e meus senhores, os idosos têm o direito a ter no final da vida momentos descansados e não servem para entreter os humores dos políticos.
Adicionalmente, se a candidata pretende dizer que se devem reduzir substancialmente os gastos da Presidência, estou completamente de acordo. Mas pode começar por sugerir uma remodelação na casa civil do PR e, principalmente, acabar com as pornográficas viagens com mais de uma centena de pessoas à conta de todos nós. Acabar com os séquitos, tão comuns no tempo da monarquia.
Como para MRS e SN, interrogo-me, o que a recomenda para PR? Ser mulher?
Também defende causas, eu sei, algumas de elogiar. Mas compreenderá a sério a função para que se candidata?
Tem opiniões, não as deve calar. Mas será uma PR prudente, equilibrada? Tem a noção exacta dos seus poderes? É que também esta candidata não os enuncia, discute, realça.
Haja também paciência para esta candidata.
AC

PS: ditas umas palavras sobre cada um dos três candidatos que, para mim, serão os mais votados, em post separado farei adicionais considerações sobre estas eleições.
Nenhum dos 3 candidatos me inspira confiança. Estou cheio de dúvidas, embora ande mais inquieto com o transportador de desassossegos.
A PROPÓSITO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS 2016.
O candidato Marcelo rebelo de Sousa (MRS)
O homem na comunicação social pelo menos desde 1973.
Depois do candidato Sampaio da Nóvoa, hoje ocupo-me de MRS.
Queixam-se vários de que o candidato que hoje refiro, à boa maneira de insigne jurista tem, para cada tema, no mínimo duas posições antagónicas, e que ao longo de décadas não teve contraditório na comunicação social. Dizem também alguns, em particular alguns dos que gostam de se levar no próprio colo, que os comentadores se agacham perante MRS.
Estamos, creio bem, muito no campo do "façamos um suponhamos, prontos".
MRS, pessoalmente, creio que o candidato é um analista muito acima da média. Aliás, se o não fosse e não ajudasse a subir audiências, as TV tinham-no posto de lado.
Creio que tem muito talento na área em apreço, muito superior a Santana Lopes, Sócrates, Pacheco Pereira, Sarmento, Portas, Marques Mendes, António Costa, Jorge Coelho. E atrevo-me a imaginar o fastidioso que seria ter como comentadores semanais Ferro Rodrigues, Sampaio da Nóvoa, Maria de Belém e etc. Penso que o programa semanal deles não duraria muito.
Pessoalmente, estou muito convencido que determinante para a carreira de comentador foram as audiências. Claro que ele não é anjinho, e passou estes anos a tirar bom proveito. Manhoso, enguia, escorregadio, saltitão.
Mas, quanto a este candidato, tal como me perguntei acerca de Sampaio da Nóvoa, o que o recomenda para PR?
Sinceramente, também presumo que tem algumas causas. Mas...........
Dada a sua formação jurídica, a sua experiência, o ter sido "constituinte", presumo que compreende a função para que se candidata.
Outra coisa é como a vai desempenhar. Mas quanto a isso, para qualquer um dos três candidatos, tal como o ovo, se saberá apenas quando se partir e deitar na frigideira.
Quanto a ovos, cá em casa, de há anos que não é usado nenhum ser ser primeiro vertido para um recipiente branco para ser inspecionado. Posso garantir que ao longo dos anos vários ovos foram deitados fora.
Com um PR eleito é uma maçada, depois de estar "na frigideira" não há nada a fazer.
MRS tem opiniões, creio que não as calará, mas julgo que será um PR relativamente prudente. À Mário Soares no primeiro mandato. E estou certo que tem bem a noção da separação de poderes.
Mas também este candidato não esmiuça os seus poderes, não fala sobre eles. Tal como os outros candidatos, que andam com programas de governo debaixo do braço. Embora este me pareça andar com um programa mais genérico.
Haja paciência, também para este candidato.
AC
A propósito das eleições presidenciais 2016.
O HOMEM DAS CAUSAS
Nos meus zappings pelos OnLine, vou dando de caras com “notícias” para mim “curiosas”.
Concretamente, quanto ás presidenciais. Designadamente, quanto a Sampaio da Nóvoa (SN), Marcelo RSousa (MRS), e Maria de Belém (MB). Hoje começo com SN. Não ligando eu aos debates televisivos para as presidenciais, observo notícias e declarações dos três candidatos (menos me interessam os outros sete), e observei escritos acerca de uma recente discursara do candidato SN. O homem das causas. O novo tempo, o novo presidente! Muitos mandatários. Naturalmente, apesar de ele se dizer fora do sistema, quase se diz fora dos partidos, aqueles nomes todos fazem-me lembrar que não vai haver almoços grátis.  Basta atentar em alguns dos nomes, desde os bem sentados na primeira fila a aplaudir o messias então candidato a PM, a outros com percursos diferentes, como os percursos “socráticos”. 

Muitas, mas muitas causas. Várias das pessoas dadas a conhecer ao cidadão comum, são para mim desconhecidas. Isso não é relevante. Têm certamente méritos nas profissões respectivas.  E são, certamente, todos fora do “sistema”! Ah, e quanto aos nomes de peso, os 3 anteriores PR, tão diferentes quanto cardos e rosas.
Quanto ás causas, “as 20 poucochinhas", pois anunciadas que podiam ser centenas ou milhares, devo então deduzir que não esqueceu nenhum dos milhões de problemas que afligem sistematicamente os cidadãos portugueses.

Vejamos:
Temos, presidente da comissão de honra - Jorge Miranda (mas, coitadinho, sem par feminino !?!), coordenadores das causas - Carvalho da Silva, Gabriela Canavilhas, mandatários nacionais - Correia de Campos, Teresa Salgueiro. Cinco nobres criaturas a encimar a estrutura "causal"!!!
Quanto aos mandatários das causas:
25 de Abril e das liberdades - Maria Antónia Palla, Vasco Lourenço, Assuntos constitucionais - Gomes Canotilho, Isabel Moreira, cidadania sénior - Rosário Gama, António Betâmio de Almeida, Cultura - Maria do Céu Guerra, Rui Néry, Desporto - Carlos Lopes, Rosa Mota, Língua Portuguesa - Eduardo Lourenço e Lídia Jorge, Juventude - Sandra Barata Belo, Miguel Gonçalves Mendes, Combate à Pobreza e Exclusão Social - Alfredo Bruto da Costa, Isabel Guerra. Segurança e Defesa - almirante Melo Gomes, Helena Carreiras, União Europeia - Ana Gomes, Rui Tavares, Movimentos Sociais e Cidadania- Pilar del Rio, António Pedro Vasconcelos, Ambiente e Alterações Climáticas - Júlia Seixas e Filipe Duarte, Cidades e Desenvolvimento Territorial - Maria do Céu Albuquerque, João Ferrão, Conhecimento - Sofia Alboim, Miguel Castanho, Diáspora - Ana Maria Faria, Hermano Sanches Ruivo, Economia e Inovação - Inês Santos Silva, Fortunato Oliveira Frederico, Igualdade e Combate às Discriminações - Elza Pais, Miguel Vale de Almeida, Mar - Vanda Nunes, Mário Ruivo, Serviços Públicos - Ana Maria Bettencourt, António Arnaut, Trabalho - Guadalupe Simões, Sérgio Monte.

Alguns nomes são conhecidos politicamente, mas sobre a maioria gostava de conhecer o percurso académico, de cidadania, político.
Cada um escolhe as companhias de que gosta. Das companhias escolhidas e anunciadas, registo alguns dos que se revoltaram com o estado a que isto chegou de há cinco anos para cá, mas não se revoltaram com a génese (de anos) do estado a que isto chegou. Elucidativo. Portanto, causas para todos os dias da campanha. Tendo dito que podiam ser centenas as causas, pensou em tudo. Ainda assim, curioso não estarem BEM explícitos e individualizados, a CPLP, a corrupção, a justiça. Curioso, também, estar explícito a cidadania sénior e depois mais cidadania misturada com movimentos!!!

Perguntava-me a há dias a mim próprio, o que recomenda cada um dos candidatos a PR?
Agora já sei, Sampaio da Nóvoa defende causas. 
Poderei presumir que, como PR, a cada mês, remeterá à AR uma mensagem a propósito de cada causa? Porque se de facto um PR tem de se bater por causas, e ter sempre presente as paridades, os activistas, os coordenadores, os presidentes de comissões, o escol das personalidades (só de esquerda?), a união das vontades, a auscultação das pessoas, a igualdade dos géneros, não vislumbro como possa passar sem usar mensalmente o seu poder presidencial de remeter mensagens à AR.

Compreenderá, a sério, a função para que se candidata? Está convencido que com evocações de outros, desabafos, vai resolver os nossos problemas? Desassossegado já eu ando há muito tempo. Desde o monta tartarugas, ao lacrimoso, ao eucalipto, para me vir agora este senhor denominando-se um transportador de desassossegos. 
Não quero ser mal educado, mas parece-me haver por esta banda muita hipocrisia. Depois, mostra-se avesso a várias coisas, "muito insuportáveis", parecendo-me a mim insuportável esta coisa de disfarçar as suas origens, e sobretudo não dizer claramente a que pensamento político está ligado.
Um PR pode e deve ter opiniões políticas, e não deve calá-las. 
Mas deve abrir a boca com ponderação, tendo sempre presente a separação de poderes e os poderes que a CRP lhe confere.
Por fim, SN  exibe sempre o apoio dos ex-PR. Como todos nós, três homens com qualidades e defeitos.
Mas, olhando apenas a factos, e não a estados de alma e simpatias, e ao estado concreto a que isto chegou, eles não têm responsabilidade nenhuma nisto? 
Ou a desgraça de Portugal começou só no 2º curto mandato de Sócrates e, sobretudo, no de Passos Coelho?
Haja paciência, também para este candidato.
AC
POR AÍ

AC
LISBOA, a 2ª circular, os planos megalómanos, o caos, as negociatas por baixo da mesa?
A autarquia da capital deste desgraçado País quer e VAI refazer ou destruir a já de si muito difícil 2ª circular.
Por razões várias, só a horas muito noturnas ÁS VEZES, por lá passo.
Não interessa.
O processo, dizem que está em consulta pública.
O que é que isso significa? Em termos práticos, rigorosamente nada. É mais uma das mistificações da nova era, do novo tempo como lhe chama o outro. Quando acima digo VAI, é porque ouvi hoje no rádio do carro o actual presidente da CMLisboa reafirmar que vai ser feito. O que só confirma a vigarice disto tudo. A coisa ganhou agora um certo barulhinho porque se demitiu o ex-vereador da mobilidade do tempo do messias na sua vertente de presidente da autarquia.
O actual vereador/arquitecto Salgado veio contrapor. Os Lisboetas, riscam nada.
Um fala em carros e bois. O outro, mula velha, reage polidamente, mas é claro, a coisa vai fazer-se e o resto é conversa. Consulta até 15 de janeiro do corrente = zero.
O engraçado. é que agora não há nenhum cineasta a gritar alto, nenhuma esganiçada a berrar.
Cosmética, pandemónio, olhos nas próximas eleições autárquicas, arvoredo, muito oxigénio, redução de velocidade (para ajudar a ganhar uns dinheiros com as multas), o que se quiser, vale tudo, incluindo arrancar os olhos.
Cada português e cada munícipe tem, de facto, o que merece, e o que escolheu.
Ninguém questiona quem fez os projectos, que ligações (se algumas) tem à câmara, quem porventura possa estar dissimulado por trás, etc. O presidente Medina diz que este projecto tem anos, e que só por falta de verbas nunca avançou, e que agora, fruto da excelente gestão financeira dos últimos anos, a CML tem dinheiro para a obra. Não é lindo?
Entretanto, basta passar por várias ruas e avenidas de Lisboa para sentir o estremecer e saltitar dos carros com a suavidade do piso, incluindo os buracos. E, por outro lado, as várias filas de carros em 2ª fila (um exemplo = em frente à CGD perto do Campo Pequeno).
AC

Adenda: entre outros aspectos, muitos, poderá pensar-se no que vai acontecer ao tráfego intenso que entra lateralmente ao longo de toda a 2ª circular. A CML diz que a obra vai tornar tudo muito suave mas, pergunta estúpida certamente, se desaparece uma faixa de cada lado, e a velocidade autorizada diminui bastante, esse tráfego vais ser melhor escoado para dentro da 2ª circular?
Por outro lado, se a meio vai passar a existir um imenso arvoredo, isso vai ou não atrair passarada, designadamente pombos, que já existem aos montes particularmente na zona próxima do aeroporto?

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A propósito da campanha para as presidenciais 2016
As Nações de menor poder perante as grandes potências
"Em presença do desacordo manifestado irredutivamente na Sociedade das Nações em matéria de desarmamento, houve a ideia………..mas que provocou manifestos descontentamentos e desconfianças nas outras nações, principalmente naquelas que frequentemente se designam por nações menores.
Por mais que juridicamente se proclame nas relações internacionais a igualdade das nações, na realidade assim não é, e do mesmo modo que na vida social há hierarquias, também as há, e bem acentuadas, entre as nações, quando grandes interesses ou fortes divergências políticas estão em jogo.
É que no quadro internacional, as nações pesam mais ou menos conforme o seu poder combativo e valor unitário, população, extensão territorial, intensidade de vida de relação, cultura política, científica, artística, literária e filosófica, padrão de vida, riqueza nas suas diversas modalidades, extensão dos negócios e seu volume, e, de um modo geral, proporcionalmente ao grau em que participam na marcha evolutiva do mundo".
(Política Internacional e Política Naval, página 17, C.M.G. Fernando Augusto Pereira da Silva, edição da Liga dos Combatentes G. Guerra, 1934, Lisboa)
Gostava de ouvir os comentários dos dez candidatos acerca destas considerações que, embora datadas, continuam as realidades exactamente como sempre. Existem os interesses, os riscos, as ameaças, o poder nacional.
António Cabral (AC)
FRUTA


AC

domingo, 10 de janeiro de 2016

Malfeitores. ilusionistas. ilusões. Desconsolo. Incertezas. Insegurança.
Ou, em outra versão, já vi executivos a chorar.
Volto à carga. Não pretendo maçar quem tem a gentileza de me visitar/ ler. Mas,.....relevem,.........
Recordaria que, malfeitor é aquele que comete crimes ou actos condenáveis, e ilusionista é o “artista" dedicado a produzir ilusões. 

A maioria dos meus concidadãos, presumo, associa as duas categorias à criminalidade muito ou pouco violenta mas eu, há décadas, que tenho nesta lista a (maioria da) malandragem dos escritórios, dos aconselhadores, dos comentadores, dos assessores, dos senadores da República, dos empreendedores, da nata política à nata dos servidores em cargos públicos (autarcas, por exemplo), e por aí fora. Não todos, mas muuiiiitttoooos.

Lembrando o blogue que durante muitos anos me acolheu, e onde não terei sido sempre feliz nas minhas considerações, porventura injusto algumas vezes, creio que a realidade se tem encarregado de mostrar a justeza global da minha revolta, e ali periodicamente partilhada, quanto à banditagem que vai alegremente destroçando Portugal. Ou estou enganado?

Baseio-me tão somente no que sempre tem sido feito, e continua, variando apenas e consoante os “artistas”, quer a dose quer os tons, com que essa gentinha injectou e injecta na nossa sociedade as ilusões, que procuram e conseguem quase sempre, vesti-las como realidades alcançáveis.
Alimentam esperanças que o tempo vai mostrando serem vãs, para não dizer, trágicos desfechos.
Na realidade vão, TODOS, nomeando “boys e girls” com contratos mais alargados no tempo para que a banditagem que vem a seguir, se os despedir, ter que lhes pagar chorudas indemnizações.
E a desgraça, como repito periodicamente, é que a esmagadora maioria das pessoas acredita nas ilusões, para não ter que (presumo) reconhecer que essas esperanças são mesmo irrealizáveis.
A característica que mais evidencio, e é comum nestas gerações de malandros, TODOS, é o desprezo total e absoluto pela verdade. Dizendo isto ainda mais rigorosamente, têm um desprezo total e absoluto pelo cidadão comum. Valores? Vá de retro satanás"

Os malfeitores tanto nos mandam ter cuidado, como nos atiram à cara que estamos bem demais e acima do que merecemos, como nos querem fazer crer que o que deles ouvimos nas TV não foi o que eles disseram, como o inefável e ainda actual inquilino de Belém. Os ilusionistas tanto nos apontam o dedo para encolher o cinto como nos dizem do alto das suas cátedras que, afinal, quem nos mandou apertá-lo, estava completamente tolo e não mediu as consequências. E a esmagadora maioria dos meus concidadãos continua a acreditar em tudo isto. E culpam o costume, a troika, a Alemanha, o liberalismo, e por aí fora.
A esmagadora maioria dos meus concidadãos parece continuar a privilegiar o - é deixar andar, melhores dias virão. Pois! E o terrível é ouvir isto de pessoas bem informadas e com formação mais do que universitária. As ilusões em Portugal, e na Europa, prosseguem. 
Temos a Ucrânia que para a maioria dos europeus - isso é lá com os ucranianos e a Rússia temos a desindustrialização brutal na Europa e os europeus acham - ah, o estado social aguenta o desemprego - temos a diminuição da natalidade mais ou menos generalizada e os europeus - ah preciso é ir de férias para a neve ou Sul de Portugal e Espanha - temos a Síria, o Iraque, o Daesh, o terrorismo e as vagas de assalto à Europa e por aí fora - ah, não há-de ser nada. O inconformismo, o encolher de ombros.

Os malfeitores e ilusionistas riem-se disto tudo, riem-se de todos, enquanto amealharam/ vão amealhando fortunas com as formações que quase não deram nas suas empresas, enquanto rebentaram/ rebentam com as fábricas da competição, enquanto engordaram/ engordam na especulação na bolsa, enquanto preservam (e desde o tempo de Salazar) propriedades lá fora algumas até em países que eram da esfera comunista. 
Entretanto, receberam/ recebem dividendos brutais, enquanto colocam há anos lá fora fortunas colossais. Se alguém lhes aponta o dedo - isso não é verdade, prove.
E depois, alguns ilusionistas políticos, de todos os quadrantes, e muitas vezes até após extenuantes jornadas parlamentares anunciam, por exemplo, legislação para combater a corrupção. Dá vontade de rir? 

Onde está a legislação (por exemplo):
- que permita deitar imediatamente abaixo o construído à margem da lei, leia-se, PDM´s e legislação vária sobre regras para a construção civil? Entre dezenas de tristes exemplos, veja-se o que se NÃO passa na ilha de Faro e noutros locais do Algarve;
- que impeça a acumulação por parte dos autarcas das várias empresas que as câmaras criam?
- que obrigue quem de repente evidencia fortunas não condizentes com salário do agregado familiar, a provar de onde lhe veio esse brutal e repentino provento?
- que impeça que para o mesmo caso os mesmos defendam o Estado e a seguir os opositores do Estado?
- que crie regras duras impedindo as falcatruas autárquicas como a passagem despudorada de terrenos agrícolas a urbanizáveis?
- que elimine a maioria das fundações, institutos, e observatórios, que se constituem como um dos grandes centros de parasitagem e sorvedouro de dinheiro público?
- e por aí fora, que a lista nunca mais acaba!

E o terrível, é que a esmagadora maioria dos meus concidadãos continua eufórica por terem vindo a lume parte dos nomes de portugueses com fortunas não declaradas, sediadas na Suíça - “estão a ser apanhados. Euforia, também, com a sucessão de casos mediáticos na justiça. A maioria nunca perceberá que os vários ex-PM do nosso País, e muita outra gentinha, sabem destas coisas há anos, que existem há anos perdões fiscais, e não percebem que a legislação (códigos, etc) bem favorece a malandragem. 
Nunca perceberá que “offshores” não é uma coisa da Europa, é uma coisa a nível mundial, que não vai acabar. Um dia, na UE, se ela ainda existir, decisões talvez sejam tomadas para minorar certas fugas aos impostos. Mas a Holanda e o Reino Unido, por exemplo, continuarão a privilegiar os negócios e a ter portanto políticas fiscais mais acolhedoras. É olhar para a história, e ver quem, séculos atrás, financiou guerras na Europa e não só. Os interesses obscuros, persistem, prosperam. Comem à mesa do orçamento, há décadas.

Os malfeitores e ilusionistas, no passado, estiveram-se nas tintas para o arrancar das vinhas, para a destruição da frota pesqueira, etc, etc, etc, tudo sempre à conta da engorda dos subsidiozinhos, da formação fantasma, e dos fundos. 
Serviços, Sol, turismo, sim, é importante, mas creio insuficiente para sustentar o estado social, que eu gostava que vigorasse e melhorasse, e não o contrário. 
Mas eu não tenho ilusões, e não me conformo com o deixa andar.
Ah, meu caro senhor, mas lá fora passa-se mais ou menos o mesmo. Não se martirize!!!! 
Sim, creio que sim, mas em que é que isso resolve os problemas na sociedade portuguesa?
AC
AS CHUVADAS
Nos últimos dias têm sido muitas. Norte e centro, sobretudo, têm provado a ira do SPedro.
Como em tudo na vida, estas águas têm uma vertente positiva. Senão em súbito jorrar dos céus, faz falta à agricultura.
Por outro lado, enche o que depois nos faz falta para, produção de energia, regadio. Na foto uma delas. Adivinhem.
AC

BEIÇOS


AC
DA ESPUMA DOS DIAS. OS EXAMES, E OS TRAUMAS INFLIGIDOS ÀS CRIANÇAS.
A educação, a formação dos futuros cidadãos, o futuro do País portanto, continua alegremente a ser tratado com os pés.
No meu tempo, há seis décadas, quando já na então 2ª classe da primária, as coisas não estavam bem, estou certo disso. E não é para ser politicamente correcto, como todos os defensores das causas (basta lembrar a discutível cena de decorar as linhas férreas todas). Não estavam mesmo, mas nem tudo estava mal. Como hoje, não está tudo mal ou tudo bem.
Mas com tantos "cientistas do saber", de todas as cores ideológicas, acho sobretudo graça a um dos argumentos avançados tempos atrás, o trauma às criancinhas.
Agora, regras novas a meio do ano, já não causam traumas. Ah, já me estava a esquecer, são regras novas, mas oriundas das esquerdas. A favor, portanto, das crianças.
E assim, Portugal continua a avançar, como se nota há pelo menos sete décadas!
Ontem fui jantar a casa da minha filha.
Perguntados sobre os exames, os meus netos encolheram os ombros, enquanto continuaram a brincar e a falar um com o outro. Fiquei ciente que se estavam a borrifar para haver ou não exames.
O que me perturba, hoje de manhã, é que me esqueci de recomendar à minha filha e ao genro que levassem com urgência os putos ao médico, para averiguar como estava o respectivo índice traumático!!!
AC